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Tasting for all blog

  • Vinhos Costa Boal – Trás-os-Montes
    Os novos vinhos Costa Boal são mais uma pérola da riqueza vitícola da região de Trás-os-Montes.
    Palácio dos Távoras Grande Reserva Branco 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela-esverdeada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, vegetal, amêndoas verdes, noz verde, citrino, frutas brancas.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, intensa, mas elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), envolvente, vegetal, folha de tomate, corpo médio, secura final agradável, elegante, equilibrado, com um final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, frescura intensa, equilibrado, muito elegante, madeira muito bem integrada, que dá muito prazer beber.

    Castas: Vinhas Velhas
    Região: Trás-os-Montes

    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59



    Palácio dos Távoras Bago a Bago Tinto 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), perfumado, frutado, frutas vermelhas, cerejas, morangos, balsâmico, leve couro.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), elegante, álcool médio (14,0º), corpo médio, taninos suaves, sedosos, leve, especiado, fruta vermelha, elegante, equilibrado, com um final saboroso e muito persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, muita frescura e leveza, equilibrado, muita gentileza, mas com um final cheio de garra e persistente.

    Castas: Conjunto alargado de castas autóctones
    Região: Trás-os-Montes

    A minha nota pessoal: FB 93

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Palácio dos Távoras Tinta – Gorda Tinto 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), perfumado, rosas, frutado, frutas vermelhas, melancia, cerejas, terroso.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), fina, elegante, álcool médio (14,0º), corpo médio, taninos elegantes, suaves, persistentes, leve, especiado, fruta vermelha, elegante, equilibrado, com uma secura final agradável e muito persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, descomplicado e moderno, equilibrado, muita delicadeza, proporcionando um enorme prazer a beber.

    Castas: Tinta-Gorda
    Região: Trás-os-Montes

    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Palácio dos Távoras Alicante Bouschet 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, escura, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, frutado, frutos silvestres maduros, tabaco, ligeiro herbáceo, menta, especiaria, pimenta.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, vibrante, álcool médio (+) (15,0º), muito corpo, concentrado, taninos potentes, intensos, fruta madura, picante, cheio, amplo, final longo e muito persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, cheio de frescura, vivo, rico, estruturado, que precisa de comida, está para durar muito mais tempo. Vinho para guardar.

    Castas: Alicante Bouschet
    Região: Trás-os-Montes

    A minha nota pessoal: FB 93

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Palácio dos Távoras Gold Edition 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, complexo, frutado, frutos silvestres, bagas pretas, bosque, mineral, grafite, especiaria, tabaco, pimenta.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, vibrante, explosiva, álcool médio (+) (14,5º), muito corpo, concentrado, taninos potentes, intensos, sedosos, fruta madura, especiaria, picante, amplo, final longo e muita persistência

    É um vinho de qualidade excelente, com frescura, vivacidade, estruturado, complexo, muito elegante, cheio de classe, muito saboroso, que dá um enorme prazer. É um vinho de reflexão, que está para durar muito mais tempo.

    Castas: Vinhas Velhas
    Região: Trás-os-Montes

    A minha nota pessoal: FB 95

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59



    Website : Costa Boal

    Website : Vinhos Costa Boal

  • Infinitude – Vinhos da Serra de Sintra
    Tal como a vida, o vinho é o resultado visível de uma infinidade de acontecimentos.
    Obra viva, em evolução. Assim são os vinhos nascidos na Quinta da Azenha, em Sintra, Colares,
    nas vinhas da família Osório de Vasconcelos Jardim Gonçalves
    Infinitude Merlot Rosado 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor salmão, casca de cebola, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, com notas de frutas vermelhas como cereja e groselha vermelha, ligeiro vegetal, bosque.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (12,5º), corpo médio (+), taninos suaves, envolvente, amplo, frutado, bagas silvestres vermelhas, mineral, salino, elegante, equilibrado, com um final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de boa qualidade, frutado, fresco, equilibrado, de grande suavidade e elegância, que dá muito prazer beber.

    Castas: Merlot
    Região: Lisboa IG

    A minha nota pessoal: FB 89

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Infinitude Pinot Noir 2017

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, encarnada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), com notas de frutos silvestres vermelhos, perfumado, muito bosque, trufa, balsâmico, cedro.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (13,0º), corpo médio (+), taninos suaves, mas vivos, potentes, envolvente, amplo, frutado, frutas vermelhas silvestres, mineral, salinidade, muito elegante, equilibrado, com um final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, fácil de beber, transmite o terroir, muito bosque, frescura, equilibrado, suavidade e elegância, muito longo e envolvente.

    Castas: Pinot Noir
    Região:
    Lisboa IG

    A minha nota pessoal: FB 91

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Infinitude Blend Tinto Pinot Noir e Merlot 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), com notas de frutos vermelhos, cereja e framboesa, bosque, especiaria, pimentas, balsâmico, resinoso.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (13,0º), corpo médio (+), taninos potentes, elegantes, envolvente, amplo, frutado, frutas vermelhas, mineral, salino, equilibrado, com um final longo que se espalha pela boca e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, frescura, delicado, envolvente, com uma secura muito agradável, que gera um final muito longo e persistente.

    Castas: Pinot Noir e Merlot
    Região: Lisboa IG

    A minha nota pessoal: FB 91

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Infinitude Merlot 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), com notas de frutos vermelhos, cereja, ameixa, herbáceo, erva seca, folha de tomate.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (13,0º), corpo médio, taninos potentes, mas suaves, amplo, frutado, frutas vermelhas, herbáceo, salino, equilibrado, com um final longo e persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, frutado, frescura, redondo, macio, equilibrado, fácil e muito agradável de beber.

    Castas: Merlot
    Região: Lisboa IG

    A minha nota pessoal: FB 91

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Infinitude Legado

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, com notas de frutos vermelhos, perfumado, rosas, muito bosque, alcaçuz, doce de frutos vermelhos, balsâmico, cedro, resina, madeira velha.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, álcool médio (13,0º), corpo médio, taninos potentes, elegantes, amplo, frutado, frutas vermelhas, balsâmico, herbáceo mineral, equilibrado, com um final prolongado e persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, atraente, fruta delicada, muito balsâmico, herbáceo, complexo, suave, equilibrado, vivo e cheio de frescura.

    Castas: Lotes de Pinot Noir e Merlot
    Região: Lisboa IG

    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Infinitude Wines

  • TAYLOR’S LANÇA NOVA EDIÇÃO LIMITADA DA COLECÇÃO DE GARRAFAS HISTÓRICAS

    Historical Collection III – The Mallet

    “O sucesso da Taylor’s Historical Collection levou-nos a lançar uma terceira edição. Estas edições limitadas de garrafas históricas são um tributo à longa e rica história do Vinho do Porto e dão continuidade à nossa longa tradição de inovação. Apresentadas em embalagens coleccionáveis e exclusivas, estão desenhadas para atrair – novos e actuais – consumidores e também coleccionadores de vinho do Porto.”, refere o director geral da Taylor’s, Adrian Bridge. E acrescenta: “A elegância e o cunho histórico da embalagem fazem dela o presente que qualquer um gostaria de receber”.

    A nova garrafa é inspirada nas garrafas em forma de “maço-cilíndrico” que se estabeleceram em Inglaterra por volta de 1750. Os lados da garrafa eram frequentemente afilados em direcção ao ombro, em vez de completamente paralelos. Esta edição limitada é inspirada naquele período, o antecessor imediato da garrafa de vinho cilíndrica dos dias de hoje.

    O lote do vinho foi cuidadosamente elaborado para esta edição a partir de vinhos do Porto especialmente seleccionados das extensas reservas de tawnies da Taylor’s. O seu perfil, exclusivo para esta edição, apresenta a riqueza característica dos vinhos Taylor’s, com um final distinto e firme. O vinho é um Tawny habilmente lotado, harmonioso e equilibrado, com toda a intensidade e requinte que derivam do envelhecimento em velhos cascos de carvalho.

