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  • Heritage Wines arranca com comercialização dos Vintage 2018

    A espera de quase um ano está terminada: o Taylor’s Vintage 2018 e o Quinta do Crasto Vintage 2018 já estão disponíveis no mercado nacional, em exclusivo pela Heritage Wines. Em simultâneo, foi também iniciada a entrega do Croft Quinta da Roêda Vintage 2018 e do Fonseca Guimaraens Vintage 2018.

    A tradição manteve-se, mas a pandemia obrigou a um ajuste no plano de lançamento dos Vintage 2018. Num cenário normal, a chegada destes vinhos ao mercado aconteceria ainda em setembro, mas o contexto atirou o arranque da sua comercialização para o primeiro trimestre de 2021. Um travão forçado, mas que não abrandou a expectativa junto dos consumidores.

    Em resposta, a Heritage Wines, distribuidora de vinhos premium e super premium, vai iniciar a entrega destes vinhos no mercado nacional. No capítulo dos “Vintage”, estão disponíveis o Taylor’s Vintage 2018 e o Quinta do Crasto Vintage 2018, ambos a fazerem história com uma declaração feita pela terceira vez consecutiva (o mesmo aconteceu às colheitas 2016 e 2017). A ombrear em matéria de qualidade, mesmo sem a declaração oficial, chegam também o Fonseca Vintage Guimaraens 2018, o primeiro engarrafamento de um Guimaraens desde 2015, e o “Single Quinta” Croft Quinta da Roêda Vintage 2018

    Sobre o adiamento estratégico destes lançamentos, Paulo Cunha, diretor geral da Heritage Wines, afirma que “esta foi uma decisão muito ponderada e alinhada com os nossos parceiros comerciais, tomada com muita tranquilidade. Apesar das dificuldades que o mercado enfrenta, sobretudo os setores do turismo e restauração, muito significativos para nós, acreditamos que o consumo generalizado de Vinho do Porto não será afetado – estamos a falar de um estilo que resiste há várias gerações, que já enfrentou outras crises e conseguiu sair sempre fortalecido. Não será diferente em 2021”.

    O Quinta do Crasto Vintage 2018, o Taylor’s Vintage 2018, o Fonseca Guimaraens Vintage 2018 e o Croft Quinta da Roêda Vintage 2018 já podem ser encontrados nas principais garrafeiras do país, também em formato meia garrafa (0,375 litros). Para mais informações, consultar www.heritagewines.pt

    Taylor’s Vintage 2018

    P.V.P. aproximado: 105,00€

    Quinta do Crasto Vintage 2018

    P.V.P. aproximado: 40,00€

    Croft Quinta da Roêda Vintage 2018

    P.V.P. aproximado: 45,00€

    Fonseca Guimaraens Vintage 2018

    P.V.P. aproximado: 55,00€

  • Paço de Teixeiró Avesso 2002
    Paço de Teixeiró Avesso 2002

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, complexo, com notas de evolução, mel, damascos secos, sotolon, fumado, pão torrado e manteiga.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, elegante, álcool médio (12,5º), corpo médio (+), gordo, envolvente, intenso, especiado, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e boa persistência.

    É um vinho de qualidade muito boa, complexo, com frescura, cheio, equilibrado, mineral, com maravilhosas notas de evolução, que nem toda a gente gosta, mas que eu adoro. Uma grande evolução na garrafa, está maravilhoso e para durar.


    Castas : Avesso (100%)
    Região: Vinhos Verdes / Baião


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Paço de Teixeiró

    Ficha Técnica : Paço de Teixeiró Avesso 2002

  • A SOGEVINUS ANUNCIA OS SEUS QUATRO VINTAGES 2019

    “A vindima de 2019 resultou em vinhos extremamente limpos no aroma, concentrados em cor e frescos na boca.” Carlos Alves, Master Blender e enólogo responsável pelos Vinhos do Porto Sogevinus Fine Wines.

    Em 2021, o grupo Sogevinus declara o lançamento de dois Vintages Single Quinta – Kopke Quinta de São Luiz e Burmester Quinta do Arnozelo 2019 – e dois Vintages Clássicos sob a chancela das Casas Cálem e Barros.  Quatro Casas históricas, quatro Vintages de qualidade excepcional que chegam ao consumidor já no segundo semestre deste ano.

    Em 2019, “a diversidade de solos, castas, exposições e altitudes permitiram maturações faseadas, fundamentais para a obtenção de uvas com elevada qualidade”, salienta Márcio Nóbrega, responsável de viticultura da Sogevinus Fine Wines.

    Assim, face a uma vindima com uma janela de maturação mais longa, a atenção ao detalhe em cada parcela e o controlo permanente do estado de maturação das uvas foram os factores-chave para a obtenção de mostos frescos, aromáticos, com taninos assertivos e de grande intensidade corante originando vinhos com grande potencial de evolução.

    Kopke, Quinta de S. Luiz Vintage 2019

    Na Quinta de S. Luiz, situada na margem esquerda do rio Douro na sub-região do Cima Corgo, a vindima de uvas para Vinho do Porto iniciou-se a 09 de Setembro com tempo seco e temperaturas moderadas, que proporcionaram maturações graduais.

    As amplitudes térmicas registadas em Agosto e Setembro foram bastante favoráveis à maturação das uvas. A ausência de chuva acompanhada das temperaturas altas, normais na região do Douro, a par de noites frescas contrastaram com os excessos verificados nos Verões dos últimos anos.

    Foi neste contexto que se selecionaram uvas de cotas médias e baixas, de exposição norte / noroeste, provenientes exclusivamente das parcelas plantadas entre os 110 e os 135 metros de altitude, para produzir este Vintage da Quinta de São Luiz. Do lote fazem parte a Touriga Nacional – que lhe atribui frescura e notas de fruta – e uvas provenientes de Vinhas Velhas, com mais de 80 anos, que lhe conferem assertividade e concentração.

    De tonalidade negra escura com laivos violetas, este Vintage seduz de imediato pela sua riqueza aromática de onde sobressaem aromas florais, alguns mentolados, notas de fruta negra como bagas de mirtilo e apontamentos de notas fumadas. 

    No palato revela uma acidez assertiva conjugada com taninos intensos, a marcar o estilo dos Vintage Single Quinta da Casa Kopke. A fruta fresca apresenta-se delicada e o fim de boca é longo e arrebatador, antecipando o magnífico potencial de envelhecimento.

    “Um Vintage firme, fresco e intenso que tem na sua amplitude um grande equilíbrio”, refere Carlos Alves.

    Foram produzidas apenas 4.153 garrafas 750ml e 231 garrafas Magnum deste Vintage de forma a dar continuidade ao legado da mais antiga Casa de Vinho do Porto que tem como berço a histórica Quinta de São Luiz.

    Burmester, Quinta do Arnozelo Vintage 2019

    Na Quinta do Arnozelo, situada na sub-região do Douro Superior, a vindima de uvas para vinho do Porto arrancou a 16 de Setembro com o corte da Touriga Nacional exposta a nordeste a 280 m de altitude, avançando para a Touriga Franca, de parcelas a 200m de altitude e viradas a nascente, e para a Tinta Roriz virada noroeste com uma altitude de cerca e 250m.

    À elegância e riqueza aromática da Touriga Nacional, aliou-se a concentração e a estrutura da Touriga Franca e o tanino mais tenso da Tinta Roriz, três castas que juntas compõem o lote deste fascinante Vintage da Quinta do Arnozelo. “Um vinho muito elegante, floral e fresco”, qualidade essa que Carlos Alves destaca face à região que lhe está na origem.

    De tonalidade vermelha intensa com laivos violeta, este vinho assume o perfil da Burmester num registo mais elegante e perfumado onde, para além dos apontamentos de fruta tropical, destacam-se notas florais, nuances de flor de laranjeira, cassis, rosmaninho, frutos do bosque e ameixas. Um vinho de grande finesse, com um tanino bem presente, tenso e musculado envolvido em notas de alcaçuz e fruta fresca. Com um final de boca longo, mas elegante, bem ao estilo da Casa Burmester, este vinho é a mais pura expressão da excelência do terroir da Quinta do Arnozelo.

    Foram produzidas apenas 6.591 garrafas 750ml e 91 garrafas Magnum do Quinta do Arnozelo Vintage 2019. Uma edição limitada de um Single Quinta Vintage com o carácter distintivo da Casa Burmester.

    Cálem Porto Vintage 2019

    Os Vintages Clássicos da Cálem nascem no Douro Superior, expressão de um mosaico de terroirs que traçam o perfil clássico da marca. São fruto de um blend de uvas de diferentes parcelas de Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Sousão que, em percentagens diferentes, compõem o lote de um Vintage e que, ao longo dos anos, mantém a consistência da identidade da Casa: vinhos com perfil mais robusto marcado pela estrutura e pela fruta madura.

    Concentrado, este Vintage apresenta uma cor púrpura intensa, antecâmera de um nariz marcado por bagas negras que se completam com notas de bosque, chocolate negro, pimenta e ligeiros apontamentos mais resinosos. Intenso, este é um vinho irreverente e volumoso, com um tanino bem firme que lhe antecipa um grande potencial de guarda. Um Vintage “robusto, encorpado e vibrante”, sublinha Carlos Alves.

    Foram produzidas apenas 3.992 garrafas 750ml e 24 garrafas Magnum do Vintage Cálem 2018, nesta categoria que vem sendo um clássico desta Casa.

    Barros Porto Vintage 2019

    O coração do Douro, entre as regiões do Baixo e Cima Corgo, é o berço do Vintage Clássico da Barros, “um vinho com um perfil balsâmico, floral e equilibrado”, salienta Carlos Alves.

