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  • Quinta do Noval Nacional Porto Vintage 2020
    Quinta do Noval Nacional Porto Vintage 2020

    O vinho Quinta do Noval Nacional Porto Vintage 2020 tem uma cor límpida, brilhante, cor purpura, violeta, opaco, brilhante, intensidade pronunciada, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, frutado intenso, jovem, inebriante, frutos pretos e vermelhos silvestres maduros, groselhas e framboesas, cerejas, floral, violeta, esteva, menta, especiaria, terroso.

    Na boca é um vinho doce, acidez média (+), taninos intensos, poderosos, mas de grande elegância, álcool alto (19,5%), muito corpo, amplo, frescura intensa, fruta preta e vermelha madura, ameixas, bolo de frutos vermelhos silvestres, especiaria, mineral, grafite, final prolongado, muito persistente, com camadas sucessivas de fruta que levam ao êxtase.

    É um vinho de qualidade excelente, poderoso, rico, opulento, frutado intenso, suculento, amplo, envolvente, jovem e selvagem. É uma torrente de sensações, complexas, por camadas, cheias de fruta elegante. Os vinhos Quinta do Noval Nacional são sempre uma experiência inesquecível, que todo o apreciador de vinho do Porto deve ter pelo menos uma vez na vida.


    Castas: Touriga Francesa, Tinto Cão, Touriga Nacional, Sousão e Tinta Roriz.
    Região: Portugal – Douro


    A minha nota pessoal: FB 98

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Os 5 magníficos

    Website: Quinta do Noval

    Website: Quinta do Noval Nacional Porto Vintage 2020

    Ficha Técnica: Quinta do Noval Nacional Porto Vintage

  • Taylor’s Golden Age 50 Years Old Tawny Porto

    O vinho Taylor’s Golden Age 50 Years Old Tawny Porto tem uma cor límpida, brilhante, cor castanha-clara, âmbar, bordo esverdeado, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, frutos secos, amêndoas torradas, uva passa, laranja cristalizada, madeiras nobres, rum, caramelo, coco, especiarias, cravo, noz moscada, ligeiro terroso.

    Na boca é um vinho doce, acidez média (+), álcool alto (20,0%), muito corpo, amplo, gordo, sedoso, aveludado, citrino, laranja cristalizada, frutos secos, passas de uva, damascos secos, tâmaras, caramelo, final prolongado, muito persistente.

    É um vinho de qualidade extraordinária, rico, complexo, que impressiona pela sua untuosidade que envolve todo o palato, muito elegante e equilibrado, amplo, cheio de frescura, final delicioso e muito prolongado, que convida logo para outro trago, viciante. Harmonizou com um bolo de tâmaras com caramelo e vinho do Porto, na perfeição, proporcionando uma experiência sensorial maravilhosa. Foi engarrafado em 2022.

    Bolo de tâmaras com caramelo e vinho do Porto

    Castas: Vinhas velhas
    Região: Portugal – Douro


    A minha nota pessoal: FB 97

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Onde comprar: The Yeatman Wine Shop

    Website: Taylor’s Golden Age 50 Years Old Tawny Porto

  • CROFT VELHÍSSIMA, a nova aguardente da CROFT

    Fundada há mais de quatro séculos – em 1588 – e com um passado ilustre, a Croft é uma das mais antigas empresas de vinho. Mundialmente conhecida pelos seus famosos Vinhos do Porto, possui também uma longa tradição de elaboração de aguardentes e brandies, que iniciou com o primeiro embarque para Inglaterra em 1814. 

    Elaborada a partir de uma selecção de aguardentes vínicas de grande qualidade, a Croft Velhíssima, prossegue o seu envelheceu nos velhos toneis e cascos de carvalho dos vinhos do Porto Croft, nas centenárias caves da casa em Vila Nova de Gaia. Aqui, a temperatura amena ao longo do ano e a elevada higrometria proporcionam as condições perfeitas para a afinação de destilados de qualidade. O longo envelhecimento nos cascos do vinho do Porto Croft confere as características distintivas de grande suavidade e complexidade.

    Destinada a conhecedores e apreciadores de aguardentes raras de grande qualidade a Croft Velhíssima, apresenta uma sedutora cor mogno, paladar aveludado e envolvente e aromas muito finos e complexos onde sobressaem as notas de carvalho, noz e especiarias.

    Croft Velhíssima deverá ser servida como digestivo, num copo balão e com uma temperatura entre os 16ºC e os 18ºC.

    Croft Velhíssima é apresentada numa elegante garrafa transparente que permite a imediata visualização da magnífica cor mogno da velha aguardente e envolvida por uma elegante moldura de madeira. Foram produzidas 150 unidades que estão disponíveis nas lojas da especialidade com o PVP recomendado de 60€.


    Website: Croft

    Website:  Croft Velhíssima

  • O Croft Pink celebra o seu 15º aniversário no Pink Palace e contamos consigo!

    Foi há quinze anos, exatamente no Dia dos Namorados, que a Croft surpreendeu o tradicional sector do Vinho do Porto com o lançamento do primeiro porto rosé, o Croft Pink. Na altura um reconhecido jornalista escrevia: “Para muitos é uma heresia. Outros falam em cedência. Alguns prenunciam o princípio do fim de um mito feito de solenidade e dos bons modos da aristocracia. Há quem diga que não, que já é tempo de acabar com a associação a imagens como a dos três velhotes sisudos. Há quem respire de alívio por ter surgido uma inovação no sector, quase meio século depois do nascimento do Late Bottled Vintage (LBV). (…)

    Quinze anos depois da novidade o Croft Pink está vivo e de muito boa saúde e vai celebrar os seus 15 anos no Pink Palace, a mais excêntrica experiência do WOW em Vila Nova de Gaia.

    Assim, no Dia de S. Valentim a partir das 19:00, o Pink Palace vai estar totalmente dedicado ao Croft Pink. A versatilidade, irreverência e alegria do primeiro vinho do Porto rosé estarão patentes nos vários espaços deste desconcertante e divertido museu. Várias são as animações previstas sempre acompanhas pelo Croft Pink, nas suas versões mais tradicionais, mas também nas mais disruptivas. E, claro, ou não estivéssemos no mais instagramável museu do WOW, haverá spots divertidíssimos que vai querer absolutamente partilhar.

    A festa continua no PIP, o restaurante do WOW onde estavam as Caves Croft na altura do anúncio do Croft Pink em 2008, com um jantar romântico/divertido perfeito para si e a sua cara-metade, mas também para um grupo de amigos. No ar haverá muito Pink e muita animação e claro Croft Pink para celebrar o amor, a alegria, a amizade, a irreverência e a coragem de pensar fora da caixa.

    O PVP é de €45 para 2 pessoas e inclui a experiência Croft Pink no Pink Palace e o jantar no PIP. Todos os detalhes para reserva neste link: Restaurante PIP.

    Website: Croft

    Website: Croft Pink

  • No dia Internacional do Vinho do Porto a Sogevinus sugere um brinde com a gama Idades Kopke.

    Na data em que se assinala o Dia Internacional do Vinho do Porto – 27 de janeiro – a Sogevinus destaca as suas icónicas referências Kopke, que compreende uma gama de idades dos 10 aos 50 anos.

    Os Kopke 50 Anos – Tawny e White – são a expressão máxima da arte de blend, requerem mestria no casamento de vinhos, de forma a garantir a consistência do perfil identitário da Casa ao longo dos anos.

    É um duo de qualidade extraordinária, que surpreende pela riqueza e intensidade de aromas incomparáveis. Perfeito para saborear sempre, nomeadamente em momentos de comemoração, como este dia especial.

    Kopke 50 Anos Tawny  bebe-se perfeitamente a solo, mas harmoniza bem também com um tradicional leite-creme ou com uma tarte de maçã e gelado de baunilha. Outra opção, igualmente estupenda, é casá-lo com frutos secos ou queijos de pasta dura e média intensidade.  

    O Kopke 50 Anos White, de perfil elegante e exótico, harmoniza na perfeição com fruta laminada, como uma tarte de amêndoa, frutos secos, ou mesmo com queijos de pasta dura ou foie gras. 

    A gama Idades Tawny & White, onde se encontram os Kopke 10, 20, 30, 40 e 50 anos, demonstram a arte do blend no Vinho do Porto, com uma combinação de cascos de diferentes anos para alcançar vinhos com uma média de idades que os tornam distintos e sedutores.

    As garrafas do Kopke 20, 30 e 40 Anos Tawny, podem ser personalizadas, para assinalar datas comemorativas ou momentos especiais, e estão disponíveis para venda na UVA Wine Shop ou na loja Casa Kopke.

    Toda a gama Kopke Idades encontra-se à venda na UVA Wine Shop, na loja Casa Kopke, ou em garrafeiras selecionadas.

    Preço de Venda ao Público:

    • Kopke 50 Anos White (0,375cl) – PVP 149€ 
    • Kopke 50 Anos Tawny (0,75l) – PVP 199€ 
    • Kopke 40 Anos Tawny (0,75l) – PVP 149€ 
    • Kopke 30 Anos Tawny (0,75l) – PVP 95€ 
    • Kopke 20 Anos Tawny (0,75l) – PVP 48€ 
    • Kopke 10 Anos Tawny (0,75l) – PVP 22,90€
    • Kopke 10 Anos White (0,75l) – PVP 27,50€ 

    Website: Kopke

    Website: Sogevinus

    Website: UVA Wine Shop

  • Quinta da Romaneira Porto Colheita 2007

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor castanho-clara, laivos vermelhos, bordo esverdeado, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade media (+), complexo, frutos secos, nozes, figos secos, cereja passa, tamaras, madeiras exóticas, mogno, chão encerado, caixa de charutos, especiarias, canela, folhas de chá secas, ligeiro terroso.

    Na boca é um vinho doce, acidez média (+), álcool alto (19,5%), corpo médio (+), amplo, sedoso, aveludado, frutos secos, nozes, figos secos, tamaras, açúcar queimado, canela e laranja cristalizada, final prolongado, muito persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, complexo, muito elegante e equilibrado, amplo, envolvente, cativante nos aromas e muito agradável nas sensações na boca, saboroso e muito prolongado. Acompanhou com uma tarte de amêndoa, formando uma harmonização perfeita. Foi engarrafado no ano de 2021.

    Tarte de Amêndoa

    Castas: 50% Touriga Nacional, 40% Touriga Franca, 10% Tinto Cão
    Região: Portugal – Douro


    A minha nota pessoal: FB 93

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website: Quinta da Romaneira

    Website: Quinta da Romaneira Porto Colheita

  • Quinta do Noval Porto Vintage 2020
    Quinta do Noval Porto Vintage 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor purpura, violeta, opaco, brilhante, intensidade pronunciada, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), intenso, jovem, complexo, muito frutado, frutos pretos e vermelhos macerados, florais, violetas e esteva, ligeiro mentolado, chocolate e terroso.

    Quinta do Noval Porto Vintage 2020

    Na boca é um vinho doce, mais que outros anos, acidez média (+), taninos intensos, poderosos, muito finos e elegantes, álcool alto (19,5%), muito corpo, amplo, frescura intensa, fruta preta e vermelha madura macerada, mineral, chocolate, final prolongado, marcante e muito persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, poderoso, opulento, frutado, suculento, amplo, envolvente, ainda muito jovem e vinoso, mas com muito caminho pela frente. É viciante beber este vinho, grande classe, um prazer infinito pela elegância deste frutado tão intenso.

    Quinta do Noval Porto Vintage 2020

    Castas: Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinto Cão, Sousão, Tinta Roriz
    Região: Portugal – Douro


    A minha nota pessoal: FB 96

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59
    Quinta do Noval safra 2020


    Website: Quinta do Noval

    Website: Quinta do Noval Porto Vintage 2020

    Website: Ficha Técnica Quinta do Noval Porto Vintage 2020

  • Quintas de Melgaço lança nova Colheita Tardia

    Pioneira na produção de vinhos verdes Alvarinhos de colheita tardia, a Quintas de Melgaço apresenta o novo QM Alvarinho Vindima Tardia. São apenas 250 litros, engarrafados em 666 garrafas de 37,5cl, e mais de metade da produção já está em lista de espera e reservada, há mais de um ano.

