D’Oliveiras Madeira Sercial 1999

Vinho com uma cor âmbar, maravilhosa, límpida, brilhante, intensidade pronunciada, bordo esverdeado, nariz limpo sem defeitos, fresco, citrino, exuberante, com uma intensidade aromática pronunciada, complexo, citrino, casca de limão confeitada, gengibre, ligeiro verniz, frutos secos, nozes, favo de mel, especiaria, noz-moscada, pólvora seca, caixa de charuto, salino.

Na boca é um vinho seco, de acidez alta, que se espalha na boca, álcool alto, corpo médio (+), amplo, de intensidade pronunciada, citrino, apimentado, especiado, mineral, salino, aveludado, sedoso, final seco, citrino, muito longo e muita persistência.

É um vinho de com um nível de qualidade excepcional, intenso, muito citrino no aroma e na boca, elegante, equilibrado, complexo, mineral, de grande amplitude, enche a boca, harmonizou muito bem com Sushi e como sobremesa com pasteis de feijão e amêndoa.


A minha nota pessoal: FB 90

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website : D’Oliveiras

Preços: D’Oliveiras Madeira Sercial 1999

Ficha Técnica : D’Oliveiras Madeira Sercial 1999

Domaine Zind-Humbrech Riesling Rouche Roulée 2018

Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade amarela intensa, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), frutado, frutas brancas, gengibre, rosas, mel, ligeiro citrino verde, mineral, pedra molhada, especiarias, pimenta branca.

Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, fina, álcool médio (+) (13,4º), corpo médio, frescura intensa, amplo, mineral, aveludado, casca de citrino verde, picante, gengibre, de intensidade pronunciada, com um final suculento, seco, longo e muito persistente.

É um vinho de com um nível de qualidade excelente, com um lado da casta Riesling menos tropical mas mais mineral, muito elegante, equilibrado, com um frescor incrível e intenso, aveludado, citrino picante, gastronómico, versátil, acompanhando vários pratos com distinção criando uma harmonização perfeita. Pode ser bebido desde já ou guardar muito mais tempo.


Castas : Riesling

A minha nota pessoal: FB 91

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website: Domaine Zind-Humbert

Preços : Domaine Zind-Humbrech Riesling Rouche Roulée 2018

Ficha Técnica : Domaine Zind-Humbrech Riesling Rouche Roulée 2018

Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018

Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade amarela citrina, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, floral, perfumado, flores brancas, frutos secos, amêndoas, tangerina, mato seco, especiarias, tosta muito elegante.

Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, fina, álcool médio (+) (13,5º), corpo médio (+), estruturado, enche a boca, frescura, picante, frutado, especiaria, mineral, sedoso, amplo, de intensidade pronunciada, com um final seco, longo e muito persistente.

É um vinho de com um nível de qualidade excelente, perfumado, muito elegante, equilibrado, com muita estrutura, cheio de frescura, aveludado, apimentado, madeira muito bem integrada, gastronómico, criando uma grande envolvência na boca, que dá um enorme prazer. Pode ser bebido desde já ou guardar muito mais tempo.


Castas : Antão Vaz

A minha nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website: Ribafreixo Wines

Preços : Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018

Ficha Técnica : Herdade do Moinho Branco Antão Vaz 2018

Um azeite requintado e delicado da Quinta do Noval

Mais conhecida pela sua produção de vinhos do Porto e do Douro, a Quinta do Noval  também produz Azeite Virgem Extra no coração das suas vinhas. Este azeite português é  produzido respeitando as tradições neste grande terroir

Um terroir excecional e a associação de diversas variedades de azeitona : uma promessa de alta  qualidade.  

Quinta do Noval Axa Millesimes Serge Chapuis

A Quinta do Noval tem aproximadamente 26 hectares dedicados ao olival. Os olivais são polivarietais,  compostos por várias variedades portuguesas de oliveira. As principais são: Cordovil, Madural, Verdeal  e Galega.  

