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Tasting for all blog

  • Burmester Tordiz Tawny 40 Anos

    Vinho com uma cor âmbar, castanha clara, encantadora, límpida, brilhante, intensidade média, bordo esverdeado, nariz limpo sem defeitos, de intensidade pronunciada, muito complexo, aroma inicial com um misto de citrino e leve terroso, evoluindo para frutos secos, ameixas, nozes, especiaria, chocolate branco, noz-moscada, mel, rum velho, madeiras, armário velho, ligeiro verniz.

    Na boca é um vinho doce, de acidez incrível, que envolve progressivamente toda a boca, álcool alto, corpo médio (+), amplo, de intensidade pronunciada, muito sedoso, aveludado, mel, frutos secos, noz, chocolate branco, amplo, guloso, duma persistência incrível e final muito longo, interminável.

    É um vinho de com um nível de qualidade excepcional, muito complexo, com bouquet encantador, intenso, cheio de frescura, elegante, equilibrado, de grande amplitude, guloso, aveludado, com um final fabuloso, prazer e persistência interminável. Harmonizou muito bem com uma Coroa da Abadessa da Pastelaria Alcoa, formando um par perfeito. Foi engarrafado em 2019.


    A minha nota pessoal: FB 94

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Burmester

    Website : Burmester Tordiz Tawny 40 Anos

    Preços: Burmester Tordiz Tawny 40 Anos

    Ficha Técnica : Burmester Tordiz Tawny 40 Anos

  • Lucien et Andre Brunel Châteauneuf-du-Pape Les Cailloux Tinto 2017

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade rubi, aberta, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), elegante, frutado, frutos vermelhos macerados, cerejas, vegetal, mato verde, madeira velha exótica, especiaria e ligeiro couro.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média, elegante, álcool médio (+) (14,0º), corpo médio, taninos médios, intensos que envolvem a boca, mas muito elegantes e suaves, textura agradável, corresponde ao nariz, cereja acida, madeira elegante, mato verde, e com um final longo de agradável secura e persistência.

    É um vinho excepcional, cheio de suavidade e elegância, equilibrado, delicado, frutado, muito gostoso, com grande envolvência na boca. Pede comida, combina maravilhosamente com carnes grelhadas. Está ótimo para beber, mas pode ser guardado mais tempo.


    Castas : Grenache (70%), Mourvèdre (17%), Syrah (10%), Cinsault (3%).

    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Lucien et Andre Brunel Domaine Les Cailloux

    Ficha Técnica : Châteauneuf du Pape Les Cailloux Tinto 2017

    Preços : Châteauneuf du Pape Les Cailloux Tinto 2017

  • D’Oliveiras Madeira Sercial 1999

    Vinho com uma cor âmbar, maravilhosa, límpida, brilhante, intensidade pronunciada, bordo esverdeado, nariz limpo sem defeitos, fresco, citrino, exuberante, com uma intensidade aromática pronunciada, complexo, citrino, casca de limão confeitada, gengibre, ligeiro verniz, frutos secos, nozes, favo de mel, especiaria, noz-moscada, pólvora seca, caixa de charuto, salino.

    Na boca é um vinho seco, de acidez alta, que se espalha na boca, álcool alto, corpo médio (+), amplo, de intensidade pronunciada, citrino, apimentado, especiado, mineral, salino, aveludado, sedoso, final seco, citrino, muito longo e muita persistência.

    É um vinho de com um nível de qualidade excepcional, intenso, muito citrino no aroma e na boca, elegante, equilibrado, complexo, mineral, de grande amplitude, enche a boca, harmonizou muito bem com Sushi e como sobremesa com pasteis de feijão e amêndoa.


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : D’Oliveiras

    Preços: D’Oliveiras Madeira Sercial 1999

    Ficha Técnica : D’Oliveiras Madeira Sercial 1999

  • Domaine Zind-Humbrech Riesling Rouche Roulée 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade amarela intensa, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), frutado, frutas brancas, gengibre, rosas, mel, ligeiro citrino verde, mineral, pedra molhada, especiarias, pimenta branca.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, fina, álcool médio (+) (13,4º), corpo médio, frescura intensa, amplo, mineral, aveludado, casca de citrino verde, picante, gengibre, de intensidade pronunciada, com um final suculento, seco, longo e muito persistente.

    É um vinho de com um nível de qualidade excelente, com um lado da casta Riesling menos tropical mas mais mineral, muito elegante, equilibrado, com um frescor incrível e intenso, aveludado, citrino picante, gastronómico, versátil, acompanhando vários pratos com distinção criando uma harmonização perfeita. Pode ser bebido desde já ou guardar muito mais tempo.


    Castas : Riesling

    A minha nota pessoal: FB 91

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website: Domaine Zind-Humbert

    Preços : Domaine Zind-Humbrech Riesling Rouche Roulée 2018

    Ficha Técnica : Domaine Zind-Humbrech Riesling Rouche Roulée 2018

  • Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade amarela citrina, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, floral, perfumado, flores brancas, frutos secos, amêndoas, tangerina, mato seco, especiarias, tosta muito elegante.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, fina, álcool médio (+) (13,5º), corpo médio (+), estruturado, enche a boca, frescura, picante, frutado, especiaria, mineral, sedoso, amplo, de intensidade pronunciada, com um final seco, longo e muito persistente.

    É um vinho de com um nível de qualidade excelente, perfumado, muito elegante, equilibrado, com muita estrutura, cheio de frescura, aveludado, apimentado, madeira muito bem integrada, gastronómico, criando uma grande envolvência na boca, que dá um enorme prazer. Pode ser bebido desde já ou guardar muito mais tempo.


    Castas : Antão Vaz

    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website: Ribafreixo Wines

    Preços : Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018

    Ficha Técnica : Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018

  • Um azeite requintado e delicado da Quinta do Noval

    Mais conhecida pela sua produção de vinhos do Porto e do Douro, a Quinta do Noval  também produz Azeite Virgem Extra no coração das suas vinhas. Este azeite português é  produzido respeitando as tradições neste grande terroir

    Um terroir excecional e a associação de diversas variedades de azeitona : uma promessa de alta  qualidade.  

    Quinta do Noval Axa Millesimes Serge Chapuis

    A Quinta do Noval tem aproximadamente 26 hectares dedicados ao olival. Os olivais são polivarietais,  compostos por várias variedades portuguesas de oliveira. As principais são: Cordovil, Madural, Verdeal  e Galega.  

    Muitas das oliveiras da Quinta do Noval têm mais de 200 anos. Consequentemente, produzem um azeite  mais rico e complexo com apenas 0,2% de acidez. 

    Quinta do Noval Axa Millesimes Serge Chapuis

    As oliveiras são cultivadas de modo tradicional, sem rega e podadas manualmente. As azeitonas são  colhidas à mão durante o mês de novembro. Em seguida, são prensadas a frio em mós de granito para  extrair um Azeite Virgem Extra da melhor qualidade e preservar os aromas delicados da fruta.  

    Uma nova imagem, completamente repensada. 

    O Azeite Virgem Extra da Quinta do Noval tem uma imagem renovada em 2020. O seu novo rótulo e a  embalagem com design sóbrio e elegante, evocam a pureza do fruto e os aromas refinados. A cor verde  opaca da garrafa permite preservar a qualidade e lembra a cor da azeitona. O vertedor e a rolha de cortiça  foram conservados para facilitar o serviço e a dosagem.  

    « Harmonioso e refinado, fresco e especiado, o nosso azeite é uma expressão autêntica do terroir  da Quinta do Noval. » A produção é limitada: 9394 garrafas de 50cl foram produzidas em 2020.

    Website: Quinta do Noval

  • The Porto Protocol Climate Talks – Castas, uma ferramenta de resiliência

    INTRODUÇÃO

    Utilizando modelos climáticos e registos históricos dos padrões de maturação das uvas, os cientistas demonstraram que cerca de 50% das actuais áreas vitícolas do planeta não serão climaticamente adequadas para as suas actuais castas se as temperaturas aumentarem 2°C. Espera-se que as alterações climáticas imponham novos desafios a esta selecção de castas no longo prazo.  De facto, é muito provável que as alterações climáticas tenham efeitos importantes na qualidade e no estilo do vinho, o que a longo prazo pode causar mudanças geográficas nas castas e áreas de produção. Por outro lado, testemunhamos que as uvas tendem a ser colhidas cerca de 2 semanas antes do que era habitual.

    As castas PIWI, utilizadas em algumas regiões vinícolas, surgem como uma solução potencial, uma vez que são resistentes ao clima e quase não requerem tratamentos químicos.

    A escolha da solução correcta para lidar com os impactos climáticos a longo prazo é crucial. Os viticultores devem planear a adaptação às alterações climáticas, mas será que temos conhecimentos suficientes sobre castas e os seus clones para fazer uma escolha? Os porta-enxertos também podem fazer parte da solução? Que dados temos de considerar ao tomarmos estas decisões? Os regulamentos não são demasiado rigorosos para seleccionar diferentes castas quando se produzem vinhos certificados?

    O DEBATE

    Nesta Climate Talk vamos explorar as tendências nas escolhas das castas na vinha e nos vinhos em todo o mundo, e quais são as soluções a longo prazo que os produtores possam considerar adoptar nas suas vinhas. Contamos com produtores de diferentes partes do mundo que já estão a liderar a experimentação de diferentes abordagens com castas, como uma ferramenta de resiliência.

    OS TOPICOS

    • Que mudanças já estamos a observar nas regiões vitivinícolas?
    • Os viticultores já começaram a tomar medidas para as novas projecções climáticas?
    • Que papel têm as castas autóctones na luta contra as alterações climáticas?
    • Pode a diversidade das castas na vinha ajudar a amortecer as alterações climáticas?
    • Apesar da enorme diversidade varietal global (existem mais de 6.000 castas conhecidas cultivadas no mundo), as 100 melhores castas representam uns incríveis 80% de todas as uvas plantadas. Será isto sustentável?
    • Devemos procurar clones de castas ou porta-enxertos mais adaptados?
    • Quais são as castas PIWI, os seus benefícios, desafios e resultados comprovados?

    CONVIDADOS

    DAN PETROSKI. EUA

    Enólogo em Larkmead Vineyards

    Dan é um enólogo dotado e intuitivo, cujo paladar do ‘velho mundo’ tem guiado a sua filosofia sobre o vinho.  A abordagem e a capacidade de Dan em elaborar vinhos tão diversos como Cabernet Sauvignon e Tocai Friulano valeram-lhe o reconhecimento como o Enólogo do Ano na San Francisco Chronicle em 2017.

    DAVID GUIMARAENS. PORTUGAL

    Director Técnico e de Enologia na The Fladgate Partnership

    David Guimaraens representa a sexta geração da sua família que activamente se dedica ao negócio do Vinho do Porto. Desde 1991, que desempenha um papel fulcral na produção de vinhos do grupo e no desenvolvimento das suas adegas e vinhas. Em estreita colaboração com o director de viticultura, António Magalhães, criaram um premiado modelo de vinha sustentável, que se deverá tornar o modelo padrão para a viticultura ambientalmente responsável na região do Douro.

    WERNER MORANDELL. Italy

    Fundador e Enólogo na Winemaker Lieselehof

    Pioneiros da viticultura sustentável, rapidamente se apercebeu da utilização excessiva e abusiva de pesticidas na viticultura e mudou para métodos orgânicos. Em 1998, Werner descobre as castas PIWI e decide plantar a primeira vinha PIWI da Itália em 2002. Foi vice-presidente da PIWI, a primeira associação a promover a viticultura sem pesticidas.

    MODERADOR

    TOBIAS WEBB. UK

    Co-Fundador do Sustainable Wine Ltd

    Tobias Webb é co-fundador da Sustainable Wine Ltd, com Agatha Pereira. Tem entrevistado enólogos e executivos de vinho desde 2015. Em 2019 criaram o Fórum do Futuro do Vinho, evento que reúne centenas de executivos de vinho e peritos de renome sobre o COMO da sustentabilidade no vinho.

    Mais informação em: https://www.portoprotocol.com/the-choice-of-grape-varieties-as-a-resilience-building-tool/

    A AUDIÊNCIA

    • Empresários da Indústria do vinhos e de toda a cadeia de valor do vinho
    • Gestores de Sustentabilidade e Ambiente
    • Bloggers de Vinho
    • Jornalistas da área do ambiente
    • Estudantes de enologia e sustentabilidade

    FORMATO

    3 Convidados e 1 Moderador têm uma conversa via Zoom, com transmissão em directo no canal YouTube do Porto Protocol. A conversa é iniciada pelo anfitrião, começando com uma breve introdução sobre o tema, seguida do debate com os convidados, que também podem fazer perguntas entre eles. Durante a transmissão em directo, os Participantes podem colocar perguntas através do Youtube.

    NOTA: Os debates permanecem disponíveis no canal youtube do Porto Protocol e no podcast em https://open.spotify.com/show/0o6EgCk1SSjc5ZVSiVGuxu.

    SOBRE AS CLIMATE TALKS

    As Climate Talks by Porto Protocol são uma série de conversas digitais sobre temas relevantes para o mundo do vinho num clima em mudança. Desde embalagens sustentáveis até ao papel da natureza e da tecnologia na construção de uma resposta climática, numerosos tópicos têm e continuam a ser debatidos nas nossas conversas virtuais, que juntam convidados de diferentes cantos do mundo, que partilham os seus conhecimentos, experiências e desafios. Saiba mais aqui: https://www.portoprotocol.com/climate-talks/ 

    SOBRE o THE PORTO PROTOCOL

    A Fundação The Porto Protocol é uma instituição corporativa sem fins lucrativos, fundada pela Taylor’s. Conta com centenas de membros, unidos pelo compromisso de dar uma contribuição maior para mitigar as mudanças climáticas. Nascida na indústria do vinho e espalhada pelas indústrias de toda a sua cadeia de valor, a Porto Protocol foi criada com a forte convicção de que, se partilharmos os sucessos e as experiências, a resposta contra as mudanças climáticas será mais eficaz. Todos os indivíduos e empresas que desejem a mudança podem beneficiar e igualmente contribuir para esta plataforma aberta e partilhada, que se espera que seja local de inspiração para a mudança, bem como um banco de dados, de recursos e de soluções viáveis. Os membros da Fundação The Porto Protocol assumem o compromisso de dar uma contribuição maior para combater as mudanças climáticas.

  • WWM | WINTER WINE MARKET 4ª edição , Mercado Ferreira Borges, Porto

    A 17 e 18 dezembro decorre o Winter Wine Market da VINHOS a Descobrir, 4ª edição da mostra e feira de vinhos produzida pela INSPIRE.