    Depois do grande sucesso e das avaliações muito positivas das colheitas anteriores, feitas por conceituados críticos especializados que as classificaram como as melhores colheitas tardias do mercado, designadamente a última de 2016, esta 5.ª edição deste vinho especial (2009, 2010, 2014, 2016 e, agora, 2020) promete continuar a surpreender os especialistas e apreciadores mais exigentes.

    Para Pedro Soares, administrador da empresa, “Este vinho é um ex-líbris da Quintas de Melgaço e um sucesso no mercado. Vendido em quantidades muito reduzidas tem uma enorme procura, não só pela sua exclusividade, mas também pela qualidade que apresenta sempre, colheita após colheita. Temos uma listagem de interessados, há mais de um ano, que esperam, tranquilamente, pelo lançamento deste produto singular que resulta de um processo de fabricação manual bastante trabalhoso. É, efetivamente, um produto especial muito apreciado no setor.”

    Trata-se de um vinho tranquilo elaborado, com todo o cuidado, a partir de uvas exclusivamente da casta Alvarinho, colhidas tardiamente. QM Alvarinho Vindima Tardia apresenta uma “podridão nobre” e uma desidratação que lhe confere níveis de açúcar mais elevados.

    A colheita destas preciosas uvas Alvarinho, preservadas pelo frio típico da sub-região até ao início de dezembro, é efetuada de forma cuidadosa e manual, e o seu estágio é realizado em cubas de inox com temperatura controlada e removimento regular das borras, durante 6 a 9 meses. Após a fermentação, parte do vinho estagia em barricas velhas de carvalho francês, durante o mesmo período.

    QM Alvarinho Vindima Tardia deve ser servido bem frio, a uma temperatura entre 6ºC e 8ºC, como aperitivo ou no acompanhamento de foie gras, patês e queijos. É um vinho doce de cor dourada, tem um aroma e paladar a frutos maduros, mel e amêndoas, com um final de boca complexo e persistente.

    O preço recomendado é de 49,50 Euros e arranca, no início de dezembro, a comercialização das cerca de 250 garrafas que a Quintas de Melgaço preservou para os seus parceiros e clientes que não efetuaram qualquer reserva.


    Website: Quintas de Melgaço

  • Quintas de Melgaço leva tradição à mesa de Natal dos portugueses

    “É tempo de preparar o Natal” é o mote da campanha que a Quintas de Melgaço acaba de lançar, a pensar nos apreciadores de vinho Alvarinho e de produtos regionais, com o intuito de promover os cabazes natalícios que a empresa tem para oferecer este ano, tanto ao nível particular como empresarial.

    Com estas sugestões da Quintas de Melgaço pode começar a planear os presentes para os amigos, familiares e parceiros, com toda a tranquilidade, valorizar as origens e escolher tradição para levar à mesa dos portugueses na ceia de Natal.

    Vinhos, espumantes, queijos e compotas de reconhecida qualidade são alguns dos ingredientes que constituem estes cabazes, que podem ser alterados de acordo com o gosto, de quem vai dar ou receber estes presentes.

    A Quintas de Melgaço apresenta quatro cabazes standard com opções distintas: o Cabaz Tradição, o Cabaz Família, o Cabaz Paixão e o Cabaz Origem, todos eles com produtos diversificados e preços que variam entre os 59,90 e os 42,90 Euros. Qualquer um destes conjuntos pode ser personalizado e adquirido diretamente no site da empresa em www.quintasdemelgaco.pt/categoria-produto/cabazes/ ou através dos contactos: comercial@quintasdemelgaco.pt e 251 410 020.

    Cabazes de Natal Quintas de Melgaço

    – Cabaz Tradição – Contém 2 garrafas QM Homenagem Reserva, 1 garrafa QM Espumante Alvarinho Super Reserva, 1 Queijo Cura Longa Prados de Melgaço (300g) e 1 Compota Abóbora, Amêndoa e Alvarinho (215g) | Preço: 59,90 Euros + IVA | https://www.quintasdemelgaco.pt/produto/cabaz-tradicao/

    – Cabaz Família – Contém 1 garrafa QM Alvarinho, 1 garrafa QM Homenagem, 1 garrafa Espumante Alvarinho Super Reserva, 1 Queijo Cura Longa Prados de Melgaço (300g) e 1 Compota Abóbora, Amêndoa e Alvarinho (215g) | Preço: 51,40 Euros + IVA | https://www.quintasdemelgaco.pt/produto/cabaz-familia/

    – Cabaz Paixão – Contém 2 garrafas QM Rosé, 1 garrafa Espumante Alvarinho Super Reserva, 1 Queijo Cura Longa Prados de Melgaço (300g) e 1 Compota Abóbora, Amêndoa e Alvarinho (215g) | Preço: 45,90 Euros + IVA | https://www.quintasdemelgaco.pt/produto/cabaz-paixao/

    – Cabaz Origem – Contém 1 garrafa QM Alvarinho, 1 garrafa QM Alvarinho Vinhas Velhas, 1 garrafa QM Alvarinho Nature, 1 Queijo Cura Longa Prados de Melgaço (300g) e 1 Compota Abóbora, Amêndoa e Alvarinho (215g) | Preço: 42,90 Euros + IVA | https://www.quintasdemelgaco.pt/produto/cabaz-origem/

  • JÁ ESCOLHEU TODOS OS PRESENTES DE NATAL?

    A Sogevinus preparou uma seleção de Vinhos Tranquilos e Vinhos do Porto que vão surpreender família e amigos

    Para assinalar a quadra natalícia, a Sogevinus Fine Wines apresenta as suas melhores sugestões, com diferentes ideias de presentes que vão tornar ainda mais especial a época festiva. Este ano, para além dos já conhecidos e tão apreciados Vinhos Tranquilos DOC Douro e Vinhos do Porto aos quais se junta o Kopke 50 Anos Tawny e o já conhecido azeite da Quinta do Arnozelo.

    Para os apreciadores de Vinhos Tranquilos, este ano a Sogevinus destaca para presente um pack Boa-Vista Reserva 2017 que, para além da qualidade reconhecida do vinho, acrescenta ainda a oferta de um elegante copo. Este é um vinho gracioso que integra as castas Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinto Cão e Vinhas Velhas, que fazem ressaltar um fundo de fruta vermelha, com notas florais.

    Da casa Burmester destaca-se a opção de um pack com duas garrafas de Burmester Reserva Tinto, numa edição limitada. Exuberante no primeiro impacto, destaca-se neste vinho a presença dos frutos maduros, numa matriz de notas fumadas e violeta, que deixam transparecer as castas Tinta Roriz, Touriga Franca, Touriga Nacional.

    A edição de duas garrafas São Luiz Reserva Tinto 2019, numa gift box especial de Natal, é a opção perfeita para os amantes de vinhos aveludados, com final de boca fresco, sedutor e longo, resultado de um blend de castas Tinta Roriz e Touriga Nacional.

    Os fãs de vinho que procuram uma opção singular para este Natal, podem contar também com os mais recentes lançamentos de edição limitada da Sogevinus. Com a chancela São Luiz Winemaker’s Collection, a sugestão vai para Folgazão & Rabigato 2018, com aromas ricos e vibrantes, onde se identificam notas de fruta de caroço envoltas num toque de madeira. O São Luiz Vinha Rumilã 2017 que nasce de uma pequena parcela centenária com o mesmo nome e apresenta um perfil expressivo com nuances mentoladas e aroma a frutos silvestres e violeta, e o São Luiz Vinhas Velhas 2018, um vinho elegante, complexo e de estrutura aveludada, com aromas a frutos silvestres, envoltos em sugestões de violeta e nuances mentoladas, são mais duas propostas para o período festivo.

    No Natal, os Vinhos do Porto são já uma referência de tradição e de momentos em família. Nesta categoria a primeira sugestão da Sogevinus recai sobre a grande novidade que marcou o ano de 2022, o Kopke 50 Anos Tawny. Um Vinho do Porto especial, que dará um incrível e memorável presente, pautado com notas de fruta, como damascos e alperces, referência de especiarias e de frutos secos, como a avelã, a baunilha, com um apontamento cítrico.

    A Sogevinus destaca ainda na gama Kopke um pack de oferta do Kopke 20 Anos Tawny que inclui dois cálices. O seu aroma é o resultado de um interessante casamento entre frutos secos, especiarias e notas de madeira fina.

    Uma outra sugestão de vinho do Porto, recaí sobre o Burmester Vintage 2020, de aroma elegante e harmonioso. O vintage perfeito para acompanhar queijos de alta intensidade, carnes vermelhas, e sobremesas de frutos vermelhos e de chocolate negro.

    Um presente original é também o Kit 4 miniaturas da Burmester. Uma homenagem aos vinhos do Porto da marca, composto pelo Tawny Clássico, o Ruby Clássico, o Late Bottled Vintage e o Jockey Club Tawny Reserve.

    Para complementar um pack selecionado de vinhos tranquilos ou de vinho do Porto, a Sogevinus sugere ainda o Azeite Quinta do Arnozelo, uma proposta especial para a época que se aproxima no horizonte. Um azeite virgem extra, de agricultura biológica, com certificação DOP Trás-os-Montes e de raízes no coração do Douro Superior. 

    Para tornar ainda mais surpreendente a oferta de Natal, está disponível a opção de personalização (com o nome ou um breve texto até 15 carateres) de algumas referências de Vinho do Porto Kopke, que pode ser solicitada através da loja online:  Uva Wine Shop

    P.V.P recomendado e não vinculativo:

    – Pack Boa-Vista Reserva 2017 com oferta de copo: 50€

    – Pack de duas garrafas Burmester Reserva Tinto 2018: 27.99€

    – Pack de duas garrafas São Luiz Reserva Tinto 2019: 31.99€

    – São Luiz Folgazão e Rabigato 2018- 30€

    – Quinta de São Luiz Vinhas Velhas 2018 – 48€

    – Quinta de São Luiz Rumilã 2017 – 70€

    – Azeite Virgem Extra de Agricultura Biológica Quinta do Arnozelo:9.90€

    – Kopke 50 Anos Tawny: 199€

    – Pack Kopke 20 Anos Tawny com oferta de 2 cálices: 50€

    – Vinho do Porto Burmester Vintage 2020:55€

    – Vinho do Porto Burmester Kit 4 miniaturas: 10€


    Onde comprar : Uva Wine Shop

  • PORTO CRUZ DECANTER COLHEITA 2011 RECEBE MEDALHA DE OURO NO CONCURSO MUNDIAL DE BRUXELAS
    Porto Cruz Decanter Colheita 2011

    O Porto Cruz Decanter Colheita 2011 conquistou uma Medalha de Ouro no Concurso Mundial de Bruxelas, recentemente realizado na Sicília. Foi a primeira vez que este certamen internacional organizou uma sessão inteiramente dedicada aos vinhos doces e fortificados, com a participação de mais de 500 referências nesta categoria. Com enologia de José Manuel Sousa Soares, este elegante Tawny da Porto Cruz destacou-se pelos seus complexos aromas de mel, fruta confitada, baunilha e frutos secos caramelizados.

    Na boca, o Porto Cruz Decanter Colheita 2011 revela-se um vinho redondo, fresco, com uma estrutura aromática e doce, persistente e suave, que harmoniza na perfeição tanto com queijos de média intensidade, como com sobremesas à base de ovos e frutos secos ou cristalizados ou o tão tradicional Bolo-Rei. Tais características, aliadas ao design elegante da garrafa decanter em que é apresentado, tornam-no num vinho indispensável em qualquer mesa da quadra festiva que se avizinha.