    David Guimaraens, enólogo da Taylor’s, refere: “Este lote foi cuidadosamente seleccionado e lotado para esta edição limitada. Apresenta a riqueza e a profundidade de sabor características do estilo único da Taylor’s, bem como um final muito longo e distinto”.

    Esta edição histórica vem apresentada numa embalagem contemporânea onde se destaca a elegância da garrafa, gravada com o distintivo símbolo “4XX” utilizado pela Taylor’s. O histórico símbolo 4XX da Taylor’s aparece na primeira garrafa conhecida com uma marca comercial e passou a ser usado após a fundação da empresa em 1692.

    A primeira edição da Taylor’s Historical Collection, foi lançada em 2017 para celebrar o 325º aniversário da Taylor’s, com recriação de uma antiga garrafa em forma de ‘cebola’, característica do final do século XVII, com data próxima da fundação da Taylor’s. A segunda edição, lançada em 2019, foi inspirada numa histórica garrafa inglesa, cujo pico de utilização ocorreu entre os anos 1715 a 1740. Estas tinham uma forma oval e estreita, sendo frequentemente descritas como ‘castanha achatada’.

    O novo Taylor’s Historical Collection estará disponível nas lojas da especialidade a partir de Julho com o pvp recomendado de €34.50.

    Notas de Prova

    Tonalidade castanho-avermelhada profunda no centro com um bordo estreito cor de tijolo. O nariz maduro e opulento abre-se com um aroma quente de café, caramelo e frutos secos, com notas de ameixa e passas. Em torno deste núcleo rico e suave estão camadas de aroma picante, amadeirado e de nozes, bem como discretos aromas florais, conferindo ao vinho uma complexidade intrincada, subtil e sedutora. Na boca é redondo e denso, com uma textura macia e sedosa. Combina com um delicioso toffee e sabores de frutas em conserva que continuam no final longo e quente. Este vinho é uma demonstração impressionante da tradicional arte do lote e envelhecimento em casco, onde cada componente é perfeitamente integrado e confere uma dimensão extra de aroma e sabor.

    Informação adicional:

    Evolução do formato da garrafa de vidro

    No início do século 18, as garrafas eram sopradas à mão e tinham formato bulboso. Não podiam ser deitadas e, portanto, eram inadequadas ao envelhecimento do vinho em garrafa. Estas garrafas eram usadas principalmente para transportar o vinho da pipa do comerciante para a mesa do consumidor. Como as garrafas eram caras, eram reutilizadas e frequentemente exibiam o brasão ou as iniciais de seu dono.

    Com o avançar do século 18, as garrafas tornaram-se mais altas e mais cilíndricas. A forma inicial de ‘cebola’ bulbosa gradualmente evoluiu para uma garrafa mais alongada, de lado recto e com gargalo mais longo. O primeiro estágio nesta evolução foi o aparecimento da garrafa em forma de ‘maço’, que se tornou bem estabelecida em Inglaterra por volta de 1730. Como as suas predecessoras, as primeiras garrafas de ‘maço’ eram atarracadas. Os lados eram frequentemente afilados em direcção ao ombro, em vez de completamente paralelos. No entanto, por volta de 1750, a garrafa ‘maço’ desenvolveu uma forma mais cilíndrica. A garrafa desta edição limitada é inspirada na garrafa ‘maço-cilindro’ daquele período, a antecessora imediata da garrafa de vinho cilíndrica de hoje.

    Website : Taylor’s

    Website : Taylor’s Historical Collection

  • Quinta do Crasto: o Douro à primeira vista

    A Quinta do Crasto tem três programas de Enoturismo ideais para quem vai aproveitar as férias de 2021 para conhecer o Douro pela primeira vez. Visitas guiadas que explicam toda a produção dos vinhos, refeições tradicionais com vista sobre o rio e provas comentadas com referências do produtor são as propostas.

    Para muitos portugueses, as férias deste ano vão ainda ser de (re)descoberta do território nacional e o Douro promete voltar a estar entre os destinos mais requisitados. A pensar nos visitantes que vão conhecer pela primeira vez a região demarcada mais antiga do mundo e também em todos os que procuram vê-la com um renovado olhar, a Quinta do Crasto (Sabrosa) tem já disponíveis três programas de Enoturismo.

    As experiências estão desenhadas para que seja possível conhecer tudo aquilo que o Douro tem de melhor sem sair de um mesmo lugar. Para isso, os três programas começam com uma visita guiada a pé que permite perceber diferentes fases do ciclo da vinha e do vinho. Da receção da uva à adega, laboratório e cave de barricas, há ainda paragem na Vinha Maria Teresa, onde a Quinta do Crasto tem implementado um projeto que, com recurso à tecnologia, vai preservar a história desta centenária vinha.

    Conhecido o processo de vinicultura e viticultura, chega a hora de provar o seu resultado: aproveitando o bom tempo, é no exterior que se sugerem duas opções de provas comentadas. A primeira (29€/pessoa) dá a conhecer o Crasto Douro Branco ou Tinto, o Crasto Superior Tinto, o Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas e o Quinta do Crasto Late Bottled Vintage Porto. Já a segunda (55€/pessoa) tem igualmente cinco vinhos, mas de gamas superiores: Crasto Superior Branco, Crasto Superior Syrah, Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas, um Quinta do Crasto Touriga Nacional/Franca ou um Quinta do Crasto Tinta Roriz e ainda um Quinta do Crasto Colheita Porto. Ambos os programas de visita e prova são realizados diariamente e têm a duração de 90 minutos.

    Para quem queira demorar-se mais a apreciar a vista sobre o rio, a Quinta do Crasto sugere um almoço harmonizado (70€/pessoa) com cinco vinhos do produtor. Nas opções de prato principal não faltam propostas com produtos típicos da região do Douro e Trás-os-Montes, como Cabrito Assado no Forno com Batata Assada, Feijoada à Transmontana ou Lombo de Porto Assado com Castanhas.

    Para que os visitantes tenham uma experiência duriense ainda mais completa, todos os programas da Quinta do Crasto, reconhecida há dois anos consecutivos como um dos melhores destinos vínicos do mundo, podem ser complementados com passeios de barco, de comboio e na tradicional carrinha Bedford.

    “O nosso objetivo é que a Quinta do Crasto Quinta do Crasto seja um cartão de visita que apresenta aos visitantes todas as potencialidades de uma região tão rica quanto o Douro, seja através da paisagem, da gastronomia e, claro, dos vinhos”, explica Tomás Roquette, administrador da Quinta do Crasto“No ano passado, a região do Douro foi um forte polo de atração turística, sobretudo, nacional e acreditamos que neste verão isso vai repetir-se e até a intensificar-se, já que contaremos com o regresso de algum turismo internacional”, recorda.

    Todas as visitas e programas de enoturismo da Quinta do Crasto estão sujeitos a marcação prévia que pode ser feita através do e-mail enoturismo@quintadocrasto.pt ou dos contactos telefónicos +351 254 920 020 e +351 934 920 024. Para saber mais sobre a Quinta do Crasto e os seus vinhos, consultar www.quintadocrasto.pt ou www.heritagewines.pt.

  • Douro Primeira Prova | Especialistas de todo o mundo provam os melhores vinhos da região | Museu do Douro, de 5 a 7 de julho

    No Museu do Douro (Peso da Régua), de 5 a 7 julho

    Douro Primeira Prova apresenta mais de 150 vinhos

    Chama-se Douro Primeira Prova e vai ser oportunidade única para provar 150 dos melhores vinhos do Vale do Douro, permitindo perceber a evolução das quintas, a qualidade das últimas colheitas e o potencial máximo dos vinhos da região vinhateira – dos tintos, mas também dos novos e extraordinários brancos (e não esqueçamos o vinho do Porto!). De 5 a 7 de julho, são esperados no Museu do Douro cerca de uma centena de especialistas de todo o mundo para provarem o melhor desta região Património Mundial.