    Para quem aprecia vinhos e ideal para as suas prendas de Natal!

    O Mercado e mostra de vinhos será realizado no icónico Mercado Ferreira Borges, um lindo local da baixa do Porto. Dentro do espaço Hard Club, privilegiando o contacto entre os visitantes e os Produtores. 

    Adotando as medidas de segurança, o local ideal para descobrir aqueles vinhos que pretendia para a sua garrafeira e para oferecer aos amigos! Juntando apreciadores de vinhos e os Produtores, partilhando novidades.

    Tudo num espaço amplo e com ambiente descontraído!

    Horários: 13H00 às 22H00.

    Conta com cerca de 20 Produtores e apresenta mais de 100 referências:  

    Quinta do Cadão, Escaravelho Wines, Casa de Cello, Monte da Carochinha,

    Quinta do Roncão, Sapateiro Wines, Quinta da Costa do Pinhão, Quinta da Picota de Cheires , Quinta Pousada de Fora, Chapeleiro Wines, Quinta Casal da Tapada, The Portuguese Winery com The Wine House e Vagalume, Viniselores e mais algumas surpresas!

    Os visitantes terão a possibilidade de falar com os Produtores, adquirir Vinho, bem como produtos regionais, chocolates e produtos gourmet, enriquecendo a sua experiência num local belíssimo contando com DJ criando um ambiente Chill Out.

    Localização: Mercado Ferreira Borges, Hard Club – Porto. 

    Entrada: 3€

    Entrada com copo: 5€, incluindo vale de desconto de 1€ na compra de 10€ ou superior em vinho.

    Entrada com copo: 6€, incluindo 2 vales de desconto de 1€ na compra de 10€ ou superior em vinho (vales não acumulam)

    Serão cumpridas as regras de segurança e saúde necessárias indicadas pela DGS, assegurando que o Mercado de Vinhos cumpre os requisitos exigidos.

    www.facebook.com/vinhosadescobrir

    www.instagram.com/vinhosadescobrir

    Contactos:              

    INSPIRE – Ana Ferro:  919 031 556   vinhosadescobrir@outlook.pt / anasetas.ferro@gmail.com

  • Taylor’s Lança Single Harvest 1961

    Taylor’s Single Harvest 1961

    A Taylor’s anuncia o lançamento de um sublime Vinho do Porto com 60 anos de idade, que enriquece a conceituada coleção de Vinhos do Porto Single Harvests da aclamada Casa, fundada em 1692.

    A Taylor’s brinda os amantes de Vinho do Porto, ainda a tempo deste Natal, com uma edição limitada e exclusiva de um Vinho do Porto extraordinário e singular.

    Se a década de 60 ficou conhecida como os “Anos Rebeldes” devido às mudanças culturais e ideológicas, para os apreciadores de vinhos, esta é uma década repleta de vinhos memoráveis e praticamente impossíveis de adquirir nos dias de hoje. 

    A Taylor’s possui uma quantidade de stocks muito substancial de Vinhos do Porto Tawny Velhos que foram guardados pelas gerações anteriores e encontram-se agora prontos para serem lançados no mercado. A mais recente destas joias é o Single Harvest 1961. Este ano é justamente conhecido pelos excepcionais vinhos de Bordéus produzidos, também na região do Douro se obteve-se uma boa vindima que produziu alguns Vinhos do Porto extraordinários. O Single Harvest 1961 tem envelhecido silenciosamente nas caves Taylor’s e agora está pronto para quem deseja recordar o ano de 1961.

    “Há quem se lembre do Taylor’s Quinta de Vargellas Porto Vintage 1961 que lançámos em 1963. Esse Vinho do Porto já não está disponível para aquisição, porém, as reservas guardadas em cascos desse ano, 1961, podem agora ser colocadas à disposição dos amantes de Vinho do Porto” comentou Adrian Bridge, Diretor Geral da Taylor’s.

    David Guimaraens, director técnico e de enologia, comentou “Embora eu não tenha estado presente nesta vindima, os registos do ano mostram que houve uma série de desafios climáticos que resultaram em altos níveis de açúcar e baixos rendimentos. A nossa equipa tem vindo a cuidar cuidadosamente deste stock para garantir que continua a ser um exemplo perfeito de um Porto de 1961. Estas seis décadas de processo de envelhecimento naturalmente permitiram este Vinho do Porto a atingir níveis mágicos de complexidade e elegância”.

    Estes vinhos do Porto extraordinários envelhecem tranquilamente nas frescas e silenciosas Caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia, onde as condições são ideais para que os vinhos do Porto possam gradualmente desenvolver os ricos e sublimes aromas, característicos dos vinhos do Porto muito velhos. Os vinhos do Porto da Taylor’s representam mais de três séculos de tradição familiar que começou com a fundação da Taylor, Fladgate & Yeatman em 1692. Uma herança de tradição e experiência transmitida ao longo de gerações garante que cada vinho do Porto da Taylor’s é executado ao mais alto nível.

    Esta edição especial é uma oportunidade para festejar 1961: o ano em que Yuri Gagarin, o primeiro homem a ir ao espaço, fundamental para o desenvolvimento das telecomunicações na nossa era. É também o ano da criação do World Wildlife Fund (WWF), que tem desempenhado um papel tão importante na conservação do planeta. É também o ano em que a atriz Audrey Hepburn é imortalizada no filme ‘Breakfast at Tiffany’s’ e que o musical ‘West Side Story’ ganhou o Óscar de melhor filme do ano.

    Uma muito pequena quantidade deste vinho ímpar foi engarrafado e é agora lançada numa Edição Limitada exclusiva. Foram produzidas 2.900 garrafas que estão disponíveis no retalho especializado no mês de dezembro pelo PVP recomendado de 330€.

    Notas de Prova:

    Núcleo castanho rodeado por um amplo aro de ouro pálido com reflexos verde azeitona. Nariz poderoso de extraordinária complexidade e opulência, revelando um aroma com múltiplas nuances e dimensões. Inicialmente emergem suaves reminiscências de melaço, figo seco e sultana, mesclados com aromas de nozes de maçapão. À medida que o vinho se abre, surgem aromas de madeira de cedro e folha seca de tabaco, juntamente com notas subtis de pimenta preta e cardamomo e um toque fresco e fugaz de citrinos. Tudo isto envolto numa poderosa aura de aroma amadeirado de baunilha, o legado de décadas de envelhecimento em casco. Na boca o vinho é denso, redondo e concentrado, com uma grossa textura aveludada, bastante rico e doce no paladar médio, no final uma explosão de fresca acidez recheada de sabores persistentes de manteiga de caramelo, amêndoa, marmelada de laranja e frutos secos. Um vinho maravilhosamente equilibrado, ainda limpo e fresco apesar dos seus muitos anos de envelhecimento em madeira.

    Sugestões de Serviço:

    O Taylor’s Single Harvest 1961 está pronto a ser consumido, sendo a temperatura óptima de consumo entre os 12 e os 16ºC. Acompanha de forma sublime muitas sobremesas à base de açúcar, ovos e frutos secos. Combina muito bem com sabores de figos, amêndoas e caramelo. Também pode ser apreciado sozinho, no final da refeição, ou com nozes e outros frutos secos.

    O ano vitícola de 1961, no Douro:

    Ano de boa precipitação e bem distribuída ao longo do ano. O Inverno foi bastante ameno.  O abrolhamento foi prejudicado, particularmente nas zonas altas do Douro, por um mês húmido e frio de Maio.  Um Julho húmido foi responsável por surtos esporádicos de míldio, tendo havido uma tempestade de granizo, que causou alguns estragos às vinhas das encostas mais altas.

    O pintor foi observado a 23 de Junho, o que é invulgarmente precoce.  O início de Setembro foi muito quente e algumas quintas começaram já no dia 4 de Setembro, embora a data geral fosse o dia 10.  As graduações de açúcar eram altas, embora o mosto não se ‘colasse’ aos dedos como seria de esperar.  Os vinhos tiveram um trabalho justo e com uma cor bastante boa.  A primeira impressão foi de que os vinhos não eram ‘enormes’, mas com mais corpo do que no ano anterior.  Os rendimentos foram baixos e muitos agricultores não conseguiram compensar a sua autorização de produção.

    Website : Taylor’s

  • Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

    Vinho com uma cor rubi, laivos vermelhos e bordo castanho claro, brilhante, límpida, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, com uma intensidade aromática pronunciada, compota de frutos pretos, amoras, frutos secos, nozes, figo, especiarias, terroso e madeira antiga, cativante.

    Na boca é um vinho doce, com acidez média (+), álcool alto, muito corpo, estruturado, de intensidade pronunciada, taninos suaves, elegante, frutado, aveludado, especiaria picante, cheio, de alguma secura que disfarça muito bem a doçura, com um final longo e muita persistência.

    É um vinho com um nível de qualidade excelente, intenso, cheio ainda de fruta, mas já apresentando aromas terciários, de frutos secos, madeira nobre e especiarias, poderoso, de grande intensidade, concentrado, especiado, que transmite um grande prazer, com um final viciante que anseia pelo próximo copo. Harmonizou com um bolo rei na perfeição.



    A minha nota pessoal: FB 91

    Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é fb91.jpg

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59



    Website : Quinta Dona Matilde

    Ficha Técnica : Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

  • Ribafreixo Wines lança três vinhos ideais para a Época Festiva

    As festividades estão a chegar e com elas o desejo de celebrar com a família o fecho de mais um ano, que foi decerto, muito exigente para todos nós. A pensar nisso, a Ribafreixo acaba de lançar três vinhos que vão ao encontro do requinte exigido para a época. São dois espumantes e um vinho licoroso, que em comum têm a particularidade de serem vinhos extremamente gastronómicos e apelativos.

    Gáudio Espumante Brut Nature

    Comecemos pelos Vinhos Espumantes. Nesta categoria, a Ribafreixo sugere a sua mais recente colheita de Gáudio Espumante Brut Nature. Um vinho elaborado segundo o Método Clássico, que mostra a versatilidade da casta Antão Vaz, agora desenhada sobre a forma de um espumante. Revela-nos logo no aroma umas subtis notas de manga e uma tosta bastante marcada. Na boca ele é elegante e fresco, desvendando um vinho estruturado e gastronómico, com uma bolha muito subtil.

    Gáudio Brut Nature Rosé

    Segue-se o seu par, uma novidade: Gáudio Brut Nature Rosé, desenhado a partir da casta Aragonês, com uma cor salmão muito atrativa, a indiciar um espumante à procura de alguma gastronomia. Em prova revela-nos alguma tosta e frutos vermelhos muito maduros, evidenciando na boca todo o terroir da Vidigueira, com predominância de muita frescura, extrema elegância e persistência.

    Claramente, duas opções perfeitas para a época festiva, seja como welcome drink ou a acompanhar pratos ricos em salmão, ostras, ou outras formas de marisco bem frescas da nossa costa.

    Gáudio Licoroso

    Não menos válida, segue-se uma opção fortificada, que acompanhará a mesa de doces de lá de casa. Uma vez mais, a casta Antão Vaz em destaque, não estivéssemos nós na Vidigueira.

    Gáudio Licoroso é um vinho memorável, que estagiou durante bastantes anos em barrica, até adquirir toda a riqueza aromática que hoje em dia tem. Aromas de compotas, alguns frutos secos e notas de fumo. Profundo na boca e com um ótimo equilíbrio. Um grande vinho que fará as delícias dos mais gulosos.

    PVP Gáudio Espumante Brut Nature e Gáudio Espumante Brut Nature Rosé: 19,99€

    PVP Gáudio Licoroso: 19,99€


    Website : Ribafreixo

    Website : Gáudio Espumante Brut Nature

    Website: Gáudio Espumante Brut Nature Rosé

    Website: Gáudio Licoroso

  • Prova inter-regional de vinhos em Portugal


    Rui Lopes
    e Jorge Rosa Santos são os enólogos responsáveis dos projectos que deram origem a estes vinhos de várias regiões do pais. Perfis diferentes, encantadores e tão representativos das castas e terroirs.

    Vinho muito aromático, floral, citrino, na boca, amplo, envolvente, muito elegante, corpo médio, com frescura, apimentado e final seco corpo. Combinou na perfeição com as entradas, mostrando a sua polivalência.

    As entradas

    Vinho com aroma intenso, complexo, maça, Jerez, Manzanilla, brioche, mineral, salino, na boca, intenso, corpo médio, especiaria, pimentas, salino, excelente acidez e secura final, muito persistente e final muito longo. Muito gastronómico, acompanhou um creme de marisco elevando e potenciando todos os sabores.

    Crepe de Marisco

    Vinho com aroma subtil, mineral, pedra, leve casca de melão, na boca, untuosidade, corpo médio, tenso, vibrante, mineral, acidez, ligeiro amargor, final longo e persistente. Fez par com a massada de marisco e cherne, todos os elementos se interligaram criando um conjunto harmonioso.

    Massada de marisco e cherne

    Vinho com aroma floral, ligeiro tropical, mineral, pedra molhada, mostra na boca todo o seu potencial, gordo, untuoso, mineral, acidez alta, corpo médio (+), equilibrado, final intenso e persistente. A sua mineralidade criou uma maridagem extraordinária com o marisco e peixe da massada.

    Vinho com aroma floral, favo de mel, mineral, salino, brioche, na boca muito elegante, untuoso, intenso, acidez alta, vibrante, corpo médio (+), equilibrado, final com agradável amargor e muita persistência, extraordinário.

    Aroma intenso, fruta preta madura, licorice, especiarias e tabaco, madeira muito bem integrada. Na boca taninos presentes muito elegantes, denso, rico, envolvente, estruturado, final seco e muito persistente, transmitindo um grande prazer e satisfação. Sublime com as bochechas de porco e batata doce.

    Aroma delicado, morango, cereja branca, especiaria doce. Na boca elegância, delicadeza, taninos suaves, saboroso, frutas de caroço, frescura, com um final longo e persistente. É diferente sim, mas dá um grande prazer beber.

    Cor rubi profunda, aroma intenso, muito complexo, fruta preta madura, agridoce de pimento, especiarias, tabaco, balsâmico, cedro, terroso. Na boca taninos poderosos, especiado, potente, seco, rico, amplo, estruturado, uma acidez bestial, final longo e muito persistente. Acrescentou complexidade e exuberância às bochechas de porco e batata doce.

    Rosa Santos Família Tinto 2015 e Casal de Santa Maria Ramisco 2009, dois senhores vinhos, com tudo no seu lugar, são perfeitos, complexos, que enchem a boca, opulentos e com um final soberbo. São ambos vinhos de emoção, que provocam múltiplas sensações, não tenho palavras para os descrever: tão somente comprar às caixas, beber e guardar por muitos anos.