    Proveniente de um único ano de vindima, este Colheita 2011 envelheceu lentamente em pipas de carvalho, nas caves da Gran Cruz, em Vila Nova de Gaia. Deverá ser armazenado em local fresco e seco, ao abrigo de luz, a temperatura constante. E recomenda-se que seja servido ligeiramente fresco, entre os 12º e os 13ºC, em copo apropriado.

    Disponível em todos os meios de grande distribuição, assim como na loja online www.granvinho.pt. PVP 24.99€. 


    Website: Porto Cruz

    Website: Porto Cruz Decanter Colheita 2011

  • Marchesi Antinori Chianti Clássico Reserva 2019
    Marchesi Antinori Chianti Clássico Reserva 2019

    Vinho com uma cor límpida, cor rubi, vermelha, brilhante, intensidade média. O nariz é limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), floral, rosas, rosmaninho, lavanda, frutas vermelhas, cereja, groselhas, especiaria, cravinho.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média, taninos médios (+), elegantes, suaves, álcool médio (14º), corpo médio, amplo, frutado, cereja vermelha, especiarias, ervas aromáticas, com um final longo e muito persistente.

    É um vinho com uma qualidade excelente, aromas elegantes, delicados, equilibrado, com um final frutado, especiaria, saboroso, cheio de frescura e intensidade. Harmonização perfeita com queijo Pecorino picante, pão de massa mãe e pasta alla norma.


    Castas: Sangiovese, Cabernet Sauvignon e Merlot.
    Região: Itália – Toscana – Chianti Clássico – Chianti


    A minha nota pessoal: FB 93

      Excelência: 96-100
      Excepcional: 90-95
      Bom/Muito Bom: 80-89
      Mediano: 70-79
      Pobre: 60-69
      Não aceitável: 50-59


      Website: Marchesi Antinori

      Website: Marchesi Antinori Chianti Clássico Reserva 2019

    • Quintas de Melgaço Patriam

      530 produtores de Melgaço representados num vinho exclusivo

      A Quintas de Melgaço, que representa 530 produtores da região, apresenta QM Patriam, a primeira edição deste vinho exclusivo, numerada e limitada a 3.276 garrafas. Inspirada no orgulho e paixão pela terra, a empresa vitivinícola criou este vinho ímpar, um branco 100% Alvarinho.

      Estagiado em inox e barrica, é um blend que nasce a partir de quatro lotes distintos dos anos de 2017, 2018, 2019 e 2020, em que o 2019 foi feito apenas em inox e as restantes colheitas resultam da combinação de inox e madeira usada.

      QM Patriam é uma ode à pátria, à região e às gentes de Melgaço que, diariamente, cuidam dos seus terroirs e cultivam as melhores uvas de Alvarinho, que originam vinhos excecionais. QM Patriam é uma homenagem à terra, à alma, ao conhecimento e à tradição e assenta numa história verdadeira e envolvente, num forte conceito de união e de trabalho que traduz a singularidade deste vinho.

      “A prática da empresa ir armazenando lotes de cada colheita tem sido cumprida, há já alguns anos, com o objetivo de se apostar, no futuro, na produção de novas edições especiais, de muita qualidade e lançadas em quantidades reduzidas, e que enaltecem ainda mais a nobre casta Alvarinho. QM Patriam é a primeira concretização desta vontade antiga que tínhamos de fazer vinhos especiais e o resultado é tão bom que promete ficar para a história como um branco de grande nível.”, refere Pedro Soares, administrador da Quintas de Melgaço.

      O vinho desta primeira edição resulta do trabalho do conceituado enólogo Jorge Sousa Pinto. É límpido e de cor citrina; no nariz revela notas de floral fresco, com ligeiro fruto seco a complexar; na boca muito suave, consistente, volumoso, com uma acidez envolvente a suportar o conjunto. Final de boca longo e muito persistente. É complexo, rico e com anos pela frente. A temperatura de consumo é entre 10-12ºC e pode acompanhar marisco e peixe, de confeção criativa ou tradicional.

      A identidade desta edição especial é da autoria da Rita Rivotti e a equipa apostou em tons, materiais e acabamentos nobres, clean e minimalistas, em linha com o posicionamento pretendido para este vinho exclusivo, que se encontra disponível no mercado com uma imagem envolvente, atrativa e premium e tem o PVP recomendado de 55,00€.

      Aqui pode ver o filme conceito – Ver video aqui –, criado para apresentar o vinho QM Patriam, que reflete o detalhe, a dedicação e toda a essência que cada uma das 3.276 garrafas carrega em si.

      Sobre a Quintas de Melgaço

      Nascida na década de 1990, a Quintas de Melgaço é um projeto único em Portugal e os primeiros capítulos da sua história foram escritos pelas mãos de um filho da terra, Amadeu Abílio Lopes, que detinha um forte espírito empreendedor.

      Rumou ao Brasil, em meados do séc. XX, para crescer e se afirmar como empresário industrial de referência. Apesar do sucesso alcançado, nunca esqueceu a sua terra de berço e regressou, anos mais tarde, para investir em Melgaço e potenciar o crescimento do concelho. Com a sua audácia e visão inovadora, desafiou pequenos e médios produtores vitivinícolas a juntarem forças e a trabalharem, em conjunto, na produção e promoção do potencial dos vinhos da região e da nobre casta Alvarinho.

      O projeto rapidamente ganhou escala e tornou-se num importante motor de desenvolvimento para a comunidade e para Melgaço, já reconhecida, em todo o mundo, pela produção de vinhos Alvarinho de qualidade excecional. Nascia, assim, a sociedade Quintas de Melgaço, constituída, atualmente, por 530 membros acionistas que defendem a sua terra, as suas gentes e a sua origem e produzem vinhos que refletem toda a essência e cultura da região, um exemplo vivo da vontade e prosperidade dos produtores da sub-região de Monção e Melgaço.


      Website: QM Patriam

      Website: Quintas de Melgaço

    • Quinta de Ventozelo LOCI Tinto 2020

      Em novembro de 2022, chega às principais lojas, garrafeiras e restaurantes do país o Quinta de Ventozelo LOCI Tinto 2020. Os lugares (LOCI) de Ventozelo impõem-se aos olhos e conhecê-los pressupõe saber que histórias contam. Este vinho propõe-se a exprimir precisamente toda a complexidade dos Genius LOCI de Ventozelo.

      A QUINTA DE VENTOZELO

      A Quinta de Ventozelo é uma das maiores e mais antigas quintas do Douro, com cerca de 400 hectares, dos quais 200 são de vinha. Situada na margem esquerda do rio, na freguesia de Ervedosa do Douro, Concelho de São João da Pesqueira, desenvolve-se num amplo anfiteatro desde a cota do rio até aos 600 metros de altitude, entrecortado pela Ribeira de Ervedosa e diversas linhas de água. Apresenta assim condições excepcionais de solo e de diversidade microclimática para uma viticultura de excelência, a par de outras produções como o azeite, a cortiça, o mel e as frutas, bem como a exploração do enoturismo e turismo cinegético.

      LOCI

      A paisagem materializa o tempo. Os lugares [ou loci, plural de locus, que significa vários locais ou lugares específicos em Latim] de Ventozelo impõem-se aos olhos, escondendo na sua imaterialidade a magia tecida no fio do tempo, transmitida pelas diferentes pessoas que os habitaram. Os lugares [loci] nunca são os mesmos com a passagem da história ou do ciclo das estações. Conhecer a alma de um lugar, o seu genius loci, pressupõe saber que histórias conta. A história da Quinta de Ventozelo remonta ao tempo da ocupação romana do vale do Douro, época de que datam os mais antigos sinais da presença humana aqui nos fragmentos cerâmicos encontrados nas imediações das vinhas da Capela e da Dona Zefa. Foi precisamente para evocar o genius loci de Ventozelo que elaborámos em 2020 este vinho que exprime toda a complexidade dos LOCI de Ventozelo, finamente tecido pela sensibilidade do enólogo José Manuel Sousa Soares ao selecionar cinco castas provenientes de oito diferentes vinhas. Resultou um vinho cheio de personalidade.

      AS CASTAS

      Tinta Amarela, vinha duriense, exposição Sudoeste, altitude média de 350m: esta casta comportou-se de forma excepcional, em 2020, na Quinta de Ventozelo. As uvas de Tinta Amarela que primeiro madureceram tinham muita frescura na boca e aromas finos e delicados. A Tinta Amarela contribuiu para 50% do lote.

      Tinta Roriz, vinhas Dona Zefa, exposição Noroeste, altitude média de 250m e Galaico, exposição Sul, altitude média de 350m: em 2020, esta casta por vezes difícil, evoluiu muito bem na maturação dos taninos mantendo os aromas de framboesa e morango tão característicos. A Tinta Roriz contribuiu para 20% do lote.

      Sousão, vinhas Carvalha e Vale da Mina, com exposição Noroeste, altitude média de 200m: outra casta que teve um bom comportamento em 2020, mesmo nas parcelas mais precoces, aportou aromas cítricos e um reforço de cor. O Sousão contribuiu para 10% do lote.

      Tinto Cão, vinha Colmeal, exposição Sudoeste, altitude média de 250m: das castas presentes neste vinho, esta é a mais exótica, em 2020 encontrámos a cor azulada e pouco intensa, mas o vinho obtido era rico em aromas tropicais e os taninos sedosos. O Tinto Cão contribuiu para 10% do lote.

      Touriga Nacional, vinhas Serra, com exposição Noroeste, altitude média de 250m e Capela, com exposição Noroeste, altitude média de 150m: foram selecionadas as uvas vindimadas na primeira semana, com uma seleção cuidada na vinha e à entrada para o lagar. Obteve-se um vinho com muita fruta e aromas florais, com estrutura sólida e boa acidez. A Touriga Nacional contribui para 10% do lote.

      O VINHO

      Com cor rubi intenso, o LOCI apresenta aroma marcado pela fruta madura, especialmente ameixa e framboesa, com ligeiro vegetal que lhe confere frescura e intensidade. Destacam-se ainda os aromas finos e suaves da Tinta Amarela. Em prova, surge de forma ampla e aveludada, com a fruta a reaparecer, combinada com os taninos redondos e envolventes. Final harmonioso e elegante, com admirável acidez. O Quinta de Ventozelo LOCI Tinto 2020 estará disponível nas principais garrafeiras e restaurantes do país, além da loja online do grupo: www.granvinho.pt

      PVP RECOMENDADO: €25


      Website: Quinta de Ventozelo

    • Quinta do Vesúvio Porto Vintage 2017
      Quinta do Vesúvio Porto Vintage 2017

      Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, frutado, frutos pretos e vermelhos maduros, citrino, esteva, alecrim, especiaria, chocolate preto, mineral, grafite, ligeiro terroso.

      Na boca é um vinho doce, acidez média (+), taninos intensos, poderosos, envolventes, álcool alto, muito corpo, amplo, fresco, fruta preta e vermelha madura, chocolate preto, final prolongado, marcante e muito persistente.

      É um vinho de qualidade excelente, poderoso, opulento, frutado, suculento, amplo, envolvente, muito equilibrio entre a doçura e a acidez da fruta preta. É viciante beber este vinho, grande classe, um prazer infinito, com queijos claro, principalmente os azuis. Muito anos pela frente.


      Castas: Touriga Nacional 33%, Touriga Franca 35%, Sousão 15%, Alicante Bouschet 12%, Outros 5%
      Região: Portugal – Douro


      A minha nota pessoal: FB 96

      Excelência: 96-100
      Excepcional: 90-95
      Bom/Muito Bom: 80-89
      Mediano: 70-79
      Pobre: 60-69
      Não aceitável: 50-59


      Website: Quinta do Vesúvio

    • Weingut Donnhoff Hollenpfad Riesling Trocken 2018
      Weingut Donnhoff Hollenpfad Riesling Trocken 2018

      Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, frutado, citrino, toranja, lichia, pêssego branco, floral, flores brancas, mineral, leve petróleo.

      Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intenso, elegante, álcool baixo (12,5º), corpo médio (+), gordo, guloso, sedoso, envolvente, citrino, toranja, lichia, intenso, apimentado, mineral, final longo e muito boa persistência.

      É um vinho de qualidade excelente, com aromas citrinos e florais, mineral, frescura intensa, equilibrado, suculento, final meio-seco, muito elegante, que dá muito prazer beber.

      Camarões, bolinhos de Salmão, pickles de couve roxa, molho de iogurte com aromáticas frescas.

      Castas: Riesling
      Região: Alemanha – Nahe – Hollenpfad


      A minha nota pessoal: FB 91

      Excelência: 96-100
      Excepcional: 90-95
      Bom/Muito Bom: 80-89
      Mediano: 70-79
      Pobre: 60-69
      Não aceitável: 50-59


      Website: Doennhoff

    • Dona Matilde Vinha dos Calços Largos 2020
      Vinhos Dona Matilde. Prova de vinhos no restaurante Pigmeu. © Luisa Ferreira

      Um tinto singular de Vinhas Velhas

      A novidade chega-nos de Vinhas Velhas do Douro. Dona Matilde Vinha dos Calços Largos desafia convenções e revela-nos a elegância e complexidade do melhor Douro, prescindindo do estágio em madeira.

      A nova edição do tinto Dona Matilde Vinha dos Calços Largos revela o intuito experimentalista e inovador que marca a série de vinhos de Vinhas Velhas desta quinta histórica do Douro.

      “Somos os primeiros a fazer um vinho de Vinhas Velhas sem madeira no Douro”, sintetiza Filipe Barros, diretor de marketing da Quinta Dona Matilde, lembrando o papel disruptivo que os vinhos de Vinhas Velhas da quinta acabaram por ter: “Queríamos uma abordagem diferente e deixamos acontecer uma vinificação com muita pouca intervenção, evitando, por exemplo, o estágio em madeira, o que é ainda pouco espectável num vinho de muito boa qualidade do Douro”.

      Este experimentalismo é, antes de tudo, “expressão do estudo e cuidado minuciosos das vinhas velhas da quinta” e visa a sua valorização, acrescenta João Pissarra: “Para se dar o valor correto a estas vinhas históricas é preciso perceber como se comportam em diferentes anos vitícolas, uns difíceis outros mais fáceis, qual o efeito do tempo e da mistura de castas nos vinhos”. É este trabalho que estamos a fazer”.

      Neste sentido, o Dona Matilde Vinha dos Calços Largos 2020 é um vinho com pouca extração, fermentado com leveduras indígenas e estágio em inox, uma opção que assegura a exuberância de aromas, mantendo, a par, grande elegância e complexidade.

      Dona Matilde Vinha dos Calços Largos tinto tem duas edições (2017 e 2020) e é a primeira referência da série de vinhos de Vinhas Velhas produzidos por esta quinta histórica do Douro. O Vinha do Pinto 2019 é a segunda referência da série. Foi lançado em 2021 e esgotou passados poucos meses.

      Quinta histórica

      A Quinta Dona Matilde está entre as mais antigas propriedades da região do Douro, integrando a primeira demarcação ordenada pelo Marquês de Pombal em 1756. Para além de vinhas velhas com idades entre 80 e 90 anos e outras mais recentes, plantadas há três décadas, a Quinta Dona Matilde possui olival, horta, pomar e uma ampla área ocupada vegetação natural, num total de 93 hectares.

      Adquirida por Manoel Moreira de Barros em 1927, a Quinta Dona Matilde, pertence atualmente a Manuel ngelo Barros, neto do fundador e ex-administrador do grupo Barros, função que exerceu durante 30 anos.

      Para além dos vinhos da série vinhas históricas, Dona Matilde Vinha dos Calços Largos e Dona Matilde Vinha do Pinto, a quinta produz dois brancos e outros dois tintos, todos DOC Douro (colheitas e reservas). O portefólio Dona Matilde inclui vinhos do Porto Colheita tawny e Portos Vintage.

      Vinhos em prova

      Vinhos Dona Matilde. Prova de vinhos no restaurante Pigmeu. © Luisa Ferreira

      Dona Matilde Vinha dos Calços Largos 2020

      Produzido a partir de uvas colhidas em vinha velha da Quinta Dona Matilde, com cerca de 80 anos e 30 castas tradicionais do Douro. A apanha das uvas foi feita à mão em caixas de 25 Kg, seguindo-se a pré-seleção dos cachos à entrada da adega. Fermentação com leveduras indígenas e envelhecimento (18 meses) em cuba de inox. De cor rubi forte, apresenta aroma intenso, taninos firmes e elegantes, boa acidez e volume de boca. 14% de teor alcoólico.

      Produzidas 4000 garrafas
      PVP: 40 euros

      Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

      O Vinho do Porto Quinta Dona Matilde Colheita 2013 foi produzido a partir de uvas colhidas nas vinhas de baixa altitude da quinta. Envelheceu em cascos de madeira antigos de 600 litros, armazenados em Vila Nova de Gaia. De cor vermelha granada, este Porto apresenta um conceito novo, pouco comum num tawny, aproximando-se das características de um LBV, com muita fruta e menos oxidação. Segundo engarrafamento em outubro de 2022 de cerca de 1200 garrafas.

      PVP: 36 euros


      Website: Quinta Dona Matilde

      Website: Restaurante Pigmeu

    • FESTIVAL NACIONAL DE GASTRONOMIA EM CONTAGEM DECRESCENTE E COM MUITAS NOVIDADES NO PROGRAMA 

      Banquetes, petiscos, showcookings, harmonizações, workshops, mostra de produtos das várias regiões e muita animação musical, estão entre as iniciativas e as diversas novidades que o festival gastronómico mais antigo do país tem na edição deste ano. O evento abre portas já esta sexta-feira, dia 21 de outubro, na Casa do Campino, em Santarém. 

      A 41ª edição do Festival Nacional de Gastronomia de Santarém está a chegar e a inauguração acontece já no próximo dia 21 de outubro (sexta-feira). Com um programa repleto de novidades como banquetes, petiscos, showcookings, harmonizações com produtos representativos de cada região, workshops, street food e animação musical, o evento gastronómico de maior representatividade nacional vai pôr à prova os melhores sabores de diversas regiões do país. Com a curadoria do chef Rodrigo Castelo, embaixador para a gastronomia de Santarém, e promovido pela Câmara Municipal de Santarém, sob a coordenação de João Teixeira Leite, Vice-Presidente do Município de Santarém, com o pelouro do turismo e grandes eventos, este festival assume-se como uma verdadeira mostra do património gastronómico de Portugal e revela novos momentos para celebrar a gastronomia regional e nacional. 

      Na zona de restauração e gastronomia irão estar em destaque nove banquetes, quatro destes com chefes de restaurantes com Estrela Michelin ou Bib Gourmand que irão realizar-se durante o festival, em que os chefes foram desafiados por Rodrigo Castelo a criar um menu com inspiração nas suas regiões de origem, com pairing

      de vinhos de produtores da mesma região. Nomes como Diogo Rocha (27 de outubro), Henrique Sá Pessoa (28 de outubro) e João Oliveira (31 de outubro), são os três chefes que se juntam ao chef Rodrigo Castelo (21 de outubro), anfitrião da iniciativa, para protagonizarem estas oportunidades ímpares de degustação. Nestes jantares exclusivos, a harmonização será feita, respetivamente, com vinhos de cada região: do Dão, com a Quinta de Lemos, Vinhos de Lisboa, Vinhos do Algarve, e Vinhos do Tejo. Os outros cinco banquetes serão servidos por cinco restaurantes da cidade: Amassa, Digusto, KOOK, 2 Petiscos e oh! Vargas, que terão oportunidade de dar a conhecer o melhor das suas cozinhas fazendo harmonizações com vinhos gentilmente cedidos pela CVR Tejo. 

      A área da Garrafeira, dedicada a harmonizações com produtos emblemáticos de cada região, com a curadoria de Rodolfo Tristão, terá um espaço com mesas altas e uma zona própria para a realização de workshops de vinhos. Em área adjacente, em mesa corrida, a cozinha portuguesa dos 8 restaurantes participantes no festival, irá ‘desfilar’ para se dar a conhecer. Todos os dias às 18h00, uma mostra com degustação e harmonização dá às presentes boas ideias das opções que ali existem para uma refeição tipicamente portuguesa. 

      Não faltará também oportunidade para a realização de showcookings a cargo da Associação de Municípios Portugueses do Vinho (AMPV). Neste espaço, irá ainda decorrer, no dia 22 de outubro, a assinatura do Protocolo entre a AMPV, a ARVP (Associação das Rotas de Vinho de Portugal), a Federação das Confrarias Gastronómicas e a Federação das Confrarias Báquicas para a organização do Dia da Gastronomia a Património Cultural e Imaterial de Portugal (26 de julho). 

      No ‘Espaço CONFAGRI’ – Praça Central da Casa do Campino, além da realização de showcookings, irão decorrer diversas mesas redondas, ao longo do festival, sempre pelas 20h00, com a moderação da Confraria da Água Benta. Irão ser debatidos temas como “Vinhos de Intervenção Mínima? Vinhos Naturais? Vamos saber o que é?” (21 outubro); “Influencers de Vinho: podem ajudar o mundo dos vinhos?” (22 outubro); “Sommeliers, profissão de presente e futuro” (23 outubro); “Castas Brancas que vão brilhar no futuro?” (24 outubro);  “Cocktails de Vinho” (25 outubro); “Castas tintas que vão brilhar no futuro?” (26 outubro); “O novo empresário da restauração como tem de agir?” (27 outubro); “Vinhos estrangeiros em Portugal, Positivo ou Negativo” (28 outubro); “Música e Vinho” (29 outubro); “Vinhos Licorosos: um futuro risonho no Tejo” (30 outubro); “Vinhos Rosés: consumo sazonal ou todo o ano?” (31 outubro). 

      O Espaço TEKA irá acolher várias ações de formação “Escola de Bar”, dedicadas a inúmeras temáticas como  mixologia, bebidas espirituosas ou destilados, com a curadoria do bartender português Wilson Pires. 

      A Tenda Repsol será palco de diversas conferências e showcookings, com a consultoria do chef anfitrião deste festival e de Wilson Pires, onde irão participar vários chefes. Ao longo dos 12 dias de festival, irão também  decorrer, aqui, alguns concursos com destaque para “4º Concurso Nacional de Gastronomia Tradicional  Portuguesa”; “2º Concurso Nacional de Sobremesas Tradicionais Portuguesas”; “5º Concurso Nacional de Leitão  Tradicional Português”; “11º Concurso Nacional de Pasteis e Empadas Tradicionais Portugueses”; “4º Concurso  Nacional de Entradas e Petiscos Tradicionais Portugueses”; “3º Concurso Nacional de Sopas Tradicionais  Portuguesas”; e “3º Concurso Nacional de Frango Assado Tradicional Português”.  

      As atividades lúdicas estarão igualmente presentes neste evento, com ranchos folclóricos, animações itinerantes, DJs e um concerto com o fadista Rui Tanoeiro e prometem animar os visitantes. 

      O Festival Nacional de Gastronomia de Santarém terá, assim, nesta edição, a zona de petiscos “Chef Makro” com 24 chefes, a “Praça Confagri” com diversos produtores, mais de 100 expositores na “Tenda Repsol”, 40 municípios envolvidos, 32 produtores agroalimentares, 34 doçarias, 15 stands de marcas profissionais, 20 artesãos, 8 restaurantes permanentes, 14 regiões de vinhos, 4 banquetes com chefes de restaurantes com Estrelas Michelin ou Bib Gourmand, 5 banquetes de restaurantes de Santarém, e mais de 30 parceiros privados envolvidos. Todas as regiões do país irão estar representadas neste festival, nesta grande celebração da gastronomia nacional, promovida pela Câmara Municipal de Santarém. 