    A encantadora paisagem do Vale do Douro – uma das mais belas regiões vinícolas do mundo – abre o cenário para uma degustação magnífica. Originalmente, Douro Primeira Prova deveria realizar-se em 2020, mas a pandemia obrigou ao seu adiamento. Com otimismo e energia renovada, de 5 a 7 de julho, os produtores durienses voltam a dar as boas-vindas a mais de 100 especialistas internacionais e nacionais em vinhos.

    Os jornalistas, críticos de vinhos e outros especialistas chegam de todo o mundo e reúnem-se no Museu do Douro. Um silêncio intenso domina a sala de provas, refletindo concentração profunda e ininterrupta. Todas as mentes estão focadas na nova colheita de vinhos tintos, brancos e do Porto que se estreia antes do seu lançamento oficial no mercado. Nos bastidores, as coisas estão agitadas. Já estão prontas garrafas de 21 dos melhores produtores da região, para serem servidas em condições ideais de degustação. Bem-vindo ao Douro Primeira Prova!

    A primeira edição do Douro Primeira Prova foi realizada em maio de 2019. Foram servidos exatamente 167 vinhos, uma oportunidade única que atraiu mais de 90 especialistas de 18 países diferentes, entre eles Suécia, Itália, Canadá, Rússia e Japão. Durante três dias, todos os olhos se voltaram para os vinhos do Vale do Douro. O feedback notável do evento de estreia mais do que justificou este encore. 

    A edição de 2021 vai reunir mais uma vez 21 produtores da região para apresentarem os seus vinhos jovens: vinhos brancos e rosés de 2019 e 2020, bem como vinhos tintos e do Porto de 2018 e 2019. Os profissionais da indústria vão ter novamente oportunidade de provar toda a coleção de vinhos num só lugar, o Museu do Douro. Sem o incómodo de ter que percorrer o longo e tortuoso caminho entre as quintas através do escaldante vale do Douro. São esperados especialistas de 11 países (Áustria, Suíça, Alemanha, Dinamarca, Polónia, EUA, Canadá e Brasil, entre outros).

    Lugar e pessoas

    Os socalcos do Douro refletem mais de 2000 anos de viticultura. A rica história da região, juntamente com a experiência dos enólogos e mestres da adega, é o que torna possíveis grandes vinhos em todas as categorias. Inspirado por uma visão de transmitir a grandeza do vale para o mundo, um grupo de produtores de topo juntou-se sob o nome de The New Douro.

    O Douro Primeira Prova é uma degustação silenciosa. Jornalistas, sommeliers e compradores têm a oportunidade de degustar os vinhos por ordem e ritmo. De segunda a quarta-feira, com um horário para a manhã e outro para a tarde. E com um bónus adicional: os produtores de vinho estarão disponíveis pessoalmente para responder a quaisquer perguntas sobre métodos de produção ou filosofias específicas. 

    Todas as tardes de degustação terminarão aliás com um seminário liderado pelos próprios enólogos, explorando vários aspetos da produção de vinho na região duriense. 

    Produtores New Douro

    Casa Ferreirinha (Sogrape Vinhos) / Duas Quintas (Ramos Pinto) / Duorum Vinhos/ Lavradores de Feitoria / Poeira / Niepoort / Poças / Quinta da Gaivosa (Alves de Sousa) / Quinta do Crasto + Roquette&Cazes / Quinta do Noval / Quinta da Romaneira / Quinta do Vallado / Quinta dos Murças / Quinta Nova / Quinta do Vale Meão / Churchill’s / Symington /Prats & Symington / Van Zellers & Co. / Vertiçe / Wine&Soul

    Medidas pandémicas e registo

    Regras rígidas de higiene e segurança para prevenção do corona vírus aplicam-se durante todo o evento, a fim de permitir uma degustação segura e o mais agradável possível. As vagas são limitadas e o registo nas provas é obrigatório (segunda a quarta, das 9 às 12h00 e das 13 às 16h00). O registo só é válido após confirmação da Wine & Partners.

    Mais informações: https://www.wine-partners.at/en/douro-primeira-prova-2021/

    Os lugares para a prova são limitados e o registo, que é obrigatório, deve ser feito para o seguinte mail: primeiraprova@wine-partners.at

  • A Croft anuncia o lançamento do CROFT PINK & TONIC, o primeiro PORTONIC rosé, em lata, pronto a beber!
    Croft Pink

    A Croft, fundada em 1588, é a mais antiga empresa que ainda permanece activa como produtora de vinho do Porto. A família Croft, originalmente comerciantes de vinho em York, teve um papel activo e proeminente na história do comércio do vinho do Porto.

    “Apesar da sua longa história e reputação, a Croft nunca se deixou limitar pela tradição e em 2008 lançou o primeiro vinho do Porto rosé: o Croft Pink, que a todos surpreendeu pelo arrojo e novidade. O Croft Pink atraiu novos e mais jovens consumidores para o vinho do Porto e criou novas oportunidades de consumo, nomeadamente associadas à preparação de cocktails e bebidas de Verão, onde era o ingrediente essencial.”, refere Adrian Bridge, director geral da Croft. E acrescenta: “É chegado o momento de apresentar este vibrante vinho do Porto, na versão ready-to-drink, com água tónica, numa atractiva lata. Estamos confiantes que o CROFT PINK & TONIC vai agradar a todos os que procuram um momento refrescante e informal. Além de demonstrar a versatilidade e variedade do Vinho do Porto.”

    Croft Pink

    David Guimaraens, enólogo da Croft, destaca: “O estilo inovador do vinho do Porto que lançámos em 2008, o Croft Pink, foi conseguido através de uma inovadora técnica de vinificação capaz de extrair os sabores frescos e frutados e apresentar um cor-de-rosa subtil e delicado ao vinho. Também a fortificação foi afinada para assegurar a frescura dos aromas a fruta e dar grande elegância do vinho. O resultado foi um maravilhosamente fresco e vibrante vinho do Porto, com deliciosos sabores de cereja, framboesa madura, com notas de mel e toranja, num final seco e muito atractivo.” E assegura: “O Croft Pink & Tonic que agora apresentamos é irresistível, pois combina a explosão de aromas de fruta com o atractivo final seco da nossa água tónica. É delicioso e muito prático para apreciar em qualquer momento e em qualquer lugar.”

    O Croft Pink & Tonic é apresentado numa prática, conveniente, 100% reciclável, elegante lata de 250ml. O seu volume foi pensado para que fosse fácil de transportar e de refrescar, sendo perfeito para desfrutar num momento de descontracção, em casa ou ao ar livre, no campo ou na praia, com amigos e família.

    Sobre o Croft Pink

    O Croft Pink, o primeiro vinho do Porto rosé, foi criado em 2008 e é, ainda hoje, uma referência de qualidade. É feito através de um método de vinificação que consegue a extracção de uma sedutora cor rosé bem como de aromas muito frutados e frescos, devido ao limitado contacto do sumo com a película da uva durante a fermentação. O resultado final é um vinho com atraentes notas florais que enaltecem os pungentes e frutados aromas de framboesa. O paladar é rico em apetitosos sabores a cereja e framboesas maduras e com deliciosas nuances de mel e toranja.

    Website : Croft

    Website : Croft Pink

  • Quinta da Romaneira Reserva Branco 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, floral, lavanda, acácia, frutas citrinas, lima, pêssego verde, leves toques de barrica fina.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), sedoso, envolvente, citrino, intenso, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, com aroma floral, citrino, frescura intensa, equilibrado, aveludado, muito elegante, mineral, madeira muito bem integrada, que dá muito gosto beber. Uma opção para todas as situações no Verão que se avizinha.

