Ribafreixo Wines lança três vinhos ideais para a Época Festiva

As festividades estão a chegar e com elas o desejo de celebrar com a família o fecho de mais um ano, que foi decerto, muito exigente para todos nós. A pensar nisso, a Ribafreixo acaba de lançar três vinhos que vão ao encontro do requinte exigido para a época. São dois espumantes e um vinho licoroso, que em comum têm a particularidade de serem vinhos extremamente gastronómicos e apelativos.

Gáudio Espumante Brut Nature

Comecemos pelos Vinhos Espumantes. Nesta categoria, a Ribafreixo sugere a sua mais recente colheita de Gáudio Espumante Brut Nature. Um vinho elaborado segundo o Método Clássico, que mostra a versatilidade da casta Antão Vaz, agora desenhada sobre a forma de um espumante. Revela-nos logo no aroma umas subtis notas de manga e uma tosta bastante marcada. Na boca ele é elegante e fresco, desvendando um vinho estruturado e gastronómico, com uma bolha muito subtil.

Gáudio Brut Nature Rosé

Segue-se o seu par, uma novidade: Gáudio Brut Nature Rosé, desenhado a partir da casta Aragonês, com uma cor salmão muito atrativa, a indiciar um espumante à procura de alguma gastronomia. Em prova revela-nos alguma tosta e frutos vermelhos muito maduros, evidenciando na boca todo o terroir da Vidigueira, com predominância de muita frescura, extrema elegância e persistência.

Claramente, duas opções perfeitas para a época festiva, seja como welcome drink ou a acompanhar pratos ricos em salmão, ostras, ou outras formas de marisco bem frescas da nossa costa.

Gáudio Licoroso

Não menos válida, segue-se uma opção fortificada, que acompanhará a mesa de doces de lá de casa. Uma vez mais, a casta Antão Vaz em destaque, não estivéssemos nós na Vidigueira.

Gáudio Licoroso é um vinho memorável, que estagiou durante bastantes anos em barrica, até adquirir toda a riqueza aromática que hoje em dia tem. Aromas de compotas, alguns frutos secos e notas de fumo. Profundo na boca e com um ótimo equilíbrio. Um grande vinho que fará as delícias dos mais gulosos.

PVP Gáudio Espumante Brut Nature e Gáudio Espumante Brut Nature Rosé: 19,99€

PVP Gáudio Licoroso: 19,99€


Website : Ribafreixo

Website : Gáudio Espumante Brut Nature

Website: Gáudio Espumante Brut Nature Rosé

Website: Gáudio Licoroso

Prova inter-regional de vinhos em Portugal


Rui Lopes
e Jorge Rosa Santos são os enólogos responsáveis dos projectos que deram origem a estes vinhos de várias regiões do pais. Perfis diferentes, encantadores e tão representativos das castas e terroirs.

Vinho muito aromático, floral, citrino, na boca, amplo, envolvente, muito elegante, corpo médio, com frescura, apimentado e final seco corpo. Combinou na perfeição com as entradas, mostrando a sua polivalência.

As entradas

Vinho com aroma intenso, complexo, maça, Jerez, Manzanilla, brioche, mineral, salino, na boca, intenso, corpo médio, especiaria, pimentas, salino, excelente acidez e secura final, muito persistente e final muito longo. Muito gastronómico, acompanhou um creme de marisco elevando e potenciando todos os sabores.

Crepe de Marisco

Vinho com aroma subtil, mineral, pedra, leve casca de melão, na boca, untuosidade, corpo médio, tenso, vibrante, mineral, acidez, ligeiro amargor, final longo e persistente. Fez par com a massada de marisco e cherne, todos os elementos se interligaram criando um conjunto harmonioso.

Massada de marisco e cherne

Vinho com aroma floral, ligeiro tropical, mineral, pedra molhada, mostra na boca todo o seu potencial, gordo, untuoso, mineral, acidez alta, corpo médio (+), equilibrado, final intenso e persistente. A sua mineralidade criou uma maridagem extraordinária com o marisco e peixe da massada.

Vinho com aroma floral, favo de mel, mineral, salino, brioche, na boca muito elegante, untuoso, intenso, acidez alta, vibrante, corpo médio (+), equilibrado, final com agradável amargor e muita persistência, extraordinário.

Aroma intenso, fruta preta madura, licorice, especiarias e tabaco, madeira muito bem integrada. Na boca taninos presentes muito elegantes, denso, rico, envolvente, estruturado, final seco e muito persistente, transmitindo um grande prazer e satisfação. Sublime com as bochechas de porco e batata doce.

Aroma delicado, morango, cereja branca, especiaria doce. Na boca elegância, delicadeza, taninos suaves, saboroso, frutas de caroço, frescura, com um final longo e persistente. É diferente sim, mas dá um grande prazer beber.