      Os bilhetes diários já se encontram à venda online na bol e têm um custo de 2,5€ (gratuito até às 18h00, de 2ª a 6ª feira). Podem, ainda, ser adquiridos, na Casa do Campino, no horário disponível da bilheteira, durante o festival. 


      Informações adicionais 

      Horários 

      Artesanato | Comerciais | Doçaria | Restaurantes| 

      Produtos Regionais (Casa do Campino) 

      21 a 31 de outubro: 12h00 – 24h00  

      1 de novembro: 12h00 – 18h30 

      Zona dos Destilados e Recinto Exterior  

      21 de outubro: 12h00 – 24h00  

      22 e 23 de outubro: 12h00 – 02h00 

      24 a 27 de outubro: 12h00 – 24h00 

      28 e 29 de outubro: 12h00 – 02h00 

      30 de outubro: 12h00 – 24h00  

      31 de outubro: 12h00 – 02h00 

      1 de novembro: 12h00 – 18h30 

      Preços 

      2ª a 6ª-feira até às 18h00: entrada gratuita 

      A partir das 18h00: 2,5€ 

      Entrada livre até aos 17 anos (inclusive) 

      Sábados, domingos e feriados: 2,5€ 

      Bilheteira – das 11h45 às 23h00 

      Sites 

      http://www.festivalnacionaldegastronomia.pt

      Redes sociais 

      https://www.instagram.com/festival.nacional.gastronomia

      https://www.facebook.com/FestivalNacionalGastronomia

    • CASA DA PASSARELLA APRESENTA “VINDIMA 2011”, E OUTRAS NOVAS HISTÓRIAS ESCRITAS COM VINHO

      O icónico vinho criado por Paulo Nunes na sub-região da Serra da Estrela, no Dão, nasceu das sete vinhas das terras da Passarella. A 11 de outubro de 2011 foi feita uma cuidadosa escolha do momento exato para a vindima. Após 11 anos de estágio, escreve-se um novo capítulo na  história da Casa da Passarella.  

      A Casa da Passarella, produtor de vinhos da sub-região da Serra da Estrela, no Dão, lança o Casa da Passarella Vindima 2011, uma nova colheita que chega agora ao mercado, após 11  anos de estágio. Um vinho que traz no seu ADN 130 anos de história, vinificação antigos, castas de vinhas  centenárias e um legado geracional, que fazem parte da essência e da identidade desta casa centenária. 

      Onze anos de espera que deram origem a um vinho de cor vermelho rubi, intenso e de grande complexidade  aromática, onde predomina a fruta vermelha com especiarias e um toque balsâmico. A vinificação foi feita,  como desde sempre, em lagar de granito e, em maio de 2013, iniciou um longo processo de maturação em  garrafa. Em abril deste ano procedeu-se à minuciosa tarefa de rearrolhamento manual. “11 anos, foi o tempo  exato que demorou a conceção, crescimento e maturação de um vinho criado para receber o nome da Casa da Passarella e perpetuar o nosso património, que se estende por bem mais de um século. Na realidade, este  é um vinho que carrega consigo a responsabilidade de mais de 130 anos da nossa história”, explica Paulo Nunes, enólogo da Casa da Passarella.

      O Vindima 2011 nasceu das sete vinhas próprias da Passarella, onde se incluem várias parcelas centenárias,  com mais de 20 castas autóctones. Foi feita uma cuidadosa escolha do momento exato para a vindima, a 11 de outubro de 2011 e, passados onze anos, em outubro de 2022, a Casa da Passarella declara-o pronto a  receber o seu nome e a perpetuar o seu património.  

      Talvez a história, de facto, se repita. O Casa da Passarella Vindima 2011 é uma história que se escreveu  devagar, reforça o enólogo da Casa da Passarella. 

      O “Vindima”, que vê agora apresentada a sua segunda edição, é um ícone da Casa da Passarella, que o ano de 2009 eternizou. Após uma criteriosa seleção das parcelas a vindimar, bem como a escolha do momento exato  para a vindima, o vinho foi engarrafado após dois invernos, em 2013, fazendo depois um longo – e raro – processo de maturação em garrafa.  

      Da vinha ao vinho, o Vindima 2011 é o herdeiro de histórias fascinantes, de tradições que foram partilhadas,  de pais para filhos, tanto por grandes nomes da enologia portuguesa do passado, como por gente humilde  e sábia para quem estas terras não têm quaisquer segredos. Histórias que quisemos guardar em cada uma  destas garrafas”, afirma Paulo Nunes

      A par deste novo e brilhante capítulo, outras novidades acabam de chegar das terras da Casa da Passarella.  

      Vinhos como o Casa da Passarella Villa Oliveira Encruzado 2019. Sendo a primeira marca criada pela Casa da Passarella, o Villa Oliveira nasceu originalmente há mais de 100 anos. Um vinho que vem prestar uma  homenagem fiel à história desta casa, em edições extremamente limitadas. Nasce de uvas colhidas  manualmente, 100% Encruzado, com início de fermentação em curtimenta e final em barrica. 

      O Casa da Passarella O Fugitivo Curtimenta 2020, um conceito para vinhos que acontecem. Por condições  únicas em anos únicos. Por uma inquietação constante, um desafio a todas as normas. Poderiam ser chamados  “vinhos de coleção”, mas são sobretudo vinhos para serem encontrados. E acima de tudo, descobertos. A  Curtimenta, uma técnica que sempre foi usada na Casa da Passarella na elaboração de vinhos brancos, embora  este método seja habitualmente usado para vinhos tintos, produz vinhos de enorme carácter, personalidade  e diferenciação. 

      O Casa da Passarella O Fugitivo Barcelo 2021, um novo retorno à raiz mais profunda da Passarella: a vinificação  ancestral de castas presentes nos lotes históricos de vinhas velhas. Em 2021 escolheu-se criar um monocasta  Barcelo. Pelo carácter diferenciador, famoso pela delicadeza aromática e estrutura, mas também pela história  que esta casta singular soube escrever no passado desta casa centenária. 

      Utilizada na Passarella há mais de um século, a casta Pinot Noir está muito longe de ser uma novidade. Serviu  de base aos célebres ensaios de espumantização do Dr. Mário Pato nos anos 1930, e mais tarde foi a casta que  serviu de “meio de cultura” para as leveduras autóctones da Casa da Passarella, dada a sua precocidade de  maturação, que implica uma irrepreensível sanidade. Em 2019, a Passarella decide repetir a história – mas agora junta, à capacidade da casta para fazer o seu “fermento”, a exemplar capacidade de fazer um grande  vinho: Casa da Passarella O Fugitivo Pinot Noir 2019. 

      Desde 1892 que a Casa da Passarella, em Gouveia, no Dão, faz grandes vinhos, com as montanhas da Serra da Estrela por testemunhas. Tempo e ‘terroir’ são traves-mestras na história que ela conta. Com 60 hectares de vinha, divididos entre sete vinhas únicas e singulares, onde se incluem várias parcelas centenárias, é com castas  destas últimas que o enólogo Paulo Nunes gosta de experimentar e fazer criações diferentes. O resgate de  castas do Dão negligenciadas ou esquecidas é uma das missões que Paulo Nunes tomou para si, recuperando  património da região. Mas a responsabilidade de honrar esse passado não retirou ao enólogo o prazer de criar  grandes vinhos, pois como o próprio assume, só gosta da sua profissão porque se diverte a trabalhar

      A complexidade e a mística encontradas num vinho da Passarella revelam um vinho não monocórdico, com  notas que se vão expressando, e que em meros segundos se vão revelando e apresentando-se a quem deles  desfruta. Esta é a verdadeira expressão deste terroir, a essência destas vinhas, e a identidade dos vinhos da Casa da Passarella

      Fruto do acaso, da generosidade da natureza, de uma forma de estar, ou do talento de quem passou pelas  terras da Passarella, estas terras da sub-região da Serra da Estrela assistiram à criação de vinhos que passaram  pelo crivo do tempo e lhe sobreviveram com distinção, ao longo de mais de um século de vida. 

      “Com a terra como página em branco, continuamos a escrever as nossas histórias, colheita após colheita. O  Vindima 2011 é mais uma história da Casa da Passarella. Os vinhos da nossa casa são capítulos de uma  história que está a ser escrita, desde 1892”, finaliza Paulo Nunes. 

      PVP RECOMENDADO CASA DA PASSARELLA VINDIMA 2011 – 260€ 

      PVP RECOMENDADO CASA DA PASSARELLA VILLA OLIVEIRA ENCRUZADO 2019 – 45,00€ 

      PVP RECOMENDADO CASA DA PASSARELLA O FUGITIVO CURTIMENTA 2020 – 28,00€ 

      PVP RECOMENDADO CASA DA PASSARELLA O FUGITIVO BARCELO 2021 – 28,00€ 

      PVP RECOMENDADO CASA DA PASSARELLA O FUGITIVO PINOT NOIR 2019 – 28,00€ 

      Nunca se saberá se foi o clima, se foi a terra. Se foi o talento das pessoas que passaram pelas terras da Passarella e das suas apaixonantes histórias e personalidades. Ou se terá sido, pura e simplesmente, sorte.  Aquela mesma sorte que fez com que tudo isto se encontrasse, no mesmo lugar, na altura certa, como uma bênção de planetas alinhados, de sol e chuva e da curiosidade dos homens. Uma coisa é certa. Silenciosa e  imponente, a velha montanha tem assistido do alto ao nascimento de grandes vinhos neste pedaço de terra do Dão que tem a seus pés. 


      Website: Casa da Passarella

    • A Quinta do Noval lança a primeira colheita do vinho tinto Vinhas da Marka Douro DOC
      Terroir Series Quinta do Noval Vinhas da Marka 2019

      Christian Seely, Director Geral da Quinta do Noval comenta:

      “A Quinta do Noval tem sido sempre a mais ancorada na vinha e orientada para o terroir dos produtores tradicionais de Vinho do Porto. Integralmente baseada no Douro, a Quinta do Noval produz grandes vinhos do Porto e vinhos do Douro tintos e brancos provenientes dos nossos 192 hectares de vinhas. O maior de todos os nossos vinhos do Porto, o Quinta do Noval Nacional Vintage, provém de uma pequena parcela de 1.6 hectares de vinhas no coração da nossa Quinta. Estamos perfeitamente conscientes da importância vital do local onde as vinhas são cultivadas para determinar a qualidade e a personalidade dos vinhos que produzimos.

      Há alguns anos, concluímos um acordo com a família Agrellos para o arrendamento a longo prazo da vinha da Quinta da Marka, que tínhamos identificado como tendo terroir de potencial excepcional para a produção de vinhos de qualidade. Desde essa altura, a Quinta da Marka é gerida e os seus vinhos são vinificados pelas equipas técnicas da Quinta do Noval, chefiadas por Carlos Agrellos. Este potencial foi revelado nos excelentes vinhos tintos que foram produzidos na Quinta da Marka na vindima de 2019. Estes foram tão notáveis, que decidimos lançar um volume muito limitado de vinho tinto proveniente de uma parcela de vinhas velhas com 1.45 hectares no coração da Marka, que hoje vos apresentamos.

      Estas vinhas velhas plantadas em 1930 são uma mistura de mais de 30 castas tradicionais diferentes. O vinho resultante é fino, profundo e poderoso, com notas aromáticas complexas que se desenvolvem no copo, mas acima de tudo harmonioso, fresco, equilibrado e elegante. Consideramos tratar-se de um dos melhores vinhos produzidos até hoje no Douro, mostrando todo o potencial desta região histórica para produzir vinhos que podem ser considerados entre os grandes vinhos do mundo.”


