Taylor’s lança Single Harvest Tawny 1896

Taylor’s Single Harvest Tawny 1896

Taylor, Fladgate & Yeatman é uma das primeiras casas de vinho do Porto, estabelecida há mais de três séculos, desde 1692. A empresa é sobretudo reconhecida pelos seus elegantes e longevos vinhos do Porto Vintages, que estão entre os mais procurados e colecionáveis. 

A Taylor’s anuncia o lançamento de um raro vinho do Porto, Single Harvest, produzido na magnífica vindima de 1896, uma das melhores do século 19, a partir das suas extensas e valiosas reservas de vinhos do Porto que envelhecem em madeira nas caves da empresa em Vila Nova de Gaia.

Em raras ocasiões, por escolha da família, estes vinhos têm sido lançados como Edições Limitadas. Chegou agora a vez deste vinho de valor inestimável! No seu 125º ano de envelhecimento em velhos cascos de carvalho, este vinho atingiu uma qualidade mágica, difícil de comparar mesmo com os poucos vinhos de idade semelhante que sobreviveram até aos dias de hoje.

Adrian Bridge, Diretor Geral da Taylor’s comenta: “O lançamento de um vinho tão antigo, valioso e único ocorre apenas algumas vezes numa geração. É pela sua natureza um evento histórico por direito próprio que a Taylor’s tem o orgulho de partilhar com amantes do vinho e colecionadores de vinhos raros.” E acrescenta: “Provar este vinho é uma experiência única na vida.”

Ao longo dos anos, a empresa lançou uma série de edições limitadas de vinhos do Porto muito valiosos e antigos. Estas incluem o muito raro Taylor’s SCION de 1855 e o Taylor’s Single Harvest 1863, um dos últimos vinhos pré-Phylloxera a serem comercializados. O Single Harvest 1896 é o mais recente desses raros lançamentos de vinhos do século XIX.

O Taylor’s Single Harvest Tawny 1896 será apresentado num decantador personalizado de cristal escocês, numa luxuosa e muito elegante caixa de madeira de cerejeira. Será oferecido em alocação para colecionadores e conhecedores de vinhos raros em todo o mundo.

Cada embalagem contém um certificado personalizado e assinado pelo diretor-geral da Taylor’s, Adrian Bridge.

Foram produzidas 1 700 unidades que vão estar disponíveis em lojas da especialidade em Maio pelo preço de 4800€.

Nota de prova

Núcleo cor de mogno com reflexos em verde azeitona no bordo. A qualidade mágica deste vinho é única, difícil de comparar mesmo com os poucos vinhos de idade semelhante que sobreviveram até aos dias de hoje. A sua profundidade e densidade são surpreendentes, mesmo tendo em conta a concentração do vinho ao longo de um século e um quarto de envelhecimento em madeira. No início, um perfume rico e sedutor de café preto e alcaçuz toma o centro do palco, mas de imediato emergem uma série de outros aromas e nuances, criando uma intrincada teia de aromas complexos. Notas de cedro serrado mesclam-se com notas de pétala de rosa seca, erva-doce e eucalipto. Apontamentos de pimenta preta e baunilha adicionam uma dimensão picante quente. Na boca o vinho é denso, redondo e aveludado com um volume e uma concentração impressionantes, a doçura é equilibrada por uma acidez fresca. Sabores suaves de café e caramelo combinam com notas vibrantes de casca de laranja e frutas cítricas. Os sabores densos e maduros permanecem num fim de boca interminável.

Website : Taylor’s

Website : Taylor’s Single Harvest Tawny 1896

Taylor’s Lança Taylor’s Chip Dry & Tonic – o primeiro ready-to-drink white Port & Tonic numa lata

A Taylor’s anuncia o lançamento do Taylor’s Chip Dry & Tonic, o primeiro ready-to-drink white Port & Tonic, numa lata.

Taylor’s Chip Dry & Tonic

A Taylor’s foi a primeira casa a produzir um vinho do Porto branco seco: o Taylor’s Chip Dry, que foi lançado em 1934 e que desde então conquistou devotos seguidores em todo o mundo. Há muito que é reconhecido como o vinho do Porto perfeito para fazer um aperitivo refrescante e elegante, juntando água tónica. É chegado o momento de o disponibilizar já preparado, numa elegante e muito conveniente lata de 250ml. É fácil de transportar, versátil e está pronto para ser apreciado em qualquer lugar, permitindo novos momentos de consumo e chegar a novos consumidores.