Cor rubi profunda, aroma intenso, muito complexo, fruta preta madura, agridoce de pimento, especiarias, tabaco, balsâmico, cedro, terroso. Na boca taninos poderosos, especiado, potente, seco, rico, amplo, estruturado, uma acidez bestial, final longo e muito persistente. Acrescentou complexidade e exuberância às bochechas de porco e batata doce.

Rosa Santos Família Tinto 2015 e Casal de Santa Maria Ramisco 2009, dois senhores vinhos, com tudo no seu lugar, são perfeitos, complexos, que enchem a boca, opulentos e com um final soberbo. São ambos vinhos de emoção, que provocam múltiplas sensações, não tenho palavras para os descrever: tão somente comprar às caixas, beber e guardar por muitos anos.


Colinas do Douro

Quinta da Extrema


Restaurante a Tendinha

Adega de Palmela sugere Pedras Negras Vinho Licoroso Abafado para celebrar o São Martinho

Dia 11 de novembro, a lenda de São Martinho e a tradição do magusto fazem o par ideal com o vinho licoroso abafado – Pedras Negras da Adega de Palmela. Para acompanhar com castanhas, doçaria regional, conventual e chocolate preto, o Pedras Negras apresenta uma longevidade prevista de largos anos. Com o nome da zona das vinhas que lhe deram origem, surgiu há quase meio século e segue a evolução das técnicas enológicas pelas quais é produzido, tornando-se uma marca de referência no mercado nacional dos vinhos de mesa.

Este aperitivo de cor âmbar com alguns reflexos dourados e aroma mel, frutos secos e chá contém um sabor fresco e equilibrado. A partir do dia 1 de novembro até dia 15 de novembro estará com uma campanha, exclusiva na loja online de 20%, pelo valor de 3.79€.

Nesta época do ano, forme o par perfeito com Pedras Negras Abafado.

Website : Loja online

Website : Adega de Palmela

Herdade Vale D´Évora no trilho da valorização dos vinhos de Mértola

Um branco de inverno com muito vigor

O lugar, em primeiro. O novo Grande Discórdia é um branco das terras quentes de Mértola, excessos que originam vinhos de raça. O toque de irreverência vem a seguir e acrescenta uma frescura que não seria espectável. Está instalada a nobre Discórdia.

O novo branco grande reserva da Herdade Vale d´Évora “é um vinho irreverente, quente, que pode gerar discórdia”, graceja o enólogo Filipe Sevinate Pinto. O tema não é novo e suscita a troca de argumentos: pode uma região quente proporcionar grandes vinhos brancos? Filipe Sevinate quer romper o estigma. O Grande Discórdia branco tem o carácter do lugar e igualmente frescura: “É um vinho mais estruturado do que o comum dos brancos do Alentejo, com outro nível de complexidade e frescura”.

Fazer o Grande Discórdia branco 2018 para complementar portefólio estava nos planos da equipa há algum tempo, mas a decisão só é tomada quando o ano vitícola proporciona uma colheita de exceção, explica o enólogo: “Na vindima de 2018, as uvas brancas da herdade estavam muito boas e percebemos que tínhamos potencial para fazer um branco que se distinguisse”.

No Alentejo de Mértola, agreste e quente, o controlo muito atento da maturação das uvas foi também indispensável, assim como ajudou a idade da vinha e a casta usada na criação do vinho, a Arinto, conhecida pela sua extraordinária acidez. O novo Grande Discórdia branco “acabou por ser um varietal porque a Arinto estava completamente destacada em relação aos mostos das restantes castas brancas da Herdade Vale d´Évora”, especifica Filipe Sevinate.

As condições do lugar são determinantes no perfil dos vinhos Discórdia e este novo branco grande reserva não é exceção, ainda assim com apontamentos da presença do estágio em madeira, conclui o enólogo: “Está lá a tipicidade e o caráter do lugar, mas também o método de produção que o atira para outra dimensão”.

Vinha em reduto natural

Os vinhos Discórdia têm origem em uvas colhidas na vinha de 10 hectares da Herdade Vale d´Évora, situada a poucos quilómetros de Mértola, no Baixo Alentejo. A propriedade de 550 hectares está integrada no Parque Natural do Vale do Guadiana e numa paisagem povoada de matos mediterrânicos, alguns campos de cereais e significativas zonas de reflorestação com azinheiras, medronheiros e pinheiros.

A vinha do Discórdia foi plantada em 2009, em terrenos xistosos com ligeira elevação, voltados a norte e na proximidade do rio Guadiana, estando organizada em talhões de quatro castas tintas (Touriga Franca, Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Syrah) e de três brancas (Arinto, Verdelho e Antão Vaz).

A estreia no mercado dos vinhos Discórdia aconteceu em 2012, tendo o projeto nascido pela mão de duas famílias amigas seduzidas pelas terras de Mértola, a de Paulo Alho, natural de Sesimbra, e a de Vítor Pereira, com origens em Vila Nova de Famalicão.