      Website: Quinta do Noval

      Website: Terroir Series Quinta do Noval Vinhas da Marka 2019

    • Herdade Vale d’Évora lança topos de gama Discórdia

      Vinhos de Mértola a três compassos, clássico, potente e improvável

      ©Rui Gonçalves

      Os vinhos de topo da Herdade Vale d’Évora confirmam o vigor e originalidade do oásis vitícola de Mértola. Deste baixo Alentejo quente e agreste regressam também dois vinhos provocadores: um tinto pujante e um branco improvável. Está instalada a Discórdia.

      Esperamos a distinção dos tintos de Mértola. Os excessos deste baixo Alentejo quente e agreste favorecem o particular e a identidade própria e disso é exemplo o Grande Discórdia tinto, lembra Filipe Sevinate Pinto, enólogo dos vinhos Discórdia: “Com dimensão, concentrado e complexo, este é um tinto poderoso e com forte marca do lugar. Tem a ousadia de ser um topo de gama monovarietal, mas é um vinho totalmente adaptado às condições específicas deste reduto de Portugal”.

      Já o branco Grande Discórdia é surpreendente nas condições do terroir de Mértola, acrescenta o enólogo: “Revela tensão, é vibrante e complexo”. A casta Arinto e a proximidade ao rio Guadiana, assim como o controlo muito atento da maturação das uvas são contributos indispensáveis para a frescura e acidez deste grande reserva, que não deixa, mesmo assim, de ser improvável.

      “Os nossos topos de gama vêm confirmar a maturidade que a vinha está a atingir. São a bandeira do caminho que temos vindo a percorrer, no sentido de nos afirmarmos como produtores de vinhos de qualidade e muito característicos das especificidades de Mértola”, conclui o sócio e diretor executivo do projeto, Miguel Alho.

      A par da irreverência dos Grande Reserva Discórdia, da monocasta Syrah ou mesmo do tinto das castas Touriga Nacional e Touriga Franca, os vinhos Discórdia afirmam-se também pela consistência das colheitas, ano após ano, como é exemplo a nova edição do Discórdia Reserva tinto. Coerente, elegante e com dimensão, este é um tinto clássico do terroir de Mértola, uma das regiões mais quentes do país e de solos áridos de xisto.

      Uma década de vinhos Discórdia

      Os vinhos Discórdia têm origem na vinha de 10 hectares plantada na Herdade Vale d’Évora, uma propriedade de 550 hectares integrada no Parque Natural do Vale do Guadiana, Baixo Alentejo. Plantada em 2009, esta vinha tem talhões de quatro castas tintas (Touriga Franca, Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Syrah) e de três brancas (Arinto, Verdelho e Antão Vaz).

      O portefólio da Herdade Vale d’Évora inclui dois vinhos entrada de gama, branco e tinto, dois reservas, a monocasta Syrah, o tinto As Tourigas da Discórdia e os topos de gama Grande Discórdia tinto e branco.

      No mercado desde 2012, estes vinhos são produzidos por duas famílias amigas grandes apreciadoras de caça e dos vinhos de Mértola, a de Paulo Alho, natural de Sesimbra, e a de Vítor Pereira, com origens em Vila Nova de Famalicão.

      Vinhos em prova

      Grande Discórdia branco 2020 

      Produzido apenas em anos de excecional qualidade a partir de uvas colhidas na Herdade Vale d’Évora um branco da casta Arinto, mineral, vibrante, estruturado e com grande complexidade e frescura. Estágio de um ano de 70% do lote em barrica de 550 litros.

      Produzidas 820 garrafas 0,75 l e 100 garrafas magnum

      PVP: 34 euros

      Grande Discórdia tinto 2019

      Produzidos a partir das castas Touriga Franca (93%) e Alicante Bouschet (7%), apenas em anos de melhores colheitas. Vinho potente, concentrado e completo, com grande capacidade de envelhecimento.

      Produzidas 850 garrafas

      PVP: 67,5 euros

      Discórdia Reserva tinto 2019

      Vinho de lote produzido a partir das quatro castas tintas presentes na Herdade Vale d’Évora, a Touriga Nacional, Touriga Franca, Syrah e Alicante Bouschet. Estágio em barricas de 300 litros, de modo a conseguir-se uma integração harmoniosa da madeira e manutenção de alguma fruta. Vinho cheio, gordo e fresco, com a dimensão e estrutura características dos vinhos da região, que surpreende devido à sua frescura.

      Produzidas 4500 garrafas

      PVP: 19,90 euros

      As Tourigas da Discórdia 2020

      Vinho que revela uma complementaridade admirável entre as castas Touriga Nacional, mais elegante, mais aguerrida, e a Touriga Franca que aporta profundidade ao vinho. Estágio por casta individual em barrica de carvalho francês. Com preponderância da Touriga Nacional, este é um vinho muito expressivo, elegante e fresco. Uma combinação invulgar no Alentejo que se revelou um sucesso desde a primeira hora.

      Produzidas 1800 garrafas

      PVP: 16,50 euros

      Syrah da Discórdia 2020

      Produzido com uvas da casta Syrah colhidas na vinha da Herdade Vale d’Évora, este é um vinho cheio, terroso, quente, perfil clássico, e ainda com frescura, advinda do lado varietal da uva. Estágio em barricas grandes para preservar a fruta.

      Produzidas 2500 garrafas

      PVP: 16,50 euros


      Website : Herdade Vale d’Évora

    • Taylor’s lança Very Very Old Tawny Port

      Uma obra-prima do envelhecimento em madeira.

      A Taylor’s anuncia o lançamento do Very Very Old Tawny Port, o último de uma série de edições limitadas de excepcionais e muito raros vinhos do Porto.

      Adrian Bridge, Director Geral da Taylor’s, refere: “Provar o Very Very Old Tawny Port da Taylor’s é um privilégio raro. Extraído do tesouro de vinhos muito velhos que envelhecem silenciosamente nas caves Taylor’s, este vinho do Porto confirma o lugar da Taylor’s como líder na produção dos melhores vinhos do Porto muito velhos.” E acrescenta: “Estamos muito felizes por partilhar com os apaixonados de vinho do Porto esta obra-prima do envelhecimento em casco.”

      “O Taylor’s Very Very Old Tawny Port representa o legado do saber ancestral passado de uma geração para a seguinte; a competência da experiente equipa de tanoeiros da Taylor’s, que construíram os cascos e asseguraram a sua manutenção ao longo dos anos; a experiência da equipa de cave, que cuidou do vinho durante a sua longa viagem no tempo; e a arte dos provadores, que garantiram a sua excepcional harmonia e finesse.”, explica David Guimaraens, enólogo da Taylor’s.

      Este excelente vinho é um dos lotes mais antigos lançados até hoje. Elaborado a partir de uma selecção de vinhos raros envelhecidos nas caves Taylor’s, alguns dos quais desde antes da Segunda Guerra Mundial, que atingiram uma concentração que faz deles uma quintessência mágica.

      O Taylor’s Very Very Old Tawny Port deve ser servido após uma refeição e lentamente apreciado como uma sobremesa por direito. No entanto, dada a sua incrível frescura, acidez pungente e concentração, também combinará muito bem com figos secos, amêndoas, leite creme ou morangos silvestres. A temperatura de serviço recomendada é entre os 12 e os 16ºC.

      O Taylor’s Very Very Old Tawny Port está apresentado num elegante decanter, numa luxuosa caixa de madeira. Foram produzidas 3.000 unidades que vão estar disponíveis em lojas da especialidade já em Outubro com o pvp recomendado de 900€.

      Notas de prova:

      Castanho profundo no centro desvanecendo-se gradualmente para âmbar, exibe um bordo estreito cor palha pálida. A idade deste excepcional vinho do Porto é imediatamente evidente. Representa o ápice do que o longo envelhecimento em madeira pode alcançar, especialmente quando a habilidosa arte do lote confere definição, proporção e harmonia. O vinho tem a precisão e complexidade do movimento de um relógio, todos os seus complexos elementos trabalham em conjunto e harmonia. O nariz é intenso, mas finamente constituído e os aromas notavelmente delicados e etéreos devido à sua grande idade.

      Notas de caramelo, figos secos e café acabado de moer misturam-se com maçapão e sultanas para dar ao vinho um carácter opulento de pudim de ameixa, contudo isso permanece discretamente em pano de fundo e é realçado por notas frescas de casca de laranja e damasco. Apontamentos de baunilha, madeira de cedro e canela proporcionam uma subtil fragrância picante. Na boca o vinho tem um toque leve exibindo uma acidez fresca e um equilíbrio perfeito, mas mantém grandes reservas de aromas que emergem no longo final numa onda suave, aparentemente interminável. Muito poucos vinhos do Porto mantêm este equilíbrio e finesse depois de tantos anos a envelhecer em casco.

      Sobre as Caves Taylor’s:

      As caves Taylor’s são autênticas ‘catedrais do vinho’, construídas há vários séculos fornecem as condições ideais para o longo e suave envelhecimento do vinho do Porto. Com grossas paredes de granito e tectos muito altos conservam uma temperatura baixa e constante ao longo do ano. Muito importante é também a proximidade das caves ao rio Douro e ao oceano Atlântico, que fornecem a humidade necessária a um bom envelhecimento, pois limitam a evaporação. Esta evaporação, essencial ao excelente envelhecimento dos Tawnies, permite o desenvolvimento de um fungo preto sobre as telhas das caves, responsável pela característica cor escura dos telhados das caves do vinho do Porto.

      Sobre a Taylor’s:

      A Taylor’s é uma das primeiras e históricas casas de vinho do Porto, tendo sido estabelecida em 1692. Empresa familiar desde a sua fundação dedica-se exclusivamente à produção de vinhos do Porto de grande qualidade, desde o plantio da vinha e cultivo das uvas à elaboração, envelhecimento e engarrafamento dos lotes de vinhos. O compromisso da família com o futuro do vinho do Porto é também demonstrado na sua determinação em preservar o ambiente único da região do Douro, através da promoção de uma viticultura sustentável, nas suas dimensões ambiental, social e económica. A empresa é sobretudo conhecida pelos seus elegantes e longevos vinhos do Porto Vintages, que estão entre os mais reconhecidos, procurados e coleccionáveis, provenientes da emblemática Quinta de Vargellas e das Quintas da Terra Feita e Junco. A casa foi a criadora do LBV (Late Bottled Vintage), um estilo no qual a empresa foi pioneira e do qual continua a ser o principal produtor, tendo ainda sido pioneira no lançamento do Chip Dry, o primeiro Porto Branco Seco e no lançamento do primeiro Vintage Single Quinta. A Taylor’s é também reconhecida como o mais importante produtor de Tawnies de Idade e possui uma das mais extensas reservas de vinhos do Porto envelhecidos em casco.

      Website : Taylor’s

      Website : Taylor’s Very Very Old Tawny Port

    • Casa Ferreirinha Castas Escondidas Tinto 2018
      Casa Ferreirinha Castas Escondidas Tinto 2018

      Vinho com uma cor límpida, cor rubi, brilhante, intensidade média (+). Nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, muito frutado, frutos pretos e vermelhos maduros, bergamota, balsâmico, floresta, esteva, especiaria, pimenta e leve noz-moscada.

      Na boca é um vinho seco, com acidez média, taninos maduros, elegantes, suaves, redondos, álcool médio (13,5º), corpo médio, amplo, imensa fruta preta e vermelha madura, especiaria, balsâmico, com um final maravilhoso, longo e persistente.

      É um vinho com uma qualidade excelente, com um frutado viciante, elegância e equilíbrio, suavidade e frescura, gastronômico, com um final encantador, muito agradável, está num ponto ótimo para ser bebido ou pode guardar mais um tempo. Acompanhou muito bem umas bochechas de porco preto.