    Corvina assada no forno

    Castas : Viosinho 58% Gouveio 34% Boal 3% Rabigato 5%
    Região: Douro


    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Quinta da Romaneira Branco 2020
    Ficha Técnica : Quinta da Romaneira Branco 2020

  • Himitsu Sushi Bar – O Japão a dois pauzinhos daqui

    Himitsu Sushi Bar, inaugurado a 21 de Abril de 2016, localiza-se junto ao Palácio Nacional de Mafra. Oferece aos seus clientes um ambiente acolhedor, familiar e intimista assim como o melhor da cozinha tradicional japonesa e de fusão! A frescura e a qualidade de todos os ingredientes é compromisso conseguido, desde a qualidade dos ingredientes, à elaboração e apresentação dos pratos, tudo é perfeito. Atendimento profissional e muito atencioso que cativa e apraz. Vamos voltar com certeza, pois o menu é extenso e queremos provar todas as iguarias.

    Website : Himitsu Sushi Bar

  • A nova carta do SoMos é uma viagem ao Mediterrâneo sem sair da Boavista

    Se os pratos propõem uma viagem guiada pelo sabor do sul da Europa, os produtos são locais. A Natureza está em destaque na nova carta do SoMos Restaurant and Lounge, que já pode ser provada ao almoço ou ao jantar, aproveitando a ampla esplanada da Avenida da Boavista.

    A chegada da primavera e dos primeiros dias de sol fazem ansiar por momentos descontraídos à mesa, onde a frescura e a vibração dos pratos acompanhem o otimismo da estação. A nova carta do SoMos, restaurante localizado em plena Avenida da Boavista, responde na perfeição a esta vontade, com novas entradas, pratos e sobremesas inspirados na cozinha mediterrânica e nos produtos da época.

    A iguaria típica siciliana, Arancini de cogumelos com maionese de cebolinho (6€), ou o Camarão crocante com sweet chili e guacamole (9€) são duas das novas entradas do menu e exemplos de como a saudável e tradicional cozinha do Mediterrâneo pode ser conjugada com apontamentos exóticos e surpreendentes. Para o início da refeição, sugerem-se ainda o Ceviche de robalo com “Pisco”, salsa de abacate, manga lima e malagueta (14,50€) ou a Salada Caprese (13,50€).

    Das hortas regionais, chegam os legumes e ervas aromáticas dos pratos principais. O Filete de dourada com buerre blanc, cremoso de pastinaga e vegetais salteados (16€) e o Bife de lombo com molho mostarda e batata sauté (22€) são alguns dos pratos que prometem levar-nos a destinos solarengos com um burburinho de novidade. E nesta viagem ao mediterrâneo não poderiam faltar as pizzas. Do menu recomendam-se a clássica Pizza Napolitana (13€) ou a Pizza de salmão fumado e funcho (15,50€), uma das combinações mais solicitadas da casa.  

    Como em todas as viagens, a despedida é o momento mais doce. É tempo de provar a Torta de Azeitona com creme de ovos (4€) ou o Picado de Abelha (4€), duas sobremesas exóticas em estreia no menu. Na carta mantêm-se os clássicos Cheesecake com frutos vermelhos (4€) e Mousse de chocolate caseira (4,50€).

    A acompanhar, o SoMos dispõe de uma alargada carta de vinhos e cocktails de assinatura, que são a escolha perfeita para acompanhar o pôr-do-sol na cidade. A sugestão do momento é o  Sleepy Monkey (12,50€), um o cocktail elaborado à base de whisky Monkey Shoulder, sumo de limão, xarope de lavanda envolto em ervas aromáticas da horta do restaurante.

    Para ser possível desfrutar mais tranquilamente destes momentos, aconselha-se a marcação com a maior antecedência possível através do 22 607 25 52. Para total conforto e segurança, o restaurante garante o distanciamento das mesas e todas as medidas e recomendações da Direção-Geral de Saúde.

    Horário Esplanada – 10h30 – 22h30  

    Horário Restaurante 

    Website: soMos

    Almoço: 12h30 – 15h00 

    Jantar: 19h30 – 22h30  

    Informações e reservas: 22 607 25 52 ou Somos.restaurant@ihg.com 

    Estacionamento está incluído, de acordo com a disponibilidade  

    Redes sociais:  

    Facebook – facebook.com/SOMOSRestaurantPorto 

    Instagram – @somosrestaurantporto 

  • Messias Porto Vintage 2018
    Messias Porto Vintage 2018

    Vinho com uma cor retinta, límpida, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, com uma intensidade aromática média (+), frutado, fruta preta, cerejas pretas, balsâmico, menta, hortelã, esteva, especiaria, chocolate preto.

    Na boca é um vinho doce, com acidez média, álcool alto (20,0º), estruturado, taninos maduros, elegantes, frescura, cerejas pretas, apimentado, chocolate preto, aveludado, final cheio, rico e longo, muita persistência.

    É um vinho com um nível de qualidade excelente, intenso, fruta preta saborosa, guloso, que propociona um grande prazer. É um vinho com potencial de evolução e envelhecimento.


    Castas : Touriga Nacional,Touriga Franca,Tinta Barroca,Tinta Roriz
    Região : Douro


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Caves Messias
    Website: Messias Porto Vintage 2018
    Ficha Técnica : Messias Porto Vintage 2018

  • O Melhor Vinho Fortificado do ano é da Casa Kopke

    Casa Kopke e Quinta da Boavista arrebatam GRANDE OURO

    Os resultados dos concursos International Wine Challenge (IWC), International Wine & Spirits Competition (IWSC) e Vinhos de Portugal (CVP) já são oficialmente públicos e a Casa Kopke e a Quinta da Boavista foram os grandes premiados.

    No Concurso Vinhos de Portugal, uma iniciativa que distingue a diversidade e excelência dos vinhos produzidos no nosso território, o Porto Kopke Porto Colheita 1966 arrebatou oprémio do “Melhor Fortificado” do ano. Um Porto Colheita absolutamente excecional que não deixou este júri indiferente distinguindo-o na categoria como o “Melhor do Ano”.

    Já nos vinhos tranquilos, destaca-se a   performance do DOC DOURO Boavista Reserva 2017, prestes a sair para o mercado, e que foi distinguido com a medalha de Grande Ouro. Uma quinta emblemática que tem visto os seus vinhos consistentemente premiados pela critica especializada.

    Na edição de 2021 do IWC, o Grupo Sogevinus recebeu 21 medalhas, distribuídas pelas Casas centenárias que fazem parte do seu portfólio. Os vinhos do Porto da Kopke voltaram a conquistar o painel internacional que elegeu o Kopke Colheita 1978 como o melhor Vinho do Porto em prova com um duplo troféu:  Troféu de Melhor Porto e Troféu de Melhor Colheita. Ainda do portfólio da Kopke, foram distinguidos os Colheitas 1957 e 1967, ambos com 95 pontos, e o irreverente Kopke 30 anos branco que os jurados descreveram um vinho delicioso e raro, a desfrutar!

    Vinhos excecionais que a Casa Kopke conserva nas suas caves distinguidos como os melhores do ano num concurso rigoroso que conta com a sua 38º edição e que, fruto desta excecional performance, nomeou ainda o enólogo e master blender Carlos Alves para Fortified Winemaker do ano. “É com orgulho que vejo o trabalho de uma equipa de várias gerações a ser reconhecida por esta nomeação”, sintetiza o enólogo que já leva quase duas décadas dedicadas à produção e curadoria destes vinhos.