O portefólio da Herdade Vale d´Évora inclui dois vinhos colheita branco e tinto, dois reservas, o monocasta Syrah e os topos de gama Grande Discórdia tinto e branco, só produzidos em anos de exceção.   

Vinhos em prova

Discórdia branco 2018 – O inverno especialmente seco e a primavera chuvosa e um início de verão fresco proporcionou uma edição de brancos incríveis, com grande intensidade e estrutura. Cor citrina brilhante. Aroma tropical fresco, flor de laranjeira e mel. Boca cheia, estruturada e frutada, com final fresco.

PVP: 8,5 euros

Grande Discórdia branco 2018Produzido a partir de uvas da casta Arinto colhidas na Herdade Vale d´Évora. Teve estágio de nove meses em barricas usadas de 500 litros e apresenta cor cítrica profunda com laivos dourados. Nariz complexo e expressivo, a xisto, cedro e chocolate branco. Na boca, mostra-se texturado e denso, fresco e longo.

PVP: 29, 70


Website : Herdade Vale d´Évora

Website : Discórdia branco 2018

Website : Grande Discórdia branco 2018

Taylor’s lança o Kingsman Edition

A Taylor’s e o aclamado realizador Matthew Vaughn têm o prazer de anunciar o lançamento de um raro vinho do Porto para celebrar o próximo filme da 20th Century Studios “The King’s Man”, o Taylor’s Very Old Tawny Port – Kingsman Edition. O filme tem estreia mundial a 12 de Fevereiro 2021.

A ideia de lançar um vinho do Porto raro nasceu de um encontro de vontades entre a Taylor’s e o realizador Mathew Vaughn, que reconheceram os valores partilhados pela Taylor’s e Kingsman: história, tradição, legado, obsessão com o detalhe e a extraordinária qualidade do produto. Além da partilha de traços britânicos tais como o humor inglês, a astucia, a elegância e o estilo.

Anunciando o lançamento, o director-geral da Taylor’s, Adrian Bridge, refere: “Estou encantado com a associação da Taylor’s ao último filme de Matthew VaughnThe King’s Man“, através do lançamento de um raro vinho do Porto: o Kingsman Edition. A Taylor’s encarna muitos dos valores retractados no universo Kingsman, incluindo o respeito pela tradição, e ofício e um sentido muito britânico de estilo e talento.” E acrescenta: “Este Taylor’s edição limitada não apelará apenas aos devotos de Kingsman. É também um vinho do Porto excepcional de muita idade que irá fazer as delícias de coleccionadores e apreciadores de vinhos raros. Os nossos provadores com a sua perícia e experiência criaram um lote único, envelhecido durante quase nove décadas em velhos cascos de carvalho que exibe uma enorme complexidade, que apenas o Vinho do Porto consegue alcançar”.

“Este excitante projecto nasceu de um encontro de mentes entre a Taylor’s e Matthew Vaughn. Se me permitem uma expressão de alfaiataria, a ligação entre a Taylor’s e o universo Kingsman é claramente o ajuste perfeito”, refere Bridge. Para Matthew Vaughn a ligação é igualmente clara, “Um verdadeiro Kingsman nunca esquecerá de passar o vinho do Porto à sua esquerda, mas este Taylor’s irá certamente testar a sua determinação…”

Na época retractada no “The King’s Man”, o vinho do Porto ocupava um lugar especial. Durante a Grande Guerra, o vinho do Porto tinha-se estabelecido firmemente na sociedade britânica como um dos melhores de todos os vinhos, rodeado de rituais e de um certo grau de reverência. Não era apenas na Grã-Bretanha que o Vinho do Porto era tido em grande estima. Por exemplo, era o vinho preferido do Imperador Nicolau II da Rússia.

Como oficial do exército e membro da aristocracia, o Duque de Oxford, personagem do The King’s Man, estaria muito familiarizado com o vinho do Porto. Durante a Grande Guerra, grandes quantidades de vinho do Porto foram enviadas para o exército britânico e francês, estacionados na frente.

Durante o conflito, milhares de caixas de vinho do Porto Taylor’s foram fornecidas às cantinas do exército britânico. O governo britânico considerava o vinho do Porto tão essencial para a moral dos soldados que, por vezes, fazia encomendas e considerava desviá-las para o exército para evitar escassez.

TAYLOR’S VERY OLD TAWNY – KINGSMAN EDITION

O Vinho

Taylor’s Kingsman Edition é um muito velho e raro vinho do Porto Tawny, envelhecido durante quase nove décadas em velhos cascos de carvalho.