Muitas das oliveiras da Quinta do Noval têm mais de 200 anos. Consequentemente, produzem um azeite  mais rico e complexo com apenas 0,2% de acidez. 

Quinta do Noval Axa Millesimes Serge Chapuis

As oliveiras são cultivadas de modo tradicional, sem rega e podadas manualmente. As azeitonas são  colhidas à mão durante o mês de novembro. Em seguida, são prensadas a frio em mós de granito para  extrair um Azeite Virgem Extra da melhor qualidade e preservar os aromas delicados da fruta.  

Uma nova imagem, completamente repensada. 

O Azeite Virgem Extra da Quinta do Noval tem uma imagem renovada em 2020. O seu novo rótulo e a  embalagem com design sóbrio e elegante, evocam a pureza do fruto e os aromas refinados. A cor verde  opaca da garrafa permite preservar a qualidade e lembra a cor da azeitona. O vertedor e a rolha de cortiça  foram conservados para facilitar o serviço e a dosagem.  

« Harmonioso e refinado, fresco e especiado, o nosso azeite é uma expressão autêntica do terroir  da Quinta do Noval. » A produção é limitada: 9394 garrafas de 50cl foram produzidas em 2020.

Website: Quinta do Noval

The Porto Protocol Climate Talks – Castas, uma ferramenta de resiliência

INTRODUÇÃO

Utilizando modelos climáticos e registos históricos dos padrões de maturação das uvas, os cientistas demonstraram que cerca de 50% das actuais áreas vitícolas do planeta não serão climaticamente adequadas para as suas actuais castas se as temperaturas aumentarem 2°C. Espera-se que as alterações climáticas imponham novos desafios a esta selecção de castas no longo prazo.  De facto, é muito provável que as alterações climáticas tenham efeitos importantes na qualidade e no estilo do vinho, o que a longo prazo pode causar mudanças geográficas nas castas e áreas de produção. Por outro lado, testemunhamos que as uvas tendem a ser colhidas cerca de 2 semanas antes do que era habitual.

As castas PIWI, utilizadas em algumas regiões vinícolas, surgem como uma solução potencial, uma vez que são resistentes ao clima e quase não requerem tratamentos químicos.

A escolha da solução correcta para lidar com os impactos climáticos a longo prazo é crucial. Os viticultores devem planear a adaptação às alterações climáticas, mas será que temos conhecimentos suficientes sobre castas e os seus clones para fazer uma escolha? Os porta-enxertos também podem fazer parte da solução? Que dados temos de considerar ao tomarmos estas decisões? Os regulamentos não são demasiado rigorosos para seleccionar diferentes castas quando se produzem vinhos certificados?

O DEBATE

Nesta Climate Talk vamos explorar as tendências nas escolhas das castas na vinha e nos vinhos em todo o mundo, e quais são as soluções a longo prazo que os produtores possam considerar adoptar nas suas vinhas. Contamos com produtores de diferentes partes do mundo que já estão a liderar a experimentação de diferentes abordagens com castas, como uma ferramenta de resiliência.

OS TOPICOS

  • Que mudanças já estamos a observar nas regiões vitivinícolas?
  • Os viticultores já começaram a tomar medidas para as novas projecções climáticas?
  • Que papel têm as castas autóctones na luta contra as alterações climáticas?
  • Pode a diversidade das castas na vinha ajudar a amortecer as alterações climáticas?
  • Apesar da enorme diversidade varietal global (existem mais de 6.000 castas conhecidas cultivadas no mundo), as 100 melhores castas representam uns incríveis 80% de todas as uvas plantadas. Será isto sustentável?
  • Devemos procurar clones de castas ou porta-enxertos mais adaptados?
  • Quais são as castas PIWI, os seus benefícios, desafios e resultados comprovados?