    A consistência da qualidade dos vinhos da Casa Kopke revê-se ainda nos resultados do IWSC deste ano com o Porto Colheita 1957 a conquistar 98 pontos pela sua elegância e grande potencial de evolução. Os Idades da Kopke também tiveram em destaque neste concurso que premiou com Ouro (96 pontos) o Kopke 40 anos Tawny “um vinho que nos dá tudo o que um Tawny 40 anos nos deve dar”. Um equilíbrio entre fruta e evolução em madeira que nos conquista num final longo e delicioso. Premiado também medalha de Ouro (95 pontos), o Kopke Colheita 2002 tem vindo a conquistar os júris nacionais e internacionais pela sua riqueza aromática onde se destacam sabores mais especiados a par de notas de alperce e sultanas. Um exemplo de um vinho pronto a ser bebido com imenso prazer.

    A excecionalidade dos vinhos da Kopke distinguida assim pelos painéis dos grandes concursos nacionais e internacionais que elegem esta Casa como uma referência de vinhos cuidados ao longo de gerações com mestria dos provadores e respeito pelas práticas artesanais dos mestres tanoeiros e provadores que fazem destes néctares verdadeiros sinais dos tempos, vinhos fascinantes com histórias para contar

    Transversais a todo o portfólio, estas distinções vêm reforçar o reconhecimento da qualidade dos vinhos do Grupo Sogevinus, honrando assim, mais uma vez, a confiança dos seus consumidores.

    Website : Sogevinus

  • Herdade do Rocim Clay Aged Branco 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, vegetal, floral, com aromas de jasmim, pêssego seco, toques de mel, resinoso, olaria, mineral, pedra molhada.

    Na boca é um vinho seco, com acidez elevada, intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), aveludado, envolvente, muito intenso, tenso, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, com aroma vegetal, floral, frescura imensa, equilibrado, aveludado, muito elegante, mineral, ligeira salinidade, intenso, que perdura na boca, deixando uma secura final muito agradável que pede comida, neste caso harmonizou com pataniscas de bacalhau com arroz de feijão e polvo à lagareiro, perfeito.


    Castas : Verdelho, Viosinho e Alvarinho
    Região: Alentejo


    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Herdade do Rocim
    Website: Herdade do Rocim Clay Aged Branco

    Preços : Herdade do Rocim Clay Aged Branco 2018

  • Torre de Palma Wine Hotel celebra o 7º aniversário com a inauguração do novo restaurante Palma, liderado pelo chef Miguel Laffan

    Torre de Palma Wine Hotel comemora sete anos com a apresentação da sua nova proposta gastronómica no restaurante Palma, coordenado pelo chef Miguel Laffan.

    Torre de Palma Wine Hotel, no Alto Alentejo, comemora sete anos e apresenta o seu novo restaurante Palma, com o chef Miguel Laffan ao leme deste novo projeto.

    Com um percurso desenvolvido em vários restaurantes com estrelas Michelin pelo mundo, Miguel Laffan liderou vários projetos a nível nacional, e foi o Alentejo que o inspirou a conquistar a primeira estrela Michelin da região. Esta forte conexão e conhecimento do Alentejo fê-lo agora regressar a estas terras e criar o Palma, o novo restaurante do premiado Torre de Palma Wine Hotel. Quero retratar a verdadeira essência do Alentejo, incorporando uma realidade mais atual. O Palma irá trazer frescura e vivacidade àquela que é uma das mais ricas gastronomias do nosso país” refere Miguel Laffan, chef executivo do restaurante Palma.

    Inspirado pelas paisagens do Alto Alentejo, entre castelos e prados, este menu propõe uma experiência familiar, de partilha e de bem-estar em que a genuinidade e generosidade da terra é o que sobressai.O chef destaca a excelência dos produtos locais como os queijos e enchidos caseiros, animais de pasto cuidadosamente selecionados e os ovos biológicos, preparados na sala pelo Maître, perfeitamente harmonizados com os vinhos da herdade de Torre de Palma. “É fundamental honrar o que temos de melhor nesta região e dar a conhecer a nossa cultura e património gastronómico, sem perder a identidade da região. O Alentejo é um tesouro, com produtores apaixonados pela terra e com níveis de qualidade fora de série, que não encontramos noutro lugar”, reforça Miguel Laffan.

    Este importante momento coincide com o 7º aniversário do Torre de Palma Wine Hotel. “Celebramos estes 7 anos de existência com muita alegria pelo desenvolvimento da marca Torre de Palma como uma referência, seja ao nível do enoturismo e hotelaria em Portugal, como da produção de vinho, e agora com a nova proposta gastronómica – o restaurante Palma com o chef Miguel Laffan.” refere Luísa Rebelo, General Manager do Torre de Palma.

    O Alentejo e as inspirações do chef Miguel Laffan convidam a novas experiências e a apreciar o que a região tem para oferecer – beleza natural única e a descoberta do importante património que este território abraça. Torre de Palma Wine Hotel aguarda uma visita para celebrar e sentir-se em casa enquanto vive experiências autênticas.

    TORRE DE PALMA WINE HOTEL
    www.torredepalma.com https://www.torredepalma.com/ofertas/
    Herdade de Torre de Palma, Monforte 
    7450-250 Monforte | Alentejo 
    GPS: 39º 4′ 6” N,7º 29′ 20” W 
    reservas@torredepalma.com  
    T: (+351) 245 038 890
    WhatsApp: (+351) 936 004 264  
     RESTAURANTE PALMA Horário: Sexta a Domingo das 12h30 às 15h00 Todos os dias das 19h30 às 22h00
    https://www.torredepalma.com/o-hotel/restaurante/ reservas@torredepalma.com 
    T: (+351) 245 038 890
  • UMAMI: novo restaurante da Quinta do Lago é de cozinha asiática e traz o quinto sabor para o Algarve

    O resort Quinta do Lago apresenta o seu novo restaurante: UMAMI é a primeira oferta de gastronomia asiática do resort.

    Especializado no método culinário japonês robatayaki – ou Robata –, combina uma experiência de luxo e uma verdadeira experiência sensorial com uma oferta variada de pratos de sushi e frutos do mar, entre outros.

    A Quinta do Lago, o resort mais exclusivo do Algarve, apresenta aquele que é a sua mais recente adição ao seu portfólio de restaurantes: UMAMI apresenta-se como o primeiro restaurante asiático do resort e promete combinar uma experiência de luxo com uma verdadeira experiência sensorial.

    UMAMI traz o melhor da cozinha asiática para o coração do Algarve

    “Na culinária asiática, robatayaki, muitas vezes abreviado para Robata, refere-se a um método de cozinhar semelhante ao barbecue em que os alimentos são cozinhados em diferentes velocidades sobre o carvão quente”, começa por explicar David Madeira, Diretor de F&B da Quinta do Lago, adicionando que “foi este o ponto de partida para a criação do nosso novo restaurante. O UMAMI não é um restaurante de sushi, mas sim uma opção sofisticada e autêntica que traz consigo o melhor da cozinha asiático. O nosso primeiro restaurante asiático, uma oferta que passamos agora a ter para os nossos residentes e visitantes”.

    Este género culinário oferece, tradicionalmente, uma combinação de peças de marisco e legumes, mas pode também contar com outros alimentos adequados para grelhar e permite cozinhar de forma mais saudável.

    Inspirado pelos pescadores das águas costeiras do norte do Japão, que grelham peixe nos seus barcos sobre brasas quentes e partilham-no uns com os outros utilizando os seus remos, o UMAMI cozinha com elementos naturais para criar combinações de sabores frescos e criativos sem comprometer na qualidade. Este novo restaurante oferece-lhe uma sofisticada reviravolta no estilo tradicional asiático de comer e beber informalmente, apresentando uma cozinha oriental moderna que é autêntica, mas não tradicional. Com uma forte componente sustentável, recorre à Q Farm, a quinta da Quinta do Lago, para trazer os ingredientes orgânicos mais frescos para a mesa, e conta também com atum e carvão sustentável.