Para criar esta edição exclusiva e limitada, a Taylor’s decidiu libertar alguns vinhos raros e muito valiosos das suas extensas reservas de vinhos do Porto que envelhecem em casco, nas suas caves. Estas reservas incluem um pequeno tesouro de vinhos sem preço e historicamente muito importantes, cada um representando um volume muito pequeno. Algumas jóias raras desta colecção, utilizadas apenas em circunstâncias excepcionais, foram cuidadosamente seleccionadas pelos provadores da Taylor’s para produzir o Kingsman Edition.

Os componentes foram meticulosamente lotados, utilizando a experiência de Taylor’s na arte do lote, e depois deixados a casar durante vários meses em casco até se decidir que o lote tinha atingido o seu auge de equilíbrio e harmonia.

Com uma idade média de quase 90 anos, este vinho único alcançou uma complexidade mágica durante o seu longo envelhecimento em casco.

Alguns dos raros vinhos usados no lote foram feitos nos anos 30 sob a sombra da Grande Depressão. Produzidos a partir de videiras replantadas após a praga da Phylloxera ter devastado muitas das melhores vinhas do Vale do Douro na década de 1870. Tal como a civilização ocidental a emergir da devastação da Grande Guerra, este vinho imortal simboliza a recuperação das vinhas do Douro do maior flagelo de sempre a atingir o mundo do vinho.

Este vinho exclusivo celebra os princípios que estão subjacentes à história e tradição da Taylor’s e são também a chave da lenda Kingsman. Entre estes estão o dever e a determinação, o respeito pelo património e o artesanato, juntamente com um sentido genuinamente britânico de subestimação, elegância e estilo.

Apresentado num decanter de cristal exclusivo com detalhes em ouro e uma luxuosa caixa de apresentação, Taylor’s Kingsman Edition foi criado não só para os devotos de Kingsman, mas também para conhecedores e coleccionadores de vinhos raros em todo o mundo.

Foi produzido um número muito limitado de 700 garrafas.

Este vinho único estará disponível no retalho especializado em Novembro com o preço recomendado de 2.900€.

Notas de prova

Um núcleo profundo cor mogno castanho desvanece-se gradualmente através de uma auréola âmbar até um estreito bordo cor de ouro. Após anos em casco, o vinho do Porto desenvolve uma extraordinária complexidade multicamada, diferente de qualquer outro vinho. Este raro vinho do Porto de grande idade não é excepção. No nariz, o vinho é sedutor e intenso, exibindo múltiplas dimensões de aroma opulento. Abre-se com uma rica confecção de melaço e caramelo, com notas de amêndoa e figo seco, seguido de um complexo picante de baunilha, pimenta preta, noz-moscada e canela. Aromas discretos de cedro e bálsamo emergem fugazmente no fundo. A primeira impressão no paladar é de uma textura suave e aveludada e um volume e densidade impressionantes resultantes de décadas de envelhecimento em casco. No palato médio, emerge uma acidez crocante e vibrante, fazendo o vinho parecer mais fresco e mais etéreo. Fluindo no paladar de ponta a ponta é uma corrente subterrânea de sabor rico, intenso e concentrado a manteiga de caramelo. O vinho tem um final extraordinariamente longo, deixando uma impressão persistente de aroma complexo e suave no paladar por muito tempo após o vinho ter sido consumido.

Website : Taylor’s

Website : Taylor’s Kingsman Edition

ADEGA DE PALMELA JUNTA-SE A MARISQUEIRA UMA PARA BRINDAR À GASTRONOMIA PORTUGUESA

Villa Palma DOC Palmela é o vinho da casa do restaurante distinguido pela TasteAtlas com o seu arroz de marisco

Adega de Palmela, marca de vinhos da região de Setúbal que completa 65 anos de “Vinhos com História”, junta-se a Marisqueira Uma para brindar à gastronomia portuguesa. Ao visitar o restaurante distinguido pela TasteAtlas que selecionou o seu arroz marisco como um dos 100 melhores pratos do Mundo, ficando em 14ª posição, pode acompanhá-lo com o vinho da casa, Villa Palma DOC Palmela, tinto, branco e rosé. Há ainda a opção de escolher dois dos novos vinhos lançados, Vale de Touros Vinhas Velhas reserva e o Vale de Barris Syrah Premium reserva.

vinho Villa Palma DOC Palmela é uma homenagem à formosa Vila de Palmela designada também por muitos como “Terra Mãe de Vinhos” com fermentação em cubas de inox com temperatura controlada e uma maceração pelicular prolongada. O Villa Palma branco serve-se à mesa com todos os pratos de peixe grelhado ou assado no forno, marisco cozido, grelhado e saladas, bem como aperitivo devido ao seu carácter aromático.

Villa Palma rosé tem igualmente a particularidade de acompanhar bem com os pratos de marisco, pratos orientais e pastas. Já o Villa Palma tinto é ideal para acompanhar à mesa com pratos de carne, caça e bacalhau, contendo castas Castelão, Syrah e Aragonês.