CONVIDADOS

DAN PETROSKI. EUA

Enólogo em Larkmead Vineyards

Dan é um enólogo dotado e intuitivo, cujo paladar do ‘velho mundo’ tem guiado a sua filosofia sobre o vinho.  A abordagem e a capacidade de Dan em elaborar vinhos tão diversos como Cabernet Sauvignon e Tocai Friulano valeram-lhe o reconhecimento como o Enólogo do Ano na San Francisco Chronicle em 2017.

DAVID GUIMARAENS. PORTUGAL

Director Técnico e de Enologia na The Fladgate Partnership

David Guimaraens representa a sexta geração da sua família que activamente se dedica ao negócio do Vinho do Porto. Desde 1991, que desempenha um papel fulcral na produção de vinhos do grupo e no desenvolvimento das suas adegas e vinhas. Em estreita colaboração com o director de viticultura, António Magalhães, criaram um premiado modelo de vinha sustentável, que se deverá tornar o modelo padrão para a viticultura ambientalmente responsável na região do Douro.

WERNER MORANDELL. Italy

Fundador e Enólogo na Winemaker Lieselehof

Pioneiros da viticultura sustentável, rapidamente se apercebeu da utilização excessiva e abusiva de pesticidas na viticultura e mudou para métodos orgânicos. Em 1998, Werner descobre as castas PIWI e decide plantar a primeira vinha PIWI da Itália em 2002. Foi vice-presidente da PIWI, a primeira associação a promover a viticultura sem pesticidas.

MODERADOR

TOBIAS WEBB. UK

Co-Fundador do Sustainable Wine Ltd

Tobias Webb é co-fundador da Sustainable Wine Ltd, com Agatha Pereira. Tem entrevistado enólogos e executivos de vinho desde 2015. Em 2019 criaram o Fórum do Futuro do Vinho, evento que reúne centenas de executivos de vinho e peritos de renome sobre o COMO da sustentabilidade no vinho.

Mais informação em: https://www.portoprotocol.com/the-choice-of-grape-varieties-as-a-resilience-building-tool/

A AUDIÊNCIA

  • Empresários da Indústria do vinhos e de toda a cadeia de valor do vinho
  • Gestores de Sustentabilidade e Ambiente
  • Bloggers de Vinho
  • Jornalistas da área do ambiente
  • Estudantes de enologia e sustentabilidade

FORMATO

3 Convidados e 1 Moderador têm uma conversa via Zoom, com transmissão em directo no canal YouTube do Porto Protocol. A conversa é iniciada pelo anfitrião, começando com uma breve introdução sobre o tema, seguida do debate com os convidados, que também podem fazer perguntas entre eles. Durante a transmissão em directo, os Participantes podem colocar perguntas através do Youtube.

NOTA: Os debates permanecem disponíveis no canal youtube do Porto Protocol e no podcast em https://open.spotify.com/show/0o6EgCk1SSjc5ZVSiVGuxu.

SOBRE AS CLIMATE TALKS

As Climate Talks by Porto Protocol são uma série de conversas digitais sobre temas relevantes para o mundo do vinho num clima em mudança. Desde embalagens sustentáveis até ao papel da natureza e da tecnologia na construção de uma resposta climática, numerosos tópicos têm e continuam a ser debatidos nas nossas conversas virtuais, que juntam convidados de diferentes cantos do mundo, que partilham os seus conhecimentos, experiências e desafios. Saiba mais aqui: https://www.portoprotocol.com/climate-talks/ 

SOBRE o THE PORTO PROTOCOL

A Fundação The Porto Protocol é uma instituição corporativa sem fins lucrativos, fundada pela Taylor’s. Conta com centenas de membros, unidos pelo compromisso de dar uma contribuição maior para mitigar as mudanças climáticas. Nascida na indústria do vinho e espalhada pelas indústrias de toda a sua cadeia de valor, a Porto Protocol foi criada com a forte convicção de que, se partilharmos os sucessos e as experiências, a resposta contra as mudanças climáticas será mais eficaz. Todos os indivíduos e empresas que desejem a mudança podem beneficiar e igualmente contribuir para esta plataforma aberta e partilhada, que se espera que seja local de inspiração para a mudança, bem como um banco de dados, de recursos e de soluções viáveis. Os membros da Fundação The Porto Protocol assumem o compromisso de dar uma contribuição maior para combater as mudanças climáticas.