    A Touriga Nacional, a Touriga Franca e a Tinta Roriz são as três castas base para o lote deste Vintage que contempla ainda uma pequena percentagem de Sousão.

    De tom vermelho escuro, este Vintage apresenta um nariz perfumado e limpo onde os aromas florais se conjugam com notas cítricas, apontamentos de fruta negra, chocolate e alguma especiaria. Na boca apresenta-se jovem e fresco, com a fruta a realçar o excelente equilíbrio entre tanino e acidez. Trata-se de um Vintage assertivo com final de boca longo, intenso e apetitoso.

    Um Vintage com um perfil atraente que lhe permite ser desfrutado ainda jovem, ideal para quem se inicia na categoria, não obstante o seu potencial de guarda.

    Foram produzidas apenas 4.112 garrafas 750ml e 54 garrafas Magnum deste Vintage Clássico da Barros, uma Casa protagonista da história do Vinho do Porto escrita em português.


    Website : Sogevinus

  • Dona Matilde Reserva tinto 2017 é o melhor DOC Douro na competição Mundus Vini

    O Dona Matilde Reserva tinto 2017 foi o melhor vinho DOC Douro no concurso internacional Mundus Vini que se realiza todos os anos na Alemanha. Premiado com a medalha Grande Ouro na prova de primavera deste conceituado concurso, o Reserva tinto 2017 Dona Matilde foi um dos dois vinhos portugueses não fortificados a receber a distinção máxima desta competição. Igualmente objeto de distinção, o Dona Matilde tinto 2017 obteve medalha de Ouro.

    A Mundus Vini Spring Tasting 2021 (prova de primavera) foi a primeira competição internacional importante na área do vinho deste ano e teve como júri cerca de duas centenas de personalidades conceituadas no mundo do vinho, de cinco dezenas de países, entre os quais enólogos, sommeliers, produtores e jornalistas especializados na área.

    Na sua 28ª edição, o Grand International Wine Award Mundus Vini – edição de primavera distinguiu 190 vinhos portugueses, sendo Portugal o 4º país mais premiado. No total, estiveram em prova 7335 vinhos de todo o mundo, tendo sido atribuídas cerca de três mil medalhas, entre Grande Ouro, Ouro e Prata. Apenas 49 concorrentes de todo o mundo receberam medalha Grande Ouro.

    Quinta histórica

    A Quinta Dona Matilde está entre as mais antigas propriedades da região do Douro. Anteriormente conhecida por Enxodreiro, a quinta integra a primeira demarcação, ordenada pelo Marquês de Pombal em 1756, e fazia parte das propriedades aptas a produzir os “vinhos de feitoria”, nome sinónimo dos melhores vinhos, aqueles que se destinavam à exportação. Ainda hoje toda a vinha da quinta – um total de 28 hectares – tem letra A, a mais alta classificação da região.

    Para além de várias vinhas – vinhas velhas tradicionais do Douro, com idades entre 60 e 80 anos, e outras mais recentes, plantadas há cerca de 20 anos – a Quinta Dona Matilde possui uma ampla área ocupada por terrenos incultos, de vegetação natural, na qual se incluem os chamados mortórios, e que constituem importantes habitats naturais, com características notáveis em termos de biodiversidade. Com um total de 93 hectares.

    Website : Quinta Dona Matilde

    Website : Dona Matilde Reserva tinto 2017

  • Messias Clássico Garrafeira Tinto 2015
    Messias Clássico Garrafeira Tinto 2015

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade vermelho rubi, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), sedutor, muito elegante, frutado, baga pretas silvestres, balsâmico, resina, cedro, alcatrão.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, elegante, álcool médio (12,5º), corpo médio (+) , taninos firmes, mas muito elegantes e suaves, textura agradável, focado, estruturado, corresponde ao nariz, balsâmico, madeira bem integrada, guloso, com um final longo de agradável secura e persistência.

    É um vinho excepcional, cheio de suavidade e elegância dadas pelo tempo, equilibrado, saboroso, com grande envolvência na boca, secando e pedindo comida. Está óptimo para beber, mas pode ser guardado mais tempo. A sua característica balsâmica harmonizou perfeitamente uma entrada de Tomate grelhado com alho, gengibre, malagueta e coentros e uma prato de Esparguete com espinafres, pesto e mozzarella.

    Messias Clássico Garrafeira Tinto 2015

    Castas : Baga (100%)
    Região: Bairrada


    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website: Caves Messias

    Website : Messias Clássico Garrafeira Tinto 2015

    Preços : Messias Clássico Garrafeira Tinto 2015

  • Quinta do Valdoeiro Reserva Branco 2019
    Quinta do Valdoeiro Reserva Branco 2019

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela esverdeado, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, puro, fresco, floral, flores brancas, padaria, amanteigado, especiaria, cedro, baunilha, olaria.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), gordo, intenso, especiado, cedro e baunilha, final com alguma textura e boa persistência.

    É um vinho de qualidade muito boa, com frescura, aveludado, equilibrado, mineral, com um final saboroso. A sua textura, mineralidade e frescura harmonizou muito bem com uns chocos assados com tinta, pratos de massa e queijos duros.

    Quinta do Valdoeiro Reserva Branco 2019

    Castas : Arinto, Bical, Chardonnay
    Região: Bairrada


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Caves Messias

    Website : Quinta do Valdoeiro

    Preços : Quinta do Valdoeiro Reserva Branco 2019

  • Quinta do Valdoeiro Branco 2019
    Quinta do Valdoeiro Branco 2019

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor limão, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, frutado, tropical, maracujá, ananas fresco, frutas brancas, ligeiro herbáceo, erva verde, olaria.

    Quinta do Valdoeiro Branco 2019

    Na boca é um vinho seco, com acidez média(+), elegante, equilibrado, álcool médio (12º), corpo médio, ligeira adstringência, citrino, intenso, envolvente, com um final muito agradável e persistente.

    Batatas assadas e recheadas com espinafres e gorgonzola

    É um vinho com uma qualidade muito boa, com frescura, vibrante, equilibrado, macio, mineral e com um final citrino. Acompanhou na perfeição umas batatas assadas e recheadas com espinafres e gorgonzola.

    Quinta do Valdoeiro Branco 2019

    Castas : Arinto, Bical, Chardonnay
    Região: Bairrada

    A minha nota pessoal: FB 89

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Messias

    Website : Quinta do Valdoeiro

    Preços : Quinta do Valdoeiro Branco 2019

  • Fish cake tacos with mango, lime, and cumin yogurt

    Wine : Verdicchio dei Castelli di Jesi Riserva DOCG San SIsto 2016 Fazi Battaglia

    Website : Yotam Ottolenghi

  • SUDD TEM 2 NOVOS VINHOS EXCLUSIVOS DA BAIRRADA PARA ENTREGAR EM SUA CASA

    Mercearia e garrafeira gourmet online

    SUDD acaba de lançar dois novos vinhos exclusivos da Bairrada, elegantes e cheios de personalidade, ideais para saborear durante o confinamento. O SUDD Branco Arinto Reserva DOC Bairrada 2019 e o SUDD Tinto Reserva DOC Bairrada 2015 são vinhos frutados, frescos e harmoniosos, perfeitos para acompanhar pratos da cozinha mediterrânica, a base de peixe e carne, e queijos. Os vinhos estão disponíveis na loja online da SUDD para entrega em sua casa, com um preço de venda ao público (PVP) de 12€ (Bairrada White Reserve Arinto) e 14€ (Bairrada Red Reserve).

    A SUDD propõe uma gama de vinhos de todas as regiões do país, produções originais e exclusivas da marca, desde brancos, tintos, Vinho do Porto e Espumante: há sugestões para todos os gostos e ocasiões. Na loja online da SUDD também estão disponíveis várias iguarias que celebram os melhores sabores nacionais, desde compotas, mel, azeite extra virgem, queijo e conservas.

    Na lista de vinhos da SUDD capazes de transformar estes dias de isolamento em momentos aprazíveis encontra-se também vinhos do Douro e Alentejo (Tinto), do Dão (Tinto e Branco), Vinho Verde do Minho, e ainda Vinho do Porto Tawny e um espumante da Bairrada.

    A SUDD assume-se como uma marca mediterrânica que colabora com produtores e agricultores locais que respeitam as tradições, de modo a garantir a qualidade e a origem familiar dos produtos. Enquanto embaixador dos melhores produtos do terroir nacional, a SUDD oferece a possibilidade de encontrar num único lugar os melhores produtos regionais como azeite extra virgem, mel de montanha proveniente da Serra da Lousã, doce de abóbora e nozes, doce de maçã com vinho do Porto e conservas de peixe, como Filetes de atum em azeite e Bacalhau em azeite e alho. 

    A loja online está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana para receber os pedidos e entregá-los em casa, cumprindo todas as normas de higiene e segurança recomendadas pela Direção-Geral de Saúde. As entregas em Portugal Continental são gratuitas a partir dos 50€ de compras. A SUDD está a criar todas as condições para que, a curto prazo, possa ter uma logística internacional a funcionar, dando início aos envios internacionais dos produtos premium.