Os mais recentes vinhos da Adega de Palmela, Vale de Touros Vinhas Velhas Reserva Tinto, tem um aroma profundo e concentrado com notas de frutos vermelhos maduros, compota e especiarias, tornando-o num vinho encorpado, com taninos presentes e um elegante e persistente final de boca. Ideal com pratos de carne estufada, caça, assados no forno e queijos de aroma intenso e o novo Vale dos Barris Premium Reserva Syrah, acompanha todos os pratos de carne grelhada, caça e queijo de ovelha curado com um final de boca prolongado com sugestões de baunilha, café e algumas notas de chocolate.

Para além da especialidade da casa, a Marisqueira Uma tem na sua carta diversas iguarias de carne e peixe para degustar com os vinhos da Adega de Palmela, entre elas, gambas à moda da casa, bacalhau assado ou cozinho, bife à portuguesa e steak á poivre.

Visite a loja online da Adega de Palmela e marque já a sua mesa na Marisqueira Uma!

Website : Adega de Palmela

Website : Marisqueira Uma

Costa Boal lança branco Homenagem de 2015 e dois varietais das castas Sousão e Tinto Cão

NA BUSCA DA LONGEVIDADE

Os novos vinhos do Douro da Costa Boal são uma lufada de ar fresco. Estruturados, acidez viva e com capacidade de envelhecimento, os três vinhos Costa Boal que agora chegam ao mercado estão na vanguarda dos vinhos com longevidade do Douro.

O novo branco Costa Boal Homenagem 2015 nasceu e é feito na busca da longevidade. A afirmação do enólogo da Costa Boal, Paulo Nunes, é ao mesmo tempo compromisso e desafio. Um grande vinho tem sempre que mostrar capacidade de envelhecimento. Sem a longevidade não passa no teste, argumenta Paulo Nunes, lembrando o percurso inicial dos vinhos DOC Douro, com excesso de álcool, fruta concentrada e muito madura e sem a acidez necessária ao envelhecimento do vinho.

O Douro vai fazer coisas muito melhores do que fez até agora, nomeadamente nos brancos, e a Costa Boal insere-se neste espírito, acrescenta Paulo Nunes, já distinguido como “Enólogo do ano” pelas duas revistas portuguesas da especialidade: “Estamos muito no início no que toca aos vinhos DOC Douro, especialmente nos brancos. Não me recordo de um branco do Douro entrar nas listas dos melhores do mundo das revistas internacionais da especialidade”.

Nesta lógica, o Costa Boal Homenagem 2015 é um branco que “tem muito de uma nova linha do Douro”, de vinhos mais frescos e, a par, estruturados. O que implica explorar micro parcelas das vinhas Costa Boal em zonas mais altas do Douro, que possam assegurar o equilíbrio entre maturação e acidez das uvas sem necessidade de grande intervenção na adega, como é filosofia dos vinhos Costa Boal.

O novo reserva branco da Costa Boal junta-se ao tinto Homenagem 2011, um vinho igualmente com capacidade de guarda lançado em outubro de 2019. Estes dois rótulos topo de gama do produtor são também um tributo ao pai Augusto Boal, viticultor toda a vida no Douro.

Varietais com acidez bem marcada

No percurso de regresso do herdeiro António Boal às origens, a Costa Boal acrescenta às novidades deste outono dois varietais do Douro das castas Sousão e Tinto Cão.

Os novos monocasta Costa Boal contam, na realidade, com uma primeira prova no outono de 2019, quando, à mesa do lançamento do Costa Boal Homenagem tinto 2011, o produtor deu a provar aos especialistas os dois varietais agora colocados no mercado e utilizados no refrescamento do novo tinto topo de gama que então chegava ao mercado. Estes dois vinhos do Douro mereciam mais um ano de garrafa, concordaram enólogo e produtor. Estão agora prontos a dar excelentes provas.

Os novos varietais da Costa Boal têm como matriz comum a acidez bem marcada. Casta muito antiga do Douro, usada historicamente para equilibrar lotes que tinham falta de acidez, a Tinto Cão colhida na vinha da Costa Boal em Vilar de Maçada, Douro, proporciona “uma maturação fenólica excecional”, valoriza Paulo Nunes: “Deu-me muito gozo acompanhar a vindima desta casta. Não necessitamos de chegar aos 13 graus de teor alcoólico para termos a riqueza de taninos, que vai permitir ao vinho envelhecer nobremente”.

Igualmente marcante em termos de acidez, o Costa Boal Sousão 2017 revela excelente estrutura e volume de boca, proporcionando, pelo conjunto das suas qualidades, um vinho de longa guarda.

A gama Costa Boal inclui ainda dois vinhos do Porto, legado de família, um Vinho do Porto centenário, lançado o ano passado, e o Porto Vintage 2014, agora colocado no mercado. Terá ainda um branco e um tinto de gama mais acessível, já engarrafados e na linha de espera para chegar ao mercado. No momento certo.