      Bochechas de porco preto

      Castas: Bastardo, Marufo, Tinta Francisca, Touriga-Fêmea, Tinta amarela, Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinto Cão e Vinhas Velhas
      Região: Douro


      A minha nota pessoal: FB 90

      Excelência: 96-100
      Excepcional: 90-95
      Bom/Muito Bom: 80-89
      Mediano: 70-79
      Pobre: 60-69
      Não aceitável: 50-59


      Website: Sogrape

      Website: Casa Ferreirinha Castas Escondidas Tinto 2018

      Website: Preços Casa Ferreirinha Castas Escondidas Tinto 2018

    • Château D’Yquem 2011

      Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade amarela, dourada, nariz limpo sem defeitos, com uma intensidade aromática pronunciada, aroma complexo, frutado, damasco seco, manga, notas cítricas, flor laranjeira, gengibre, muita evidência de botrytis.

      Na boca é um vinho muito doce, intensidade pronunciada, com uma acidez média (+), vibrante, álcool medio(+) (14,0%), corpo médio (+), untuoso, sedoso, damasco seco, mel, final de casca de laranja verde, gengibre, mineral e especiaria, amplo, enche a boca, delicioso, com um final longo e persistência enorme.

      É um vinho de com um nível de qualidade excelente, adorável, elegante, muito equilibrado, opulente, com uma frescura intensa, final prolongado que dá um enorme prazer, viciante.


      Castas: Semillon e Sauvignon Blanc
      Região:
      França / Bourdeaux / Sauternes


      A minha nota pessoal: FB 94

      Excelência: 96-100
      Excecional: 90-95
      Bom/Muito Bom: 80-89
      Mediano: 70-79
      Pobre: 60-69
      Não aceitável: 50-59


      Website: Château d’Yquem

      Website: Château d’Yquem 2011

      Website: Preços Château d’Yquem 2011

    • Damilano Barolo Cannubi 2010
      Damilano Barolo Cannubi 2010

      Vinho com uma cor límpida, cor rubi, laivos e bordo castanho-claros, brilhante, intensidade média. O nariz é limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, fruta preta madura, cereja e amora preta, bosque, cogumelo, tabaco, balsâmico, cedro.

      Na boca é um vinho seco, com acidez média, taninos médios (+), intensos, aveludados, elegantes, picantes, álcool médio (14º), corpo médio, amplo, frutado, cereja e amora preta, especiarias, ervas aromáticas, balsâmico, com um final longo e muito persistente.

      É um vinho com uma qualidade excelente, complexo de aromas, elegante, equilibrado, vibrante, intenso, preciso, com um final frutado, delicioso, cheio de frescura, longo e intenso. Acompanhou deliciosamente um Ragu com Tagliatelle, na perfeição elevando o prato à perfeição.

      Ragu com Tagliatelle

      Castas: Nebbiolo de Barolo
      Região: Piedmont – Itália


      A minha nota pessoal: FB 93

      Excelência: 96-100
      Excepcional: 90-95
      Bom/Muito Bom: 80-89
      Mediano: 70-79
      Pobre: 60-69
      Não aceitável: 50-59


      Website: Damilano Winery – Cantine Damilano

      Website: Damilano Barolo Cannubi 2010

    • Castillo Ygay Tinto Gran Reserva 2010
      Castillo Ygay Tinto Gran Reserva

      Vinho com uma cor límpida, cor rubi, brilhante, intensidade média. O nariz é limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, complexo, toques de mato, floresta, fruta vermelha madura, cerejas e bagas, floral, violetas e rosas, balsâmico, cogumelo, tabaco, madeira envelhecida, cedro, licorice.

      Na boca é um vinho seco, com acidez média, taninos médios (+), aveludados, elegantes, de granula fina, picantes, álcool médio (14º), corpo médio, amplo, frutado, cereja e ameixa, especiarias, com um final longo e muito persistente.

      É um vinho com uma qualidade excelente, muito complexo de aromas, até viciante, que evoluem em contato com o ar, cheio de elegância e equilíbrio, suavidade e frescura, com um final cativante, deliciosamente frutado e especiado, muito longo, poderoso e intenso. Harmonizou com queijos, presunto e umas costeletas de borrego.


      Castas: Tempranillo (85%) e Mazuelo (15%)
      Região: Espanha Rioja


      A minha nota pessoal: FB 97

      Excelência: 96-100
      Excepcional: 90-95
      Bom/Muito Bom: 80-89
      Mediano: 70-79
      Pobre: 60-69
      Não aceitável: 50-59


      Website: Marquês de Murrieta
      Website: Castillo Ygay Tinto Gran Reserva
      Ficha Técnica: Castillo Ygay Tinto Gran Reserva 2010

    • Fonseca Bin 27 Reserva
      Fonseca Bin 27 Reserva

      Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, pureza de fruta preta, mirtilo, amora, cereja preta, especiaria, terroso, chocolate preto.

      Na boca é um vinho doce, acidez média, taninos elegantes, suaves, envolventes, álcool alto, corpo médio (+), amplo, muito frutado, amora, cereja preta, final prolongado, marcante e persistente.

      É um vinho de qualidade excelente, muito elegante, muito frutado, suculento, amplo, aveludado, envolvente, muito equilibrado, dando um prazer enorme. Um vinho com uma qualidade enorme, acessível ao comum dos apreciadores de vinho do Porto.

      Tartellete de frutos vermelhos

      Castas: Douro Blend
      Região: Douro


      A minha nota pessoal: FB 92

      Excelência: 96-100
      Excepcional: 90-95
      Bom/Muito Bom: 80-89
      Mediano: 70-79
      Pobre: 60-69
      Não aceitável: 50-59


      Website: Fonseca Bin 27

      Website: Fonseca Bin 27 Reserva

    • POÇAS APRESENTA OFERTA GASTRONÓMICA NO CENTRO DE VISITAS

      POÇAS APRESENTA OFERTA GASTRONÓMICA NO CENTRO DE VISITAS

      E PROPÕE HARMONIZAÇÃO COM OS SEUS VINHOS DO DOURO E DO PORTO

      A oferta do Centro de Visitas da Poças, em Vila Nova de Gaia, ganha mais sabor com as criações do chef Pedro Braga, que são a combinação perfeita para acompanhar uma visita à adega, ou apenas para um petisco neste espaço cheio de história.

      A Poças, produtora de Vinho do Porto e Douro, apresenta uma nova experiência gastronómica com harmonização de vinhos de excelência, no Centro de Visitas, em Vila Nova de Gaia, e que conta com a consultoria do Chef Pedro Braga.

      Com o objetivo sempre presente de criar momentos inesquecíveis à volta da mesa, e do copo, a Poças apresenta esta nova viagem gastronómica no seu enoturismo em Vila Nova de Gaia, levando os seus visitantes a brindar e saborear o melhor da região, numa experiência fora de série!

      No Centro de Visitas, é agora possível degustar criações do chef do restaurante Mito, no Porto, que alia ingredientes sazonais à proposta da Poças, em que para cada petisco são sugeridas duas harmonizações, uma mais clássica e uma mais arrojada. Bom exemplo da preocupação em utilizar produtos da estação é o Blinis, sável fumado, creme fraiche, limão e caviar de algas (12€), um prato que traduz o trabalho de recuperação da tradição de fumar o sável em barricas de vinho do Porto – tal como era feito pelos tanoeiros nos balseiros do Douro -, que a Poças tem vindo a desenvolver. Como pairing as sugestões são um Fora de Série Acrobata 2021 ou um Poças Reserva Branco 2020.

      Na nova proposta gastronómica agora disponível, outros sabores prometem harmonizações muito interessantes, como o Brioche da terrina de foie gras, com marmelada e avelã (12€) a acompanhar com o Fora da Série Orange Wine 2020 ou um Poças 10 Anos Branco; a Terrina de rabo de boi corada, com molho de romesco, pimentos e rúcula (13€), harmonizado com o Fora da Série Vinho da Roga 2020 ou um Poças Tinto 2020; ou o Carpaccio de courgette, hortelã, pinhões, requeijão e limão (6€), aqui sugerido com o Fora da Série Plano B 2021 ou um Poças Branco 2021.

      Para os amantes de queijo fica a sugestão de uma tábua de Queijos, goma de marmelada, paçoca de amendoim e crackers (12€) para a qual a Poças sugere pairing com o divertido Trava-Línguas de 2019 ou um clássico Poças LBV 2015.  Para quem não despensa uma sobremesa equilibrada, o Cheesecake basco de requeijão e toffee(5,5€) pode ser servido com um Poças Colheita 2011 ou um Poças 20 Anos Tawny, este último com aromas elegantes e delicados de frutas secas, que combinam na perfeição com este doce proposto pelo chef.

      Atualmente, o Centro de Visitas da Poças, em Vila Nova de Gaia, encontra-se de portas abertas de quarta-feira a domingo, das 10h00 às 19h00, sendo possível provar as novas opções gastronómicas de sexta-feira a domingo das 10h00 às 19h00 (a reserva não é obrigatória, mas é recomendada).

      Fundada em 1918, a Poças orgulha-se de ser uma das poucas empresas portuguesas de Vinho do Porto que desde então se mantém na mesma família. Tradição e criatividade, são particularidades que distinguem a empresa, com um objetivo sempre presente de aliar a sua história às novas formas de consumo. A Poças tem feito o seu percurso de mestria, apresentando uma oferta diversificada e cada vez mais surpreendente, com a recuperação de tradições antigas, como o Quinado ou o Vermute, mas também com a irreverência do Trava-Línguas ou dos Fora da Série, vinhos muito presentes nas sugestões de harmonização com os pratos da carta agora apresentada.

      O Centro de Visitas da Poças, em Vila Nova de Gaia, permite dar a conhecer a história da empresa centenária, os seus vinhos e as pessoas que fazem desta empresa familiar uma referência no panorama vínico nacional. Aberto de quarta-feira a domingo, este espaço pode ser percorrido com visita guiada à adega e várias provas de vinho, disponíveis no site – https://pocas.pt/visitar/. Na loja, podem encontrar-se toda as gamas de vinho do Porto e Douro DOC da marca, bem como algumas edições especiais. Aqui, o difícil, será a escolha.

      Contactos:
      Sede

      Rua Visconde das Devesas, 186

      4401 – 337 Vila Nova de Gaia – Portugal

      info@pocas.pt

      tel.:+ 351 223 771 070

      Centro de Visitas

      Rua Visconde das Devesas, 168

      4401 – 337 Vila Nova de Gaia – Portugal

      Email: visitors@pocas.pt

      tel: + 351 223 203 257

      Online:
      https://pocas.pt/

      https://www.instagram.com/pocaswines/
      https://www.facebook.com/Pocas.Wines

    • Vinhos Borges: 2020 é Vintage Clássico

      Apesar de ter sido um ano de extremos, o resultado foram uvas de elevada qualidade e concentração que originaram um vinho excecional: o Borges Vintage Porto 2020.

      O ano vitícola 2019-2020 foi marcado pelo clima extremo e vindima precoce, mas as maturações repentinas e as uvas de elevada qualidade e concentração, resultaram num néctar de excelência, declarado pela Sociedade dos Vinhos Borges, como um Vintage Clássico.

      O Borges Vintage Porto 2020 tem origem na mais rigorosa seleção de uvas da Quinta da Soalheira, no Douro, que acumula um património singular desde 1904, quando foi adquirida pelos irmãos Borges.

      Vinificado em lagar, com recurso à tradicional pisa a pé, de forma a promover uma maceração e extração intensa, apresenta um aroma exuberante, jovem, fresco e muito complexo. Marcado inicialmente pela presença de notas resinosas, quase vegetais, com nuances de eucalipto, esteva e mentol, sobressaem também aromas a ameixa preta, amora, groselha e regaliz, intercalados por nuances florais bem presentes, característica da casta Touriga-Nacional.

      Na boca o Borges Vintage Porto 2020 destaca-se pelo seu carácter encorpado, extraordinariamente gorduroso e com excelente volume, revelando taninos bem marcados, firmes, suaves e envolventes num conjunto macio e aveludado. Apresenta um grande equilíbrio entre a doçura e a acidez, em que o seu sabor transmite na perfeição as sensações aromáticas e frescura, realçadas pelas notas a amora e mentol, que se prolongam num final de grande persistência.