    Colinas do Douro

    Quinta da Extrema


    Restaurante a Tendinha

  • Adega de Palmela sugere Pedras Negras Vinho Licoroso Abafado para celebrar o São Martinho

    Dia 11 de novembro, a lenda de São Martinho e a tradição do magusto fazem o par ideal com o vinho licoroso abafado – Pedras Negras da Adega de Palmela. Para acompanhar com castanhas, doçaria regional, conventual e chocolate preto, o Pedras Negras apresenta uma longevidade prevista de largos anos. Com o nome da zona das vinhas que lhe deram origem, surgiu há quase meio século e segue a evolução das técnicas enológicas pelas quais é produzido, tornando-se uma marca de referência no mercado nacional dos vinhos de mesa.

    Este aperitivo de cor âmbar com alguns reflexos dourados e aroma mel, frutos secos e chá contém um sabor fresco e equilibrado. A partir do dia 1 de novembro até dia 15 de novembro estará com uma campanha, exclusiva na loja online de 20%, pelo valor de 3.79€.

    Nesta época do ano, forme o par perfeito com Pedras Negras Abafado.

    Website : Loja online

    Website : Adega de Palmela

  • Herdade Vale D´Évora no trilho da valorização dos vinhos de Mértola

    Um branco de inverno com muito vigor

    O lugar, em primeiro. O novo Grande Discórdia é um branco das terras quentes de Mértola, excessos que originam vinhos de raça. O toque de irreverência vem a seguir e acrescenta uma frescura que não seria espectável. Está instalada a nobre Discórdia.

    O novo branco grande reserva da Herdade Vale d´Évora “é um vinho irreverente, quente, que pode gerar discórdia”, graceja o enólogo Filipe Sevinate Pinto. O tema não é novo e suscita a troca de argumentos: pode uma região quente proporcionar grandes vinhos brancos? Filipe Sevinate quer romper o estigma. O Grande Discórdia branco tem o carácter do lugar e igualmente frescura: “É um vinho mais estruturado do que o comum dos brancos do Alentejo, com outro nível de complexidade e frescura”.

    Fazer o Grande Discórdia branco 2018 para complementar portefólio estava nos planos da equipa há algum tempo, mas a decisão só é tomada quando o ano vitícola proporciona uma colheita de exceção, explica o enólogo: “Na vindima de 2018, as uvas brancas da herdade estavam muito boas e percebemos que tínhamos potencial para fazer um branco que se distinguisse”.

    No Alentejo de Mértola, agreste e quente, o controlo muito atento da maturação das uvas foi também indispensável, assim como ajudou a idade da vinha e a casta usada na criação do vinho, a Arinto, conhecida pela sua extraordinária acidez. O novo Grande Discórdia branco “acabou por ser um varietal porque a Arinto estava completamente destacada em relação aos mostos das restantes castas brancas da Herdade Vale d´Évora”, especifica Filipe Sevinate.

    As condições do lugar são determinantes no perfil dos vinhos Discórdia e este novo branco grande reserva não é exceção, ainda assim com apontamentos da presença do estágio em madeira, conclui o enólogo: “Está lá a tipicidade e o caráter do lugar, mas também o método de produção que o atira para outra dimensão”.

    Vinha em reduto natural

    Os vinhos Discórdia têm origem em uvas colhidas na vinha de 10 hectares da Herdade Vale d´Évora, situada a poucos quilómetros de Mértola, no Baixo Alentejo. A propriedade de 550 hectares está integrada no Parque Natural do Vale do Guadiana e numa paisagem povoada de matos mediterrânicos, alguns campos de cereais e significativas zonas de reflorestação com azinheiras, medronheiros e pinheiros.

    A vinha do Discórdia foi plantada em 2009, em terrenos xistosos com ligeira elevação, voltados a norte e na proximidade do rio Guadiana, estando organizada em talhões de quatro castas tintas (Touriga Franca, Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Syrah) e de três brancas (Arinto, Verdelho e Antão Vaz).

    A estreia no mercado dos vinhos Discórdia aconteceu em 2012, tendo o projeto nascido pela mão de duas famílias amigas seduzidas pelas terras de Mértola, a de Paulo Alho, natural de Sesimbra, e a de Vítor Pereira, com origens em Vila Nova de Famalicão.

    O portefólio da Herdade Vale d´Évora inclui dois vinhos colheita branco e tinto, dois reservas, o monocasta Syrah e os topos de gama Grande Discórdia tinto e branco, só produzidos em anos de exceção.   

    Vinhos em prova

    Discórdia branco 2018 – O inverno especialmente seco e a primavera chuvosa e um início de verão fresco proporcionou uma edição de brancos incríveis, com grande intensidade e estrutura. Cor citrina brilhante. Aroma tropical fresco, flor de laranjeira e mel. Boca cheia, estruturada e frutada, com final fresco.

    PVP: 8,5 euros

    Grande Discórdia branco 2018Produzido a partir de uvas da casta Arinto colhidas na Herdade Vale d´Évora. Teve estágio de nove meses em barricas usadas de 500 litros e apresenta cor cítrica profunda com laivos dourados. Nariz complexo e expressivo, a xisto, cedro e chocolate branco. Na boca, mostra-se texturado e denso, fresco e longo.

    PVP: 29, 70


    Website : Herdade Vale d´Évora

    Website : Discórdia branco 2018

    Website : Grande Discórdia branco 2018

  • Taylor’s lança o Kingsman Edition

    A Taylor’s e o aclamado realizador Matthew Vaughn têm o prazer de anunciar o lançamento de um raro vinho do Porto para celebrar o próximo filme da 20th Century Studios “The King’s Man”, o Taylor’s Very Old Tawny Port – Kingsman Edition. O filme tem estreia mundial a 12 de Fevereiro 2021.

    A ideia de lançar um vinho do Porto raro nasceu de um encontro de vontades entre a Taylor’s e o realizador Mathew Vaughn, que reconheceram os valores partilhados pela Taylor’s e Kingsman: história, tradição, legado, obsessão com o detalhe e a extraordinária qualidade do produto. Além da partilha de traços britânicos tais como o humor inglês, a astucia, a elegância e o estilo.

    Anunciando o lançamento, o director-geral da Taylor’s, Adrian Bridge, refere: “Estou encantado com a associação da Taylor’s ao último filme de Matthew VaughnThe King’s Man“, através do lançamento de um raro vinho do Porto: o Kingsman Edition. A Taylor’s encarna muitos dos valores retractados no universo Kingsman, incluindo o respeito pela tradição, e ofício e um sentido muito britânico de estilo e talento.” E acrescenta: “Este Taylor’s edição limitada não apelará apenas aos devotos de Kingsman. É também um vinho do Porto excepcional de muita idade que irá fazer as delícias de coleccionadores e apreciadores de vinhos raros. Os nossos provadores com a sua perícia e experiência criaram um lote único, envelhecido durante quase nove décadas em velhos cascos de carvalho que exibe uma enorme complexidade, que apenas o Vinho do Porto consegue alcançar”.

    “Este excitante projecto nasceu de um encontro de mentes entre a Taylor’s e Matthew Vaughn. Se me permitem uma expressão de alfaiataria, a ligação entre a Taylor’s e o universo Kingsman é claramente o ajuste perfeito”, refere Bridge. Para Matthew Vaughn a ligação é igualmente clara, “Um verdadeiro Kingsman nunca esquecerá de passar o vinho do Porto à sua esquerda, mas este Taylor’s irá certamente testar a sua determinação…”

    Na época retractada no “The King’s Man”, o vinho do Porto ocupava um lugar especial. Durante a Grande Guerra, o vinho do Porto tinha-se estabelecido firmemente na sociedade britânica como um dos melhores de todos os vinhos, rodeado de rituais e de um certo grau de reverência. Não era apenas na Grã-Bretanha que o Vinho do Porto era tido em grande estima. Por exemplo, era o vinho preferido do Imperador Nicolau II da Rússia.

    Como oficial do exército e membro da aristocracia, o Duque de Oxford, personagem do The King’s Man, estaria muito familiarizado com o vinho do Porto. Durante a Grande Guerra, grandes quantidades de vinho do Porto foram enviadas para o exército britânico e francês, estacionados na frente.

    Durante o conflito, milhares de caixas de vinho do Porto Taylor’s foram fornecidas às cantinas do exército britânico. O governo britânico considerava o vinho do Porto tão essencial para a moral dos soldados que, por vezes, fazia encomendas e considerava desviá-las para o exército para evitar escassez.

    TAYLOR’S VERY OLD TAWNY – KINGSMAN EDITION

    O Vinho

    Taylor’s Kingsman Edition é um muito velho e raro vinho do Porto Tawny, envelhecido durante quase nove décadas em velhos cascos de carvalho.

    Para criar esta edição exclusiva e limitada, a Taylor’s decidiu libertar alguns vinhos raros e muito valiosos das suas extensas reservas de vinhos do Porto que envelhecem em casco, nas suas caves. Estas reservas incluem um pequeno tesouro de vinhos sem preço e historicamente muito importantes, cada um representando um volume muito pequeno. Algumas jóias raras desta colecção, utilizadas apenas em circunstâncias excepcionais, foram cuidadosamente seleccionadas pelos provadores da Taylor’s para produzir o Kingsman Edition.

    Os componentes foram meticulosamente lotados, utilizando a experiência de Taylor’s na arte do lote, e depois deixados a casar durante vários meses em casco até se decidir que o lote tinha atingido o seu auge de equilíbrio e harmonia.

    Com uma idade média de quase 90 anos, este vinho único alcançou uma complexidade mágica durante o seu longo envelhecimento em casco.

    Alguns dos raros vinhos usados no lote foram feitos nos anos 30 sob a sombra da Grande Depressão. Produzidos a partir de videiras replantadas após a praga da Phylloxera ter devastado muitas das melhores vinhas do Vale do Douro na década de 1870. Tal como a civilização ocidental a emergir da devastação da Grande Guerra, este vinho imortal simboliza a recuperação das vinhas do Douro do maior flagelo de sempre a atingir o mundo do vinho.

    Este vinho exclusivo celebra os princípios que estão subjacentes à história e tradição da Taylor’s e são também a chave da lenda Kingsman. Entre estes estão o dever e a determinação, o respeito pelo património e o artesanato, juntamente com um sentido genuinamente britânico de subestimação, elegância e estilo.

    Apresentado num decanter de cristal exclusivo com detalhes em ouro e uma luxuosa caixa de apresentação, Taylor’s Kingsman Edition foi criado não só para os devotos de Kingsman, mas também para conhecedores e coleccionadores de vinhos raros em todo o mundo.

    Foi produzido um número muito limitado de 700 garrafas.

    Este vinho único estará disponível no retalho especializado em Novembro com o preço recomendado de 2.900€.

    Notas de prova

    Um núcleo profundo cor mogno castanho desvanece-se gradualmente através de uma auréola âmbar até um estreito bordo cor de ouro. Após anos em casco, o vinho do Porto desenvolve uma extraordinária complexidade multicamada, diferente de qualquer outro vinho. Este raro vinho do Porto de grande idade não é excepção. No nariz, o vinho é sedutor e intenso, exibindo múltiplas dimensões de aroma opulento. Abre-se com uma rica confecção de melaço e caramelo, com notas de amêndoa e figo seco, seguido de um complexo picante de baunilha, pimenta preta, noz-moscada e canela. Aromas discretos de cedro e bálsamo emergem fugazmente no fundo. A primeira impressão no paladar é de uma textura suave e aveludada e um volume e densidade impressionantes resultantes de décadas de envelhecimento em casco. No palato médio, emerge uma acidez crocante e vibrante, fazendo o vinho parecer mais fresco e mais etéreo. Fluindo no paladar de ponta a ponta é uma corrente subterrânea de sabor rico, intenso e concentrado a manteiga de caramelo. O vinho tem um final extraordinariamente longo, deixando uma impressão persistente de aroma complexo e suave no paladar por muito tempo após o vinho ter sido consumido.

    Website : Taylor’s

    Website : Taylor’s Kingsman Edition

  • ADEGA DE PALMELA JUNTA-SE A MARISQUEIRA UMA PARA BRINDAR À GASTRONOMIA PORTUGUESA

    Villa Palma DOC Palmela é o vinho da casa do restaurante distinguido pela TasteAtlas com o seu arroz de marisco

    Adega de Palmela, marca de vinhos da região de Setúbal que completa 65 anos de “Vinhos com História”, junta-se a Marisqueira Uma para brindar à gastronomia portuguesa. Ao visitar o restaurante distinguido pela TasteAtlas que selecionou o seu arroz marisco como um dos 100 melhores pratos do Mundo, ficando em 14ª posição, pode acompanhá-lo com o vinho da casa, Villa Palma DOC Palmela, tinto, branco e rosé. Há ainda a opção de escolher dois dos novos vinhos lançados, Vale de Touros Vinhas Velhas reserva e o Vale de Barris Syrah Premium reserva.

    vinho Villa Palma DOC Palmela é uma homenagem à formosa Vila de Palmela designada também por muitos como “Terra Mãe de Vinhos” com fermentação em cubas de inox com temperatura controlada e uma maceração pelicular prolongada. O Villa Palma branco serve-se à mesa com todos os pratos de peixe grelhado ou assado no forno, marisco cozido, grelhado e saladas, bem como aperitivo devido ao seu carácter aromático.

    Villa Palma rosé tem igualmente a particularidade de acompanhar bem com os pratos de marisco, pratos orientais e pastas. Já o Villa Palma tinto é ideal para acompanhar à mesa com pratos de carne, caça e bacalhau, contendo castas Castelão, Syrah e Aragonês.

    Os mais recentes vinhos da Adega de Palmela, Vale de Touros Vinhas Velhas Reserva Tinto, tem um aroma profundo e concentrado com notas de frutos vermelhos maduros, compota e especiarias, tornando-o num vinho encorpado, com taninos presentes e um elegante e persistente final de boca. Ideal com pratos de carne estufada, caça, assados no forno e queijos de aroma intenso e o novo Vale dos Barris Premium Reserva Syrah, acompanha todos os pratos de carne grelhada, caça e queijo de ovelha curado com um final de boca prolongado com sugestões de baunilha, café e algumas notas de chocolate.

    Para além da especialidade da casa, a Marisqueira Uma tem na sua carta diversas iguarias de carne e peixe para degustar com os vinhos da Adega de Palmela, entre elas, gambas à moda da casa, bacalhau assado ou cozinho, bife à portuguesa e steak á poivre.