    No UMAMI, a delicadeza do grelhador robata é complementada por especialidades asiáticas deslumbrantes, tais como sushi, sashimi, acompanhadas por aperitivos com infusão de Sake e cocktails.

    Uma nova experiência sensorial com o “quinto sabor”

    Durante anos, sempre foram conhecidos apenas quatro sabores básicos do paladar: doce, ácido, salgado e amargo. Umami é a denominação japonesa do “quinto sabor“, uma descoberta relativamente recente, e significa “saboroso e agradável” e representa aquilo que a Quinta do Lago visa oferecer aos seus residentes e clientes: uma experiência nova, única, sofisticada e moderna através da sua oferta gastronómica.

    Apresentando-se como um restaurante boutique, o UMAMI dá-lhe a oportunidade de se deliciar por estes pratos, petiscos e bebidas tanto dentro do restaurante, como à beira da piscina. Tem capacidade para 20 pessoas no interior e 60 no exterior, 30 das quais em espaço lounge. O seu horário de funcionamento é a partir das 17h30 para que possa desfrutar do pôr-do-sol e cocktails no agradável espaço exterior.

    O UMAMI localiza-se na RESERVA, um condomínio de luxo exclusivamente disponível para alugar, que oferece a experiência de um verdadeiro estilo de vida natural. Com vista para o Parque Natural da Ria Formosa, atinge o equilíbrio perfeito entre o design contemporâneo e a sensibilidade clássica, e convida-o a instalar-se na qualidade de vida entre a natureza.

    Website: Quinta do Lago

    Website: Restaurante UMAMI

  • Cedro do Noval Branco 2020
    Cedro do Noval Branco 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, complexo, muito floral, com aromas de camomila, feno, flores secas, frutas brancas, ameixa e ananas verde, baunilha.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média+, intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), untuoso, envolvente, intenso, especiado, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, com aroma frutado e floral pronunciado, frescura imensa, equilibrado, untuoso, muito elegante, mineral, madeira muito bem integrada, viciante, que dá um prazer imenso. Harmonização com marisco na perfeição.

    Cedro do Noval Branco 2020

    Castas : Viosinho (65%), Gouveio (35%)
    Região: Douro


    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Quinta do Noval
    Website: Cedro do Noval Branco 2020

    Preços : Cedro do Noval Branco 2020

    Ficha Técnica : Cedro do Noval Branco 2020

  • Taylor’s lança Single Harvest Tawny 1896
    Taylor’s Single Harvest Tawny 1896

    Taylor, Fladgate & Yeatman é uma das primeiras casas de vinho do Porto, estabelecida há mais de três séculos, desde 1692. A empresa é sobretudo reconhecida pelos seus elegantes e longevos vinhos do Porto Vintages, que estão entre os mais procurados e colecionáveis. 

    A Taylor’s anuncia o lançamento de um raro vinho do Porto, Single Harvest, produzido na magnífica vindima de 1896, uma das melhores do século 19, a partir das suas extensas e valiosas reservas de vinhos do Porto que envelhecem em madeira nas caves da empresa em Vila Nova de Gaia.

    Em raras ocasiões, por escolha da família, estes vinhos têm sido lançados como Edições Limitadas. Chegou agora a vez deste vinho de valor inestimável! No seu 125º ano de envelhecimento em velhos cascos de carvalho, este vinho atingiu uma qualidade mágica, difícil de comparar mesmo com os poucos vinhos de idade semelhante que sobreviveram até aos dias de hoje.

    Adrian Bridge, Diretor Geral da Taylor’s comenta: “O lançamento de um vinho tão antigo, valioso e único ocorre apenas algumas vezes numa geração. É pela sua natureza um evento histórico por direito próprio que a Taylor’s tem o orgulho de partilhar com amantes do vinho e colecionadores de vinhos raros.” E acrescenta: “Provar este vinho é uma experiência única na vida.”

    Ao longo dos anos, a empresa lançou uma série de edições limitadas de vinhos do Porto muito valiosos e antigos. Estas incluem o muito raro Taylor’s SCION de 1855 e o Taylor’s Single Harvest 1863, um dos últimos vinhos pré-Phylloxera a serem comercializados. O Single Harvest 1896 é o mais recente desses raros lançamentos de vinhos do século XIX.

    O Taylor’s Single Harvest Tawny 1896 será apresentado num decantador personalizado de cristal escocês, numa luxuosa e muito elegante caixa de madeira de cerejeira. Será oferecido em alocação para colecionadores e conhecedores de vinhos raros em todo o mundo.

    Cada embalagem contém um certificado personalizado e assinado pelo diretor-geral da Taylor’s, Adrian Bridge.

    Foram produzidas 1 700 unidades que vão estar disponíveis em lojas da especialidade em Maio pelo preço de 4800€.

    Nota de prova

    Núcleo cor de mogno com reflexos em verde azeitona no bordo. A qualidade mágica deste vinho é única, difícil de comparar mesmo com os poucos vinhos de idade semelhante que sobreviveram até aos dias de hoje. A sua profundidade e densidade são surpreendentes, mesmo tendo em conta a concentração do vinho ao longo de um século e um quarto de envelhecimento em madeira. No início, um perfume rico e sedutor de café preto e alcaçuz toma o centro do palco, mas de imediato emergem uma série de outros aromas e nuances, criando uma intrincada teia de aromas complexos. Notas de cedro serrado mesclam-se com notas de pétala de rosa seca, erva-doce e eucalipto. Apontamentos de pimenta preta e baunilha adicionam uma dimensão picante quente. Na boca o vinho é denso, redondo e aveludado com um volume e uma concentração impressionantes, a doçura é equilibrada por uma acidez fresca. Sabores suaves de café e caramelo combinam com notas vibrantes de casca de laranja e frutas cítricas. Os sabores densos e maduros permanecem num fim de boca interminável.

    Website : Taylor’s

    Website : Taylor’s Single Harvest Tawny 1896

  • Taylor’s Lança Taylor’s Chip Dry & Tonic – o primeiro ready-to-drink white Port & Tonic numa lata

    A Taylor’s anuncia o lançamento do Taylor’s Chip Dry & Tonic, o primeiro ready-to-drink white Port & Tonic, numa lata.

    Taylor’s Chip Dry & Tonic

    A Taylor’s foi a primeira casa a produzir um vinho do Porto branco seco: o Taylor’s Chip Dry, que foi lançado em 1934 e que desde então conquistou devotos seguidores em todo o mundo. Há muito que é reconhecido como o vinho do Porto perfeito para fazer um aperitivo refrescante e elegante, juntando água tónica. É chegado o momento de o disponibilizar já preparado, numa elegante e muito conveniente lata de 250ml. É fácil de transportar, versátil e está pronto para ser apreciado em qualquer lugar, permitindo novos momentos de consumo e chegar a novos consumidores.

    “A Taylor’s, reconhecida pelo espírito pioneiro e permanente inovação, sem nunca comprometer a qualidade excecional dos seus Vinhos do Porto tem, ao longo dos anos, procurado alargar a base de consumidores do Vinho do Porto, procurando satisfazer as suas necessidades. Esta tem sido a fonte do sucesso da nossa empresa desde 1692. O Taylor’s Chip Dry & Tonic é o culminar de dois anos de trabalho ao lado do Instituto do Vinho do Porto, que sem dúvida vai ajudar a trazer mais consumidores para o Vinho do Porto.” comenta Adrian Bridge, Director geral da Taylor’s. E acrescenta: “Perguntam-me frequentemente qual é a proporção perfeita de um Porto Tónico perfeito. Foi o que fizemos, e ao fazer a nossa própria água tónica, seca e especial, acrescentando alguns ingredientes secretos, fizemos o exemplo perfeito do Porto Tónico.”

