Paço de Teixeiró: a frescura da Serra do Marão

É em Baião, berço natural da casta Avesso, que a família Montez Champalimaud preserva a sua histórica propriedade e a missão de produzir vinhos brancos com um perfil ousado, moderno e assumidamente gastronómico.

A sub-região de Baião tem ganho, nos últimos anos, um merecido destaque entre os consumidores nacionais e internacionais. Na base deste sucesso está a afirmação do potencial do seu terroir para a produção de vinhos brancos de elevada qualidade, caracterizado pela altitude e clima menos temperado, com invernos mais frios e verões mais quentes, devido à proximidade e influência da colossal Serra do Marão.

Estas características permitem o perfeito amadurecimento de castas de maturação mais tardia e com maiores exigências de calor no final do seu ciclo de vida – como é exemplo a Avesso. Por esse motivo, este é considerado o seu habitat natural e o lugar onde melhor se expressa. Para a Quinta de Paço de Teixeiró, a casta Avesso assume-se como o ingrediente-chave das suas referências produzidas na casa, agora com novas colheitas no mercado: Paço de Teixeiró Branco e Paço de Teixeiró Avesso

Na primeira versão, a casta Avesso (80%) é acompanhada pela Loureiro (20%), ambas provenientes de vinhas com mais de 35 anos de idade. A nova edição Paço de Teixeiró Branco 2019 apresenta-se ao mercado com uma enorme vivacidade e frescura, com uma clara presença de flores brancas, citrinos e algumas notas de damasco. Um conjunto muito fresco, perfeito para os pratos ligeiros da estação.

Segue-se uma abordagem mais arrojada, numa versão 100% Avesso – o Paço de Teixeiró Avesso 2018, cujo lançamento é sempre atrasado um ano para que o vinho possa exprimir todo o seu potencial ainda em garrafa. A quantidade limitada de garrafas disponíveis é compatível com a complexidade deste vinho, extraído das melhores videiras da propriedade. O estágio em barricas confere-lhe uma enorme elegância e um excelente volume de boca, perfeito para acompanhar o prato estrela da região: Anho Assado com Arroz de Forno.

Nas palavras de Eça de Queiroz, que encontrou nas terras de Baião a inspiração para a sua última criação literária, “A Cidade e as Serras”, o vinho aqui produzido é “fresquinho, leve, aromático e alegrador. Todo alma”. Para descobrir numa visita à região ou em qualquer parte do país, já que as novas colheitas Paço de Teixeiró se encontram disponíveis em garrafeiras de todo o território nacional, com distribuição exclusiva da Vinicom.

Paço de Teixeiró Branco 2019 – PVP: €7,5

Paço de Teixeiró Avesso 2018 – PVP: €14

Website : Paço de Teixeiró

ADEGA DE PALMELA MOSCATEL DE SETÚBAL 10 ANOS ESTÁ NO TOP 10 DOS MELHORES MOSCATEIS DO MUNDO

Produto certificado desde 1908 É um dos mais representativos produtos da região da Península de Setúbal

O Adega de Palmela Moscatel de Setúbal 10 anos, acaba de ser premiado como um dos 10 Melhores Moscatéis do Mundo no Concurso Muscats du Monde. O vinho Generoso Moscatel é um produto certificado desde 1908, e um dos mais representativos produtos da região da Península de Setúbal, de qualidade “Superior”, integrando a coleção – Moscatéis de Setúbal.

Com casta de Moscatel de Alexandria, obtido a partir da fermentação de uvas Moscatel e interrompida através da adição de aguardante vínica, maceração pelicular durante um período mínimo de 5 meses, neste Lote foram usadas várias colheitas, onde a mais recente tempo pelo menos 10 anos, permanecendo na cave da Adega em barricas de carvalho usadas, próprias para o envelhecimento de aguardentes.

Por ser especial deverá ser servido sozinho ou em alternativa a acompanhar doçaria regional e chocolate a uma temperatura de 16ºC e apresenta uma grande complexidade aromática, evidenciadas notas de frutos secos, nozes, figos e mel.