    Visite a loja online da Adega de Palmela e marque já a sua mesa na Marisqueira Uma!

    Website : Adega de Palmela

    Website : Marisqueira Uma

  • Costa Boal lança branco Homenagem de 2015 e dois varietais das castas Sousão e Tinto Cão

    NA BUSCA DA LONGEVIDADE

    Os novos vinhos do Douro da Costa Boal são uma lufada de ar fresco. Estruturados, acidez viva e com capacidade de envelhecimento, os três vinhos Costa Boal que agora chegam ao mercado estão na vanguarda dos vinhos com longevidade do Douro.

    O novo branco Costa Boal Homenagem 2015 nasceu e é feito na busca da longevidade. A afirmação do enólogo da Costa Boal, Paulo Nunes, é ao mesmo tempo compromisso e desafio. Um grande vinho tem sempre que mostrar capacidade de envelhecimento. Sem a longevidade não passa no teste, argumenta Paulo Nunes, lembrando o percurso inicial dos vinhos DOC Douro, com excesso de álcool, fruta concentrada e muito madura e sem a acidez necessária ao envelhecimento do vinho.

    O Douro vai fazer coisas muito melhores do que fez até agora, nomeadamente nos brancos, e a Costa Boal insere-se neste espírito, acrescenta Paulo Nunes, já distinguido como “Enólogo do ano” pelas duas revistas portuguesas da especialidade: “Estamos muito no início no que toca aos vinhos DOC Douro, especialmente nos brancos. Não me recordo de um branco do Douro entrar nas listas dos melhores do mundo das revistas internacionais da especialidade”.

    Nesta lógica, o Costa Boal Homenagem 2015 é um branco que “tem muito de uma nova linha do Douro”, de vinhos mais frescos e, a par, estruturados. O que implica explorar micro parcelas das vinhas Costa Boal em zonas mais altas do Douro, que possam assegurar o equilíbrio entre maturação e acidez das uvas sem necessidade de grande intervenção na adega, como é filosofia dos vinhos Costa Boal.

    O novo reserva branco da Costa Boal junta-se ao tinto Homenagem 2011, um vinho igualmente com capacidade de guarda lançado em outubro de 2019. Estes dois rótulos topo de gama do produtor são também um tributo ao pai Augusto Boal, viticultor toda a vida no Douro.

    Varietais com acidez bem marcada

    No percurso de regresso do herdeiro António Boal às origens, a Costa Boal acrescenta às novidades deste outono dois varietais do Douro das castas Sousão e Tinto Cão.

    Os novos monocasta Costa Boal contam, na realidade, com uma primeira prova no outono de 2019, quando, à mesa do lançamento do Costa Boal Homenagem tinto 2011, o produtor deu a provar aos especialistas os dois varietais agora colocados no mercado e utilizados no refrescamento do novo tinto topo de gama que então chegava ao mercado. Estes dois vinhos do Douro mereciam mais um ano de garrafa, concordaram enólogo e produtor. Estão agora prontos a dar excelentes provas.

    Os novos varietais da Costa Boal têm como matriz comum a acidez bem marcada. Casta muito antiga do Douro, usada historicamente para equilibrar lotes que tinham falta de acidez, a Tinto Cão colhida na vinha da Costa Boal em Vilar de Maçada, Douro, proporciona “uma maturação fenólica excecional”, valoriza Paulo Nunes: “Deu-me muito gozo acompanhar a vindima desta casta. Não necessitamos de chegar aos 13 graus de teor alcoólico para termos a riqueza de taninos, que vai permitir ao vinho envelhecer nobremente”.

    Igualmente marcante em termos de acidez, o Costa Boal Sousão 2017 revela excelente estrutura e volume de boca, proporcionando, pelo conjunto das suas qualidades, um vinho de longa guarda.

    A gama Costa Boal inclui ainda dois vinhos do Porto, legado de família, um Vinho do Porto centenário, lançado o ano passado, e o Porto Vintage 2014, agora colocado no mercado. Terá ainda um branco e um tinto de gama mais acessível, já engarrafados e na linha de espera para chegar ao mercado. No momento certo.

    Blend transmontano

    Criar os novos monocastas da Costa Boal foi “desafiante”, reconhece Paulo Nunes, mas o regresso aos vinhos de lote, agora na adega de Trás-os-Montes de Costa Boal, é sempre um mundo de complementaridades que o enólogo valoriza.

    Palácio dos Távoras Gold Edition 2017 é um blend feito de uvas selecionadas de uma parcela específica da vinha velha que a Costa Boal possui em Mirandela, Trás-os-Montes. Da habitual diversidade de castas destas vinhas antigas da região, resultam parcelas heterogéneas, conhecendo-se pelo olhar atento e o passar dos anos quais as manchas mais apetecíveis. É este conhecimento empírico ancestral da vinha que o enólogo assume e valoriza, propondo um tinto reserva de exceção, no qual predominam as castas Alicante Bouschet, Baga e Touriga Nacional. 

    Riqueza de portefólio

    Criada em 2009, a Costa Boal lançou os primeiros vinhos em 2011, na região de Trás-os-Montes (Flor do Tua e Palácio dos Távoras), iniciando, a par, investimentos no Douro, terra natal do produtor António Boal, nomeadamente na recuperação da adega centenária da família (1857), localizada na aldeia de Cabêda, Alijó.

    Atualmente, a Costa Boal possui vinhas em Alijó, Murça, Foz Côa, Mirandela e Miranda do Douro, algumas com várias dezenas de anos, outras plantadas na última década. Desta riqueza de terroirs resulta um portefólio com várias gamas de vinhos de duas regiões vitivinícolas, o Douro e Trás-os-Montes. Nas referências durienses temos a gama Flor do Côa (três brancos e quatro tintos) e Costa Boal (reservas tinto e branco Homenagem, monocastas Sousão e Tinto Cão, Porto Tawny Muito Velho e Porto Vintage 2014). Da região de Trás-os-Montes, o produtor apresenta os vinhos Palácio dos Távoras (um branco e seis tintos, entre os quais os varietais Bastardo, Alicante Bouschet e Baga, bem como o topo de gama, o tinto Gold Edition), Quinta dos Távoras (um branco e três tintos) e Flor do Tua (dois brancos, um deles Moscatel Galego, e três tintos de diferentes gamas).

    VINHOS EM PROVA

    Costa Boal Homenagem Grande Reserva branco 2015

    O branco Costa Boal Homenagem 2015 é produzido a partir de uvas colhidas numa vinha da Costa Boal localizada em Cabêda, Alijó. É um vinho de parcela e de lote, incluindo no conjunto as castas Códega de Larinho, Rabigato, Gouveio e Arinto. Teve estágio de 18 meses em barrica de carvalho francês e foi refrescado com um lote da colheita de 2017, da mesma parcela, permitindo acrescentar vivacidade ao vinho e dar-lhe um perfil muito fresco e elegante que garante a sua longevidade. 

    PVP: 65 euros


    Costa Boal Tinto Cão 2017

    Casta tradicionalmente usada nos lotes de vinho do Porto, a Tinto Cão colhida na vinha da Costa Boal em Vilar de Maçada, Douro, resultou num vinho com grande riqueza de taninos e acidez viva. Com estágio em barricas de carvalho francês durante 16 meses, o Costa Boal Tinto Cão 2017 apresenta paladar elegante e fresco, revelando grande equilíbrio no conjunto.

    PVP: 35 euros


    Costa Boal Sousão 2017

    A casta típica do Minho foi conquistando espaço no Douro e integra as vinhas da Costa Boal naquela região vinhateira. Vinho com cor intensa e opaca, comum na casta, o Costa Boal Sousão fez a fermentação alcoólica em lagar durante 8 a 10 dias com trabalho contínuo e temperatura controlada. Estagiou em barrica de carvalho francês durante 16 meses. Apresenta taninos vivos e elegantes e acidez elevada.

    PVP: 35 euros


    Palácio dos Távoras Gold Edition tinto 2017

    Vinho de lote feito a partir de uvas colhidas de parcela específica da vinha velha, da Quinta dos Távoras, localizada em Mirandela, Trás-os-Montes, com predomínio das castas Touriga Nacional, Baga e Alicante Bouschet. Fermentação a temperaturas controladas e estágio durante 16 meses em barricas novas de carvalho francês.

    PVP: 90 euros


    Website : Costa Boal


    Fichas Técnicas

    Costa Boal Homenagem Grande Reserva branco 2015

    Costa Boal Tinto Cão 2017

    Costa Boal Sousão 2017

    Palácio dos Távoras Gold Edition tinto 2017

  • Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

    Legado de uma vida no vinho

    O Vinho do Porto é o alicerce do projeto Dona Matilde. Este clássico do mundo norteou o percurso de décadas de Manuel Ângelo Barros, administrador e fundador dos vinhos Dona Matilde, num envolvimento que se tornou histórico. O novo Quinta Dona Matilde Porto Colheira 2013 é também legado deste senhor do Douro.

    É como uma fortaleza. O novo Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013 não vai em modas. “Estamos a fazer aquilo que sempre fiz: uma seleção de vinhos com boa qualidade para envelhecer em cascos com dezenas de anos, como deve ser e é tradição no Vinho do Porto”, responde Manuel Ângelo Barros, diretor geral da Quinta Dona Matilde. A tranquilidade e firmeza nas palavras deste produtor do Douro mantém-se quando especifica sobre o novo tawny da quinta: “Quem fez este Porto Colheita 2013 foi o tempo e o sítio onde foram produzidas e vindimadas as uvas”. É esta a permanência que quer transmitir, o Vinho do Porto de uma só colheita é a natureza que o faz.

    O percurso profissional de Manuel Ângelo Barros testemunha que há também o contributo humano na produção deste grande vinho do mundo. Durante mais de três décadas, este engenheiro integrou a direção executiva de um dos cinco maiores grupos de Vinho do Porto do século XX, a Barros & Almeida. Entre as funções que lhe cabiam incluía-se tudo o que dizia respeito à produção: “Acompanhei sempre de muito perto o trabalho na sala de provas e do provador. Fiz várias formações de prova e análise de vinhos em Bordéus e comecei muito cedo a fazer vindima, a partir de 1977, e a ter responsabilidade na compra de vinhos para a nossa empresa”.

    Uma vida no vinho do Douro

    Estávamos no conturbado ano de 1975 quando o jovem licenciado em engenharia eletrotécnica acedeu ao apelo do pai e iniciou uma vida profissional no mundo do Vinho do Porto, na gestão da empresa da família, mas também na vida coletiva do setor, com um papel ativo em várias organizações. De 1979 a 1990, Manuel Ângelo Barros teve diferentes responsabilidades na Associação de Empresas de Vinho do Porto, da qual foi presidente entre 1983 e 1986. Integrou a Comissão Interprofissional do Vinho do Porto, do IVDP, de 1998 a 2002, e foi membro da direção da Associação para o Desenvolvimento da Viticultura da Região do Douro (ADVID).

    Este percurso público trouxe-lhe um contacto privilegiado com nomes grandes do Vinho do Porto e uma riqueza de conhecimento sobre o setor, a par de vivências de intensidade humana: da oposição ao movimento Vintage pelo fim dos Porto Colheita, ao célebre tawny de 1937 que o avô servia aos amigos e do qual a cozinheira guardava religiosamente as sobras para fazer um pudim muito apreciado pela família, a vida no vinho de Manuel Ângelo Barros tem também o colorido das boas histórias.  

    Uma quinta de coração

    Manuel Barros irá manter-se na direção da empresa da família até à sua venda, em 2006, ao grupo espanhol Sogevinus. Sem o Douro de toda a vida, acabou, alguns meses depois, por readquirir a Quinta Dona Matilde, propriedade da família desde 1927.

    A partir desta quinta histórica do Douro localizada no coração da região e em conjunto com o seu filho, Filipe Barros, lança os vinhos DOC Douro Dona Matilde, em 2007. A par, mantém a produção de Vinho do Porto, apostando somente nas categorias de qualidade superior: Porto Vintage (edições de 2007, 2009, 2011, 2016 e 2017) e Porto Colheita (edições de 2008, 2010 e 2013).

    Nota de prova

    O Vinho do Porto Quinta Dona Matilde Colheita 2013 foi produzido a partir de uvas colhidas nas vinhas de baixa altitude da quinta. Envelheceu em cascos de madeira antigos de 600 litros, armazenados em Vila Nova de Gaia. Este Porto tawny de uma única vindima apresenta uma cor vermelho granada com aloirados e aroma intenso e complexo, com notas de compota de amora e ameixa e toques de frutos secos. Na boca, mostra-se denso, encorpado e com grande equilíbrio, dado por uma baixa sensação de doçura. Primeiro engarrafamento em outubro de 2020 de cerca de três mil garrafas.

    PVP: 34 euros

    Website: Quinta Dona Matilde

    Ficha Técnica : Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

  • Ribafreixo Wines lança Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018, um vinho branco premium de Inverno, de uma colheita excecional

    Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018 é uma Edição Limitada de 3696 garrafas que surge da necessidade em criar um vinho branco de topo, que pudesse fazer jus e complementar a marca premium Herdade do Moinho Branco, onde já está inserido o aclamado Herdade do Moinho Branco Alicante Bouschet 2015.

    Nascido à sombra da Serra do Mendro e influenciado pelas particularidades inigualáveis da região da Vidigueira, apresenta-se como um vinho branco de qualidade superior, feito a partir da casta Antão Vaz, ex libris e autóctone da região da Vidigueira. Um perfil único e diferente, extraído das vinhas velhas, que possuem uma concentração muito forte, mas também fruto de uma vinificação muito cuidada em barricas novas de carvalho francês de 500L, que nos permite obter um vinho diferente e distinto. Os aromas mostram o Antão Vaz em todo o seu esplendor.

    Casca de tangerina, manga, as notas de especiarias do carvalho francês mas, acima de tudo, uma concentração e uma elegância muito forte. É um vinho concentrado, fresco e de final interminável e prazeroso, que mostra todo o equilíbrio e diferenciação da casta Antão Vaz. O seu carácter excecional valeu-lhe, ainda antes do seu lançamento oficial, uns fantásticos 92 pontos na prestigiada revista americana Wine Enthusiast.

    O lançamento oficial foi feito dia 15 de Outubro nas plataformas Online, com a presença do Enólogo Paulo Laureano e de Mário Pinheiro, CEO da Ribafreixo Wines. Para ter acesso ao vídeo do lançamento, por favor clicar aqui.