    Adrian Bridge e David Guimaraens

    Para David Guimaraens, enólogo de Taylor’s: “Este projeto foi um desafio para a equipa de enologia para selecionar os melhores ingredientes para combinar com o Taylor’s Chip Dry, de modo a garantir o melhor equilíbrio e a bebida mais agradável e refrescante.” E acrescenta: “O resultado é uma bebida deliciosa, repleta de caráter, que vai surpreender e encantar até quem não conhece este excelente vinho do Porto”

    O Taylor’s Chip Dry & Tonic, o primeiro Porto Tonic ready-to-drink em lata tem 5,5% abv e é perfeito para desfrutar em casa ou ao ar livre, no campo ou na praia, com amigos e família. A lata é leve, 100% reciclável, fácil de transportar e armazenar.

    Taylor’s Chip Dry & Tonic

    A primeira lata de Taylor’s Port & Tonic ready-to-drink chega ao mercado em Maio, mesmo a tempo do Verão e tem lançamento inicial no Reino Unido, EUA e Portugal.

    Website : Taylor’s

  • Messias Triunvirato N° 7
    Messias Triunvirato N° 7

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade rubi, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, frutos pretos e vermelhos maduros, mirtilos, cereja, romã, balsâmico, mato e esteva e especiaria.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, álcool médio (+) (13,5º), corpo médio (+), estruturado, taninos muito elegantes e suaves, frescura, textura agradável, aveludado, corresponde ao nariz, fruta vermelha e preta madura, especiado, com um final longo e persistência.

    É um vinho excepcional, cheio de suavidade e elegância, equilibrado, guloso, pleno de frescura, com grande envolvência na boca, amplo, secando e pedindo comida, harmonizou na perfeição com uma jardineira e na segunda volta com um borrego assado no forno. Está óptimo para beber, mas pode ser guardado mais tempo.

    Messias Triunvirato N° 7

    Castas : Touriga Nacional e Syrah
    Região: Sem DOC


    A minha nota pessoal: FB 93

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Caves Messias

    Website : Messias Triunvirato N° 7

    Website : Ficha Técnica Messias Triunvirato N° 7

  • CROFT LANÇA VINTAGE QUINTA DA ROÊDA 2019

    O Vintage será guardado em cave para um lançamento posterior a fim de satisfazer a procura crescente de Vintages Single Quinta maduros.

    A casa da Croft vai engarrafar um Vintage Quinta da Roêda do excelente ano de 2019.

    Ao anunciar o lançamento, o Director Geral da Croft, Adrian Bridge, comentou: “Estamos encantados com a qualidade do Vintage Quinta da Roêda de 2019. O nosso investimento nas vinhas da Roêda continua a colher benefícios em termos de vinhos consistentemente de grande classe”. E acrescentou: “2019 produziu um arquétipo Vintage Quinta da Roêda com grande profundidade e concentração, o que lhe permitirá envelhecer muito bem.  O Vintage Quinta da Roêda será mantido nas nossas caves e lançado nos próximos 8-10 anos. Os apreciadores sabem que o Quinta da Roêda 2018 ainda está amplamente disponível”.

    O enólogo da Croft, David Guimaraens, observou: “A Roêda é uma propriedade notável, que inclui algumas vinhas antigas e de grande interesse histórico.  Estas contribuem para a maravilhosa riqueza dos Vintage Roêda, que realmente se destacam pela sua complexidade aromática”. 

    CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DA ROÊDA 2019 VINTAGE 2.950

    NOTA DE PROVA QUINTA DA ROÊDA 2019 PORTO VINTAGE

    Preto avermelhado profundo no núcleo com um largo bordo rubi.  No nariz a fruta está madura e suculenta, com aromas de cereja e morango combinando com notas de amora e groselha preta, mas com muita frescura para equilibrar a opulência da fruta.  O carácter exótico, resinado e herbáceo típico da Roêda, com notas de eucalipto e menta, está claramente em evidência e existe também uma atraente dimensão perfumada com notas de pétalas de rosa secas e madeira de cedro.  No entanto, os holofotes permanecem sobre a fruta macia e opulenta que emerge novamente no paladar e se prolonga até ao longo final.  Embora o paladar seja redondo e leve e os taninos aveludados e discretos, a acidez fresca confere ao vinho firmeza e vigor.  Um Vintage na tradição Roêda, cativante, sedutor e fácil de beber, mas com muita profundidade e estrutura.

    NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

    Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

    CROFT

    Uma das originais casas de vinho do Porto. A origem da Croft remonta a 1588 quando a empresa se estabeleceu em Inglaterra por Henry Thompson, um membro da Merchants Company of York. A família Croft, que se juntou à firma em 1736 e lhe deu a sua actual designação, teve um papel de grande prestígio no negócio do vinho do Porto. Um livro recentemente publicado pela firma após um recente trabalho de pesquisa, revelou a longa e fascinante história da empresa. A reputação da Croft como produtora de vinho do Porto Vintage provém, em grande medida, do facto de ser proprietária da Quinta da Roêda, uma das melhores quintas do vale do Douro e dos seus lendários vinhos tais como o Croft 1945, reconhecido como um dos melhores daquele histórico ano. Em Setembro de 2001, a Croft tornou-se parte da The Fladgate Partnership, o grupo familiar que detém as famosas casas Taylor’s e Fonseca.

    Quinta da Roêda

    A Quinta da Roêda forma uma vasta curva de vinhas em terraços localizada na margem norte do Douro, imediatamente a montante da vila do Pinhão. A quinta há muito que é reconhecida como uma das melhores do vale do Douro. O poeta do século XIX Veiga Cabral escreveu, ‘Se a Região Demarcada do Douro fosse um anel de ouro, a Roêda seria o seu diamante.’ A propriedade foi adquirida pela Croft em 1889 e foi extensivamente renovada com replantações contínuas até à primeira metade do século XX. Desde que a Croft voltou à gestão familiar, com a sua incorporação na The Fladgate Partnership, a propriedade voltou a ser alvo de importantes investimentos. Estes incluem a reconstrução dos lagares tradicionais permitindo a reintrodução da pisa, método que ainda não conhece rival na produção de vintages. O carácter dos vintages da Croft é um dos mais ímpares de todos. Perfumados, exóticos e cheios de suculentos e opulentos sabores frutados, desenvolvem grande riqueza e complexidade com o envelhecimento. A Quinta da Roêda está no coração deste estilo único. Os seus vinhos sempre formaram a base dos vintages da Croft, e no caso do 2019, todos os componentes do lote vêm dessa propriedade, incluindo os vinhos dos extensos terraços de vinha velha. Antes da construção das barragens no rio Douro nas últimas décadas do século XX, o rio corria muito rápido por cima de traiçoeiros rápidos. Um desses rápidos situava-se em frente à pronunciada curva da Quinta da Roêda e o som da água que corria rápida por cima dos seixos do rio podia ouvir-se em toda a propriedade. Diz-se que o nome Roêda deriva da palavra que descrevia o som do que o rio fazia: ‘arrueda’.


    Website : Croft

    Website : Croft Quinta da Roêda Porto Vintage 2019

  • FONSECA LANÇA GUIMARAENS VINTAGE 2019

    O Vintage será guardado em cave para um lançamento posterior a fim de satisfazer a procura crescente de Vintages Single Quinta maduros.

    A Fonseca vai lançar um Vintage Guimaraens 2019

    O Director Geral, Adrian Bridge, comentou: “Estou encantado por 2019 ter produzido um Vintage de tão excelente qualidade”. Este vinho mostra densidade e estrutura, com uma profundidade impressionante”. E acrescenta: “Decidimos manter os vinhos nas nossas caves para amadurecerem e vamos libertá-los nos próximos 8-10 anos. Os apreciadores podem actualmente adquirir o Fonseca Guimaraens 2018 que ainda se encontra amplamente disponível”.