A edição deste ano para escolher os Melhores Moscatéis do Mundo, destacou-se como uma das mais marcantes prestações de Portugal no concurso, arrecadando 16 medalhas, 8 de ouro e 8 de prata, ficando a Adega de Palmela com o seu Moscatel de Setúbal 10 anos no TOP 10 Best Muscats du Monde 2020, em 9º lugar.

Website : Adega de Palmela

Arkhe Restaurante Vegetariano

“O restaurante Arkhe (do grego antigo o início, origem) é um local dedicado a cozinha à base de vegetais, respeitando as estações do ano, a sazonalidade dos ingredientes e o contacto com pequenos produtores em busca dos melhores ingredientes.”

Entradas

João Ricardo Alves é um chef de cozinha que alia paixão, técnica, estudo e a criatividade a uma forte consciência ambiental. Com a junção destes elementos propõe uma cozinha à base de vegetais inovadora e moderna.

Com formação em cozinha clássica francesa, o seu percurso profissional passa por países como Suíça, França e Inglaterra, onde tem o privilégio de trabalhar nos únicos restaurantes vegetarianos do Guia Michelin Europa: o Terre a Terre (Bib Gourmand) e o Joia (1 estrela) em Milão.

Pratos principais

Após um período de viagens pela Ásia acaba por se tornar head chef do Hotel Fivelements em Bali, um dos pioneiros de alta cozinha vegetariana e vegan.

Em 2017 ruma a Lisboa em busca dos seus laços familiares antigos e durante a sua estadia inicia um projeto de jantares pop-up plantbased que dão origem restaurante Arkhe.”

Eu fui ao restaurante por mera curiosidade e não me arrependi. Cada vez mais a opção pelo vegetariano, tanto em pratos como em menus de degustação, vem ganhando pontos, não ficando atrás das outras opções não vegetarianas. Mais uma vez fiquei verdadeiramente surpreendido e muito agradado.

A ementa não é muito grande, mas os pratos são ricos e elaborados, com uma grande variedade de elementos e com uma apresentação muito atraente.  

São pratos com substância, que saciam e transmitem conforto e satisfação, em que todos os ingredientes combinam na perfeição formando um conjunto único.

Serviço muito profissional, competente e simpático, com um bom serviço de vinhos. Atenção à lista de vinhos criada pelo Alejandro Chavarro, que é excecional, muitas opções que proporcionam excelentes maridagens com os pratos. Experimentem!

Website : Arkhe Restaurante Vegetariano

Mano a Mano: novo Chef Executivo italiano estreia conceitos gastronómicos em Lisboa

O Mano a Mano acaba de anunciar o seu novo Chef Executivo, Giovanni Pellegrino. De nacionalidade italiana, mais precisamente de Sicília, e com o gosto pela cozinha desde criança, Giovanni chega ao restaurante da Rua do Alecrim com muitas surpresas. A mudança da carta é a primeira novidade apresentada pelo Chef que promete a estreia de novos conceitos gastronómicos em Lisboa.

O que muda: “Pistachio é o novo Tomate”

A disputa entre uma cozinha napolitana e romana e a ambição por se tornar no melhor restaurante italiano de Lisboa pede um Chef a condizer e a escolha não podia ser mais acertada. “Simplicidade na cozinha” é o lema do Chef Giovanni, que desde sempre se habituou a transpor para os seus pratos. Defende que quando usamos ingredientes simples e de qualidade, o resultado é sempre delicioso. Fez um curso na área de agricultura e hoje recorre muito a plantas e vegetais, produtos sempre da época.

O leque é variado, contemplando pratos de carne, peixe, mas também vegetarianos. Privilegia a massa caseira e promete a massa das bases da pizza mais estaladiça e potenciadora do sabor dos ingredientes escolhidos, pela forma como é estendida. E como não só de molho de tomate se faz uma pizza, o Chef Giovanni decidiu inovar e trazer-nos uma nova alternativa com um dos seus ingredientes favoritos e muito típico de Itália: o pistachio. Este ingrediente estará presente não só em algumas pizzas, como também noutros pratos, incluindo sobremesas.