    Novos vinhos SUDD:

    SUDD Branco Arinto Reserva DOC Bairrada 2019

    Com castas 100% Arinto. Fermentado em barricas de carvalho francês (50%), possui um aroma frutado, fresco, elegante e harmonioso. É ideal para acompanhar iguarias da cozinha mediterrânica à base de peixe, carnes brancas, charcutaria ligeira e queijos macios. Teor alcoólico de 13,5%

    SUDD Tinto Reserva DOC Bairrada 2015

    Com castas 60% Baga (60%), 20 %Touriga Nacional (20%) e Aragonez (20%). Tem um sabor frutado, macio e elegante, com notório volume de boca e longa persistência. Conta com 9 meses de estágio em barricas de carvalho francês e pelo menos 3 meses após o engarrafamento. Acompanha bem carnes vermelhas assadas ou guisadas, caça e queijos de meia cura. Teor alcoólico de 13,5%


    Website : SUDD

  • Howard’s Folly lança vinho de Carcavelos

    David Baverstock, Enólogo-chefe da adega urbana Alentejana, cria colheita exclusiva do renomado vinho fortificado.

    A Howard’s Folly lançou uma edição limitada de vinho Carcavelos 1991. Elaborado a partir de uma rara colheita deste famoso e reputado vinho fortificado, este é o projeto mais exclusivo da adega alentejana até à data.

    A ideia para este vinho singular surgiu em 2015, quando o Enólogo Chefe da Howard’s Folly, David Baverstock, surpreendeu Howard Bilton, fundador da adega, com uma garrafa sem rótulo de algo “muito especial”. Com notas de um Madeira muito velho, poderia ter sido um Porto Tawny ou um vinho de Jerez meio-doce envelhecido. Mas não era nem um, nem outro. Uma hora depois, a garrafa estava vazia e David finalmente revelou seu segredo; tinha-se deparado com barricas de vinho de Carcavelos na adega da Quinta dos Pesos em Caparide.

    Uma das duas únicas adegas ainda a produzir este vinho fortificado, nos solos arenosos da região de Carcavelos DOC, a oeste de Lisboa, cujo vinho raramente era visto desde os anos 1980.

    Os próximos três anos foram passados em negociações com a adega de Carcavelos a fim de comprar alguns de seus extremamente raros barris de vinho antigo para produzir o blend Howard’s Folly 1991.

    Este solera, contendo uma pequena quantidade de vinho de outro ano (85% de 1991 e 15% de 1992), é um blend de vinhas velhas, incluindo Arinto, Galego Dourado, Boal, Rabo de Ovelha, João Santarém e Espadeiro Tinto. Foi envelhecido em cascos de carvalho de 700 litros com ullage (volume para expansão) para melhorar o processo de oxidação, e a sua fermentação foi interrompida a meio com aguardente para deixar um vinho fortificado naturalmente doce.

    O resultado é um magnífico vinho de cor topázio, de grande complexidade e comprimento incrível, com aromas voláteis complexos de frutas secas, especiarias e nozes. Na boca é elegante e de sabor intenso, com um final longo e persistente, realçado por uma acidez viva. Perfeito para beber sozinho, com queijo, sobremesa ou com mais vinho de Carcavelos.


    Website : Howard’s Folly

  • Quintas de Melgaço Alvarinho 2019

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, amarela citrina, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), elegante, tropical, ananas, líchias, floral, jasmim, erva-limão.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, fina, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio(+), aveludado, intenso, envolvente, corresponde ao nariz, citrino, picante, mineral, com um final longo e persistente.

    É um vinho de qualidade excepcional, frescura intensa, fruta tropical, vibrante, equilibrado, com uma envolvência sedosa, picante e mineral, com um final citrino, tropical e apimentado. Pode ser bebido desde já, dando grande prazer, mas tem potencial de envelhecimento.


    Castas : Alvarinho (100%)
    Região: Monção e Melgaço


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Quintas de Melgaço

    Website : Quintas de Melgaço Alvarinho

    Ficha Técnica : Quintas de Melgaço Alvarinho 2019
    Preços: Quintas de Melgaço Alvarinho 2019

  • Saint Valentine: um cocktail para fazer a dois, em casa
    Saint Valentine

    Esta é a receita em destaque durante o mês de fevereiro na PortCocktails, uma plataforma que reúne várias propostas de cocktails à base de Vinho do Porto. Desenhado para fazer a quatro mãos, o “Saint Valentine” é feito a partir do icónico Fonseca Bin 27, da bicentenária casa Fonseca. 

    Intenso e sedutor – como a paixão deve ser vivida – este cocktail reflete a juvenilidade e irreverência características do vinho que lhe dá vida. A ele juntam-se as texturas de um Rum branco e Grand Marnier, famoso licor francês, em quantidades semelhantes, terminando-se com algumas gotas de limão para equilibrar a doçura de todo o conjunto. 

    E porque a data é um clássico por excelência, sugere-se que este cocktail seja desfrutado na companhia de sobremesas de chocolate e frutos silvestres para uma verdadeira explosão de sabores. As propostas não ficam por aqui: na PortCocktails há ainda receitas para todos os gostos e momentos que, em comum, partilham a missão de descomplicar o Vinho do Porto. 

    Para consultar a receita do Saint Valentine e a sua preparação, por favor utilizar: Cocktail Saint-Valentine ou Bin27 Port.


    Website : Fonseca Port

    Website : PortCocktails

  • Manz Cheleiros Pomar do Espírito Santo Tinto 2016
    Manz Cheleiros Pomar do Espírito Santo Tinto 2016

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média(+), com uma tonalidade rubi escura, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), frutado, frutos vermelhos maduros, herbáceo, mentolado, hortelã, mato verde, terroso, olaria, especiaria, pimenta.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média, elegante, álcool médio (+) (14,0º), corpo médio, taninos médios, intensos que envolvem a boca, elegantes, textura agradável, corresponde ao nariz, fruta madura, mato verde, hortelã, apimentado, com um final longo e persistência.

    Cozido à Portuguesa

    É um vinho de muito boa qualidade, cheio de frescura, madeira bem integrada, equilibrado, com estrutura, enche a boca, gostoso, amplo e com envolvência. Harmonizou na perfeição com um cozido à Portuguesa.

    Manz Cheleiros Pomar do Espírito Santo Tinto 2016

    Castas : Touriga Nacional, Aragonês, Castelão.

    Região : Lisboa


    A minha nota pessoal: FB 88

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website: Manz Wine
    Website : Manz Pomar do Espírito Santo 2016

    Preços : Manz Pomar do Espírito Santo 2016

  • Provam Vinha Antiga Escolha Alvarinho 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, amarela citrina, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), elegante, complexo, frutado, citrino, tangerina, clementina, ligeira banana, especiaria, baunilha, pimenta branca.

    Mexilhões grelhados com sumo de limão

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+) que se espalha pela boca, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio, mineral, sedoso, untuoso, envolvente, corresponde ao nariz, citrino, apimentado, final longo e agradável ligeiro amargo e muito persistente.

    Polvo à Lagareiro

    É um vinho de qualidade excepcional , equilibrado, com um frutado muito elegante, citrino, cheio de frescura, rico, aveludado, untuoso, com um final muito agradável e guloso. Madeira muito bem integrada, transmitindo complexidade, sem mascarar a fruta. Está excelente para beber, mas tem potencial de envelhecimento.


    Castas : Alvarinho (100%)

    Região : Vinhos Verdes – Monção e Melgaço


    A minha nota pessoal: FB 91

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Provam

    Website : Provam Vinha Antiga Escolha Alvarinho 2018

    Preços : Provam Vinha Antiga Escolha Alvarinho 2018

  • Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019
    Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, amarela citrina, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), elegante, ligeiro herbáceo, citrino verde, casca de tangerina verde, pêssego verde, manga, mineral.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+) , fina, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio, texturado, intenso, envolvente, corresponde ao nariz, citrino verde, apimentado, com um final longo e persistente.

    Caldeirada de Bacalhau

    É um vinho de muito boa qualidade, equilibrado, com um lado vegetal interessante que lhe transmite complexidade e frescura, vibrante, envolvente, com um final muito agradável, a citrino verde, tropical e apimentado. Está óptimo para beber já, mas tem potencial de envelhecimento.

    Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019

    Castas : Alvarinho (100%).

    Região : Vinhos Verdes – Monção e Melgaço


    A minha nota pessoal: FB 89

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Quinta das Pereirinhas
    Website : Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019
    Ficha Técnica : Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019

    Preços: Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019

  • Kopke Winemaker’s Collection Folgazão & Rabigato Grande Reserva Branco 2016

    Cor arnarela citrina, intensidade pálida, aroma de intensidade média+, complexo, citrino, lima verde, frutado, melão, polpa de fruta branca, alguma padaria, croissant, especiaria, pimenta branca, mel.

    Sashimi de Salmão

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), fina, marcante, elegante, álcool médio (14,0º), corpo médio(+), untuoso, sedoso, amplo, apimentado, corresponde ao nariz, citrino, padaria, especiaria, com um final longo e persistente.

    Caril de camarão

    É um vinho de qualidade excepcional, complexo, um uma frescura intensa, equilibrado, rico, aveludado, com grande envolvência na boca, com um final elegante, encantador que dá grande prazer. Tem potencial de envelhecimento.

    Arroz de feijão e pataniscas

    Castas: Folgazão (70%) e Rabigato (30%)

    Região: Douro Baixo Corgo


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Kopke

    Preços : Kopke Winemaker’s Collection Folgazão & Rabigato Grande Reserva Branco 2016

    Website : Kopke Winemaker’s Collection Folgazão & Rabigato Grande Reserva Branco 2016

    Ficha Técnica : Kopke Winemaker’s Collection Folgazão & Rabigato Grande Reserva Branco 2016

  • Quinta d’Amares Alvarinho 2019

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, amarela citrina, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), elegante, tropical, ananas verde, casca de laranja, floral, jasmim.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+) , elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio, textura agradável, ligeira adstringência, amplo, apimentado, corresponde ao nariz, citrino, com um final persistente de agradável secura e persistência.