    • PVP 39,90€

    Para mais informação acerca deste vinho, consulte o nosso site Ribafreixo Wines

  • Fonseca: casa de vinho do Porto inaugura caves e centro de visitas

    A casa, conhecida pelos seus premiados vinhos do Porto Vintage, convida a descobrir a sua história de mais de 200 anos, numa experiência livre e autónoma que termina com uma prova do seu ex-líbris, Bin no. 27.

    É uma das mais famosas e premiadas marcas de vinho do Porto, mas até agora o privilégio de conhecer e provar os seus vinhos era restrito à sua propriedade no Douro, a Quinta do Panascal. A Fonseca abre, em Vila Nova de Gaia, um centro de visitas, loja e sala de provas com uma experiência educativa e independente que permite uma visita livre e descontraída, ao ritmo de cada visitante.

    São mais de 200 anos de história, condensados num circuito, em que é possível descobrir mais sobre o processo de produção, viajar até ao Douro e à Quinta do Panascal onde nascem os seus vinhos e ainda acompanhar o envelhecimento dos seus reputados vinhos, em tonéis e balseiros. A visita termina na sala de provas, onde é tempo de relaxar e desfrutar de um cálice de Bin no. 27, um dos vinhos de assinatura da casa. Aqui, os vinhos do Porto podem ser acompanhados por uma tábua de queijos ou chocolates, em dueto perfeito.

    A sala de provas funcionará como wine bar, onde os apreciadores de vinho do Porto terão a oportunidade de provar, a copo, uma coleção de mais de uma dezena de Porto Vintages – que já valeram à marca a pontuação máxima de 100 pontos por quatro vezes na reputada revista Wine Spectator, bem como o seu reconhecido Vinho do Porto orgânico, o Fonseca Terra Prima. Além da prova a copo, há quatro experiências de degustação disponíveis: “Introdução à Fonseca” (34,00€), “Experiência Vintages e Chocolate” (30,00€), “Experiência Vintages da Fonseca” (40,00€), “Os Porto Vintage Clássicos da Fonseca” (80,00€).

    Uma oportunidade rara, que poderá ser completada com pairings de queijos, enchidos, amêndoas, chocolates e azeitonas. Destaque, a título de exemplo, para a prova de dois Vintages (2016 e 2017) acompanhada por quatro diferentes tipos de chocolates, desafiando a encontrar a melhor combinação. As provas são devidamente apresentadas e comentadas pela equipa da casa, que explica as características distintivas de cada vinho e as curiosidades do universo Fonseca.

    Localizada no centro histórico de V. N. Gaia (Rua do Choupelo, nº 84, a poucos minutos a pé da outra casa do mesmo grupo, a Taylor’s) o centro de visitas Fonseca oferece uma experiência à imagem da marca: contemporânea, descontraída e entusiasta. Haverá ainda espaço para um cocktail especial por mês, que reflita a diversidade e diversão associadas à casa Fonseca.

    Os mais pequenos também são convidados a descobrir mais sobre a história do vinho do Porto e até desafiados com algumas atividades didáticas, com um bilhete reduzido no valor de 4,50€, sendo que a visita termina com uma prova de sumo de uva e bolachas para que possam acompanhar os adultos num brinde em família. A visita para dois adultos e duas crianças, dos 8 aos 17 anos, tem o custo de 25,00€.

    A experiência individual tem o custo de 9,00€ por pessoa, incluindo um cálice de Bin no. 27.  Se desejar explorar a versatilidade dos vinhos do Porto Fonseca, pode completar a sua Experiência Fonseca com um cocktail à base de vinho do Porto Fonseca por 10,00€. Pode ser pré-reservada através do e-mail visit@fonseca.pt e do telefone 932 104 197.

    Morada:

    Rua do Choupelo, 84, 4400-088, Vila Nova de Gaia

    Contactos:

    Telf.: 932 104 197

    E-mail: visit@fonseca.pt

    Horário:

    12h – 19h: Centro de visitas

    12h – 20h: Sala de Provas e Loja

    Website : Fonseca

  • Quintas de Melgaço estreia programa de vindimas

    A Quintas de Melgaço criou duas novas experiências de enoturismo que convidam os visitantes a participarem na tradicional vindima do Alto Minho. No final, há vinhos e iguarias locais para provar à mesa ou num descontraído piquenique entre as vinhas.

    O arranque da época das vindimas é um momento especial para os mais de 500 pequenos agricultores que integram o projeto da Quintas de Melgaço. Após um período de grandes desafios para a região, homens e mulheres da terra regressam à vinha para celebrar a nova colheita, que este ano tem um sabor especial a esperança. Toda a comunidade pode agora participar, através dos dois novos programas criados pela Quintas de Melgaço, disponíveis durante todo o mês de Setembro. 

    O ponto de encontro é à porta da adega, local onde os participantes recebem o seu “kit vindimas”, composto por uma t-shirt, luvas e uma tesoura. Depois de uma breve explicação sobre as regras de higiene e segurança a manter durante toda a experiência, os grupos dirigem-se para as vinhas, onde os esperam os vindimadores mais experimentes da casa. O silêncio do campo é interrompido pelas conversas e cantares dos trabalhadores, que impõem o ritmo à apanha da uva.

    Depois de colhidas, as uvas são levadas para a adega. O restante percurso é observado com a ajuda de um guia da Quintas de Melgaço, que explica passo a passo todos os procedimentos na produção do vinho. No final, os visitantes podem escolher a recompensa: uma prova na emblemática sala de estágios da adega ou um piquenique ao ar livre.

    Na Experiência Vindima & Prova, os visitantes têm acesso a uma prova dos vinhos Alvarinho QM, QM Rosé e Espumante QM Reserva, todos feitos a partir da casta Alvarinho, ex-libris da região. A prova é orientada por um especialista e acompanhada por iguarias do concelho, como queijos, compotas, broa e enchidos. Neste local, além da vista desafogada sobre a adega e a paisagem, os visitantes podem testemunhar, na primeira pessoa, o repouso dos espumantes clássicos da casa. 

    Quem optar pela Experiência Vindima & Piquenique, após os trabalhos, pode disfrutar do merecido descanso em plena vinha. Basta pegar no cesto de piquenique, composto por uma garrafa de QM Alvarinho, uma garrafa de QM Rosé, dois queijos da típica loja “Prados de Melgaço”, tostas, compotas e mel.

    As visitas requerem inscrição prévia através do +351 251 410 020 ou enoturismo@quintasdemelgaco.pt. O uso de máscara é obrigatório assim como o cumprimento de todas as normas recomendadas pela Direção Geral da Saúde.

    Experiência Vindima & Prova

    25€ / pessoa

    Mínimo 2 pessoas

    Experiência Vindima & Piquenique

    30€ / pessoa

    Mínimo 2 pessoas

    Website : Quintas de Melgaço

  • Centro de visitas da Churchill’s recebe ‘Traveler’s Choice 2020’ do TripAdvisor

    O Centro de Visitas da Churchill’s, em Vila Nova de Gaia, recebeu a distinção ‘Traveler’s Choice 2020’, colocando-o entre as 10% principais atrações turísticas em todo o mundo, registadas no TripAdvisor.

    O ‘Traveler’s Choice 2020’ é atribuído pela mais importante plataforma de turismo do mundo aos estabelecimentos que receberam dos visitantes avaliações muito positivas, de forma consistente, ao longo de todo o ano.

    “É com muito orgulho que recebemos este ano mais uma distinção do TripAdvisor para o nosso Centro de Visitas em Gaia. Na Churchill’s procuramos que o Centro dê aos visitantes uma oportunidade de experienciar ao mesmo tempo a vivacidade e a tranquilidade de uma cave de vinho do Porto em funcionamento”, afirma Zoe Graham, diretora de vendas e marketing da Churchill’s, adiantando: “Queremos que quem nos visita sinta a energia do espaço e das nossas pessoas, apaixonadas pela produção de vinho do Porto. E o ‘Travelers’ Choice 2020’ é o reconhecimento disso mesmo, do trabalho fantástico que a nossa equipa tem desenvolvido ao longo dos anos e que queremos continuar a desenvolver, inovando nos espaços e na oferta e aproximando-nos sempre da comunidade.”

    Exemplo dessa aproximação à comunidade foi a abertura este ano do jardim da Churchill’s e do 1982 BAR (data do primeiro vinho do Porto vintage Churchill’s declarado), cuja oferta de piqueniques e cocktails tem sido um sucesso.  “Tem sido incrível poder ver a comunidade de apreciadores dos nossos vinhos, e daqueles que os estão a descobrir, a desfrutar de um espaço que normalmente seria maioritariamente turístico.”, congratula-se Zoe Graham.

    No final de uma rua estreita, quem sobe do Cais de Gaia, encaixado entre antigos armazéns de vinho do Porto, o Centro de Visitas da Churchill’s é uma adega em funcionamento e um espaço de enoturismo, que serve como pano de fundo para o melhor que a Churchill’s tem para oferecer – os seus vinhos. O espaço, que tem o selo Clean & Safe, oferece provas dos vinhos do Porto e Douro da Churchill’s, visitas à adega e às caves onde o vinho envelhece, para além de uma área exclusiva para eventos privados e um jardim com uma vista única sobre o rio e a cidade do Porto. É o local ideal para todos aqueles que desejem aprofundar os seus conhecimentos sobre a Região Demarcada do Douro, sobre os vinhos do Porto e Douro da Churchill’s, e conhecer a história da empresa.

    O jardim da Churchill’s é uma extensão do Centro de Visitas. Um espaço magnífico com uma vista esplêndida sobre o Porto e o rio Douro, um oásis verde encaixado no meio das caves de vinho do Porto em Gaia, proporcionando um local único para família e amigos, poderem desfrutar do ar livre, sentar-se na relva, ou fotografar momentos inesquecíveis enquanto bebem um cocktail um copo de vinho da Churchill’s e apreciam os produtos artesanais que fazem parte da oferta de comida.

    Centro de Visitas:  Aberto de segunda a sábado, das 10h às 18h, situa-se na Rua da Fonte Nova, 5, em Vila Nova de Gaia

    Jardim e 1982 BAR:  Aberto de sexta a domingo, entre as 12h e as 19h. O serviço do último piquenique é às 17h30.

    Website : Churchill’s

  • Casa Museu José Maria da Fonseca no TOP 10% das melhores atrações do mundo do TripAdvisor com a distinção Travelers’ Choice 2020

    A Casa Museu José Maria da Fonseca acaba de receber a distinção Travelers’ Choice 2020 do TripAdvisor, que a coloca no TOP 10% das melhores atrações do mundo por esta plataforma. Anualmente, “o maior website de viagens do mundo”, atribui esta distinção com base nos comentários e pontuações dos visitantes a alojamentos, atrações e restaurantes que obtêm constantemente excelentes avaliações de viajantes e estão classificados nos primeiros 10% das propriedades no Tripadvisor.

    Com mais de 40.000 visitantes anuais, a Casa Museu continua a ser a primeira atração escolhida em Azeitão pelos utilizadores desta plataforma.

    Para Sofia Soares Franco, responsável pelo Enoturismo da empresa, esta distinção é o reconhecimento do trabalho desenvolvido ao longo dos anos: “Estamos em constante melhoria da oferta de Enoturismo da Casa Museu José Maria da Fonseca para que os nossos visitantes tenham uma experiência memorável. É com muito entusiasmo e gratidão que recebemos este ano a distinção Travelers’ Choice 2020 do TripAdvisor. Agradeço aos visitantes que nos dão tão boas avaliações e também à nossa equipa fantástica. Vamos continuar a trabalhar cada vez mais e melhor para continuarmos a merecer a confiança de quem nos visita”.

    Leia as avaliações aqui.

    HORÁRIOS

    Visitas

    Verão(Abril a Outubro)

    Manhã: 10h00 – 12h00

    Tarde: 14h30 – 17h30

    Inverno (Novembro a Março)

    Manhã: 10h00 – 12h00

    Tarde: 14h30 – 16h30

    Loja

    Verão (Abril a Outubro)

    Inverno (Novembro a Março)

    10h00 – 17h30

    CONTACTOS

    R. José Augusto Coelho, nº11/13
    Vila Nogueira de Azeitão

    Tlf: +351 212 198 940
    E-mail: enoturismo@jmfonseca.pt

    Website : Casa Museu José Maria da Fonseca

  • Vinalda distribui Marquês de Marialva, marca líder da Bairrada

    A partir de Setembro, a Vinalda vai distribuir em exclusivo no mercado nacional a marca  Marquês de Marialva, produzida pela Adega de Cantanhede, o maior produtor da Bairrada.

    A Adega de Cantanhede, fundada em 1954, como forma de reconhecer e homenagear o importante papel na história de Portugal de D. António Luís de Meneses – 1º Marquês de Marialva – decidiu que os seus melhores vinhos e espumantes DOC Bairrada deveriam ter uma marca com o seu nome. Marca que a Vinalda vai agora distribuir no mercado nacional. 

    Osvaldo Amado é o enólogo chefe da Adega de Cantanhede, que comemorou 65 anos em 2019 e além de ser o maior produtor da Bairrada é o que mais vende vinhos DOC, acumulando mais de 750 prémios nos últimos anos. Os 550 associados ativos somam mais de 1.000 hectares de vinha.  

    O Diretor-Geral da Vinalda salienta “a história, a qualidade e a liderança da marca Marquês de Marialva no mercado” e José Espírito Santo sublinha ainda que “a Vinalda passa a liderar mais uma região vitivinícola portuguesa, ajudando este negócio a cumprir a sua missão de voltar a ser a distribuidora de vinhos de referência em Portugal”

    Por seu lado, o presidente da Adega de Cantanhede, Victor Damião, afirma que “no seguimento de variadas estratégias de desenvolvimento da Adega de Cantanhede, encetamos agora uma nova etapa, desta vez para o mercado nacional atribuindo à Vinalda, uma das grandes empresas de distribuição, o trabalho de expansão da marca Marquês de Marialva” e frisa: “Acreditamos que será uma parceria ganhadora, que aquela marca e os seus excelentes vinhos e espumantes merecem, dado haver muito ‘espaço’ no mercado, que até agora não explorámos”. 


    Portefólio

    Marquês de Marialva  

     Vinhos Tranquilos  

    Colheita Selecionada (Tinto, Branco e Rosé)

    Reserva (Baga, Bical e Arinto)

    Grande Reserva (Tinto e Arinto)

    Garrafeira 2001, 65 Anos (Tinto)

     Espumantes 

    Blanc de Blancs (Bruto, Meio Seco e Doce)

    Bical & Arinto (Bruto e Reserva Bruto)

    Blanc de Noir, Baga Bairrada (Bruto)

    Baga (Tinto Bruto, Rosé Bruto e Cuvée Bruto)

    Cuvée Primitivo

    Licorosos 

    XO 20 Anos 

    Reserva dos Sócios

    Singular

    Website : Vinalda

  • VINHOS A DESCOBRIR – 3ª edição | Mercado Ferreira Borges, Porto

    26 e 27 de setembro visite VINHOS a Descobrir, Wine Market, a 3ª edição da mostra e feira de vinhos produzida pela INSPIRE.