As escolhas do Chef Giovanni

Como aperitivo (Antipasti), o Chef destaca a Parmigiana di Melanzane (8,50€), uma beringela, recheada com molho de tomate, mozzarella de búfala e manjericão, o Prosciutto e Melone (9,00€), melão com presunto e redução de vinho e canela, e a Bruschetta Tricolore (9,50€), a Clássica (tomate, alho e manjericão), a de Pesto e pinhões e a Mano a Mano, com chouriço picante de Calabria, mozzarella de búfala e tomilho.

Da parte “Pizzas e Calzones”, o Chef Giovanni sugere a Pizza Bronte (14,50€) para ficarem a conhecer o sabor de uma pizza italiana com a base em creme de pistachio – presunto, mozzarella de búfala e lascas de Grana Padano são os ingredientes que a contemplam. Pizza A Crudo (9,00€) seria também mais uma das suas sugestões: tomate fresco, burrata e manjericão.

Spaghetoni Verdi al Pistacchio e Gorgonzola (15,00€), bem italiano, é mais um dos seus principais pratos: massa de espinafres caseira, com pistachio e gorgonzola. À carta chegam ainda dois pratos especiais: Seppia Patate e Piselli (16,50€), choco assado com batata e puré de ervilhas, e Brasado di Carne al Barolo (15,00€), com Focacce, bochecha de porco estufada, vinho, cenoura, cebola, aipo, tomilho e alecrim com a nossa focacia.

Não podíamos terminar as sugestões do Chef sem uma boa sobremesa. Toda a carta de sobremesas foi renovada, da qual o Chef destaca o Mille Foglie (5,00€), um mil folhas com creme de mascarpone de baunilha, com calda de frutos vermelhos ou de caramelo salgado; o Falso Cannoli agli Agrumi (6,00€), um doce típico da Sicília com creme de mascarpone e citrinos, geleia de laranja; e o Tiramissù Clássico (6,50€), creme de mascarpone, café, bolacha e cacau em pó. E estas são só algumas das incríveis sobremesas do Chef.

O Chef Giovanni Pellegrino deixa o convite: “Estou muito entusiasmado em transportar novos conceitos gastronómicos para a capital portuguesa. Convido-vos a visitar-me no Mano a Mano para uma nova experiência inspirada nas minhas origens em simbiose com o paladar português. A minha motivação será tornar o Mano a Mano numa referência da cozinha italiana”.

O Mano a Mano fica na Rua do Alecrim, n22, e está a funcionar todos os dias das 12h30 às 23h; às sextas-feiras e sábados até às 00h00. O restaurante aceita reservas, que podem ser feitas no site, pela app do TheFork ou por chamada (914 054 273). O restaurante está disponível também em takeaway e delivery, através do Uber Eats.

Website : Mano a Mano

Taylor’s Single Harvest 1970 já disponível no mercado

O Taylor’s Single Harvest 1970, o sétimo da série de edições limitadas de vinhos do Porto com meio século, já pode ser encontrado em algumas das melhores garrafeiras do país. A distribuição é exclusiva da Heritage Wines.

Desde 2014 que a Taylor’s, emblemática casa de Vinho do Porto, partilha com o mercado alguns exemplares das suas extensas reservas de vinhos do Porto envelhecidos em madeira, preservados com paciência e mestria nas icónicas Caves em Vila Nova de Gaia durante meio século. São já sete edições limitadas, pensadas para os verdadeiros amantes da arte do envelhecimento do Vinho do Porto e colecionadores de todo o mundo.

O último a ser apresentado é o Taylor’s Single Harvest 1970, lançado para o mercado num ano atípico e que dificilmente será esquecido. Talvez por esse motivo seja reforçado o pretexto de o abrir durante os brindes especiais do ano como, por exemplo, uma celebração de 50 anos, que se pretende memorável. Apesar da idade, este é um vinho que está pronto a ser consumido, recomendando-se um serviço entre 12 e 16ºC.