Blend transmontano

Criar os novos monocastas da Costa Boal foi “desafiante”, reconhece Paulo Nunes, mas o regresso aos vinhos de lote, agora na adega de Trás-os-Montes de Costa Boal, é sempre um mundo de complementaridades que o enólogo valoriza.

Palácio dos Távoras Gold Edition 2017 é um blend feito de uvas selecionadas de uma parcela específica da vinha velha que a Costa Boal possui em Mirandela, Trás-os-Montes. Da habitual diversidade de castas destas vinhas antigas da região, resultam parcelas heterogéneas, conhecendo-se pelo olhar atento e o passar dos anos quais as manchas mais apetecíveis. É este conhecimento empírico ancestral da vinha que o enólogo assume e valoriza, propondo um tinto reserva de exceção, no qual predominam as castas Alicante Bouschet, Baga e Touriga Nacional. 

Riqueza de portefólio

Criada em 2009, a Costa Boal lançou os primeiros vinhos em 2011, na região de Trás-os-Montes (Flor do Tua e Palácio dos Távoras), iniciando, a par, investimentos no Douro, terra natal do produtor António Boal, nomeadamente na recuperação da adega centenária da família (1857), localizada na aldeia de Cabêda, Alijó.

Atualmente, a Costa Boal possui vinhas em Alijó, Murça, Foz Côa, Mirandela e Miranda do Douro, algumas com várias dezenas de anos, outras plantadas na última década. Desta riqueza de terroirs resulta um portefólio com várias gamas de vinhos de duas regiões vitivinícolas, o Douro e Trás-os-Montes. Nas referências durienses temos a gama Flor do Côa (três brancos e quatro tintos) e Costa Boal (reservas tinto e branco Homenagem, monocastas Sousão e Tinto Cão, Porto Tawny Muito Velho e Porto Vintage 2014). Da região de Trás-os-Montes, o produtor apresenta os vinhos Palácio dos Távoras (um branco e seis tintos, entre os quais os varietais Bastardo, Alicante Bouschet e Baga, bem como o topo de gama, o tinto Gold Edition), Quinta dos Távoras (um branco e três tintos) e Flor do Tua (dois brancos, um deles Moscatel Galego, e três tintos de diferentes gamas).

VINHOS EM PROVA

Costa Boal Homenagem Grande Reserva branco 2015

O branco Costa Boal Homenagem 2015 é produzido a partir de uvas colhidas numa vinha da Costa Boal localizada em Cabêda, Alijó. É um vinho de parcela e de lote, incluindo no conjunto as castas Códega de Larinho, Rabigato, Gouveio e Arinto. Teve estágio de 18 meses em barrica de carvalho francês e foi refrescado com um lote da colheita de 2017, da mesma parcela, permitindo acrescentar vivacidade ao vinho e dar-lhe um perfil muito fresco e elegante que garante a sua longevidade. 

PVP: 65 euros


Costa Boal Tinto Cão 2017

Casta tradicionalmente usada nos lotes de vinho do Porto, a Tinto Cão colhida na vinha da Costa Boal em Vilar de Maçada, Douro, resultou num vinho com grande riqueza de taninos e acidez viva. Com estágio em barricas de carvalho francês durante 16 meses, o Costa Boal Tinto Cão 2017 apresenta paladar elegante e fresco, revelando grande equilíbrio no conjunto.

PVP: 35 euros


Costa Boal Sousão 2017

A casta típica do Minho foi conquistando espaço no Douro e integra as vinhas da Costa Boal naquela região vinhateira. Vinho com cor intensa e opaca, comum na casta, o Costa Boal Sousão fez a fermentação alcoólica em lagar durante 8 a 10 dias com trabalho contínuo e temperatura controlada. Estagiou em barrica de carvalho francês durante 16 meses. Apresenta taninos vivos e elegantes e acidez elevada.

PVP: 35 euros


Palácio dos Távoras Gold Edition tinto 2017

Vinho de lote feito a partir de uvas colhidas de parcela específica da vinha velha, da Quinta dos Távoras, localizada em Mirandela, Trás-os-Montes, com predomínio das castas Touriga Nacional, Baga e Alicante Bouschet. Fermentação a temperaturas controladas e estágio durante 16 meses em barricas novas de carvalho francês.

PVP: 90 euros


Website : Costa Boal


Fichas Técnicas

Costa Boal Homenagem Grande Reserva branco 2015

Costa Boal Tinto Cão 2017

Costa Boal Sousão 2017

Palácio dos Távoras Gold Edition tinto 2017

Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

Legado de uma vida no vinho

O Vinho do Porto é o alicerce do projeto Dona Matilde. Este clássico do mundo norteou o percurso de décadas de Manuel Ângelo Barros, administrador e fundador dos vinhos Dona Matilde, num envolvimento que se tornou histórico. O novo Quinta Dona Matilde Porto Colheira 2013 é também legado deste senhor do Douro.