      As alterações climáticas, o aquecimento global e a pandemia estiveram na base das adversidades que marcaram a vindima de 2020, exigindo um olhar atento e minucioso de toda a equipa de viticultura e enologia da Borges. Os métodos de trabalho tiveram de ser readaptados, de modo a assegurar não só a proteção de toda a equipa, como também a realização de todas as operações na vinha oportunamente.

      “O Borges Vintage Porto 2020 é um vinho único e distinto, criado num ano histórico para a humanidade e inesquecível por todas as razões. É o fruto de um ano de grande desafio, determinação, superação e retribuição. É uma criação resultante da paixão pela vinha, dedicação, entrega e crença no terroir! Acreditamos que será um néctar memorável, carregado de história e estórias, para momentos únicos e inspiradores entre amigos, família ou simplesmente a sós!”, afirma Ana Montenegro, Diretora de Marketing da Sociedade dos Vinhos Borges.

      O Borges Vintage Porto 2020 é ideal para harmonizar queijos gordos, sobremesas de chocolate e frutos vermelhos e pratos complexos.

      Acabou de ser lançado para o mercado e estará disponível para venda em garrafeiras e lojas especializadas, assim como na JMV Loja Online.


      Website: Vinhos Borges

      Website: Borges Vintage Porto 2020

    • Enoturismo da Niepoort é um palco privilegiado para a promoção de vinhos portugueses no mundo

      Depois da abertura do espaço Serpa Pinto, a Niepoort abre agora a Quinta de Nápoles a visitantes, reforçando a aposta no enoturismo em que, mais do que os programas disponibilizados, se proporciona uma viagem à essência dos vinhos portugueses. Este ano, a Quinta de Nápoles é também a anfitriã da 7ª edição do Festival Tomate-Coração-de-Boi.

      A Quinta de Nápoles, da família Niepoort, é uma das mais antigas propriedades da região demarcada do Douro que acaba de abrir portas ao público. Os entusiastas do vinho – e da região única que é o Douro – podem agora realizar visitas guiadas pela propriedade que incluem almoço com a equipa e passagem pela adega, onde são produzidas todas as referências de vinho do Porto e DOC Douro da marca. Este projeto reforça, assim, a forte aposta da Niepoort nesta vertente do Enoturismo, que se iniciou com a abertura ao público das Caves Serpa Pinto, as caves da Niepoort em Vila Nova de Gaia, e um dos ex-líbris do projeto. 

      A Quinta de Nápoles, localizada na margem esquerda do rio Tedo, apresenta as condições ideais para a produção de vinhos de mesa DOC frescos, elegantes e com uma complexidade aromática extraordinária. Funciona como um importante centro de encontro, degustação e partilha com outros consumidores e produtores do mundo. Está equipada com uma adega totalmente moderna e com generosas caves para estágio em tonéis, barricas, inox e barro. Quem visita esta quinta no Douro pode desfrutar de um almoço com a equipa, no Isto não é um restaurante, que como o nome indica propõe uma experiência informal e irreverente, característicos da Niepoort, que proporciona um almoço com os trabalhadores, acompanhado de sabores caseiros e referências da marca produzidas em diferentes regiões de Portugal, num alpendre com vista sobre o vale do Douro e os seus socalcos de xisto e madeira. “Uma visita à Quinta de Nápoles proporciona uma viagem por Portugal, conhecendo o que de melhor a nossa equipa de enologia tem desenvolvido nas principais regiões vitivinícolas nacionais e a filosofia que pauta a casa Niepoort, qualidade e irreverência”, explica Beatriz Machado, diretora do departamento de Marketing e Turismo da Niepoort. 

      O Enoturismo da Niepoort contempla, assim, diferentes programas para diversos públicos e ocasiões, com o fio condutor de uma experiência vínica privilegiada e única no país e no mundo. Estes programas podem ser experienciados na Quinta de Nápoles e nas caves Niepoort, em Vila Nova de Gaia, estas últimas com 180 anos dedicados ao Vinho do Porto. Serpa Pinto é o ‘guardião do saber’ que tem passado de geração em geração: um lugar mágico, onde os vinhos envelhecem à velocidade de outros tempos, e de onde saem algumas das referências mais icónicas da Niepoort.

      Neste espaço Serpa Pinto, há três opções de visita. O programa Niepoortland sugere uma visita e prova de quatro vinhos, não só do Douro, mas também de outras regiões vínicas como o Dão, Bairrada e o Porto, onde a reconhecida Niepoort desenvolve projetos. A Visita e Prova de seis vinhos Niepoort, oriundos das diferentes regiões vínicas nacionais, tem a duração de uma hora e meia e é uma das experiências de enoturismo que permite viajar pelas diferentes regiões demarcadas de Portugal e conhecer os diversos estilos e terroirs trabalhados pelos enólogos da Niepoort. Desde que realizada com marcação prévia, os mais curiosos podem também participar numa masterclass com prova de dezoito vinhos, a Niepoort Master, com a duração de três horas, onde há espaço para aprender “tudo o que precisa de saber sobre o vinho português”, reforça Beatriz Machado.


      “Um dos lemas da nossa família – e marca – é pensar fora da caixa. A abertura a visitas na Quinta de Nápoles e nas Caves Serpa Pinto simbolizam o ‘novo tempo’ a que nos temos dedicado na Niepoort. Estamos focados, paralelamente, na renovação, trazendo novas
       forma de pensar o enoturismo e a devoção ao vinho, mas há coisas que não iremos alterar, como as Caves que se mantêm inalteradas desde o tempo do meu avô, e que são um espaço único no país (e até no mundo).”explica Daniel Niepoort, filho de Dirk Niepoort e sexta geração da família.

      Integrado na vertente Enoturismo, a Niepoort recebe a edição deste ano do concurso do Festival Tomate-Coração-de-Boi na Quinta de Nápoles.

      O tomate-coração-de-boi é o produto mais aguardado da estação, celebrado com uma série de iniciativas por toda a região. O Festival do Tomate-Coração-de-Boi do Douro regressa, ao fim de dois anos de interrupção, à Quinta de Nápoles no dia 26 de agosto, o primeiro dia da iniciativa que vai na sétima edição. A Quinta de Nápoles será a anfitriã de um painel de chefes de cozinha, enólogos, jornalistas e outros atores na área da gastronomia que integram o júri do concurso que premeia o melhor produtor de tomate da temporada.

      O evento continua no dia seguinte, 27 de agosto, junto à capela de Arroios, em Vila Real, com a prova e venda daquele que é considerado um dos melhores tomates do mundo.

      Esta experiência consolida a aposta da marca numa oferta de enoturismo variadas, internas e com parcerias externas, garantindo uma programação dinâmica que pode incluir festivais, concertos, colaborações com artistas de várias áreas, entre várias outras experiências. 

      Na Niepoort, as vinhas, o vinho e a história são celebrados numa abordagem artística 360º.

      EXPERIÊNCIAS ENOTURISMO NIEPOORT

      Isto não é um Restaurante (apenas disponível no Douro)

      65€ (mínimo 2 pessoas)

      2h30

      Visita e almoço informal com a equipa

      (informação prévia de restrições alimentares obrigatória)

      A Quinta de Nápoles recebe-o para um almoço informal com a equipa de trabalho. A partilha de experiências e os vinhos da casa sentam-se à mesa consigo. Bom apetite!

      Niepoortland 

      35€ (mínimo 2 pessoas)

      1h

      Visita e prova de 4 Vinhos Niepoort 

      Explore a região através de 4 vinhos surpreendentes!

      Visita e Prova de Vinhos

      85€ (mínimo 2 pessoas)

      1h30

      Visita e prova de 6 Vinhos Niepoort das diferentes regiões vínicas de Portugal (Porto, Douro, Bairrada, Dão)

      Viaje pelas diferentes regiões vínicas do país e conheça os estilos e terroirs dos vinhos Niepoort!

      Niepoort Master

      200€ (mínimo 2 pessoas)

      3h

      Masterclass Niepoort com prova de 18 vinhos: Tudo o que precisa saber sobre o vinho português

      Receba uma masterclass do sommelier da Niepoort e experimente uma seleção especial de Vinhos Niepoort.

      Horário de Funcionamento Quinta de Nápoles – por marcação

      Segunda-feira: 11h00 – 19h00

      Terça-feira: 11h00 – 19h00

      Quarta-feira: 11h00 – 19h00

      Quinta-feira: 11h00 – 19h00

      Sexta-feira: 11h00 – 19h00

      Sábado: 11h00 – 19h00

      Domingo: 11h00 – 19h00

      Horário de Funcionamento caves Serpa Pinto, Gaia-Porto – por marcação

      Segunda-feira: 10h00 – 18h00

      Terça-feira: 10h00 – 18h00

      Quarta-feira: 10h00 – 18h00

      Quinta-feira: 10h00 – 18h00

      Sexta-feira: 10h00 – 18h00

      Sábado: 10h00 – 18h00

      Domingo: 10h00 – 18h00

      INFORMAÇÕES GERAIS

      Contatos

      Quinta de Nápoles 

      5110-543 Santo Adrião, Armamar

      Tel. +351 254 855 436

      napoles@niepoort.pt

      Caves Serpa Pinto – Niepoort

      Rua de Serpa Pinto, 278
      4400-307 Vila Nova de Gaia

      Tel. +351 937 715 676

      serpa.pinto@niepoort.pt

      www.niepoort.pt

    • Festa do Tomate Coração de Boi do Douro

      O Projeto Capella regressa para mais uma edição especial dia 27 de agosto. A Capela barroca de Arroios (Vila Real), que marca uma das mais bonitas praças do Douro, volta a abrir portas para receber a Festa do Tomate Coração de Boi do Douro. 

      A XII edição do Projeto Capella começa pelas 17h30 com a prova comentada de Tomate Coração de Boi do Douro, Flor de Sal e Azeite na capela barroca. 

      Segue-se, pelas 18h00, o Mercadinho da Capela, no largo da aldeia. Além dos produtos hortícolas de Arroios, Tomate Coração de Boi incluído, o mercadinho conta com a venda de vinhos, doces e compotas, artesanato e flores. 

      E, como não podia falhar num mercado com espírito de festa, haverá ainda animação, música e muitos petiscos – entre outros, porco no espeto, feijoada de javali, etc. 

      Fica o convite para conhecer este projeto organizado pelo alltodouro – projeto de animação turística e cultural desenvolvido pela Greengrape, em parceria com a Junta de Freguesia de Arroios e com o apoio da estalagem Quinta do Paço.


      Greengrape

      Alltodouro

    • Fonseca Porto Vintage 1985
      Fonseca Porto Vintage 1985

      Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor tijolo, carmesim, laivos vermelhos, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, frutado, fruta vermelha de caroço, cereja confitada, ameixa seca, figo seco, tamara, bolo inglês.

      Na boca é um vinho doce, acidez média, taninos elegantes, suaves, envolventes, álcool alto, corpo médio (+), amplo, fruta vermelha de caroço confitada, tamaras e figos, especiaria, apimentado, final prolongado, marcante e muito persistente.

      Cheesecake de frutos vermelhos

      É um vinho de qualidade excelente, muito elegante, frutado, requintado, suculento, amplo, envolvente, muito equilibrado dando um prazer enorme, está num ponto ótimo para ser bebido, mas com potencial para mais anos, para quem tiver paciência.


      Castas: Blend Vinho do Porto
      Região: Douro


      A minha nota pessoal: FB 93

      Excelência: 96-100
      Excepcional: 90-95
      Bom/Muito Bom: 80-89
      Mediano: 70-79
      Pobre: 60-69
      Não aceitável: 50-59


      Website: Fonseca

      Preços: Fonseca Porto Vintage 1985

      Ficha Técnica: Fonseca Porto Vintage 1985

    • Casa de Saima Garrafeira Baga 2015