WWM | WINTER WINE MARKET 4ª edição , Mercado Ferreira Borges, Porto

A 17 e 18 dezembro decorre o Winter Wine Market da VINHOS a Descobrir, 4ª edição da mostra e feira de vinhos produzida pela INSPIRE.

Para quem aprecia vinhos e ideal para as suas prendas de Natal!

O Mercado e mostra de vinhos será realizado no icónico Mercado Ferreira Borges, um lindo local da baixa do Porto. Dentro do espaço Hard Club, privilegiando o contacto entre os visitantes e os Produtores. 

Adotando as medidas de segurança, o local ideal para descobrir aqueles vinhos que pretendia para a sua garrafeira e para oferecer aos amigos! Juntando apreciadores de vinhos e os Produtores, partilhando novidades.

Tudo num espaço amplo e com ambiente descontraído!

Horários: 13H00 às 22H00.

Conta com cerca de 20 Produtores e apresenta mais de 100 referências:  

Quinta do Cadão, Escaravelho Wines, Casa de Cello, Monte da Carochinha,

Quinta do Roncão, Sapateiro Wines, Quinta da Costa do Pinhão, Quinta da Picota de Cheires , Quinta Pousada de Fora, Chapeleiro Wines, Quinta Casal da Tapada, The Portuguese Winery com The Wine House e Vagalume, Viniselores e mais algumas surpresas!

Os visitantes terão a possibilidade de falar com os Produtores, adquirir Vinho, bem como produtos regionais, chocolates e produtos gourmet, enriquecendo a sua experiência num local belíssimo contando com DJ criando um ambiente Chill Out.

Localização: Mercado Ferreira Borges, Hard Club – Porto. 

Entrada: 3€

Entrada com copo: 5€, incluindo vale de desconto de 1€ na compra de 10€ ou superior em vinho.

Entrada com copo: 6€, incluindo 2 vales de desconto de 1€ na compra de 10€ ou superior em vinho (vales não acumulam)

Serão cumpridas as regras de segurança e saúde necessárias indicadas pela DGS, assegurando que o Mercado de Vinhos cumpre os requisitos exigidos.

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Contactos:              

INSPIRE – Ana Ferro:  919 031 556   vinhosadescobrir@outlook.pt / anasetas.ferro@gmail.com

Taylor’s Lança Single Harvest 1961

Taylor’s Single Harvest 1961

A Taylor’s anuncia o lançamento de um sublime Vinho do Porto com 60 anos de idade, que enriquece a conceituada coleção de Vinhos do Porto Single Harvests da aclamada Casa, fundada em 1692.

A Taylor’s brinda os amantes de Vinho do Porto, ainda a tempo deste Natal, com uma edição limitada e exclusiva de um Vinho do Porto extraordinário e singular.

Se a década de 60 ficou conhecida como os “Anos Rebeldes” devido às mudanças culturais e ideológicas, para os apreciadores de vinhos, esta é uma década repleta de vinhos memoráveis e praticamente impossíveis de adquirir nos dias de hoje. 

A Taylor’s possui uma quantidade de stocks muito substancial de Vinhos do Porto Tawny Velhos que foram guardados pelas gerações anteriores e encontram-se agora prontos para serem lançados no mercado. A mais recente destas joias é o Single Harvest 1961. Este ano é justamente conhecido pelos excepcionais vinhos de Bordéus produzidos, também na região do Douro se obteve-se uma boa vindima que produziu alguns Vinhos do Porto extraordinários. O Single Harvest 1961 tem envelhecido silenciosamente nas caves Taylor’s e agora está pronto para quem deseja recordar o ano de 1961.