É como uma fortaleza. O novo Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013 não vai em modas. “Estamos a fazer aquilo que sempre fiz: uma seleção de vinhos com boa qualidade para envelhecer em cascos com dezenas de anos, como deve ser e é tradição no Vinho do Porto”, responde Manuel Ângelo Barros, diretor geral da Quinta Dona Matilde. A tranquilidade e firmeza nas palavras deste produtor do Douro mantém-se quando especifica sobre o novo tawny da quinta: “Quem fez este Porto Colheita 2013 foi o tempo e o sítio onde foram produzidas e vindimadas as uvas”. É esta a permanência que quer transmitir, o Vinho do Porto de uma só colheita é a natureza que o faz.

O percurso profissional de Manuel Ângelo Barros testemunha que há também o contributo humano na produção deste grande vinho do mundo. Durante mais de três décadas, este engenheiro integrou a direção executiva de um dos cinco maiores grupos de Vinho do Porto do século XX, a Barros & Almeida. Entre as funções que lhe cabiam incluía-se tudo o que dizia respeito à produção: “Acompanhei sempre de muito perto o trabalho na sala de provas e do provador. Fiz várias formações de prova e análise de vinhos em Bordéus e comecei muito cedo a fazer vindima, a partir de 1977, e a ter responsabilidade na compra de vinhos para a nossa empresa”.

Uma vida no vinho do Douro

Estávamos no conturbado ano de 1975 quando o jovem licenciado em engenharia eletrotécnica acedeu ao apelo do pai e iniciou uma vida profissional no mundo do Vinho do Porto, na gestão da empresa da família, mas também na vida coletiva do setor, com um papel ativo em várias organizações. De 1979 a 1990, Manuel Ângelo Barros teve diferentes responsabilidades na Associação de Empresas de Vinho do Porto, da qual foi presidente entre 1983 e 1986. Integrou a Comissão Interprofissional do Vinho do Porto, do IVDP, de 1998 a 2002, e foi membro da direção da Associação para o Desenvolvimento da Viticultura da Região do Douro (ADVID).

Este percurso público trouxe-lhe um contacto privilegiado com nomes grandes do Vinho do Porto e uma riqueza de conhecimento sobre o setor, a par de vivências de intensidade humana: da oposição ao movimento Vintage pelo fim dos Porto Colheita, ao célebre tawny de 1937 que o avô servia aos amigos e do qual a cozinheira guardava religiosamente as sobras para fazer um pudim muito apreciado pela família, a vida no vinho de Manuel Ângelo Barros tem também o colorido das boas histórias.  

Uma quinta de coração

Manuel Barros irá manter-se na direção da empresa da família até à sua venda, em 2006, ao grupo espanhol Sogevinus. Sem o Douro de toda a vida, acabou, alguns meses depois, por readquirir a Quinta Dona Matilde, propriedade da família desde 1927.

A partir desta quinta histórica do Douro localizada no coração da região e em conjunto com o seu filho, Filipe Barros, lança os vinhos DOC Douro Dona Matilde, em 2007. A par, mantém a produção de Vinho do Porto, apostando somente nas categorias de qualidade superior: Porto Vintage (edições de 2007, 2009, 2011, 2016 e 2017) e Porto Colheita (edições de 2008, 2010 e 2013).

Nota de prova

O Vinho do Porto Quinta Dona Matilde Colheita 2013 foi produzido a partir de uvas colhidas nas vinhas de baixa altitude da quinta. Envelheceu em cascos de madeira antigos de 600 litros, armazenados em Vila Nova de Gaia. Este Porto tawny de uma única vindima apresenta uma cor vermelho granada com aloirados e aroma intenso e complexo, com notas de compota de amora e ameixa e toques de frutos secos. Na boca, mostra-se denso, encorpado e com grande equilíbrio, dado por uma baixa sensação de doçura. Primeiro engarrafamento em outubro de 2020 de cerca de três mil garrafas.

PVP: 34 euros

Website: Quinta Dona Matilde

Ficha Técnica : Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

Ribafreixo Wines lança Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018, um vinho branco premium de Inverno, de uma colheita excecional

Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018 é uma Edição Limitada de 3696 garrafas que surge da necessidade em criar um vinho branco de topo, que pudesse fazer jus e complementar a marca premium Herdade do Moinho Branco, onde já está inserido o aclamado Herdade do Moinho Branco Alicante Bouschet 2015.

Nascido à sombra da Serra do Mendro e influenciado pelas particularidades inigualáveis da região da Vidigueira, apresenta-se como um vinho branco de qualidade superior, feito a partir da casta Antão Vaz, ex libris e autóctone da região da Vidigueira. Um perfil único e diferente, extraído das vinhas velhas, que possuem uma concentração muito forte, mas também fruto de uma vinificação muito cuidada em barricas novas de carvalho francês de 500L, que nos permite obter um vinho diferente e distinto. Os aromas mostram o Antão Vaz em todo o seu esplendor.