A sua textura suave e aveludada abre caminho a um opulento sabor a café e caramelo, com notas de noz e casca de laranja cristalizada, mas com uma notável frescura conferida pela viva acidez. Elegante a cada toque, termina longo e persistente. Acompanha de forma sublime sobremesas, nomeadamente com sabores de figos, amêndoas e caramelos, leite-creme ou uma taça de morangos frescos. Também pode – e deve – ser apreciado sozinho, no final da refeição, com algumas nozes ou outros frutos secos.

O Taylor’s Single Harvest 1970 já se encontra disponível com um PVP recomendado de 300€. Para mais informações, consultar: www.heritagewines.pt

Website : Taylor’s Single Harvest 1970

Vinhos do Tejo promovem a descoberta de pequenos produtores em 9 vinhos

Situada na zona Centro, a região dos Vinhos do Tejo está imemorialmente ligada à produção de vinhos. É de direito próprio uma das mais antigas regiões produtoras de vinho do nosso país, vendo o seu nome associado ao rio que a atravessa. O rio Tejo é o elemento dominante da região, contribuindo de forma decisiva para o seu clima e, por conseguinte, terroirs. É berço de grandes e afamadas casas agrícolas, mas também de pequenos produtores, alguns dos quais recentes.

São nove os vinhos de alguns desses pequenos produtores a que a Comissão Vitivinícola Regional do Tejo dá aqui palco. Seis brancos, um rosé e dois tintos, que em comum têm o selo de garantia de qualidade e de origem, atribuído pela CVR Tejo, como DO Tejo ou IG do Tejo.

O convite é para que entre no Tejo, compre o que é da região e atreva-se a fazer grandes descobertas!


HERDADE DOS TEMPLÁRIOS BRANCO 2019 (DO Tejo)

Produtor: Quinta do Cavalinho/Herdade dos Templários

Castas: 40% Arinto, 40% Fernão Pires e 20% Riesling

Álc.: 13,50% • Acidez Total: 4,98 g/l • Açúcares Totais: n.d. • pH: 3,44

PVP: €4,50

À venda: Brevemente na loja online do produtor; restaurantes e garrafeiras; algumas lojas Intermarché.


QUINTA DA BADULA RESERVA BRANCO 2018 (DO Tejo)

Produtor: Quinta da Badula

Castas: Arinto e Alvarinho

Álc.: 12,00% • Acidez Total: 6,30 g/l • Açúcares Totais: 0,7 g/l • pH: 3,31

PVP: €10,50

À venda: Restaurantes e garrafeiras.


QUINTO ELEMENTO RESERVA BRANCO 2016 (IG do Tejo)

Produtor: Quinta do Arrobe

Castas: 100% Arinto

Álc.: 13,00% • Acidez Total: 5,26 g/l • Açúcares Totais: menos de 1 g/l • pH: n.d.

PVP: €14,50

À venda: El Corte Inglés; Garrafeira Nacional; restaurantes e garrafeiras, algumas com lojas on-line.


RUI REGUINGA VINHA DA TALISCA BRANCO 2018 (IG do Tejo)

Produtor: Rui Reguinga

Castas: 60% Marsanne, 20% Roussanne e 20% Viognier

Álc.: 13,00% • Acidez Total: 5,30 g/l • Açúcares Totais: n.d. • pH: 3,43

PVP: €20,00

À venda: Em www.terrenus.pt e através da Portfólio Vinhos (distribuidor).


VINHO: CASAL DAS AIRES CHARDONNAY BRANCO 2018 (IG do Tejo)

Produtor: Pine Nuts Vines & Wines

Castas: 100% Chardonnay

Álc.: 12,50% • Acidez Total: 5,80 g/l • Açúcares Totais: 0,00 g/l • pH: 3,40

PVP: €20,90

À venda: Garrafeira Nacional, que é o distribuidor nacional tem garrafeira e loja on-line.


QUINTA DA ESCUSA HARVEST BRANCO 2016 (IG do Tejo)

Produtor: Casa Romana Vini

Castas: 65% Arinto, 35% Moscatel Alexandria

Álc.: 12,50% • Acidez Total: 4,38 g/l • Açúcares Totais: 1,95 g/l • pH: 3,45

PVP: €9,00

À venda: Restaurantes e garrafeiras, algumas dos quais com lojas on-line; El Corte Inglés e Auchan Gourmet do Amoreiras.