“A Taylor’s, reconhecida pelo espírito pioneiro e permanente inovação, sem nunca comprometer a qualidade excecional dos seus Vinhos do Porto tem, ao longo dos anos, procurado alargar a base de consumidores do Vinho do Porto, procurando satisfazer as suas necessidades. Esta tem sido a fonte do sucesso da nossa empresa desde 1692. O Taylor’s Chip Dry & Tonic é o culminar de dois anos de trabalho ao lado do Instituto do Vinho do Porto, que sem dúvida vai ajudar a trazer mais consumidores para o Vinho do Porto.” comenta Adrian Bridge, Director geral da Taylor’s. E acrescenta: “Perguntam-me frequentemente qual é a proporção perfeita de um Porto Tónico perfeito. Foi o que fizemos, e ao fazer a nossa própria água tónica, seca e especial, acrescentando alguns ingredientes secretos, fizemos o exemplo perfeito do Porto Tónico.”

Adrian Bridge e David Guimaraens

Para David Guimaraens, enólogo de Taylor’s: “Este projeto foi um desafio para a equipa de enologia para selecionar os melhores ingredientes para combinar com o Taylor’s Chip Dry, de modo a garantir o melhor equilíbrio e a bebida mais agradável e refrescante.” E acrescenta: “O resultado é uma bebida deliciosa, repleta de caráter, que vai surpreender e encantar até quem não conhece este excelente vinho do Porto”

O Taylor’s Chip Dry & Tonic, o primeiro Porto Tonic ready-to-drink em lata tem 5,5% abv e é perfeito para desfrutar em casa ou ao ar livre, no campo ou na praia, com amigos e família. A lata é leve, 100% reciclável, fácil de transportar e armazenar.

Taylor’s Chip Dry & Tonic

A primeira lata de Taylor’s Port & Tonic ready-to-drink chega ao mercado em Maio, mesmo a tempo do Verão e tem lançamento inicial no Reino Unido, EUA e Portugal.

Website : Taylor’s

Messias Triunvirato N° 7

Messias Triunvirato N° 7

Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade rubi, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, frutos pretos e vermelhos maduros, mirtilos, cereja, romã, balsâmico, mato e esteva e especiaria.

Na boca é um vinho seco, com acidez alta, álcool médio (+) (13,5º), corpo médio (+), estruturado, taninos muito elegantes e suaves, frescura, textura agradável, aveludado, corresponde ao nariz, fruta vermelha e preta madura, especiado, com um final longo e persistência.

É um vinho excepcional, cheio de suavidade e elegância, equilibrado, guloso, pleno de frescura, com grande envolvência na boca, amplo, secando e pedindo comida, harmonizou na perfeição com uma jardineira e na segunda volta com um borrego assado no forno. Está óptimo para beber, mas pode ser guardado mais tempo.

Messias Triunvirato N° 7

Castas : Touriga Nacional e Syrah
Região: Sem DOC


A minha nota pessoal: FB 93

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website : Caves Messias

Website : Messias Triunvirato N° 7

Website : Ficha Técnica Messias Triunvirato N° 7

CROFT LANÇA VINTAGE QUINTA DA ROÊDA 2019

O Vintage será guardado em cave para um lançamento posterior a fim de satisfazer a procura crescente de Vintages Single Quinta maduros.

A casa da Croft vai engarrafar um Vintage Quinta da Roêda do excelente ano de 2019.

Ao anunciar o lançamento, o Director Geral da Croft, Adrian Bridge, comentou: “Estamos encantados com a qualidade do Vintage Quinta da Roêda de 2019. O nosso investimento nas vinhas da Roêda continua a colher benefícios em termos de vinhos consistentemente de grande classe”. E acrescentou: “2019 produziu um arquétipo Vintage Quinta da Roêda com grande profundidade e concentração, o que lhe permitirá envelhecer muito bem.  O Vintage Quinta da Roêda será mantido nas nossas caves e lançado nos próximos 8-10 anos. Os apreciadores sabem que o Quinta da Roêda 2018 ainda está amplamente disponível”.

O enólogo da Croft, David Guimaraens, observou: “A Roêda é uma propriedade notável, que inclui algumas vinhas antigas e de grande interesse histórico.  Estas contribuem para a maravilhosa riqueza dos Vintage Roêda, que realmente se destacam pela sua complexidade aromática”. 

CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DA ROÊDA 2019 VINTAGE 2.950

NOTA DE PROVA QUINTA DA ROÊDA 2019 PORTO VINTAGE

Preto avermelhado profundo no núcleo com um largo bordo rubi.  No nariz a fruta está madura e suculenta, com aromas de cereja e morango combinando com notas de amora e groselha preta, mas com muita frescura para equilibrar a opulência da fruta.  O carácter exótico, resinado e herbáceo típico da Roêda, com notas de eucalipto e menta, está claramente em evidência e existe também uma atraente dimensão perfumada com notas de pétalas de rosa secas e madeira de cedro.  No entanto, os holofotes permanecem sobre a fruta macia e opulenta que emerge novamente no paladar e se prolonga até ao longo final.  Embora o paladar seja redondo e leve e os taninos aveludados e discretos, a acidez fresca confere ao vinho firmeza e vigor.  Um Vintage na tradição Roêda, cativante, sedutor e fácil de beber, mas com muita profundidade e estrutura.

NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

CROFT

Uma das originais casas de vinho do Porto. A origem da Croft remonta a 1588 quando a empresa se estabeleceu em Inglaterra por Henry Thompson, um membro da Merchants Company of York. A família Croft, que se juntou à firma em 1736 e lhe deu a sua actual designação, teve um papel de grande prestígio no negócio do vinho do Porto. Um livro recentemente publicado pela firma após um recente trabalho de pesquisa, revelou a longa e fascinante história da empresa. A reputação da Croft como produtora de vinho do Porto Vintage provém, em grande medida, do facto de ser proprietária da Quinta da Roêda, uma das melhores quintas do vale do Douro e dos seus lendários vinhos tais como o Croft 1945, reconhecido como um dos melhores daquele histórico ano. Em Setembro de 2001, a Croft tornou-se parte da The Fladgate Partnership, o grupo familiar que detém as famosas casas Taylor’s e Fonseca.

Quinta da Roêda

A Quinta da Roêda forma uma vasta curva de vinhas em terraços localizada na margem norte do Douro, imediatamente a montante da vila do Pinhão. A quinta há muito que é reconhecida como uma das melhores do vale do Douro. O poeta do século XIX Veiga Cabral escreveu, ‘Se a Região Demarcada do Douro fosse um anel de ouro, a Roêda seria o seu diamante.’ A propriedade foi adquirida pela Croft em 1889 e foi extensivamente renovada com replantações contínuas até à primeira metade do século XX. Desde que a Croft voltou à gestão familiar, com a sua incorporação na The Fladgate Partnership, a propriedade voltou a ser alvo de importantes investimentos. Estes incluem a reconstrução dos lagares tradicionais permitindo a reintrodução da pisa, método que ainda não conhece rival na produção de vintages. O carácter dos vintages da Croft é um dos mais ímpares de todos. Perfumados, exóticos e cheios de suculentos e opulentos sabores frutados, desenvolvem grande riqueza e complexidade com o envelhecimento. A Quinta da Roêda está no coração deste estilo único. Os seus vinhos sempre formaram a base dos vintages da Croft, e no caso do 2019, todos os componentes do lote vêm dessa propriedade, incluindo os vinhos dos extensos terraços de vinha velha. Antes da construção das barragens no rio Douro nas últimas décadas do século XX, o rio corria muito rápido por cima de traiçoeiros rápidos. Um desses rápidos situava-se em frente à pronunciada curva da Quinta da Roêda e o som da água que corria rápida por cima dos seixos do rio podia ouvir-se em toda a propriedade. Diz-se que o nome Roêda deriva da palavra que descrevia o som do que o rio fazia: ‘arrueda’.


Website : Croft

Website : Croft Quinta da Roêda Porto Vintage 2019

FONSECA LANÇA GUIMARAENS VINTAGE 2019

O Vintage será guardado em cave para um lançamento posterior a fim de satisfazer a procura crescente de Vintages Single Quinta maduros.

A Fonseca vai lançar um Vintage Guimaraens 2019

O Director Geral, Adrian Bridge, comentou: “Estou encantado por 2019 ter produzido um Vintage de tão excelente qualidade”. Este vinho mostra densidade e estrutura, com uma profundidade impressionante”. E acrescenta: “Decidimos manter os vinhos nas nossas caves para amadurecerem e vamos libertá-los nos próximos 8-10 anos. Os apreciadores podem actualmente adquirir o Fonseca Guimaraens 2018 que ainda se encontra amplamente disponível”.

O enólogo da Fonseca, David Guimaraens, observou: “O Inverno quente e seco e as condições frescas da Primavera conduziram a baixos rendimentos e a muita intensidade aromática, aos quais o período de maturação fresco acrescentou acidez viva e grande pureza da fruta. O ano de 2019 exibe todo o carácter de fruta fina que esperamos dos Vintage Guimaraens combinados com uma frescura e finesse típicas do ano”.