    É um vinho muito bom, a sua acidez e secura pedem mariscos e peixes gordos, equilibrado, tenso, gostoso, com grande envolvência na boca, com um final refrescante a citrino verde. Tem potencial de envelhecimento.


    Castas : Alvarinho (100%)

    Região : Vinhos Verdes – Cávado


    A minha nota pessoal: FB 89

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Quinta d’Amares Alvarinho 2019

    Ficha Técnica : Quinta d’Amares Alvarinho 2019

    Preços : Quinta d’Amares Alvarinho 2019

  • Burmester Tordiz Tawny 40 Anos

    Vinho com uma cor âmbar, castanha clara, encantadora, límpida, brilhante, intensidade média, bordo esverdeado, nariz limpo sem defeitos, de intensidade pronunciada, muito complexo, aroma inicial com um misto de citrino e leve terroso, evoluindo para frutos secos, ameixas, nozes, especiaria, chocolate branco, noz-moscada, mel, rum velho, madeiras, armário velho, ligeiro verniz.

    Na boca é um vinho doce, de acidez incrível, que envolve progressivamente toda a boca, álcool alto, corpo médio (+), amplo, de intensidade pronunciada, muito sedoso, aveludado, mel, frutos secos, noz, chocolate branco, amplo, guloso, duma persistência incrível e final muito longo, interminável.

    É um vinho de com um nível de qualidade excepcional, muito complexo, com bouquet encantador, intenso, cheio de frescura, elegante, equilibrado, de grande amplitude, guloso, aveludado, com um final fabuloso, prazer e persistência interminável. Harmonizou muito bem com uma Coroa da Abadessa da Pastelaria Alcoa, formando um par perfeito. Foi engarrafado em 2019.


    A minha nota pessoal: FB 94

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Burmester

    Website : Burmester Tordiz Tawny 40 Anos

    Preços: Burmester Tordiz Tawny 40 Anos

    Ficha Técnica : Burmester Tordiz Tawny 40 Anos

  • Lucien et Andre Brunel Châteauneuf-du-Pape Les Cailloux Tinto 2017

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade rubi, aberta, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), elegante, frutado, frutos vermelhos macerados, cerejas, vegetal, mato verde, madeira velha exótica, especiaria e ligeiro couro.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média, elegante, álcool médio (+) (14,0º), corpo médio, taninos médios, intensos que envolvem a boca, mas muito elegantes e suaves, textura agradável, corresponde ao nariz, cereja acida, madeira elegante, mato verde, e com um final longo de agradável secura e persistência.

    É um vinho excepcional, cheio de suavidade e elegância, equilibrado, delicado, frutado, muito gostoso, com grande envolvência na boca. Pede comida, combina maravilhosamente com carnes grelhadas. Está ótimo para beber, mas pode ser guardado mais tempo.


    Castas : Grenache (70%), Mourvèdre (17%), Syrah (10%), Cinsault (3%).

    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Lucien et Andre Brunel Domaine Les Cailloux

    Ficha Técnica : Châteauneuf du Pape Les Cailloux Tinto 2017

    Preços : Châteauneuf du Pape Les Cailloux Tinto 2017

  • D’Oliveiras Madeira Sercial 1999

    Vinho com uma cor âmbar, maravilhosa, límpida, brilhante, intensidade pronunciada, bordo esverdeado, nariz limpo sem defeitos, fresco, citrino, exuberante, com uma intensidade aromática pronunciada, complexo, citrino, casca de limão confeitada, gengibre, ligeiro verniz, frutos secos, nozes, favo de mel, especiaria, noz-moscada, pólvora seca, caixa de charuto, salino.

    Na boca é um vinho seco, de acidez alta, que se espalha na boca, álcool alto, corpo médio (+), amplo, de intensidade pronunciada, citrino, apimentado, especiado, mineral, salino, aveludado, sedoso, final seco, citrino, muito longo e muita persistência.

    É um vinho de com um nível de qualidade excepcional, intenso, muito citrino no aroma e na boca, elegante, equilibrado, complexo, mineral, de grande amplitude, enche a boca, harmonizou muito bem com Sushi e como sobremesa com pasteis de feijão e amêndoa.


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : D’Oliveiras

    Preços: D’Oliveiras Madeira Sercial 1999

    Ficha Técnica : D’Oliveiras Madeira Sercial 1999

  • Domaine Zind-Humbrech Riesling Rouche Roulée 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade amarela intensa, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), frutado, frutas brancas, gengibre, rosas, mel, ligeiro citrino verde, mineral, pedra molhada, especiarias, pimenta branca.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, fina, álcool médio (+) (13,4º), corpo médio, frescura intensa, amplo, mineral, aveludado, casca de citrino verde, picante, gengibre, de intensidade pronunciada, com um final suculento, seco, longo e muito persistente.

    É um vinho de com um nível de qualidade excelente, com um lado da casta Riesling menos tropical mas mais mineral, muito elegante, equilibrado, com um frescor incrível e intenso, aveludado, citrino picante, gastronómico, versátil, acompanhando vários pratos com distinção criando uma harmonização perfeita. Pode ser bebido desde já ou guardar muito mais tempo.


    Castas : Riesling

    A minha nota pessoal: FB 91

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website: Domaine Zind-Humbert

    Preços : Domaine Zind-Humbrech Riesling Rouche Roulée 2018

    Ficha Técnica : Domaine Zind-Humbrech Riesling Rouche Roulée 2018

  • Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade amarela citrina, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, floral, perfumado, flores brancas, frutos secos, amêndoas, tangerina, mato seco, especiarias, tosta muito elegante.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, fina, álcool médio (+) (13,5º), corpo médio (+), estruturado, enche a boca, frescura, picante, frutado, especiaria, mineral, sedoso, amplo, de intensidade pronunciada, com um final seco, longo e muito persistente.

    É um vinho de com um nível de qualidade excelente, perfumado, muito elegante, equilibrado, com muita estrutura, cheio de frescura, aveludado, apimentado, madeira muito bem integrada, gastronómico, criando uma grande envolvência na boca, que dá um enorme prazer. Pode ser bebido desde já ou guardar muito mais tempo.


    Castas : Antão Vaz

    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website: Ribafreixo Wines

    Preços : Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018

    Ficha Técnica : Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018

  • Um azeite requintado e delicado da Quinta do Noval

    Mais conhecida pela sua produção de vinhos do Porto e do Douro, a Quinta do Noval  também produz Azeite Virgem Extra no coração das suas vinhas. Este azeite português é  produzido respeitando as tradições neste grande terroir

    Um terroir excecional e a associação de diversas variedades de azeitona : uma promessa de alta  qualidade.  

    Quinta do Noval Axa Millesimes Serge Chapuis

    A Quinta do Noval tem aproximadamente 26 hectares dedicados ao olival. Os olivais são polivarietais,  compostos por várias variedades portuguesas de oliveira. As principais são: Cordovil, Madural, Verdeal  e Galega.  

    Muitas das oliveiras da Quinta do Noval têm mais de 200 anos. Consequentemente, produzem um azeite  mais rico e complexo com apenas 0,2% de acidez. 

    Quinta do Noval Axa Millesimes Serge Chapuis

    As oliveiras são cultivadas de modo tradicional, sem rega e podadas manualmente. As azeitonas são  colhidas à mão durante o mês de novembro. Em seguida, são prensadas a frio em mós de granito para  extrair um Azeite Virgem Extra da melhor qualidade e preservar os aromas delicados da fruta.  

    Uma nova imagem, completamente repensada. 

    O Azeite Virgem Extra da Quinta do Noval tem uma imagem renovada em 2020. O seu novo rótulo e a  embalagem com design sóbrio e elegante, evocam a pureza do fruto e os aromas refinados. A cor verde  opaca da garrafa permite preservar a qualidade e lembra a cor da azeitona. O vertedor e a rolha de cortiça  foram conservados para facilitar o serviço e a dosagem.  

    « Harmonioso e refinado, fresco e especiado, o nosso azeite é uma expressão autêntica do terroir  da Quinta do Noval. » A produção é limitada: 9394 garrafas de 50cl foram produzidas em 2020.

    Website: Quinta do Noval

  • The Porto Protocol Climate Talks – Castas, uma ferramenta de resiliência

    INTRODUÇÃO

    Utilizando modelos climáticos e registos históricos dos padrões de maturação das uvas, os cientistas demonstraram que cerca de 50% das actuais áreas vitícolas do planeta não serão climaticamente adequadas para as suas actuais castas se as temperaturas aumentarem 2°C. Espera-se que as alterações climáticas imponham novos desafios a esta selecção de castas no longo prazo.  De facto, é muito provável que as alterações climáticas tenham efeitos importantes na qualidade e no estilo do vinho, o que a longo prazo pode causar mudanças geográficas nas castas e áreas de produção. Por outro lado, testemunhamos que as uvas tendem a ser colhidas cerca de 2 semanas antes do que era habitual.

    As castas PIWI, utilizadas em algumas regiões vinícolas, surgem como uma solução potencial, uma vez que são resistentes ao clima e quase não requerem tratamentos químicos.

    A escolha da solução correcta para lidar com os impactos climáticos a longo prazo é crucial. Os viticultores devem planear a adaptação às alterações climáticas, mas será que temos conhecimentos suficientes sobre castas e os seus clones para fazer uma escolha? Os porta-enxertos também podem fazer parte da solução? Que dados temos de considerar ao tomarmos estas decisões? Os regulamentos não são demasiado rigorosos para seleccionar diferentes castas quando se produzem vinhos certificados?