“Há quem se lembre do Taylor’s Quinta de Vargellas Porto Vintage 1961 que lançámos em 1963. Esse Vinho do Porto já não está disponível para aquisição, porém, as reservas guardadas em cascos desse ano, 1961, podem agora ser colocadas à disposição dos amantes de Vinho do Porto” comentou Adrian Bridge, Diretor Geral da Taylor’s.

David Guimaraens, director técnico e de enologia, comentou “Embora eu não tenha estado presente nesta vindima, os registos do ano mostram que houve uma série de desafios climáticos que resultaram em altos níveis de açúcar e baixos rendimentos. A nossa equipa tem vindo a cuidar cuidadosamente deste stock para garantir que continua a ser um exemplo perfeito de um Porto de 1961. Estas seis décadas de processo de envelhecimento naturalmente permitiram este Vinho do Porto a atingir níveis mágicos de complexidade e elegância”.

Estes vinhos do Porto extraordinários envelhecem tranquilamente nas frescas e silenciosas Caves da Taylor’s em Vila Nova de Gaia, onde as condições são ideais para que os vinhos do Porto possam gradualmente desenvolver os ricos e sublimes aromas, característicos dos vinhos do Porto muito velhos. Os vinhos do Porto da Taylor’s representam mais de três séculos de tradição familiar que começou com a fundação da Taylor, Fladgate & Yeatman em 1692. Uma herança de tradição e experiência transmitida ao longo de gerações garante que cada vinho do Porto da Taylor’s é executado ao mais alto nível.

Esta edição especial é uma oportunidade para festejar 1961: o ano em que Yuri Gagarin, o primeiro homem a ir ao espaço, fundamental para o desenvolvimento das telecomunicações na nossa era. É também o ano da criação do World Wildlife Fund (WWF), que tem desempenhado um papel tão importante na conservação do planeta. É também o ano em que a atriz Audrey Hepburn é imortalizada no filme ‘Breakfast at Tiffany’s’ e que o musical ‘West Side Story’ ganhou o Óscar de melhor filme do ano.

Uma muito pequena quantidade deste vinho ímpar foi engarrafado e é agora lançada numa Edição Limitada exclusiva. Foram produzidas 2.900 garrafas que estão disponíveis no retalho especializado no mês de dezembro pelo PVP recomendado de 330€.

Notas de Prova:

Núcleo castanho rodeado por um amplo aro de ouro pálido com reflexos verde azeitona. Nariz poderoso de extraordinária complexidade e opulência, revelando um aroma com múltiplas nuances e dimensões. Inicialmente emergem suaves reminiscências de melaço, figo seco e sultana, mesclados com aromas de nozes de maçapão. À medida que o vinho se abre, surgem aromas de madeira de cedro e folha seca de tabaco, juntamente com notas subtis de pimenta preta e cardamomo e um toque fresco e fugaz de citrinos. Tudo isto envolto numa poderosa aura de aroma amadeirado de baunilha, o legado de décadas de envelhecimento em casco. Na boca o vinho é denso, redondo e concentrado, com uma grossa textura aveludada, bastante rico e doce no paladar médio, no final uma explosão de fresca acidez recheada de sabores persistentes de manteiga de caramelo, amêndoa, marmelada de laranja e frutos secos. Um vinho maravilhosamente equilibrado, ainda limpo e fresco apesar dos seus muitos anos de envelhecimento em madeira.

Sugestões de Serviço:

O Taylor’s Single Harvest 1961 está pronto a ser consumido, sendo a temperatura óptima de consumo entre os 12 e os 16ºC. Acompanha de forma sublime muitas sobremesas à base de açúcar, ovos e frutos secos. Combina muito bem com sabores de figos, amêndoas e caramelo. Também pode ser apreciado sozinho, no final da refeição, ou com nozes e outros frutos secos.