ZÉ DA LEONOR ROSÉ 2019 (IG do Tejo)

Produtor: Casa Agrícola Rebelo Lopes

Álc.: 12,50% • Acidez Total: 6,63 g/l • Açúcares Totais: 1,9 g/l • pH: 3,13

PVP: €5,90

À venda: Loja do produtor, física na Quinta Nova e on-line em breve, e por contacto directo com envio para todo o país; restaurantes e garrafeiras.


QUINTA DA ARRIÇA RESERVA TINTO 2017 (IG do Tejo)

Produtor: Quinta da Arriça

Castas: Pinot Noir, Sousão e Syrah

Álc.: 14,00% • Acidez Total: 5,10 g/l • Açúcares Totais: 0,9 g/l • pH: n.d.

PVP: €6,00

À venda: Loja do produtor; restaurantes em Coruche; e Posto de Turismo de Coruche. 


JOANA DA CANA RESERVA TINTO 2016 (IG do Tejo)

Produtor: Vinhos Franco

Castas: Touriga Nacional e Tinta Barroca

Álc.: 15,00% • Acidez Total: 4,54 g/l • Açúcares Totais: 4,0 g/l • pH: 3,90

PVP: €13,00

À venda: Restaurantes e garrafeiras, algumas das quais com lojas on-line.

Clérigos Tasting Room: A nova embaixada do vinho do Porto na cidade invicta

O mais recente projeto do grupo Fladgate Partnership aposta no conceito ‘Grab and Go’ e convida a explorar diferentes combinações entre dois símbolos nacionais: o vinho do Porto e o pastel.

A poucos passos da Torre dos Clérigos, da Livraria Lello e das ruas das Galerias de Paris, a Clérigos Tasting Room abre portas e junta a estes locais mais icónicos, outro dos símbolos da cidade – o vinho do Porto.

Assumindo-se como uma embaixada do vinho do Porto, em pleno coração da cidade, o novo espaço convida a desfrutar da experiência dentro ou fora de portas, já que o conceito é “Grab and Go”. A proposta é simples: dar a provar 9 harmonizações de vinho do Porto (5 a 7 €) com o famoso “pastel” em diferentes criações que conjugam na perfeição com diferentes estilos de vinho.

Entre doces e salgados, as combinações foram pensadas ao pormenor para evidenciar as características de cada estilo, mostrando a versatilidade gastronómica do vinho do Porto. Em prova, estão algumas das referências mais icónicas das três reputadas casas do grupo Fladgate Partnership: Taylor’s, Croft e Fonseca.

Os pastéis partem da forma tradicional do “pastel de nata”, mas surpreendem no seu interior. O pastel de bacalhau e o pastel de alheira juntam-se ao Taylor’s Chip Dry; o de abóbora ao Fonseca Tawny 10 anos; o de chocolate e banana à referência orgânica da Fonseca, Terra Prima; o clássico pastel de nata e o pastel de maçã caramelizada são ambos servidos com Taylor’s Tawny 10 anos e o pastel que combina laranja com amêndoa, harmoniza com o Croft Reserva Tawny. Há também bolo de bacalhau com queijo da Serra – que harmoniza com Taylor’s Chip Dry – e croquete de arroz de pato – servido com Taylor’s LBV. Nos petiscos (a partir de 2,50€) podem encontrar-se opções como palitos de mozzarella, snacks de milho e jalapeños.

Aberto todos os dias, das 10h00 às 23h00, a Clérigos Tasting Room estende-se por todo o icónico edifício do Passeio dos Clérigos, contando com uma agradável e espaçosa sala interior e uma ampla esplanada. Além das harmonizações, é também possível optar por uma refeição mais completa. A carta divide-se em sopas, saladas, pratos principais – como por exemplo a Francesinha (12€), Prego de novilho (8€) e Açorda de gambas (9€) – e sobremesas – como Brownie de chocolate e Cheesecake Rocky Toffee, que combina caramelo, cacau e nozes (ambos por 3,50€).