    O DEBATE

    Nesta Climate Talk vamos explorar as tendências nas escolhas das castas na vinha e nos vinhos em todo o mundo, e quais são as soluções a longo prazo que os produtores possam considerar adoptar nas suas vinhas. Contamos com produtores de diferentes partes do mundo que já estão a liderar a experimentação de diferentes abordagens com castas, como uma ferramenta de resiliência.

    OS TOPICOS

    • Que mudanças já estamos a observar nas regiões vitivinícolas?
    • Os viticultores já começaram a tomar medidas para as novas projecções climáticas?
    • Que papel têm as castas autóctones na luta contra as alterações climáticas?
    • Pode a diversidade das castas na vinha ajudar a amortecer as alterações climáticas?
    • Apesar da enorme diversidade varietal global (existem mais de 6.000 castas conhecidas cultivadas no mundo), as 100 melhores castas representam uns incríveis 80% de todas as uvas plantadas. Será isto sustentável?
    • Devemos procurar clones de castas ou porta-enxertos mais adaptados?
    • Quais são as castas PIWI, os seus benefícios, desafios e resultados comprovados?

    CONVIDADOS

    DAN PETROSKI. EUA

    Enólogo em Larkmead Vineyards

    Dan é um enólogo dotado e intuitivo, cujo paladar do ‘velho mundo’ tem guiado a sua filosofia sobre o vinho.  A abordagem e a capacidade de Dan em elaborar vinhos tão diversos como Cabernet Sauvignon e Tocai Friulano valeram-lhe o reconhecimento como o Enólogo do Ano na San Francisco Chronicle em 2017.

    DAVID GUIMARAENS. PORTUGAL

    Director Técnico e de Enologia na The Fladgate Partnership

    David Guimaraens representa a sexta geração da sua família que activamente se dedica ao negócio do Vinho do Porto. Desde 1991, que desempenha um papel fulcral na produção de vinhos do grupo e no desenvolvimento das suas adegas e vinhas. Em estreita colaboração com o director de viticultura, António Magalhães, criaram um premiado modelo de vinha sustentável, que se deverá tornar o modelo padrão para a viticultura ambientalmente responsável na região do Douro.

    WERNER MORANDELL. Italy

    Fundador e Enólogo na Winemaker Lieselehof

    Pioneiros da viticultura sustentável, rapidamente se apercebeu da utilização excessiva e abusiva de pesticidas na viticultura e mudou para métodos orgânicos. Em 1998, Werner descobre as castas PIWI e decide plantar a primeira vinha PIWI da Itália em 2002. Foi vice-presidente da PIWI, a primeira associação a promover a viticultura sem pesticidas.

    MODERADOR

    TOBIAS WEBB. UK

    Co-Fundador do Sustainable Wine Ltd

    Tobias Webb é co-fundador da Sustainable Wine Ltd, com Agatha Pereira. Tem entrevistado enólogos e executivos de vinho desde 2015. Em 2019 criaram o Fórum do Futuro do Vinho, evento que reúne centenas de executivos de vinho e peritos de renome sobre o COMO da sustentabilidade no vinho.

    Mais informação em: https://www.portoprotocol.com/the-choice-of-grape-varieties-as-a-resilience-building-tool/

    A AUDIÊNCIA

    • Empresários da Indústria do vinhos e de toda a cadeia de valor do vinho
    • Gestores de Sustentabilidade e Ambiente
    • Bloggers de Vinho
    • Jornalistas da área do ambiente
    • Estudantes de enologia e sustentabilidade

    FORMATO

    3 Convidados e 1 Moderador têm uma conversa via Zoom, com transmissão em directo no canal YouTube do Porto Protocol. A conversa é iniciada pelo anfitrião, começando com uma breve introdução sobre o tema, seguida do debate com os convidados, que também podem fazer perguntas entre eles. Durante a transmissão em directo, os Participantes podem colocar perguntas através do Youtube.

    NOTA: Os debates permanecem disponíveis no canal youtube do Porto Protocol e no podcast em https://open.spotify.com/show/0o6EgCk1SSjc5ZVSiVGuxu.

    SOBRE AS CLIMATE TALKS

    As Climate Talks by Porto Protocol são uma série de conversas digitais sobre temas relevantes para o mundo do vinho num clima em mudança. Desde embalagens sustentáveis até ao papel da natureza e da tecnologia na construção de uma resposta climática, numerosos tópicos têm e continuam a ser debatidos nas nossas conversas virtuais, que juntam convidados de diferentes cantos do mundo, que partilham os seus conhecimentos, experiências e desafios. Saiba mais aqui: https://www.portoprotocol.com/climate-talks/ 

    SOBRE o THE PORTO PROTOCOL

    A Fundação The Porto Protocol é uma instituição corporativa sem fins lucrativos, fundada pela Taylor’s. Conta com centenas de membros, unidos pelo compromisso de dar uma contribuição maior para mitigar as mudanças climáticas. Nascida na indústria do vinho e espalhada pelas indústrias de toda a sua cadeia de valor, a Porto Protocol foi criada com a forte convicção de que, se partilharmos os sucessos e as experiências, a resposta contra as mudanças climáticas será mais eficaz. Todos os indivíduos e empresas que desejem a mudança podem beneficiar e igualmente contribuir para esta plataforma aberta e partilhada, que se espera que seja local de inspiração para a mudança, bem como um banco de dados, de recursos e de soluções viáveis. Os membros da Fundação The Porto Protocol assumem o compromisso de dar uma contribuição maior para combater as mudanças climáticas.

  • WWM | WINTER WINE MARKET 4ª edição , Mercado Ferreira Borges, Porto

    A 17 e 18 dezembro decorre o Winter Wine Market da VINHOS a Descobrir, 4ª edição da mostra e feira de vinhos produzida pela INSPIRE.

    Para quem aprecia vinhos e ideal para as suas prendas de Natal!

    O Mercado e mostra de vinhos será realizado no icónico Mercado Ferreira Borges, um lindo local da baixa do Porto. Dentro do espaço Hard Club, privilegiando o contacto entre os visitantes e os Produtores. 

    Adotando as medidas de segurança, o local ideal para descobrir aqueles vinhos que pretendia para a sua garrafeira e para oferecer aos amigos! Juntando apreciadores de vinhos e os Produtores, partilhando novidades.

    Tudo num espaço amplo e com ambiente descontraído!

    Horários: 13H00 às 22H00.

    Conta com cerca de 20 Produtores e apresenta mais de 100 referências:  

    Quinta do Cadão, Escaravelho Wines, Casa de Cello, Monte da Carochinha,

    Quinta do Roncão, Sapateiro Wines, Quinta da Costa do Pinhão, Quinta da Picota de Cheires , Quinta Pousada de Fora, Chapeleiro Wines, Quinta Casal da Tapada, The Portuguese Winery com The Wine House e Vagalume, Viniselores e mais algumas surpresas!

    Os visitantes terão a possibilidade de falar com os Produtores, adquirir Vinho, bem como produtos regionais, chocolates e produtos gourmet, enriquecendo a sua experiência num local belíssimo contando com DJ criando um ambiente Chill Out.

    Localização: Mercado Ferreira Borges, Hard Club – Porto. 

    Entrada: 3€

    Entrada com copo: 5€, incluindo vale de desconto de 1€ na compra de 10€ ou superior em vinho.

    Entrada com copo: 6€, incluindo 2 vales de desconto de 1€ na compra de 10€ ou superior em vinho (vales não acumulam)

    Serão cumpridas as regras de segurança e saúde necessárias indicadas pela DGS, assegurando que o Mercado de Vinhos cumpre os requisitos exigidos.

    www.facebook.com/vinhosadescobrir

    www.instagram.com/vinhosadescobrir

    Contactos:              

    INSPIRE – Ana Ferro:  919 031 556   vinhosadescobrir@outlook.pt / anasetas.ferro@gmail.com

  • Taylor’s Lança Single Harvest 1961

    Taylor’s Single Harvest 1961

    A Taylor’s anuncia o lançamento de um sublime Vinho do Porto com 60 anos de idade, que enriquece a conceituada coleção de Vinhos do Porto Single Harvests da aclamada Casa, fundada em 1692.

    A Taylor’s brinda os amantes de Vinho do Porto, ainda a tempo deste Natal, com uma edição limitada e exclusiva de um Vinho do Porto extraordinário e singular.

    Se a década de 60 ficou conhecida como os “Anos Rebeldes” devido às mudanças culturais e ideológicas, para os apreciadores de vinhos, esta é uma década repleta de vinhos memoráveis e praticamente impossíveis de adquirir nos dias de hoje. 

    A Taylor’s possui uma quantidade de stocks muito substancial de Vinhos do Porto Tawny Velhos que foram guardados pelas gerações anteriores e encontram-se agora prontos para serem lançados no mercado. A mais recente destas joias é o Single Harvest 1961. Este ano é justamente conhecido pelos excepcionais vinhos de Bordéus produzidos, também na região do Douro se obteve-se uma boa vindima que produziu alguns Vinhos do Porto extraordinários. O Single Harvest 1961 tem envelhecido silenciosamente nas caves Taylor’s e agora está pronto para quem deseja recordar o ano de 1961.

    “Há quem se lembre do Taylor’s Quinta de Vargellas Porto Vintage 1961 que lançámos em 1963. Esse Vinho do Porto já não está disponível para aquisição, porém, as reservas guardadas em cascos desse ano, 1961, podem agora ser colocadas à disposição dos amantes de Vinho do Porto” comentou Adrian Bridge, Diretor Geral da Taylor’s.