    Em pleno centro do Porto, o evento pelo qual ansiávamos!

    A mostra de vinhos será realizada no belíssimo Mercado Ferreira Borges,  espaço Hard Club, privilegiando o contacto com visitantes e turistas. 

    Com as medidas de segurança de Mercado ao Ar Livre, o local ideal para a descoberta dos fantásticos vinhos Portugueses, juntando apreciadores de vinhos e os Produtores, partilhando as novidades e redescobrindo vinhos.

    Tudo num espaço amplo e com ambiente descontraído!

    Horários: dia 26 das 15H30 às 21H30 + dia 27 das 15H30 às 20H30.

    Estarão presentes excelentes Produtores nacionais de: Vinhos Tranquilos (DOC, Regionais, IG), Vinho do Porto, Vinho Verde, Vinho da Madeira e Espumantes.

    Os visitantes terão a possibilidade de falar com os Produtores, adquirir Vinho a copo e garrafa, bem como produtos regionais e gourmet, enriquecendo a sua experiência.

    Durante o Wine market serão realizadas Harmonizações diárias com vinhos, realizadas por um expert, partilhando o seu conhecimento para que a descoberta das melhores combinações seja ainda mais proveitosa.

    Animação assegurada por DJ, para uma conjugação perfeita de vinhos, amigos e família, num ambiente cool e animado.

    VINHOS a Descobrir, evoluindo do Port & Wine World.

    Decorrerão as seguintes atividades paralelas:

    Get Together Profissional – sábado dia 26, entre as 13H30 e as 15H30, promove-se o encontro com profissionais do sector: restaurantes, garrafeiras, bares, distribuidores e bloggers profissionais, para dar a conhecer os Produtores e os seus vinhos.

    Provas Harmonizadas diárias, promovendo as associações de vinhos e gastronomia com os produtos gourmet e produtos regionais.

    DJ em ambiente Chill Out

    Localização: Mercado Ferreira Borges, Hard Club – Porto. 

    Entrada: 3€

    Entrada com copo: 5€, incluindo vale de desconto de 1€ na compra de 10€ ou superior em vinho.

    Serão cumpridas as regras de segurança e saúde necessárias indicadas pela DGS, assegurando que a mostra de vinhos cumpre os requisitos.

  • Bairrada lança campanha para promover espumante e novos momentos de consumo

    Bairrada é sinónimo de espumante. Sendo este o produto-bandeira desta região vitivinícola, é aqui que mais se produzem e certificam espumantes em Portugal. O impacto da pandemia de Covid-19 tem sido enorme, com o consumo de espumantes a ser seriamente afectado, devido à suspensão das festas. Para reacender, manter acesa ou até despertar o interesse de novos momentos de consumo e consumidores, a Comissão Vitivinícola da Bairrada (CVB) tem em curso uma campanha de promoção do espumante Bairrada.

    Concebida pela agência OPAL, esta campanha é veiculada em outdoors e no digital. O conceito assenta na premissa de que o ‘Espumante’ é uma bebida bastante eclética e, por isso, a companhia ideal para vários momentos. Muitas são as vezes em que inventamos desculpas para não beber espumante, limitando o seu consumo a dias de festa, ocasiões especiais e a sua degustação a flutes, nem sempre acessíveis. Esta campanha tem como objetivo desfazer mitos, quebrar regras e criar novas “dicas” de consumo, associando-o a uma forma de estar descomprometida e focada no simples gosto de desfrutar de ‘Espumantes Bairrada’. Descomplicar é a palavra de ordem!

    Sob o eixo de comunicação da marca ‘Bairrada, Terras de Bem-Beber’ e com a assinatura ‘Espumante Bairrada. Abre o teu lado bom.’, são seis as frases que suportam o conceito da campanha.

    #1 – A idade das borbulhas já passou? Pensa melhor.

    #2 – Não guardes para amanhã o que podes beber hoje.

    #3 – Sem mesa marcada? Sem problema.

    #4 – Levanta o copo, não o mindinho.

    #5 – Cerimónia e dress code? Põe-te ao fresco.

    #6 – Tinto para a carne, branco para o peixe? Sai dessa bolha!

    Para Pedro Soares, presidente da CVB, “é muito importante promover este tipo de iniciativas, em que “ajudamos” a descomplicar e democratizar um pouco mais o consumo de espumantes. Com a ausência de eventos, foi possível ajustar a comunicação da região procurando maior notoriedade deste que é o nosso produto-estrela. Ao nível da campanha apostámos em grandes formatos – outdoors na A1, a mais percorrida auto-estrada de Portugal, e na região – e no on-line, canal que ganhou uma dimensão extra na nova conjuntura mundial. Temos, contudo, que continuar a gerir bem os recursos existentes, pois não sabemos por quanto tempo se manterá esta situação. E não podemos esquecer os outros vinhos que a região produz e que são de enorme qualidade”.

    De relembrar que a Comissão Vitivinícola da Bairrada está apostada em conseguir criar e trazer para a região um Centro de Competências e Investigação de Espumante, plataforma onde será possível pensar, desenhar, experimentar e inovar em conjunto com todo o sector vitivinícola em Portugal, o futuro do espumante no país. 

    Website : Comissão Vitivinícola da Bairrada

  • O mundo do Chefe Pedro Lemos

    “SE EU SINTO QUE NÃO ME ADAPTO A ESTE MUNDO, É PORQUE NASCI PARA CRIAR O MEU.”

    “Pedro Lemos abriu portas em 2009 e desde o início se tornou um dos mais conceituados restaurantes no Porto. Em 2014 foi o primeiro da cidade a ser consagrado com uma estrela no guia Michelin. Situado na foz do Douro, numa casa classificada como património arquitectónico, o restaurante está numa das mais belas e emblemáticas zonas históricas da cidade invicta.”

    “O edifício foi inaugurado em 1964 como bar, ao bom estilo inglês, e foi sempre um espaço de selecção das elites da época. Hoje, num ambiente elegante e moderno, o restaurante, para além da sala de jantar, conta com uma garrafeira onde podem ser servidas refeições para grupos e um terraço para os dias mais quentes.”

    O jantar no restaurante do Chefe Pedro Lemos foi uma experiência única, uma noite sublime com pratos que provocaram muita emoção.

    Optamos pelo menu de 10 pratos e o menu vegetariano, ambos repletos de imaginação, harmonia, elegância e ingredientes da nossa terra.

    Cada prato é um conjunto de sensações maravilhosas, profundas, que nos elevam a alma e comovem, provocando uma ânsia pelo próximo prato do menu. Ambos os menus têm um elo de ligação perfeitamente delineado entre os pratos, elo esse irrepreensível.

    A harmonização com os vinhos foi perfeita, com vinhos de enorme qualidade. Extrema simpatia do sommelier, que sempre descreveu o vinho e a harmonização com grande paixão.

    Foi uma jornada gastronómica excepcional, lotada de pequenos momentos e prazeres e que nos deixou uma agradável sensação de felicidade e bem-estar. Restaurante que deve ser visita obrigatória por todos os que tem uma paixão pela comida e vinhos.

    Tenho a certeza de que vou voltar para ser feliz.


    Website : Restaurante Pedro Lemos

  • Casa Velha e Henri Giraud Champagne juntam-se para oferecer uma experiência de alta gastronomia

    A Casa Velha, restaurante de fine dining na Quinta do Lago, alia-se ao Henri Giraud Champagne para oferecer uma experiência de luxo no dia 5 de Setembro pelas 19h00. Reconhecida pelas suas refeições requintadas e recomendada pelo Guia Michelin 2020, a Casa Velha foi o primeiro local gastronómico da Quinta do Lago, o local onde tudo começou. Com esta experiência de luxo onde o champanhe é o convidado de honra, mostra uma vez mais toda a sua exclusividade e primor.

    A reconhecida e admirada casa boutique de champanhes Henri Giraud produz apenas um pequeno número de garrafas de Grand Cru por ano das vinhas Ay. Esta é a sua oportunidade de experimentar a subtileza e requinte desta bebida, aliada aos pratos excecionalmente confecionados do Chef Alípio Branco. Todos os champanhes servidos foram escolhidos pelo Sommelier Miguel Martins especialmente para a ocasião, de forma a casarem na perfeição com os pratos apresentados.

    Esta experiência de 7 pratos iniciar-se-á com uma Ostra harmonizada com Champagne Blanc de Crate. O famoso Champagne MV Rosé “Au Grand Cru” acompanhará o Lombo de Rubi Galega com Puré de Aipo e Batata, Salada de Maçã, Jus Pimenta Preta. Entre os restantes pratos poderá encontrar iguarias como Foie Gras ou Carabineiro, entre outros, oferecendo sempre uma experiência de cozinha europeia com recurso a produtos naturais do Parque Natural da Ria Formosa como é hábito por parte do Chef Alípio.

    Esta experiência tem um custo de 190€ por pessoa e pode fazer a sua reserva através de casavelha@quintadolago.com ou +351 289 394 983.

    Website : Casa Velha

    Website : Henri Giraud Champagne

  • VESTIR A CAMISOLA DA CASA RELVAS POR UM DIA

    De 20 de Agosto a 20 de Setembro é possível fazer parte da equipa da Casa Relvas e participar nas vindimas na Herdade de São Miguel, vivendo toda a cultura e tradição do vinho e da vinha no Alentejo.

    De 20 de Agosto a 20 de Setembro, a Casa Relvas volta a receber os amantes do vinho e da vinha para a vindima, na Herdade de São Miguel, no Redondo. Aqui vão dar a conhecer a arte de vindimar e o trabalho que todos os anos é desenvolvido na vinha e na adega nesta altura do ano.

    Numa iniciativa que tem tido grande adesão, o produtor alentejano volta a abrir as suas portas para um programa de vindimas que, integrado na sua actividade de enoturismo, pretende divulgar o processo da vindima e a essência do Alentejo, e partilhar bons momentos de convívio e descontracção.

    O principal objectivo é proporcionar uma experiência inesquecível a todos os que se queiram juntar à equipa e vestir a camisola da Casa Relvas por um dia. E podem mesmo fazê-lo, porque uma t-shirt da Harvest Crew 2020 faz parte do kit de oferta, bem como um chapéu de palha e, este ano pelas razões que todos conhecemos, uma máscara será também oferecida a todos os participantes.

    Com todas as medidas de segurança, e com o selo Clean & Safe, a Casa Relvas garante um dia bem passado. Em grupos únicos até 10 pessoas – e apenas com reserva de um grupo por dia – o programa de vindimas tem a duração de cinco horas e inclui várias atividades em que os todos poderão fazer parte da equipa e da família que é a Casa Relvas.

    Pelas 11 horas (ou um pouco mais cedo nos dias mais quentes) o programa tem início com um passeio na vinha, com a identificação das castas e a análise sensorial de bagos, grainhas e engaços, seguida da vindima manual. Depois, já na adega, chega o momento que muitos anseiam, a pisa a pé, que por tradição são sempre momentos muito animados e que resultam em fotos divertidas para partilhar (#herdadesaomiguel #casarelvas #umdiaemsaomiguel).

    Ainda na adega da Herdade de São Miguel, segue-se a prova de mostos. Vindima feita, chega a hora da prova de vinhos. O programa de vindimas da Casa Relvas pode ainda incluir um almoço ao ar livre tipicamente alentejano com produtos locais, sendo este opcional na altura da reserva.

    Para aqueles que há muito se rendem a esta arte secular, ou para aqueles que sempre o quiseram experimentar, o programa de vindimas da Casa Relvas é a proposta perfeita para um passeio ao Alentejo, e para viver uma experiência a recordar, e muito provavelmente repetir. Aqui o tempo passa devagar em boa companhia e, como afirma Alexandre Relvas, “queremos que quem nos visita possa ter este contato direto com a nossa terra, a nossa cultura e tradição, numa experiência que sabemos que não os vai deixar indiferentes, mesmo num ano diferente…Temos tudo preparado para receber em segurança quem queira vir passar um dia com a Casa Relvas”.

    A apenas 1h30 de Lisboa, e a 20 minutos de Évora, a Casa Relvas desafia os amantes do vinho e da vinha a conhecer e viver este espírito tão autêntico que é o das vindimas. Um brinde, à vossa!

    PROGRAMA DE VINDIMA 2020
    Programa de 5 horas, incluindo:
    Passeio na vinha | Identificação de castas e análise sensorial de bagos, grainhas e engaços
    Vindima manual | Pisa a pé | Prova de mostos
    Prova de vinhos | Almoço (opção vegetariana disponível)
    €40 s/ almoço | € 70 c/ almoço
    Oferta de t-shirt e chapéu das Vindimas 2020
    CONDIÇÕES DE PARTICIPAÇÃO
    2 a 10 participantes, em grupo único (reserva de um grupo por dia)
    Reserva com 72h de antecedência – enoturismo@casarelvas.pt
    Obrigatório uso de máscara e distância de segurança

    Online:
    https://casarelvas.pt/enoturismo
    https://www.instagram.com/casarelvas/
    https://www.facebook.com/CasaRelvas/

  • Estão quase a chegar as vindimas em Torre de Palma

    A partir de 1 de Setembro, em Monforte, no Alentejo, as vindimas nesta propriedade rica em Património iniciam, e, com elas, várias experiências para melhor as usufruir.

    Fazer uma vindima no Torre de Palma Wine Hotel é muito mais do que experienciar uma vindima tradicional, com apanha, escolha e pisa das uvas. Este projeto de luxo no Alentejo proporciona nesta altura do ano um conjunto de experiências autênticas que constituem a verdadeira raiz de Torre de Palma: o vinho.

    A tradição vínica nestas terras tem cerca de 2000 anos e remonta à época Romana, altura em que se instalaram abastadas famílias que se dedicavam ao vinho, ao azeite, ao cavalo Lusitano e às artes.  Todo o espírito que assistiu à recuperação da propriedade e transformação em “Wine Hotel” preocupou-se assim em manter vivo o “modo de vida romano”.

    Respeitando as raízes romanas em Torre de Palma, celebra-se o vinho na “Lusitânia”, tal como no período Romano. A “vinalia rustica” marca o início das vindimas – que este ano iniciam a 1 de Setembro e terminam em meados de Outubro -, celebrando a “meditrinalia”, data em que o mosto é consagrado. 