A carta de bebidas convida a descobrir mais sobre o vinho do Porto, com a possibilidade de provar, a copo, diferentes estilos, desde Portos de aperitivo, onde se incluem os refrescantes cocktails Taylor’s Chip Dry Tonic (5€) ou Frozen Croft Pink (5€) até aos Portos mais encorpados, como Taylor’s LBV 2014 (5€) ou Fonseca Tawny 10 Anos (6€). Há também uma seleção de vinhos, cervejas e bebidas espirituosas.

Morada:

Clérigos Tasting Room

Rua das Carmelitas, 151

Passeio dos Clérigos, Loja A1

4050-162 Porto

Horário:

Diariamente das 10h00 às 23h00

Contactos para reservas:

Telf.: 932091603

E-mail: clerigos.mesa@tresseculos.pt

Facebook : Clérigos Tasting Room

Tomate Coração de Boi do Douro volta a ser estrela nos restaurantes da região

FESTIM DO TOMATE PARA ATACAR A CRISE

Não há concurso, mas o festim está de regresso: os melhores tomates Coração de Boi das tradicionais hortas do Douro voltam à prova nos restaurantes referenciais da região. Durante todo o mês de Agosto, qualquer um pode degustar esta iguaria carnuda, suculenta e de sabor único. Na própria região onde é produzido, pois claro.

O mais diabólico vírus das nossas vidas obrigou-nos a cancelar a V edição do Concurso do Tomate Coração de Boi do Douro, mas tal não significa que tenhamos de prescindir daquele que – a nosso ver – é o melhor tomate criado em Portugal. Até porque, nesta como noutras áreas da alimentação, os agricultores não deixaram de trabalhar para nos alimentar.

E acontece que o Tomate Coração de Boi do Douro é uma festa e a prova de que o Douro é um terroir abençoado para a produção de inúmeros frutos, além da uva. E é esta a razão pela qual, em tempos de pandemia, 14 restaurantes da região vão colocar nas suas ementas o tomate criado por inúmeros agricultores do Douro, durante todo o mês de Agosto. Aqueles que, por causa da nossa paixão por tomate, recuperaram as velhas hortas do Douro.

Assim, em saladas ou em pratos especiais concebidos para este mês, qualquer duriense ou visitante pode degustar esta iguaria carnuda, suculenta e de sabor único. Na própria região onde é produzido, pois claro.

Eis os restaurantes e as suas propostas:

Aneto & table (Peso da Régua)
Tomate Coração de Boi com gelado de ervas

Bistrô Terrace – Quinta do Tedo (Armamar)
Panna Cotta de queijo da Serra da Estrela com Tomate Coração de Boi caramelizado a baixa temperatura
Cheesecake de manjericão com compota de Tomate Coração de Boi

Cais da Ferradosa (São João da Pesqueira)
Tomate Coração de Boi confitado
Tosta de alfarroba, queijo de cabra e Tomate Coração de Boi
Sopa de Tomate Coração de Boi
Posta de vitela com Tomate Coração de Boi à poveira

CAISDAVILLA (Vila Real)
Salada de Tomate Coração de Boi, cebola-nova, orégãos e folhas verdes.
Salada de Tomate Coração de Boi e queijo mozarela, pesto de manjericão e rúcula selvagem
Gaspacho de Tomate Coração de Boi, melancia e vieira braseada
Tataki de atum, húmus de grão-de-bico e granizado de Tomate Coração de Boi
Lombo de bacalhau confitado e carabineiro braseado
Brandade e vinagrete de Tomate Coração de Boi

Cantina de Ventozelo (Quinta de Ventozelo, São João da Pesqueira)
Salada de Tomate Coração de Boi
Sopa fria de Tomate Coração de Boi Tarte de Tomate
Arroz de Tomate Coração de Boi
Pudim de pão com compota de Tomate Coração de Boi

CEPA TORTA (Alijó)
Tomate Coração de Boi em salada a todos os clientes e outras propostas do dia

Chaxoila (Vila Real)
Tomate Coração de Boi em salada a todos os clientes e outras propostas do dia