    David Guimaraens, director técnico e de enologia, comentou “Embora eu não tenha estado presente nesta vindima, os registos do ano mostram que houve uma série de desafios climáticos que resultaram em altos níveis de açúcar e baixos rendimentos. A nossa equipa tem vindo a cuidar cuidadosamente deste stock para garantir que continua a ser um exemplo perfeito de um Porto de 1961. Estas seis décadas de processo de envelhecimento naturalmente permitiram este Vinho do Porto a atingir níveis mágicos de complexidade e elegância”.

    Estes vinhos do Porto extraordinários envelhecem tranquilamente nas frescas e silenciosas Caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia, onde as condições são ideais para que os vinhos do Porto possam gradualmente desenvolver os ricos e sublimes aromas, característicos dos vinhos do Porto muito velhos. Os vinhos do Porto da Taylor’s representam mais de três séculos de tradição familiar que começou com a fundação da Taylor, Fladgate & Yeatman em 1692. Uma herança de tradição e experiência transmitida ao longo de gerações garante que cada vinho do Porto da Taylor’s é executado ao mais alto nível.

    Esta edição especial é uma oportunidade para festejar 1961: o ano em que Yuri Gagarin, o primeiro homem a ir ao espaço, fundamental para o desenvolvimento das telecomunicações na nossa era. É também o ano da criação do World Wildlife Fund (WWF), que tem desempenhado um papel tão importante na conservação do planeta. É também o ano em que a atriz Audrey Hepburn é imortalizada no filme ‘Breakfast at Tiffany’s’ e que o musical ‘West Side Story’ ganhou o Óscar de melhor filme do ano.

    Uma muito pequena quantidade deste vinho ímpar foi engarrafado e é agora lançada numa Edição Limitada exclusiva. Foram produzidas 2.900 garrafas que estão disponíveis no retalho especializado no mês de dezembro pelo PVP recomendado de 330€.

    Notas de Prova:

    Núcleo castanho rodeado por um amplo aro de ouro pálido com reflexos verde azeitona. Nariz poderoso de extraordinária complexidade e opulência, revelando um aroma com múltiplas nuances e dimensões. Inicialmente emergem suaves reminiscências de melaço, figo seco e sultana, mesclados com aromas de nozes de maçapão. À medida que o vinho se abre, surgem aromas de madeira de cedro e folha seca de tabaco, juntamente com notas subtis de pimenta preta e cardamomo e um toque fresco e fugaz de citrinos. Tudo isto envolto numa poderosa aura de aroma amadeirado de baunilha, o legado de décadas de envelhecimento em casco. Na boca o vinho é denso, redondo e concentrado, com uma grossa textura aveludada, bastante rico e doce no paladar médio, no final uma explosão de fresca acidez recheada de sabores persistentes de manteiga de caramelo, amêndoa, marmelada de laranja e frutos secos. Um vinho maravilhosamente equilibrado, ainda limpo e fresco apesar dos seus muitos anos de envelhecimento em madeira.

    Sugestões de Serviço:

    O Taylor’s Single Harvest 1961 está pronto a ser consumido, sendo a temperatura óptima de consumo entre os 12 e os 16ºC. Acompanha de forma sublime muitas sobremesas à base de açúcar, ovos e frutos secos. Combina muito bem com sabores de figos, amêndoas e caramelo. Também pode ser apreciado sozinho, no final da refeição, ou com nozes e outros frutos secos.

    O ano vitícola de 1961, no Douro:

    Ano de boa precipitação e bem distribuída ao longo do ano. O Inverno foi bastante ameno.  O abrolhamento foi prejudicado, particularmente nas zonas altas do Douro, por um mês húmido e frio de Maio.  Um Julho húmido foi responsável por surtos esporádicos de míldio, tendo havido uma tempestade de granizo, que causou alguns estragos às vinhas das encostas mais altas.

    O pintor foi observado a 23 de Junho, o que é invulgarmente precoce.  O início de Setembro foi muito quente e algumas quintas começaram já no dia 4 de Setembro, embora a data geral fosse o dia 10.  As graduações de açúcar eram altas, embora o mosto não se ‘colasse’ aos dedos como seria de esperar.  Os vinhos tiveram um trabalho justo e com uma cor bastante boa.  A primeira impressão foi de que os vinhos não eram ‘enormes’, mas com mais corpo do que no ano anterior.  Os rendimentos foram baixos e muitos agricultores não conseguiram compensar a sua autorização de produção.

    Website : Taylor’s

  • Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

    Vinho com uma cor rubi, laivos vermelhos e bordo castanho claro, brilhante, límpida, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, com uma intensidade aromática pronunciada, compota de frutos pretos, amoras, frutos secos, nozes, figo, especiarias, terroso e madeira antiga, cativante.

    Na boca é um vinho doce, com acidez média (+), álcool alto, muito corpo, estruturado, de intensidade pronunciada, taninos suaves, elegante, frutado, aveludado, especiaria picante, cheio, de alguma secura que disfarça muito bem a doçura, com um final longo e muita persistência.

    É um vinho com um nível de qualidade excelente, intenso, cheio ainda de fruta, mas já apresentando aromas terciários, de frutos secos, madeira nobre e especiarias, poderoso, de grande intensidade, concentrado, especiado, que transmite um grande prazer, com um final viciante que anseia pelo próximo copo. Harmonizou com um bolo rei na perfeição.



    A minha nota pessoal: FB 91

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    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59



    Website : Quinta Dona Matilde

    Ficha Técnica : Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

  • Ribafreixo Wines lança três vinhos ideais para a Época Festiva

    As festividades estão a chegar e com elas o desejo de celebrar com a família o fecho de mais um ano, que foi decerto, muito exigente para todos nós. A pensar nisso, a Ribafreixo acaba de lançar três vinhos que vão ao encontro do requinte exigido para a época. São dois espumantes e um vinho licoroso, que em comum têm a particularidade de serem vinhos extremamente gastronómicos e apelativos.

    Gáudio Espumante Brut Nature

    Comecemos pelos Vinhos Espumantes. Nesta categoria, a Ribafreixo sugere a sua mais recente colheita de Gáudio Espumante Brut Nature. Um vinho elaborado segundo o Método Clássico, que mostra a versatilidade da casta Antão Vaz, agora desenhada sobre a forma de um espumante. Revela-nos logo no aroma umas subtis notas de manga e uma tosta bastante marcada. Na boca ele é elegante e fresco, desvendando um vinho estruturado e gastronómico, com uma bolha muito subtil.

    Gáudio Brut Nature Rosé

    Segue-se o seu par, uma novidade: Gáudio Brut Nature Rosé, desenhado a partir da casta Aragonês, com uma cor salmão muito atrativa, a indiciar um espumante à procura de alguma gastronomia. Em prova revela-nos alguma tosta e frutos vermelhos muito maduros, evidenciando na boca todo o terroir da Vidigueira, com predominância de muita frescura, extrema elegância e persistência.

    Claramente, duas opções perfeitas para a época festiva, seja como welcome drink ou a acompanhar pratos ricos em salmão, ostras, ou outras formas de marisco bem frescas da nossa costa.

    Gáudio Licoroso

    Não menos válida, segue-se uma opção fortificada, que acompanhará a mesa de doces de lá de casa. Uma vez mais, a casta Antão Vaz em destaque, não estivéssemos nós na Vidigueira.

    Gáudio Licoroso é um vinho memorável, que estagiou durante bastantes anos em barrica, até adquirir toda a riqueza aromática que hoje em dia tem. Aromas de compotas, alguns frutos secos e notas de fumo. Profundo na boca e com um ótimo equilíbrio. Um grande vinho que fará as delícias dos mais gulosos.

    PVP Gáudio Espumante Brut Nature e Gáudio Espumante Brut Nature Rosé: 19,99€

    PVP Gáudio Licoroso: 19,99€


    Website : Ribafreixo

    Website : Gáudio Espumante Brut Nature

    Website: Gáudio Espumante Brut Nature Rosé

    Website: Gáudio Licoroso

  • Prova inter-regional de vinhos em Portugal


    Rui Lopes
    e Jorge Rosa Santos são os enólogos responsáveis dos projectos que deram origem a estes vinhos de várias regiões do pais. Perfis diferentes, encantadores e tão representativos das castas e terroirs.

    Vinho muito aromático, floral, citrino, na boca, amplo, envolvente, muito elegante, corpo médio, com frescura, apimentado e final seco corpo. Combinou na perfeição com as entradas, mostrando a sua polivalência.

    As entradas

    Vinho com aroma intenso, complexo, maça, Jerez, Manzanilla, brioche, mineral, salino, na boca, intenso, corpo médio, especiaria, pimentas, salino, excelente acidez e secura final, muito persistente e final muito longo. Muito gastronómico, acompanhou um creme de marisco elevando e potenciando todos os sabores.

    Crepe de Marisco

    Vinho com aroma subtil, mineral, pedra, leve casca de melão, na boca, untuosidade, corpo médio, tenso, vibrante, mineral, acidez, ligeiro amargor, final longo e persistente. Fez par com a massada de marisco e cherne, todos os elementos se interligaram criando um conjunto harmonioso.

    Massada de marisco e cherne

    Vinho com aroma floral, ligeiro tropical, mineral, pedra molhada, mostra na boca todo o seu potencial, gordo, untuoso, mineral, acidez alta, corpo médio (+), equilibrado, final intenso e persistente. A sua mineralidade criou uma maridagem extraordinária com o marisco e peixe da massada.

    Vinho com aroma floral, favo de mel, mineral, salino, brioche, na boca muito elegante, untuoso, intenso, acidez alta, vibrante, corpo médio (+), equilibrado, final com agradável amargor e muita persistência, extraordinário.