O ano vitícola de 1961, no Douro:

Ano de boa precipitação e bem distribuída ao longo do ano. O Inverno foi bastante ameno.  O abrolhamento foi prejudicado, particularmente nas zonas altas do Douro, por um mês húmido e frio de Maio.  Um Julho húmido foi responsável por surtos esporádicos de míldio, tendo havido uma tempestade de granizo, que causou alguns estragos às vinhas das encostas mais altas.

O pintor foi observado a 23 de Junho, o que é invulgarmente precoce.  O início de Setembro foi muito quente e algumas quintas começaram já no dia 4 de Setembro, embora a data geral fosse o dia 10.  As graduações de açúcar eram altas, embora o mosto não se ‘colasse’ aos dedos como seria de esperar.  Os vinhos tiveram um trabalho justo e com uma cor bastante boa.  A primeira impressão foi de que os vinhos não eram ‘enormes’, mas com mais corpo do que no ano anterior.  Os rendimentos foram baixos e muitos agricultores não conseguiram compensar a sua autorização de produção.

Website : Taylor’s

Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

Vinho com uma cor rubi, laivos vermelhos e bordo castanho claro, brilhante, límpida, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, com uma intensidade aromática pronunciada, compota de frutos pretos, amoras, frutos secos, nozes, figo, especiarias, terroso e madeira antiga, cativante.

Na boca é um vinho doce, com acidez média (+), álcool alto, muito corpo, estruturado, de intensidade pronunciada, taninos suaves, elegante, frutado, aveludado, especiaria picante, cheio, de alguma secura que disfarça muito bem a doçura, com um final longo e muita persistência.

É um vinho com um nível de qualidade excelente, intenso, cheio ainda de fruta, mas já apresentando aromas terciários, de frutos secos, madeira nobre e especiarias, poderoso, de grande intensidade, concentrado, especiado, que transmite um grande prazer, com um final viciante que anseia pelo próximo copo. Harmonizou com um bolo rei na perfeição.



A minha nota pessoal: FB 91

Esta imagem tem um texto alternativo em branco, o nome da imagem é fb91.jpg

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59



Website : Quinta Dona Matilde

Ficha Técnica : Quinta Dona Matilde Porto Colheita 2013

Ribafreixo Wines lança três vinhos ideais para a Época Festiva

As festividades estão a chegar e com elas o desejo de celebrar com a família o fecho de mais um ano, que foi decerto, muito exigente para todos nós. A pensar nisso, a Ribafreixo acaba de lançar três vinhos que vão ao encontro do requinte exigido para a época. São dois espumantes e um vinho licoroso, que em comum têm a particularidade de serem vinhos extremamente gastronómicos e apelativos.

Gáudio Espumante Brut Nature

Comecemos pelos Vinhos Espumantes. Nesta categoria, a Ribafreixo sugere a sua mais recente colheita de Gáudio Espumante Brut Nature. Um vinho elaborado segundo o Método Clássico, que mostra a versatilidade da casta Antão Vaz, agora desenhada sobre a forma de um espumante. Revela-nos logo no aroma umas subtis notas de manga e uma tosta bastante marcada. Na boca ele é elegante e fresco, desvendando um vinho estruturado e gastronómico, com uma bolha muito subtil.

Gáudio Brut Nature Rosé

Segue-se o seu par, uma novidade: Gáudio Brut Nature Rosé, desenhado a partir da casta Aragonês, com uma cor salmão muito atrativa, a indiciar um espumante à procura de alguma gastronomia. Em prova revela-nos alguma tosta e frutos vermelhos muito maduros, evidenciando na boca todo o terroir da Vidigueira, com predominância de muita frescura, extrema elegância e persistência.

Claramente, duas opções perfeitas para a época festiva, seja como welcome drink ou a acompanhar pratos ricos em salmão, ostras, ou outras formas de marisco bem frescas da nossa costa.