    O enólogo da Fonseca, David Guimaraens, observou: “O Inverno quente e seco e as condições frescas da Primavera conduziram a baixos rendimentos e a muita intensidade aromática, aos quais o período de maturação fresco acrescentou acidez viva e grande pureza da fruta. O ano de 2019 exibe todo o carácter de fruta fina que esperamos dos Vintage Guimaraens combinados com uma frescura e finesse típicas do ano”.

    CAIXAS PRODUZIDAS FONSECA GUIMARAENS VINTAGE 2019: 4.000

    NOTA DE PROVA FONSECA GUIMARAENS VINTAGE 2019

    Quase preto no centro com um estreito bordo granada.  Como se espera de um Vintage Guimaraens, o nariz complexo e intenso é construído à volta de um núcleo de concentrada amora, groselha-preta e cereja.  À medida que o nariz se abre, a cortina levanta-se em múltiplas dimensões de um aroma complexo, incluindo notas de ervas salgadas, notas de cedro, caixa de charutos e uma discreta redolência de café torrado.  O paladar é maravilhosamente equilibrado, com bastante volume e uma acidez viva que atravessa o meio do paladar e entra no final longo, elevando o vinho e dando-lhe frescura e vigor.  Os taninos são esticados e bem unidos entre si, proporcionando estrutura e volume, o final termina em notas de frutos silvestres de bagas densas.

    NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

    Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

    A vindima começou na Quinta do Panascal, no Vale do Távora, a 18 de Setembro e no dia 20 na Quinta do Cruzeiro com uvas extraordinariamente saudáveis. A vindima foi brevemente suspensa durante um curto período de chuva na noite de 21 de Setembro, 8mm, que foi insuficiente para interferir na qualidade dos vinhos que estavam a ser feitos. As condições meteorológicas perfeitas foram retomadas e a vindima na Quinta do Santo António foi adiada até ao início de Outubro. Foram feitos excelentes vinhos até ao final da vindima.

    FONSECA

    Estabelecida como empresa de Vinho do Porto em 1815, a Fonseca é reconhecida pela consistência de estilo dos seus Vintages que desde a sua fundação têm sido produzidos por cinco gerações da família Guimaraens. Os seus Vintages são reconhecidos pela sua expressividade e fruta exuberante, que desenvolve grande opulência e complexidade com o envelhecimento, assim como uma voluptuosidade na boca suportada por sedosos mas poderosos taninos. Apesar de terem um potencial de envelhecimento enorme, a exuberante fruta dos vintages Fonseca torna-os irresistíveis enquanto jovens. Indiscutivelmente a Fonseca pertence à primeira linha das casas de vinho do Porto. James Suckling, o reconhecido crítico de vinho e autor do mais completo livro sobre o vinho do Porto Vintage descreve a Fonseca como o ‘Bentley’ do vinho do Porto Vintage – o vinho do entusiasta e do conhecedor.

    Quinta do Panascal

    Uma das mais reputadas vinhas do vale do Douro, a Quinta do Panascal tem uma exposição oeste e sudoeste na margem direita do rio Távora, o importante afluente que corre em direcção a norte para o rio Douro. Segundo um antigo provérbio ‘Do Roncão e do Panascal vêm os melhores vinhos de Portugal’. Fornecedora de uvas para a Fonseca há já várias décadas, a propriedade foi adquirida pela empresa em 1978. Desde a sua aquisição que a propriedade foi alvo de elevados investimentos não só na renovação dos vinhedos como também para assegurar a consistência com o estilo da casa. Como resultado, o Panascal produz vinhos excepcionais que formam hoje a base do lote dos vintages da Fonseca. Estes são reconhecidos por serem ricos, voluptuosos, cheios de fruta e acima de tudo pela sua densidade e textura aveludada. A Quinta do Panascal foi uma das primeiras propriedades a praticar viticultura biológica.

    Quinta do Cruzeiro

    A Quinta do Cruzeiro fornece a Fonseca desde 1870, sendo a quinta que tem a mais antiga associação com a casa. A Quinta do Cruzeiro e os seus vinhos entram no lote do vintage desde 1912, permanecendo um dos seus componentes essenciais. Esta é uma antiga propriedade e os seus registos dão conta que, em 1761, passou a ser integrada nos vinhos de feitoria. Ocupa um quente e íngreme declive voltado a este na margem esquerda do rio Pinhão. O vinhedo sofreu intensa replantação em 1970 – incluindo a construção dos primeiros patamares modernos conservando, contudo, parte substancial de vinha velha. Os vinhos do Cruzeiro são característicos pela sua fruta intensa e pelos seus firmes taninos que dão estrutura e vigor ao lote do Vintage da Fonseca.

    Quinta de Santo António

    A Quinta de Santo António está localizada numa íngreme encosta voltada a Sul no vale do rio Pinhão. Esta quinta partilha com a Quinta do Cruzeiro a longa associação com a Fonseca e também obteve o estatuto de feitoria no mesmo ano. Os vinhos desta propriedade integram o lote do vintage da Fonseca desde o início do século passado. Recentemente, a propriedade foi alvo de intensa renovação. Como resultado, Santo António, é agora uma propriedade modelo que incorpora as últimas técnicas de preparação do terreno e modelos de plantação. Neste vinhedo pratica-se uma viticultura sustentável que foi afinada com a experiência ganha na Quinta do Panascal.


    Website : Fonseca

    Website : Fonseca Guimaraens Vintage 2019

  • Lançamento do Vintage Taylor’s Quinta de Vargellas 2019 e Taylor’s Quinta de Terra Feita 2019

    TAYLOR’S LANÇA QUINTA DE VARGELLAS VINTAGE 2019 E QUINTA DE TERRA FEITA VINTAGE 2019

    Os Vinhos do Porto vão permanecer nas nossas caves e serão lançados posteriormente, para satisfazer a procura crescente de Single Quinta Vintages maduros.

    A Taylor’s vai engarrafar dois Quintas Single Vintages de 2019: o Quinta de Vargellas e o Quinta de Terra Feita. Comentando o anúncio, o Director Geral da Taylor’s, Adrian Bridge, declara: “A vindima de 2019 produziu excelentes vinhos com grande capacidade de envelhecimento em garrafa. O Vintage Quinta de Vargellas 2019 mostra a elegância e a estrutura que associamos a esta excelente propriedade, enquanto que o Vintage Quinta de Terra Feita 2019 exprime uma opulência sumptuosa, marca distintiva desta propriedade histórica”. E acrescenta: “A Taylor’s sempre comercializou Vintage Single Quinta já com algum envelhecimento, estamos actualmente a vender a Quinta de Vargellas 2013. Guardando em garrafeira os 2019’s, estamos a procurar satisfazer a procura deste tipo de Vintages em 2029/2030.”

    David Guimaraens, director de enologia da Taylor’s, refere: “As condições frescas em Agosto e a muito bem-vinda chuva nos dias 25 e 26 deste mês, foram fundamentais para preservar a acidez natural das uvas que é uma das características dos vinhos do Porto de 2019. O Vargellas 2019 tem uma atractiva acidez viva que expressa o seu terroir com grande precisão. A vindima na Terra Feita começou no dia 22 de Setembro sob tempo quente, com uvas extraordinariamente saudáveis, o que foi um factor crítico para a qualidade dos Vinhos do Porto. Os rendimentos foram relativamente baixos, mas isto foi compensado na profundidade e estrutura dos Vintages de 2019”.

    Actualmente, o Quinta de Vargellas 2013 e o Quinta de Terra Feita 2005 estão disponíveis no retalho especializado de vinho.

    CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DE VARGELLAS VINTAGE 2019: 5.000 CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DE TERRA FEITA VINTAGE 2019: 1.500

    NOTA DE PROVA – QUINTA DE VARGELLAS PORTO VINTAGE 2019

    Preto púrpura profundo com um estreito rebordo vermelho e reflexos magenta.  Elegância e delicadeza são as domi