    Para se imbuir do espírito das vindimas e usufruir ao máximo, o Torre de Palma Wine Hotel sugere um conjunto de experiências: passar um dia na vinha ou aproveitar para ficar alojado neste Design Hotel e ter uma experiência imersiva daquilo que é uma verdadeira campanha vínica em Torre de Palma.

    A experiência começa na vinha para conhecer as diferentes castas que nesta propriedade são exclusivamente castas portuguesas, e fazer-se a colheita manual das uvas. A etapa seguinte é a mesa de escolha, à porta da adega, onde se procede à seleção das melhores uvas. Por fim, vem a recompensa após o trabalho: a visita à adega, de arquitetura de João Mendes Ribeiro e a prova de mostos ou prova de vinhos Torre de Palma, seguido de almoço no Restaurante Basilii.

    No Torre de Palma Wine Hotel, o processo integral da produção de vinho é feito na propriedade, da colheita ao engarrafamento. Nesta vinha de 7 hectares, em que todos os processos são manuais, o enólogo Duarte de Deus vai partilhando com os participantes o seu conhecimento sobre o universo de Baco. “A nossa vindima proporciona uma experiência diferente, pela imersão e a envolvente Histórica do Torre de Palma, que é única no país”, partilha Isabel Rebelo, proprietária do hotel.

    Aproveite esta época para aprender mais sobre a arte de fazer vinho e desfrutar do Património Histórico inigualável de Torre de Palma e desta região do Alto Alentejo. Esta é apenas mais uma das razões para optar por este programa de vindimas imersivo.


    Programas de Vindimas de Torre de Palma:

    Programa de 1 Dia

    Programa de 2 Noites


    Website: Torre de Palma Wine Hotel

  • Paço de Teixeiró: a frescura da Serra do Marão

    É em Baião, berço natural da casta Avesso, que a família Montez Champalimaud preserva a sua histórica propriedade e a missão de produzir vinhos brancos com um perfil ousado, moderno e assumidamente gastronómico.

    A sub-região de Baião tem ganho, nos últimos anos, um merecido destaque entre os consumidores nacionais e internacionais. Na base deste sucesso está a afirmação do potencial do seu terroir para a produção de vinhos brancos de elevada qualidade, caracterizado pela altitude e clima menos temperado, com invernos mais frios e verões mais quentes, devido à proximidade e influência da colossal Serra do Marão.

    Estas características permitem o perfeito amadurecimento de castas de maturação mais tardia e com maiores exigências de calor no final do seu ciclo de vida – como é exemplo a Avesso. Por esse motivo, este é considerado o seu habitat natural e o lugar onde melhor se expressa. Para a Quinta de Paço de Teixeiró, a casta Avesso assume-se como o ingrediente-chave das suas referências produzidas na casa, agora com novas colheitas no mercado: Paço de Teixeiró Branco e Paço de Teixeiró Avesso

    Na primeira versão, a casta Avesso (80%) é acompanhada pela Loureiro (20%), ambas provenientes de vinhas com mais de 35 anos de idade. A nova edição Paço de Teixeiró Branco 2019 apresenta-se ao mercado com uma enorme vivacidade e frescura, com uma clara presença de flores brancas, citrinos e algumas notas de damasco. Um conjunto muito fresco, perfeito para os pratos ligeiros da estação.

    Segue-se uma abordagem mais arrojada, numa versão 100% Avesso – o Paço de Teixeiró Avesso 2018, cujo lançamento é sempre atrasado um ano para que o vinho possa exprimir todo o seu potencial ainda em garrafa. A quantidade limitada de garrafas disponíveis é compatível com a complexidade deste vinho, extraído das melhores videiras da propriedade. O estágio em barricas confere-lhe uma enorme elegância e um excelente volume de boca, perfeito para acompanhar o prato estrela da região: Anho Assado com Arroz de Forno.

    Nas palavras de Eça de Queiroz, que encontrou nas terras de Baião a inspiração para a sua última criação literária, “A Cidade e as Serras”, o vinho aqui produzido é “fresquinho, leve, aromático e alegrador. Todo alma”. Para descobrir numa visita à região ou em qualquer parte do país, já que as novas colheitas Paço de Teixeiró se encontram disponíveis em garrafeiras de todo o território nacional, com distribuição exclusiva da Vinicom.

    Paço de Teixeiró Branco 2019 – PVP: €7,5

    Paço de Teixeiró Avesso 2018 – PVP: €14

    Website : Paço de Teixeiró

  • ADEGA DE PALMELA MOSCATEL DE SETÚBAL 10 ANOS ESTÁ NO TOP 10 DOS MELHORES MOSCATEIS DO MUNDO

    Produto certificado desde 1908 É um dos mais representativos produtos da região da Península de Setúbal

    O Adega de Palmela Moscatel de Setúbal 10 anos, acaba de ser premiado como um dos 10 Melhores Moscatéis do Mundo no Concurso Muscats du Monde. O vinho Generoso Moscatel é um produto certificado desde 1908, e um dos mais representativos produtos da região da Península de Setúbal, de qualidade “Superior”, integrando a coleção – Moscatéis de Setúbal.

    Com casta de Moscatel de Alexandria, obtido a partir da fermentação de uvas Moscatel e interrompida através da adição de aguardante vínica, maceração pelicular durante um período mínimo de 5 meses, neste Lote foram usadas várias colheitas, onde a mais recente tempo pelo menos 10 anos, permanecendo na cave da Adega em barricas de carvalho usadas, próprias para o envelhecimento de aguardentes.

    Por ser especial deverá ser servido sozinho ou em alternativa a acompanhar doçaria regional e chocolate a uma temperatura de 16ºC e apresenta uma grande complexidade aromática, evidenciadas notas de frutos secos, nozes, figos e mel.

    A edição deste ano para escolher os Melhores Moscatéis do Mundo, destacou-se como uma das mais marcantes prestações de Portugal no concurso, arrecadando 16 medalhas, 8 de ouro e 8 de prata, ficando a Adega de Palmela com o seu Moscatel de Setúbal 10 anos no TOP 10 Best Muscats du Monde 2020, em 9º lugar.

    Website : Adega de Palmela

  • Arkhe Restaurante Vegetariano

    “O restaurante Arkhe (do grego antigo o início, origem) é um local dedicado a cozinha à base de vegetais, respeitando as estações do ano, a sazonalidade dos ingredientes e o contacto com pequenos produtores em busca dos melhores ingredientes.”

    Entradas

    João Ricardo Alves é um chef de cozinha que alia paixão, técnica, estudo e a criatividade a uma forte consciência ambiental. Com a junção destes elementos propõe uma cozinha à base de vegetais inovadora e moderna.

    Com formação em cozinha clássica francesa, o seu percurso profissional passa por países como Suíça, França e Inglaterra, onde tem o privilégio de trabalhar nos únicos restaurantes vegetarianos do Guia Michelin Europa: o Terre a Terre (Bib Gourmand) e o Joia (1 estrela) em Milão.

    Pratos principais

    Após um período de viagens pela Ásia acaba por se tornar head chef do Hotel Fivelements em Bali, um dos pioneiros de alta cozinha vegetariana e vegan.

    Em 2017 ruma a Lisboa em busca dos seus laços familiares antigos e durante a sua estadia inicia um projeto de jantares pop-up plantbased que dão origem restaurante Arkhe.”

    Eu fui ao restaurante por mera curiosidade e não me arrependi. Cada vez mais a opção pelo vegetariano, tanto em pratos como em menus de degustação, vem ganhando pontos, não ficando atrás das outras opções não vegetarianas. Mais uma vez fiquei verdadeiramente surpreendido e muito agradado.

    A ementa não é muito grande, mas os pratos são ricos e elaborados, com uma grande variedade de elementos e com uma apresentação muito atraente.  

    São pratos com substância, que saciam e transmitem conforto e satisfação, em que todos os ingredientes combinam na perfeição formando um conjunto único.

    Serviço muito profissional, competente e simpático, com um bom serviço de vinhos. Atenção à lista de vinhos criada pelo Alejandro Chavarro, que é excecional, muitas opções que proporcionam excelentes maridagens com os pratos. Experimentem!

    Website : Arkhe Restaurante Vegetariano

  • Mano a Mano: novo Chef Executivo italiano estreia conceitos gastronómicos em Lisboa

    O Mano a Mano acaba de anunciar o seu novo Chef Executivo, Giovanni Pellegrino. De nacionalidade italiana, mais precisamente de Sicília, e com o gosto pela cozinha desde criança, Giovanni chega ao restaurante da Rua do Alecrim com muitas surpresas. A mudança da carta é a primeira novidade apresentada pelo Chef que promete a estreia de novos conceitos gastronómicos em Lisboa.

    O que muda: “Pistachio é o novo Tomate”

    A disputa entre uma cozinha napolitana e romana e a ambição por se tornar no melhor restaurante italiano de Lisboa pede um Chef a condizer e a escolha não podia ser mais acertada. “Simplicidade na cozinha” é o lema do Chef Giovanni, que desde sempre se habituou a transpor para os seus pratos. Defende que quando usamos ingredientes simples e de qualidade, o resultado é sempre delicioso. Fez um curso na área de agricultura e hoje recorre muito a plantas e vegetais, produtos sempre da época.

    O leque é variado, contemplando pratos de carne, peixe, mas também vegetarianos. Privilegia a massa caseira e promete a massa das bases da pizza mais estaladiça e potenciadora do sabor dos ingredientes escolhidos, pela forma como é estendida. E como não só de molho de tomate se faz uma pizza, o Chef Giovanni decidiu inovar e trazer-nos uma nova alternativa com um dos seus ingredientes favoritos e muito típico de Itália: o pistachio. Este ingrediente estará presente não só em algumas pizzas, como também noutros pratos, incluindo sobremesas.

    As escolhas do Chef Giovanni

    Como aperitivo (Antipasti), o Chef destaca a Parmigiana di Melanzane (8,50€), uma beringela, recheada com molho de tomate, mozzarella de búfala e manjericão, o Prosciutto e Melone (9,00€), melão com presunto e redução de vinho e canela, e a Bruschetta Tricolore (9,50€), a Clássica (tomate, alho e manjericão), a de Pesto e pinhões e a Mano a Mano, com chouriço picante de Calabria, mozzarella de búfala e tomilho.

    Da parte “Pizzas e Calzones”, o Chef Giovanni sugere a Pizza Bronte (14,50€) para ficarem a conhecer o sabor de uma pizza italiana com a base em creme de pistachio – presunto, mozzarella de búfala e lascas de Grana Padano são os ingredientes que a contemplam. Pizza A Crudo (9,00€) seria também mais uma das suas sugestões: tomate fresco, burrata e manjericão.

    Spaghetoni Verdi al Pistacchio e Gorgonzola (15,00€), bem italiano, é mais um dos seus principais pratos: massa de espinafres caseira, com pistachio e gorgonzola. À carta chegam ainda dois pratos especiais: Seppia Patate e Piselli (16,50€), choco assado com batata e puré de ervilhas, e Brasado di Carne al Barolo (15,00€), com Focacce, bochecha de porco estufada, vinho, cenoura, cebola, aipo, tomilho e alecrim com a nossa focacia.

    Não podíamos terminar as sugestões do Chef sem uma boa sobremesa. Toda a carta de sobremesas foi renovada, da qual o Chef destaca o Mille Foglie (5,00€), um mil folhas com creme de mascarpone de baunilha, com calda de frutos vermelhos ou de caramelo salgado; o Falso Cannoli agli Agrumi (6,00€), um doce típico da Sicília com creme de mascarpone e citrinos, geleia de laranja; e o Tiramissù Clássico (6,50€), creme de mascarpone, café, bolacha e cacau em pó. E estas são só algumas das incríveis sobremesas do Chef.

    O Chef Giovanni Pellegrino deixa o convite: “Estou muito entusiasmado em transportar novos conceitos gastronómicos para a capital portuguesa. Convido-vos a visitar-me no Mano a Mano para uma nova experiência inspirada nas minhas origens em simbiose com o paladar português. A minha motivação será tornar o Mano a Mano numa referência da cozinha italiana”.

    O Mano a Mano fica na Rua do Alecrim, n22, e está a funcionar todos os dias das 12h30 às 23h; às sextas-feiras e sábados até às 00h00. O restaurante aceita reservas, que podem ser feitas no site, pela app do TheFork ou por chamada (914 054 273). O restaurante está disponível também em takeaway e delivery, através do Uber Eats.

    Website : Mano a Mano

  • Taylor’s Single Harvest 1970 já disponível no mercado

    O Taylor’s Single Harvest 1970, o sétimo da série de edições limitadas de vinhos do Porto com meio século, já pode ser encontrado em algumas das melhores garrafeiras do país. A distribuição é exclusiva da Heritage Wines.

    Desde 2014 que a Taylor’s, emblemática casa de Vinho do Porto, partilha com o mercado alguns exemplares das suas extensas reservas de vinhos do Porto envelhecidos em madeira, preservados com paciência e mestria nas icónicas Caves em Vila Nova de Gaia durante meio século. São já sete edições limitadas, pensadas para os verdadeiros amantes da arte do envelhecimento do Vinho do Porto e colecionadores de todo o mundo.

    O último a ser apresentado é o Taylor’s Single Harvest 1970, lançado para o mercado num ano atípico e que dificilmente será esquecido. Talvez por esse motivo seja reforçado o pretexto de o abrir durante os brindes especiais do ano como, por exemplo, uma celebração de 50 anos, que se pretende memorável. Apesar da idade, este é um vinho que está pronto a ser consumido, recomendando-se um serviço entre 12 e 16ºC.

    A sua textura suave e aveludada abre caminho a um opulento sabor a café e caramelo, com notas de noz e casca de laranja cristalizada, mas com uma notável frescura conferida pela viva acidez. Elegante a cada toque, termina longo e persistente. Acompanha de forma sublime sobremesas, nomeadamente com sabores de figos, amêndoas e caramelos, leite-creme ou uma taça de morangos frescos. Também pode – e deve – ser apreciado sozinho, no final da refeição, com algumas nozes ou outros frutos secos.

    O Taylor’s Single Harvest 1970 já se encontra disponível com um PVP recomendado de 300€. Para mais informações, consultar: www.heritagewines.pt

    Website : Taylor’s Single Harvest 1970

  • Vinhos do Tejo promovem a descoberta de pequenos produtores em 9 vinhos

    Situada na zona Centro, a região dos Vinhos do Tejo está imemorialmente ligada à produção de vinhos. É de direito próprio uma das mais antigas regiões produtoras de vinho do nosso país, vendo o seu nome associado ao rio que a atravessa. O rio Tejo é o elemento dominante da região, contribuindo de forma decisiva para o seu clima e, por conseguinte, terroirs. É berço de grandes e afamadas casas agrícolas, mas também de pequenos produtores, alguns dos quais recentes.