Gáudio Licoroso

Não menos válida, segue-se uma opção fortificada, que acompanhará a mesa de doces de lá de casa. Uma vez mais, a casta Antão Vaz em destaque, não estivéssemos nós na Vidigueira.

Gáudio Licoroso é um vinho memorável, que estagiou durante bastantes anos em barrica, até adquirir toda a riqueza aromática que hoje em dia tem. Aromas de compotas, alguns frutos secos e notas de fumo. Profundo na boca e com um ótimo equilíbrio. Um grande vinho que fará as delícias dos mais gulosos.

PVP Gáudio Espumante Brut Nature e Gáudio Espumante Brut Nature Rosé: 19,99€

PVP Gáudio Licoroso: 19,99€


Website : Ribafreixo

Website : Gáudio Espumante Brut Nature

Website: Gáudio Espumante Brut Nature Rosé

Website: Gáudio Licoroso

Prova inter-regional de vinhos em Portugal


Rui Lopes
e Jorge Rosa Santos são os enólogos responsáveis dos projectos que deram origem a estes vinhos de várias regiões do pais. Perfis diferentes, encantadores e tão representativos das castas e terroirs.

Vinho muito aromático, floral, citrino, na boca, amplo, envolvente, muito elegante, corpo médio, com frescura, apimentado e final seco corpo. Combinou na perfeição com as entradas, mostrando a sua polivalência.

As entradas

Vinho com aroma intenso, complexo, maça, Jerez, Manzanilla, brioche, mineral, salino, na boca, intenso, corpo médio, especiaria, pimentas, salino, excelente acidez e secura final, muito persistente e final muito longo. Muito gastronómico, acompanhou um creme de marisco elevando e potenciando todos os sabores.

Crepe de Marisco

Vinho com aroma subtil, mineral, pedra, leve casca de melão, na boca, untuosidade, corpo médio, tenso, vibrante, mineral, acidez, ligeiro amargor, final longo e persistente. Fez par com a massada de marisco e cherne, todos os elementos se interligaram criando um conjunto harmonioso.

Massada de marisco e cherne

Vinho com aroma floral, ligeiro tropical, mineral, pedra molhada, mostra na boca todo o seu potencial, gordo, untuoso, mineral, acidez alta, corpo médio (+), equilibrado, final intenso e persistente. A sua mineralidade criou uma maridagem extraordinária com o marisco e peixe da massada.

Vinho com aroma floral, favo de mel, mineral, salino, brioche, na boca muito elegante, untuoso, intenso, acidez alta, vibrante, corpo médio (+), equilibrado, final com agradável amargor e muita persistência, extraordinário.

Aroma intenso, fruta preta madura, licorice, especiarias e tabaco, madeira muito bem integrada. Na boca taninos presentes muito elegantes, denso, rico, envolvente, estruturado, final seco e muito persistente, transmitindo um grande prazer e satisfação. Sublime com as bochechas de porco e batata doce.

Aroma delicado, morango, cereja branca, especiaria doce. Na boca elegância, delicadeza, taninos suaves, saboroso, frutas de caroço, frescura, com um final longo e persistente. É diferente sim, mas dá um grande prazer beber.

Cor rubi profunda, aroma intenso, muito complexo, fruta preta madura, agridoce de pimento, especiarias, tabaco, balsâmico, cedro, terroso. Na boca taninos poderosos, especiado, potente, seco, rico, amplo, estruturado, uma acidez bestial, final longo e muito persistente. Acrescentou complexidade e exuberância às bochechas de porco e batata doce.

Rosa Santos Família Tinto 2015 e Casal de Santa Maria Ramisco 2009, dois senhores vinhos, com tudo no seu lugar, são perfeitos, complexos, que enchem a boca, opulentos e com um final soberbo. São ambos vinhos de emoção, que provocam múltiplas sensações, não tenho palavras para os descrever: tão somente comprar às caixas, beber e guardar por muitos anos.


Colinas do Douro

Quinta da Extrema


Restaurante a Tendinha

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