Casca de tangerina, manga, as notas de especiarias do carvalho francês mas, acima de tudo, uma concentração e uma elegância muito forte. É um vinho concentrado, fresco e de final interminável e prazeroso, que mostra todo o equilíbrio e diferenciação da casta Antão Vaz. O seu carácter excecional valeu-lhe, ainda antes do seu lançamento oficial, uns fantásticos 92 pontos na prestigiada revista americana Wine Enthusiast.

O lançamento oficial foi feito dia 15 de Outubro nas plataformas Online, com a presença do Enólogo Paulo Laureano e de Mário Pinheiro, CEO da Ribafreixo Wines. Para ter acesso ao vídeo do lançamento, por favor clicar aqui.

  • PVP 39,90€

Para mais informação acerca deste vinho, consulte o nosso site Ribafreixo Wines

Fonseca: casa de vinho do Porto inaugura caves e centro de visitas

A casa, conhecida pelos seus premiados vinhos do Porto Vintage, convida a descobrir a sua história de mais de 200 anos, numa experiência livre e autónoma que termina com uma prova do seu ex-líbris, Bin no. 27.

É uma das mais famosas e premiadas marcas de vinho do Porto, mas até agora o privilégio de conhecer e provar os seus vinhos era restrito à sua propriedade no Douro, a Quinta do Panascal. A Fonseca abre, em Vila Nova de Gaia, um centro de visitas, loja e sala de provas com uma experiência educativa e independente que permite uma visita livre e descontraída, ao ritmo de cada visitante.

São mais de 200 anos de história, condensados num circuito, em que é possível descobrir mais sobre o processo de produção, viajar até ao Douro e à Quinta do Panascal onde nascem os seus vinhos e ainda acompanhar o envelhecimento dos seus reputados vinhos, em tonéis e balseiros. A visita termina na sala de provas, onde é tempo de relaxar e desfrutar de um cálice de Bin no. 27, um dos vinhos de assinatura da casa. Aqui, os vinhos do Porto podem ser acompanhados por uma tábua de queijos ou chocolates, em dueto perfeito.

A sala de provas funcionará como wine bar, onde os apreciadores de vinho do Porto terão a oportunidade de provar, a copo, uma coleção de mais de uma dezena de Porto Vintages – que já valeram à marca a pontuação máxima de 100 pontos por quatro vezes na reputada revista Wine Spectator, bem como o seu reconhecido Vinho do Porto orgânico, o Fonseca Terra Prima. Além da prova a copo, há quatro experiências de degustação disponíveis: “Introdução à Fonseca” (34,00€), “Experiência Vintages e Chocolate” (30,00€), “Experiência Vintages da Fonseca” (40,00€), “Os Porto Vintage Clássicos da Fonseca” (80,00€).

Uma oportunidade rara, que poderá ser completada com pairings de queijos, enchidos, amêndoas, chocolates e azeitonas. Destaque, a título de exemplo, para a prova de dois Vintages (2016 e 2017) acompanhada por quatro diferentes tipos de chocolates, desafiando a encontrar a melhor combinação. As provas são devidamente apresentadas e comentadas pela equipa da casa, que explica as características distintivas de cada vinho e as curiosidades do universo Fonseca.

Localizada no centro histórico de V. N. Gaia (Rua do Choupelo, nº 84, a poucos minutos a pé da outra casa do mesmo grupo, a Taylor’s) o centro de visitas Fonseca oferece uma experiência à imagem da marca: contemporânea, descontraída e entusiasta. Haverá ainda espaço para um cocktail especial por mês, que reflita a diversidade e diversão associadas à casa Fonseca.

Os mais pequenos também são convidados a descobrir mais sobre a história do vinho do Porto e até desafiados com algumas atividades didáticas, com um bilhete reduzido no valor de 4,50€, sendo que a visita termina com uma prova de sumo de uva e bolachas para que possam acompanhar os adultos num brinde em família. A visita para dois adultos e duas crianças, dos 8 aos 17 anos, tem o custo de 25,00€.

A experiência individual tem o custo de 9,00€ por pessoa, incluindo um cálice de Bin no. 27.  Se desejar explorar a versatilidade dos vinhos do Porto Fonseca, pode completar a sua Experiência Fonseca com um cocktail à base de vinho do Porto Fonseca por 10,00€. Pode ser pré-reservada através do e-mail visit@fonseca.pt e do telefone 932 104 197.

Morada:

Rua do Choupelo, 84, 4400-088, Vila Nova de Gaia

Contactos:

Telf.: 932 104 197

E-mail: visit@fonseca.pt

Horário:

12h – 19h: Centro de visitas

12h – 20h: Sala de Provas e Loja

Website : Fonseca

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