Cozinha da Clara – Quinta de La Rosa (Pinhão)
Tomate Coração de Boi da Quinta de La Rosa, burrata e azeite de manjericão

DOC (Armamar)
Cherne, Molho fricassé e o Tomate Coração de Boi

Flor de Sal (Mirandela)
Creme frio de Tomate Coração de Boi
Cuscus Transmontanos de Tomate Coração de Boi e Trio de Porco Bísaro
Tarte de amêndoas e Sorvete de Tomate Coração de Boi

Pickles – Hotel Six Senses Douro Valley (Lamego)
Gaspacho de Coração de Boi
Colheita do dia, texturas tostadas de Tomate Coração de Boi
Frutas escondidas do Douro Valley e Tomate Coração de Boi

Taberna do Carró (Torre de Moncorvo)
Arroz de Tomate Coração de Boi com feijão verde, acompanhado de variados outros produtos
Migas de Tomate Coração de Boi com ovo
Tomate Coração de Boi rachado com sal grosso e azeite da Vilariça.
Salada de Tomate Coração de Boi acompanhado com outros produtos da horta.

Tasca da Quinta (Régua)
Salada de Tomate Coração de Boi do Douro

Toca Raposa (São João da Pesqueira)
Tomate Coração de Boi com flor de sal e azeite extra virgem
Sopa de Tomate Coração de Boi
Arroz de Tomate Coração de Boi com pataniscas de bacalhau
Açorda de Tomate Coração de Boi
Tomate Coração de Boi confitado em azeite do Douro
Milhos de Tomate Coração de Boi e cachaço de porco bísaro grelhado
Queijo de ovelha com doce de Tomate Coração de Boi do Douro

Um dos objetivos do Concurso Tomate Coração de Boi foi, por um lado, despertar o interesse dos consumidores que comem com gosto e inteligência pela viagem ao terroir de excelência desta variedade e, por outro, motivar a criatividade da restauração regional para trabalhar este fruto.

É certo que, hoje, podemos comer Tomate Coração de Boi no Porto ou em Lisboa, mas, temos de admitir, não é a mesma coisa. No Douro o tomate sabe muito melhor. “Agosto já é o mês do Tomate no Douro. Esta época, que antecede o período forte da região, que são as vindimas, está a transformar-se numa verdadeira festa do tomate. A adesão a esta iniciativa, por parte dos restaurantes e do consumidor, tem sido tão extraordinária que estamos a conseguir concretizar o nosso objetivo de aumentar a atratividade do Douro, valorizando outros produtos de excelência para além do vinho, mais rapidamente do que alguma vez imaginaríamos”, sublinha Celeste Pereira, diretora da Greengrape, entidade organizadora do Concurso do Tomate Coração de Boi do Douro. A iniciativa conta com a curadoria do jornalista Edgardo Pacheco.

Assim, quem vier aos restaurantes aderentes está a contribuir para a revitalização da economia regional em duas áreas fundamentais: agricultura e turismo. É este também um modo de promover o território, a sua diversidade de produto e originalidade.

Para o ano teremos a festa do costume (e mais algumas surpresas), mas, enquanto tal não acontece, ataquemos a crise com tomates.

Esposende ambiciona ser referência gastronómica de peixe e marisco

Afirmar Esposende como um destino gastronómico de peixe e marisco é o objectivo do Município, numa estratégia que passa pela promoção da gastronomia local, com particular enfoque, numa primeira fase, no robalo.

Ao abrigo da candidatura desenvolvida no seio das Comunidades Intermunicipais do Cávado, Ave e Alto Minho “Minho Região Europeia da Gastronomia”, Esposende abraça este desígnio com uma forte aposta na gastronomia como forma de captar ainda mais turistas e visitantes ao território.

Na apresentação da campanha “Onde está o Robalo?”, que teve lugar, o Presidente da Câmara Municipal, Benjamim Pereira explicou que a estratégia do Município assenta no desenvolvimento económico e na promoção do bem-estar da população, derivando para várias linhas de ação, onde se integra a promoção do território e dos seus produtos endógenos.