    São nove os vinhos de alguns desses pequenos produtores a que a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo dá aqui palco. Seis brancos, um rosé e dois tintos, que em comum têm o selo de garantia de qualidade e de origem, atribuído pela CVR Tejo, como DO Tejo ou IG do Tejo.

    O convite é para que entre no Tejo, compre o que é da região e atreva-se a fazer grandes descobertas!


    HERDADE DOS TEMPLÁRIOS BRANCO 2019 (DO Tejo)

    Produtor: Quinta do Cavalinho/Herdade dos Templários

    Castas: 40% Arinto, 40% Fernão Pires e 20% Riesling

    Álc.: 13,50% • Acidez Total: 4,98 g/l • Açúcares Totais: n.d. • pH: 3,44

    PVP: €4,50

    À venda: Brevemente na loja online do produtor; restaurantes e garrafeiras; algumas lojas Intermarché.


    QUINTA DA BADULA RESERVA BRANCO 2018 (DO Tejo)

    Produtor: Quinta da Badula

    Castas: Arinto e Alvarinho

    Álc.: 12,00% • Acidez Total: 6,30 g/l • Açúcares Totais: 0,7 g/l • pH: 3,31

    PVP: €10,50

    À venda: Restaurantes e garrafeiras.


    QUINTO ELEMENTO RESERVA BRANCO 2016 (IG do Tejo)

    Produtor: Quinta do Arrobe

    Castas: 100% Arinto

    Álc.: 13,00% • Acidez Total: 5,26 g/l • Açúcares Totais: menos de 1 g/l • pH: n.d.

    PVP: €14,50

    À venda: El Corte Inglés; Garrafeira Nacional; restaurantes e garrafeiras, algumas com lojas on-line.


    RUI REGUINGA VINHA DA TALISCA BRANCO 2018 (IG do Tejo)

    Produtor: Rui Reguinga

    Castas: 60% Marsanne, 20% Roussanne e 20% Viognier

    Álc.: 13,00% • Acidez Total: 5,30 g/l • Açúcares Totais: n.d. • pH: 3,43

    PVP: €20,00

    À venda: Em www.terrenus.pt e através da Portfólio Vinhos (distribuidor).


    VINHO: CASAL DAS AIRES CHARDONNAY BRANCO 2018 (IG do Tejo)

    Produtor: Pine Nuts Vines & Wines

    Castas: 100% Chardonnay

    Álc.: 12,50% • Acidez Total: 5,80 g/l • Açúcares Totais: 0,00 g/l • pH: 3,40

    PVP: €20,90

    À venda: Garrafeira Nacional, que é o distribuidor nacional tem garrafeira e loja on-line.


    QUINTA DA ESCUSA HARVEST BRANCO 2016 (IG do Tejo)

    Produtor: Casa Romana Vini

    Castas: 65% Arinto, 35% Moscatel Alexandria

    Álc.: 12,50% • Acidez Total: 4,38 g/l • Açúcares Totais: 1,95 g/l • pH: 3,45

    PVP: €9,00

    À venda: Restaurantes e garrafeiras, algumas dos quais com lojas on-line; El Corte Inglés e Auchan Gourmet do Amoreiras.


    ZÉ DA LEONOR ROSÉ 2019 (IG do Tejo)

    Produtor: Casa Agrícola Rebelo Lopes

    Álc.: 12,50% • Acidez Total: 6,63 g/l • Açúcares Totais: 1,9 g/l • pH: 3,13

    PVP: €5,90

    À venda: Loja do produtor, física na Quinta Nova e on-line em breve, e por contacto directo com envio para todo o país; restaurantes e garrafeiras.


    QUINTA DA ARRIÇA RESERVA TINTO 2017 (IG do Tejo)

    Produtor: Quinta da Arriça

    Castas: Pinot Noir, Sousão e Syrah

    Álc.: 14,00% • Acidez Total: 5,10 g/l • Açúcares Totais: 0,9 g/l • pH: n.d.

    PVP: €6,00

    À venda: Loja do produtor; restaurantes em Coruche; e Posto de Turismo de Coruche. 


    JOANA DA CANA RESERVA TINTO 2016 (IG do Tejo)

    Produtor: Vinhos Franco

    Castas: Touriga Nacional e Tinta Barroca

    Álc.: 15,00% • Acidez Total: 4,54 g/l • Açúcares Totais: 4,0 g/l • pH: 3,90

    PVP: €13,00

    À venda: Restaurantes e garrafeiras, algumas das quais com lojas on-line.

  • Clérigos Tasting Room: A nova embaixada do vinho do Porto na cidade invicta

    O mais recente projeto do grupo Fladgate Partnership aposta no conceito ‘Grab and Go’ e convida a explorar diferentes combinações entre dois símbolos nacionais: o vinho do Porto e o pastel.

    A poucos passos da Torre dos Clérigos, da Livraria Lello e das ruas das Galerias de Paris, a Clérigos Tasting Room abre portas e junta a estes locais mais icónicos, outro dos símbolos da cidade – o vinho do Porto.

    Assumindo-se como uma embaixada do vinho do Porto, em pleno coração da cidade, o novo espaço convida a desfrutar da experiência dentro ou fora de portas, já que o conceito é “Grab and Go”. A proposta é simples: dar a provar 9 harmonizações de vinho do Porto (5 a 7 €) com o famoso “pastel” em diferentes criações que conjugam na perfeição com diferentes estilos de vinho.

    Entre doces e salgados, as combinações foram pensadas ao pormenor para evidenciar as características de cada estilo, mostrando a versatilidade gastronómica do vinho do Porto. Em prova, estão algumas das referências mais icónicas das três reputadas casas do grupo Fladgate Partnership: Taylor’s, Croft e Fonseca.

    Os pastéis partem da forma tradicional do “pastel de nata”, mas surpreendem no seu interior. O pastel de bacalhau e o pastel de alheira juntam-se ao Taylor’s Chip Dry; o de abóbora ao Fonseca Tawny 10 anos; o de chocolate e banana à referência orgânica da Fonseca, Terra Prima; o clássico pastel de nata e o pastel de maçã caramelizada são ambos servidos com Taylor’s Tawny 10 anos e o pastel que combina laranja com amêndoa, harmoniza com o Croft Reserva Tawny. Há também bolo de bacalhau com queijo da Serra – que harmoniza com Taylor’s Chip Dry – e croquete de arroz de pato – servido com Taylor’s LBV. Nos petiscos (a partir de 2,50€) podem encontrar-se opções como palitos de mozzarella, snacks de milho e jalapeños.

    Aberto todos os dias, das 10h00 às 23h00, a Clérigos Tasting Room estende-se por todo o icónico edifício do Passeio dos Clérigos, contando com uma agradável e espaçosa sala interior e uma ampla esplanada. Além das harmonizações, é também possível optar por uma refeição mais completa. A carta divide-se em sopas, saladas, pratos principais – como por exemplo a Francesinha (12€), Prego de novilho (8€) e Açorda de gambas (9€) – e sobremesas – como Brownie de chocolate e Cheesecake Rocky Toffee, que combina caramelo, cacau e nozes (ambos por 3,50€).

    A carta de bebidas convida a descobrir mais sobre o vinho do Porto, com a possibilidade de provar, a copo, diferentes estilos, desde Portos de aperitivo, onde se incluem os refrescantes cocktails Taylor’s Chip Dry Tonic (5€) ou Frozen Croft Pink (5€) até aos Portos mais encorpados, como Taylor’s LBV 2014 (5€) ou Fonseca Tawny 10 Anos (6€). Há também uma seleção de vinhos, cervejas e bebidas espirituosas.

    Morada:

    Clérigos Tasting Room

    Rua das Carmelitas, 151

    Passeio dos Clérigos, Loja A1

    4050-162 Porto

    Horário:

    Diariamente das 10h00 às 23h00

    Contactos para reservas:

    Telf.: 932091603

    E-mail: clerigos.mesa@tresseculos.pt

    Facebook : Clérigos Tasting Room

  • Tomate Coração de Boi do Douro volta a ser estrela nos restaurantes da região

    FESTIM DO TOMATE PARA ATACAR A CRISE

    Não há concurso, mas o festim está de regresso: os melhores tomates Coração de Boi das tradicionais hortas do Douro voltam à prova nos restaurantes referenciais da região. Durante todo o mês de Agosto, qualquer um pode degustar esta iguaria carnuda, suculenta e de sabor único. Na própria região onde é produzido, pois claro.

    O mais diabólico vírus das nossas vidas obrigou-nos a cancelar a V edição do Concurso do Tomate Coração de Boi do Douro, mas tal não significa que tenhamos de prescindir daquele que – a nosso ver – é o melhor tomate criado em Portugal. Até porque, nesta como noutras áreas da alimentação, os agricultores não deixaram de trabalhar para nos alimentar.

    E acontece que o Tomate Coração de Boi do Douro é uma festa e a prova de que o Douro é um terroir abençoado para a produção de inúmeros frutos, além da uva. E é esta a razão pela qual, em tempos de pandemia, 14 restaurantes da região vão colocar nas suas ementas o tomate criado por inúmeros agricultores do Douro, durante todo o mês de Agosto. Aqueles que, por causa da nossa paixão por tomate, recuperaram as velhas hortas do Douro.

    Assim, em saladas ou em pratos especiais concebidos para este mês, qualquer duriense ou visitante pode degustar esta iguaria carnuda, suculenta e de sabor único. Na própria região onde é produzido, pois claro.

    Eis os restaurantes e as suas propostas:

    Aneto & table (Peso da Régua)
    Tomate Coração de Boi com gelado de ervas

    Bistrô Terrace – Quinta do Tedo (Armamar)
    Panna Cotta de queijo da Serra da Estrela com Tomate Coração de Boi caramelizado a baixa temperatura
    Cheesecake de manjericão com compota de Tomate Coração de Boi

    Cais da Ferradosa (São João da Pesqueira)
    Tomate Coração de Boi confitado
    Tosta de alfarroba, queijo de cabra e Tomate Coração de Boi
    Sopa de Tomate Coração de Boi
    Posta de vitela com Tomate Coração de Boi à poveira

    CAISDAVILLA (Vila Real)
    Salada de Tomate Coração de Boi, cebola-nova, orégãos e folhas verdes.
    Salada de Tomate Coração de Boi e queijo mozarela, pesto de manjericão e rúcula selvagem
    Gaspacho de Tomate Coração de Boi, melancia e vieira braseada
    Tataki de atum, húmus de grão-de-bico e granizado de Tomate Coração de Boi
    Lombo de bacalhau confitado e carabineiro braseado
    Brandade e vinagrete de Tomate Coração de Boi

    Cantina de Ventozelo (Quinta de Ventozelo, São João da Pesqueira)
    Salada de Tomate Coração de Boi
    Sopa fria de Tomate Coração de Boi Tarte de Tomate
    Arroz de Tomate Coração de Boi
    Pudim de pão com compota de Tomate Coração de Boi

    CEPA TORTA (Alijó)
    Tomate Coração de Boi em salada a todos os clientes e outras propostas do dia

    Chaxoila (Vila Real)
    Tomate Coração de Boi em salada a todos os clientes e outras propostas do dia

    Cozinha da Clara – Quinta de La Rosa (Pinhão)
    Tomate Coração de Boi da Quinta de La Rosa, burrata e azeite de manjericão

    DOC (Armamar)
    Cherne, Molho fricassé e o Tomate Coração de Boi

    Flor de Sal (Mirandela)
    Creme frio de Tomate Coração de Boi
    Cuscus Transmontanos de Tomate Coração de Boi e Trio de Porco Bísaro
    Tarte de amêndoas e Sorvete de Tomate Coração de Boi

    Pickles – Hotel Six Senses Douro Valley (Lamego)
    Gaspacho de Coração de Boi
    Colheita do dia, texturas tostadas de Tomate Coração de Boi
    Frutas escondidas do Douro Valley e Tomate Coração de Boi

    Taberna do Carró (Torre de Moncorvo)
    Arroz de Tomate Coração de Boi com feijão verde, acompanhado de variados outros produtos
    Migas de Tomate Coração de Boi com ovo
    Tomate Coração de Boi rachado com sal grosso e azeite da Vilariça.
    Salada de Tomate Coração de Boi acompanhado com outros produtos da horta.

    Tasca da Quinta (Régua)
    Salada de Tomate Coração de Boi do Douro

    Toca Raposa (São João da Pesqueira)
    Tomate Coração de Boi com flor de sal e azeite extra virgem
    Sopa de Tomate Coração de Boi
    Arroz de Tomate Coração de Boi com pataniscas de bacalhau
    Açorda de Tomate Coração de Boi
    Tomate Coração de Boi confitado em azeite do Douro
    Milhos de Tomate Coração de Boi e cachaço de porco bísaro grelhado
    Queijo de ovelha com doce de Tomate Coração de Boi do Douro

    Um dos objetivos do Concurso Tomate Coração de Boi foi, por um lado, despertar o interesse dos consumidores que comem com gosto e inteligência pela viagem ao terroir de excelência desta variedade e, por outro, motivar a criatividade da restauração regional para trabalhar este fruto.

    É certo que, hoje, podemos comer Tomate Coração de Boi no Porto ou em Lisboa, mas, temos de admitir, não é a mesma coisa. No Douro o tomate sabe muito melhor. “Agosto já é o mês do Tomate no Douro. Esta época, que antecede o período forte da região, que são as vindimas, está a transformar-se numa verdadeira festa do tomate. A adesão a esta iniciativa, por parte dos restaurantes e do consumidor, tem sido tão extraordinária que estamos a conseguir concretizar o nosso objetivo de aumentar a atratividade do Douro, valorizando outros produtos de excelência para além do vinho, mais rapidamente do que alguma vez imaginaríamos”, sublinha Celeste Pereira, diretora da Greengrape, entidade organizadora do Concurso do Tomate Coração de Boi do Douro. A iniciativa conta com a curadoria do jornalista Edgardo Pacheco.

    Assim, quem vier aos restaurantes aderentes está a contribuir para a revitalização da economia regional em duas áreas fundamentais: agricultura e turismo. É este também um modo de promover o território, a sua diversidade de produto e originalidade.

    Para o ano teremos a festa do costume (e mais algumas surpresas), mas, enquanto tal não acontece, ataquemos a crise com tomates.

  • Esposende ambiciona ser referência gastronómica de peixe e marisco