    Aroma intenso, fruta preta madura, licorice, especiarias e tabaco, madeira muito bem integrada. Na boca taninos presentes muito elegantes, denso, rico, envolvente, estruturado, final seco e muito persistente, transmitindo um grande prazer e satisfação. Sublime com as bochechas de porco e batata doce.

    Aroma delicado, morango, cereja branca, especiaria doce. Na boca elegância, delicadeza, taninos suaves, saboroso, frutas de caroço, frescura, com um final longo e persistente. É diferente sim, mas dá um grande prazer beber.

    Cor rubi profunda, aroma intenso, muito complexo, fruta preta madura, agridoce de pimento, especiarias, tabaco, balsâmico, cedro, terroso. Na boca taninos poderosos, especiado, potente, seco, rico, amplo, estruturado, uma acidez bestial, final longo e muito persistente. Acrescentou complexidade e exuberância às bochechas de porco e batata doce.

    Rosa Santos Família Tinto 2015 e Casal de Santa Maria Ramisco 2009, dois senhores vinhos, com tudo no seu lugar, são perfeitos, complexos, que enchem a boca, opulentos e com um final soberbo. São ambos vinhos de emoção, que provocam múltiplas sensações, não tenho palavras para os descrever: tão somente comprar às caixas, beber e guardar por muitos anos.


    Colinas do Douro

    Quinta da Extrema


    Restaurante a Tendinha

  • Adega de Palmela sugere Pedras Negras Vinho Licoroso Abafado para celebrar o São Martinho

    Dia 11 de novembro, a lenda de São Martinho e a tradição do magusto fazem o par ideal com o vinho licoroso abafado – Pedras Negras da Adega de Palmela. Para acompanhar com castanhas, doçaria regional, conventual e chocolate preto, o Pedras Negras apresenta uma longevidade prevista de largos anos. Com o nome da zona das vinhas que lhe deram origem, surgiu há quase meio século e segue a evolução das técnicas enológicas pelas quais é produzido, tornando-se uma marca de referência no mercado nacional dos vinhos de mesa.

    Este aperitivo de cor âmbar com alguns reflexos dourados e aroma mel, frutos secos e chá contém um sabor fresco e equilibrado. A partir do dia 1 de novembro até dia 15 de novembro estará com uma campanha, exclusiva na loja online de 20%, pelo valor de 3.79€.

    Nesta época do ano, forme o par perfeito com Pedras Negras Abafado.

    Website : Loja online

    Website : Adega de Palmela

  • Herdade Vale D´Évora no trilho da valorização dos vinhos de Mértola

    Um branco de inverno com muito vigor

    O lugar, em primeiro. O novo Grande Discórdia é um branco das terras quentes de Mértola, excessos que originam vinhos de raça. O toque de irreverência vem a seguir e acrescenta uma frescura que não seria espectável. Está instalada a nobre Discórdia.

    O novo branco grande reserva da Herdade Vale d´Évora “é um vinho irreverente, quente, que pode gerar discórdia”, graceja o enólogo Filipe Sevinate Pinto. O tema não é novo e suscita a troca de argumentos: pode uma região quente proporcionar grandes vinhos brancos? Filipe Sevinate quer romper o estigma. O Grande Discórdia branco tem o carácter do lugar e igualmente frescura: “É um vinho mais estruturado do que o comum dos brancos do Alentejo, com outro nível de complexidade e frescura”.

    Fazer o Grande Discórdia branco 2018 para complementar portefólio estava nos planos da equipa há algum tempo, mas a decisão só é tomada quando o ano vitícola proporciona uma colheita de exceção, explica o enólogo: “Na vindima de 2018, as uvas brancas da herdade estavam muito boas e percebemos que tínhamos potencial para fazer um branco que se distinguisse”.

    No Alentejo de Mértola, agreste e quente, o controlo muito atento da maturação das uvas foi também indispensável, assim como ajudou a idade da vinha e a casta usada na criação do vinho, a Arinto, conhecida pela sua extraordinária acidez. O novo Grande Discórdia branco “acabou por ser um varietal porque a Arinto estava completamente destacada em relação aos mostos das restantes castas brancas da Herdade Vale d´Évora”, especifica Filipe Sevinate.

    As condições do lugar são determinantes no perfil dos vinhos Discórdia e este novo branco grande reserva não é exceção, ainda assim com apontamentos da presença do estágio em madeira, conclui o enólogo: “Está lá a tipicidade e o caráter do lugar, mas também o método de produção que o atira para outra dimensão”.

    Vinha em reduto natural

    Os vinhos Discórdia têm origem em uvas colhidas na vinha de 10 hectares da Herdade Vale d´Évora, situada a poucos quilómetros de Mértola, no Baixo Alentejo. A propriedade de 550 hectares está integrada no Parque Natural do Vale do Guadiana e numa paisagem povoada de matos mediterrânicos, alguns campos de cereais e significativas zonas de reflorestação com azinheiras, medronheiros e pinheiros.

    A vinha do Discórdia foi plantada em 2009, em terrenos xistosos com ligeira elevação, voltados a norte e na proximidade do rio Guadiana, estando organizada em talhões de quatro castas tintas (Touriga Franca, Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Syrah) e de três brancas (Arinto, Verdelho e Antão Vaz).

    A estreia no mercado dos vinhos Discórdia aconteceu em 2012, tendo o projeto nascido pela mão de duas famílias amigas seduzidas pelas terras de Mértola, a de Paulo Alho, natural de Sesimbra, e a de Vítor Pereira, com origens em Vila Nova de Famalicão.

    O portefólio da Herdade Vale d´Évora inclui dois vinhos colheita branco e tinto, dois reservas, o monocasta Syrah e os topos de gama Grande Discórdia tinto e branco, só produzidos em anos de exceção.   

    Vinhos em prova

    Discórdia branco 2018 – O inverno especialmente seco e a primavera chuvosa e um início de verão fresco proporcionou uma edição de brancos incríveis, com grande intensidade e estrutura. Cor citrina brilhante. Aroma tropical fresco, flor de laranjeira e mel. Boca cheia, estruturada e frutada, com final fresco.

    PVP: 8,5 euros

    Grande Discórdia branco 2018Produzido a partir de uvas da casta Arinto colhidas na Herdade Vale d´Évora. Teve estágio de nove meses em barricas usadas de 500 litros e apresenta cor cítrica profunda com laivos dourados. Nariz complexo e expressivo, a xisto, cedro e chocolate branco. Na boca, mostra-se texturado e denso, fresco e longo.

    PVP: 29, 70


    Website : Herdade Vale d´Évora

    Website : Discórdia branco 2018

    Website : Grande Discórdia branco 2018

  • Taylor’s lança o Kingsman Edition

    A Taylor’s e o aclamado realizador Matthew Vaughn têm o prazer de anunciar o lançamento de um raro vinho do Porto para celebrar o próximo filme da 20th Century Studios “The King’s Man”, o Taylor’s Very Old Tawny Port – Kingsman Edition. O filme tem estreia mundial a 12 de Fevereiro 2021.

    A ideia de lançar um vinho do Porto raro nasceu de um encontro de vontades entre a Taylor’s e o realizador Mathew Vaughn, que reconheceram os valores partilhados pela Taylor’s e Kingsman: história, tradição, legado, obsessão com o detalhe e a extraordinária qualidade do produto. Além da partilha de traços britânicos tais como o humor inglês, a astucia, a elegância e o estilo.

    Anunciando o lançamento, o director-geral da Taylor’s, Adrian Bridge, refere: “Estou encantado com a associação da Taylor’s ao último filme de Matthew VaughnThe King’s Man“, através do lançamento de um raro vinho do Porto: o Kingsman Edition. A Taylor’s encarna muitos dos valores retractados no universo Kingsman, incluindo o respeito pela tradição, e ofício e um sentido muito britânico de estilo e talento.” E acrescenta: “Este Taylor’s edição limitada não apelará apenas aos devotos de Kingsman. É também um vinho do Porto excepcional de muita idade que irá fazer as delícias de coleccionadores e apreciadores de vinhos raros. Os nossos provadores com a sua perícia e experiência criaram um lote único, envelhecido durante quase nove décadas em velhos cascos de carvalho que exibe uma enorme complexidade, que apenas o Vinho do Porto consegue alcançar”.

    “Este excitante projecto nasceu de um encontro de mentes entre a Taylor’s e Matthew Vaughn. Se me permitem uma expressão de alfaiataria, a ligação entre a Taylor’s e o universo Kingsman é claramente o ajuste perfeito”, refere Bridge. Para Matthew Vaughn a ligação é igualmente clara, “Um verdadeiro Kingsman nunca esquecerá de passar o vinho do Porto à sua esquerda, mas este Taylor’s irá certamente testar a sua determinação…”

    Na época retractada no “The King’s Man”, o vinho do Porto ocupava um lugar especial. Durante a Grande Guerra, o vinho do Porto tinha-se estabelecido firmemente na sociedade britânica como um dos melhores de todos os vinhos, rodeado de rituais e de um certo grau de reverência. Não era apenas na Grã-Bretanha que o Vinho do Porto era tido em grande estima. Por exemplo, era o vinho preferido do Imperador Nicolau II da Rússia.

    Como oficial do exército e membro da aristocracia, o Duque de Oxford, personagem do The King’s Man, estaria muito familiarizado com o vinho do Porto. Durante a Grande Guerra, grandes quantidades de vinho do Porto foram enviadas para o exército britânico e francês, estacionados na frente.

    Durante o conflito, milhares de caixas de vinho do Porto Taylor’s foram fornecidas às cantinas do exército britânico. O governo britânico considerava o vinho do Porto tão essencial para a moral dos soldados que, por vezes, fazia encomendas e considerava desviá-las para o exército para evitar escassez.