Numa altura em que o setor da restauração se debate com dificuldades decorrentes da pandemia de Covid-19, esta campanha afigura-se como mais um incentivo para reforçar o desenvolvimento económico do concelho, afirmou Benjamim Pereira lembrando que são vários e diversos os mecanismos de apoio ao tecido económico local, a que se junta a recém criada Start Esposende, um espaço de estímulo à iniciativa empreendedora, captação de investimento e apoio ao desenvolvimento das actividades empresariais.

Enquanto fator de atratividade e de promoção do território, a gastronomia tem merecido uma atenção especial do Município, referiu Benjamim Pereira, apontando o evento “Março com Sabores do Mar” como exemplo e uma aposta ganha. “A gastronomia de Esposende vale como um todo” afirmou o autarca, recusando a ideia de um prato identitário, o que, no seu entender, limita a oferta diferenciadora dos produtos do mar disponíveis. Benjamim Pereira não tem dúvidas de que Esposende há muito é reconhecido como um destino de peixe e marisco, pelo que importa reforçar e afirmar essa caraterística. Assinalou ainda que esta ação se insere na estratégia de valorização e promoção dos produtos endógenos de Esposende, contribuindo também para fomentar as relações comerciais entre os setores da pesca e da restauração.

O Vereador com as áreas funcionais do Turismo e Desenvolvimento Económico, Sérgio Mano, reiterou que o objetivo do Município passa por construir toda uma identidade gastronómica associada aos peixes e mariscos, criando, desta forma, novas ferramentas para que os empresários locais possam catapultar os seus restaurantes, promovendo este território e toda a sua oferta turística. Clarificou que anualmente será promovido um peixe ou marisco diferentes, assegurando constante dinamização e envolvimento de
todos no projeto, sendo que o ponto de partida é o robalo.

Sérgio Mano deu ainda nota de, no âmbito desta estratégia global, estão na forja mais dois projetos; o Km 0, que visa o escoamento dos produtos locais, entre os quais o peixe e os hortícolas, diretamente para os restaurantes, criando uma rede entre produtores e estabelecimentos; e o Certificado de Origem, que conferirá a certificação dos produtos endógenos de Esposende, como a doçaria ou os hortícolas.

Em representação da CIM Cávado, o primeiro secretário executivo da CIM Cávado, Luís Macedo, saudou o Município pela adesão a esta iniciativa de valorização da gastronomia do Minho e assinalou a capacidade empreendedora do Município. Considerou feliz a escolha do robalo para arranque desta campanha de afirmação da gastronomia local, considerando-o um “programa sedutor que vai identificar Esposende como uma região de excelência”.

A campanha apresentada aos jornalistas vai decorrer até ao final do mês de Setembro, com um conjunto de ações e de suportes de promoção, englobando também a realização de workshops, com o chefe Marco Gomes e com a nutricionista Elsa Madureira, bem como um evento para influenciadores digitais para apresentação das especialidades da região.

À questão “Onde está o Robalo?”, que suscitou a curiosidade nos últimos dias, Esposende responde agora que “O Robalo está aqui”, contando com a adesão de 31 restaurantes do concelho, que apresentam diferentes sugestões de confecção do prato.

Mais informações disponíveis em: www.gastronomia.visitesposende.com.

Dona Aninhas Reserva Rosé 2019

Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade salmão, cor de cebola, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, frutado, frutos vermelhos silvestres, groselha vermelha, especiarias, chocolate branco , ligeiro pêssego em calda, pimenta branca, salino.

Na boca é um vinho seco, com uma acidez alta, intensa, álcool médio (12,0º), taninos muito suaves, corpo médio, frutos vermelhos silvestres, com muita frescura, mineral, apimentado, intensidade pronunciada, persistente e secura final que pede comida.

É um vinho de com um nível de qualidade muito boa, muito elegante, equilibrado, com estrutura, mineral, muita frescura, vibrante e que não entedia, gastronómico, que dá um grande prazer. Pode ser bebido desde já ou guardar mais tempo.


Castas : Touriga Nacional, Merlot e de Castelão

A minha nota pessoal: FB 89

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website : Quinta de São Sebastião

Ficha Técnica : Dona Aninhas Reserva Rosé 2019

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