    TAYLOR’S VERY OLD TAWNY – KINGSMAN EDITION

    O Vinho

    Taylor’s Kingsman Edition é um muito velho e raro vinho do Porto Tawny, envelhecido durante quase nove décadas em velhos cascos de carvalho.

    Para criar esta edição exclusiva e limitada, a Taylor’s decidiu libertar alguns vinhos raros e muito valiosos das suas extensas reservas de vinhos do Porto que envelhecem em casco, nas suas caves. Estas reservas incluem um pequeno tesouro de vinhos sem preço e historicamente muito importantes, cada um representando um volume muito pequeno. Algumas jóias raras desta colecção, utilizadas apenas em circunstâncias excepcionais, foram cuidadosamente seleccionadas pelos provadores da Taylor’s para produzir o Kingsman Edition.

    Os componentes foram meticulosamente lotados, utilizando a experiência de Taylor’s na arte do lote, e depois deixados a casar durante vários meses em casco até se decidir que o lote tinha atingido o seu auge de equilíbrio e harmonia.

    Com uma idade média de quase 90 anos, este vinho único alcançou uma complexidade mágica durante o seu longo envelhecimento em casco.

    Alguns dos raros vinhos usados no lote foram feitos nos anos 30 sob a sombra da Grande Depressão. Produzidos a partir de videiras replantadas após a praga da Phylloxera ter devastado muitas das melhores vinhas do Vale do Douro na década de 1870. Tal como a civilização ocidental a emergir da devastação da Grande Guerra, este vinho imortal simboliza a recuperação das vinhas do Douro do maior flagelo de sempre a atingir o mundo do vinho.

    Este vinho exclusivo celebra os princípios que estão subjacentes à história e tradição da Taylor’s e são também a chave da lenda Kingsman. Entre estes estão o dever e a determinação, o respeito pelo património e o artesanato, juntamente com um sentido genuinamente britânico de subestimação, elegância e estilo.

    Apresentado num decanter de cristal exclusivo com detalhes em ouro e uma luxuosa caixa de apresentação, Taylor’s Kingsman Edition foi criado não só para os devotos de Kingsman, mas também para conhecedores e coleccionadores de vinhos raros em todo o mundo.

    Foi produzido um número muito limitado de 700 garrafas.

    Este vinho único estará disponível no retalho especializado em Novembro com o preço recomendado de 2.900€.

    Notas de prova

    Um núcleo profundo cor mogno castanho desvanece-se gradualmente através de uma auréola âmbar até um estreito bordo cor de ouro. Após anos em casco, o vinho do Porto desenvolve uma extraordinária complexidade multicamada, diferente de qualquer outro vinho. Este raro vinho do Porto de grande idade não é excepção. No nariz, o vinho é sedutor e intenso, exibindo múltiplas dimensões de aroma opulento. Abre-se com uma rica confecção de melaço e caramelo, com notas de amêndoa e figo seco, seguido de um complexo picante de baunilha, pimenta preta, noz-moscada e canela. Aromas discretos de cedro e bálsamo emergem fugazmente no fundo. A primeira impressão no paladar é de uma textura suave e aveludada e um volume e densidade impressionantes resultantes de décadas de envelhecimento em casco. No palato médio, emerge uma acidez crocante e vibrante, fazendo o vinho parecer mais fresco e mais etéreo. Fluindo no paladar de ponta a ponta é uma corrente subterrânea de sabor rico, intenso e concentrado a manteiga de caramelo. O vinho tem um final extraordinariamente longo, deixando uma impressão persistente de aroma complexo e suave no paladar por muito tempo após o vinho ter sido consumido.

    Website : Taylor’s

    Website : Taylor’s Kingsman Edition

  • ADEGA DE PALMELA JUNTA-SE A MARISQUEIRA UMA PARA BRINDAR À GASTRONOMIA PORTUGUESA

    Villa Palma DOC Palmela é o vinho da casa do restaurante distinguido pela TasteAtlas com o seu arroz de marisco

    Adega de Palmela, marca de vinhos da região de Setúbal que completa 65 anos de “Vinhos com História”, junta-se a Marisqueira Uma para brindar à gastronomia portuguesa. Ao visitar o restaurante distinguido pela TasteAtlas que selecionou o seu arroz marisco como um dos 100 melhores pratos do Mundo, ficando em 14ª posição, pode acompanhá-lo com o vinho da casa, Villa Palma DOC Palmela, tinto, branco e rosé. Há ainda a opção de escolher dois dos novos vinhos lançados, Vale de Touros Vinhas Velhas reserva e o Vale de Barris Syrah Premium reserva.

    vinho Villa Palma DOC Palmela é uma homenagem à formosa Vila de Palmela designada também por muitos como “Terra Mãe de Vinhos” com fermentação em cubas de inox com temperatura controlada e uma maceração pelicular prolongada. O Villa Palma branco serve-se à mesa com todos os pratos de peixe grelhado ou assado no forno, marisco cozido, grelhado e saladas, bem como aperitivo devido ao seu carácter aromático.

    Villa Palma rosé tem igualmente a particularidade de acompanhar bem com os pratos de marisco, pratos orientais e pastas. Já o Villa Palma tinto é ideal para acompanhar à mesa com pratos de carne, caça e bacalhau, contendo castas Castelão, Syrah e Aragonês.

    Os mais recentes vinhos da Adega de Palmela, Vale de Touros Vinhas Velhas Reserva Tinto, tem um aroma profundo e concentrado com notas de frutos vermelhos maduros, compota e especiarias, tornando-o num vinho encorpado, com taninos presentes e um elegante e persistente final de boca. Ideal com pratos de carne estufada, caça, assados no forno e queijos de aroma intenso e o novo Vale dos Barris Premium Reserva Syrah, acompanha todos os pratos de carne grelhada, caça e queijo de ovelha curado com um final de boca prolongado com sugestões de baunilha, café e algumas notas de chocolate.

    Para além da especialidade da casa, a Marisqueira Uma tem na sua carta diversas iguarias de carne e peixe para degustar com os vinhos da Adega de Palmela, entre elas, gambas à moda da casa, bacalhau assado ou cozinho, bife à portuguesa e steak á poivre.

    Visite a loja online da Adega de Palmela e marque já a sua mesa na Marisqueira Uma!

    Website : Adega de Palmela

    Website : Marisqueira Uma

  • Costa Boal lança branco Homenagem de 2015 e dois varietais das castas Sousão e Tinto Cão

    NA BUSCA DA LONGEVIDADE

    Os novos vinhos do Douro da Costa Boal são uma lufada de ar fresco. Estruturados, acidez viva e com capacidade de envelhecimento, os três vinhos Costa Boal que agora chegam ao mercado estão na vanguarda dos vinhos com longevidade do Douro.

    O novo branco Costa Boal Homenagem 2015 nasceu e é feito na busca da longevidade. A afirmação do enólogo da Costa Boal, Paulo Nunes, é ao mesmo tempo compromisso e desafio. Um grande vinho tem sempre que mostrar capacidade de envelhecimento. Sem a longevidade não passa no teste, argumenta Paulo Nunes, lembrando o percurso inicial dos vinhos DOC Douro, com excesso de álcool, fruta concentrada e muito madura e sem a acidez necessária ao envelhecimento do vinho.

    O Douro vai fazer coisas muito melhores do que fez até agora, nomeadamente nos brancos, e a Costa Boal insere-se neste espírito, acrescenta Paulo Nunes, já distinguido como “Enólogo do ano” pelas duas revistas portuguesas da especialidade: “Estamos muito no início no que toca aos vinhos DOC Douro, especialmente nos brancos. Não me recordo de um branco do Douro entrar nas listas dos melhores do mundo das revistas internacionais da especialidade”.

    Nesta lógica, o Costa Boal Homenagem 2015 é um branco que “tem muito de uma nova linha do Douro”, de vinhos mais frescos e, a par, estruturados. O que implica explorar micro parcelas das vinhas Costa Boal em zonas mais altas do Douro, que possam assegurar o equilíbrio entre maturação e acidez das uvas sem necessidade de grande intervenção na adega, como é filosofia dos vinhos Costa Boal.

    O novo reserva branco da Costa Boal junta-se ao tinto Homenagem 2011, um vinho igualmente com capacidade de guarda lançado em outubro de 2019. Estes dois rótulos topo de gama do produtor são também um tributo ao pai Augusto Boal, viticultor toda a vida no Douro.

    Varietais com acidez bem marcada

    No percurso de regresso do herdeiro António Boal às origens, a Costa Boal acrescenta às novidades deste outono dois varietais do Douro das castas Sousão e Tinto Cão.

    Os novos monocasta Costa Boal contam, na realidade, com uma primeira prova no outono de 2019, quando, à mesa do lançamento do Costa Boal Homenagem tinto 2011, o produtor deu a provar aos especialistas os dois varietais agora colocados no mercado e utilizados no refrescamento do novo tinto topo de gama que então chegava ao mercado. Estes dois vinhos do Douro mereciam mais um ano de garrafa, concordaram enólogo e produtor. Estão agora prontos a dar excelentes provas.

    Os novos varietais da Costa Boal têm como matriz comum a acidez bem marcada. Casta muito antiga do Douro, usada historicamente para equilibrar lotes que tinham falta de acidez, a Tinto Cão colhida na vinha da Costa Boal em Vilar de Maçada, Douro, proporciona “uma maturação fenólica excecional”, valoriza Paulo Nunes: “Deu-me muito gozo acompanhar a vindima desta casta. Não necessitamos de chegar aos 13 graus de teor alcoólico para termos a riqueza de taninos, que vai permitir ao vinho envelhecer nobremente”.