CAIXAS PRODUZIDAS FONSECA GUIMARAENS VINTAGE 2019: 4.000

NOTA DE PROVA FONSECA GUIMARAENS VINTAGE 2019

Quase preto no centro com um estreito bordo granada.  Como se espera de um Vintage Guimaraens, o nariz complexo e intenso é construído à volta de um núcleo de concentrada amora, groselha-preta e cereja.  À medida que o nariz se abre, a cortina levanta-se em múltiplas dimensões de um aroma complexo, incluindo notas de ervas salgadas, notas de cedro, caixa de charutos e uma discreta redolência de café torrado.  O paladar é maravilhosamente equilibrado, com bastante volume e uma acidez viva que atravessa o meio do paladar e entra no final longo, elevando o vinho e dando-lhe frescura e vigor.  Os taninos são esticados e bem unidos entre si, proporcionando estrutura e volume, o final termina em notas de frutos silvestres de bagas densas.

NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

A vindima começou na Quinta do Panascal, no Vale do Távora, a 18 de Setembro e no dia 20 na Quinta do Cruzeiro com uvas extraordinariamente saudáveis. A vindima foi brevemente suspensa durante um curto período de chuva na noite de 21 de Setembro, 8mm, que foi insuficiente para interferir na qualidade dos vinhos que estavam a ser feitos. As condições meteorológicas perfeitas foram retomadas e a vindima na Quinta do Santo António foi adiada até ao início de Outubro. Foram feitos excelentes vinhos até ao final da vindima.

FONSECA

Estabelecida como empresa de Vinho do Porto em 1815, a Fonseca é reconhecida pela consistência de estilo dos seus Vintages que desde a sua fundação têm sido produzidos por cinco gerações da família Guimaraens. Os seus Vintages são reconhecidos pela sua expressividade e fruta exuberante, que desenvolve grande opulência e complexidade com o envelhecimento, assim como uma voluptuosidade na boca suportada por sedosos mas poderosos taninos. Apesar de terem um potencial de envelhecimento enorme, a exuberante fruta dos vintages Fonseca torna-os irresistíveis enquanto jovens. Indiscutivelmente a Fonseca pertence à primeira linha das casas de vinho do Porto. James Suckling, o reconhecido crítico de vinho e autor do mais completo livro sobre o vinho do Porto Vintage descreve a Fonseca como o ‘Bentley’ do vinho do Porto Vintage – o vinho do entusiasta e do conhecedor.

Quinta do Panascal

Uma das mais reputadas vinhas do vale do Douro, a Quinta do Panascal tem uma exposição oeste e sudoeste na margem direita do rio Távora, o importante afluente que corre em direcção a norte para o rio Douro. Segundo um antigo provérbio ‘Do Roncão e do Panascal vêm os melhores vinhos de Portugal’. Fornecedora de uvas para a Fonseca há já várias décadas, a propriedade foi adquirida pela empresa em 1978. Desde a sua aquisição que a propriedade foi alvo de elevados investimentos não só na renovação dos vinhedos como também para assegurar a consistência com o estilo da casa. Como resultado, o Panascal produz vinhos excepcionais que formam hoje a base do lote dos vintages da Fonseca. Estes são reconhecidos por serem ricos, voluptuosos, cheios de fruta e acima de tudo pela sua densidade e textura aveludada. A Quinta do Panascal foi uma das primeiras propriedades a praticar viticultura biológica.

Quinta do Cruzeiro

A Quinta do Cruzeiro fornece a Fonseca desde 1870, sendo a quinta que tem a mais antiga associação com a casa. A Quinta do Cruzeiro e os seus vinhos entram no lote do vintage desde 1912, permanecendo um dos seus componentes essenciais. Esta é uma antiga propriedade e os seus registos dão conta que, em 1761, passou a ser integrada nos vinhos de feitoria. Ocupa um quente e íngreme declive voltado a este na margem esquerda do rio Pinhão. O vinhedo sofreu intensa replantação em 1970 – incluindo a construção dos primeiros patamares modernos conservando, contudo, parte substancial de vinha velha. Os vinhos do Cruzeiro são característicos pela sua fruta intensa e pelos seus firmes taninos que dão estrutura e vigor ao lote do Vintage da Fonseca.

Quinta de Santo António

A Quinta de Santo António está localizada numa íngreme encosta voltada a Sul no vale do rio Pinhão. Esta quinta partilha com a Quinta do Cruzeiro a longa associação com a Fonseca e também obteve o estatuto de feitoria no mesmo ano. Os vinhos desta propriedade integram o lote do vintage da Fonseca desde o início do século passado. Recentemente, a propriedade foi alvo de intensa renovação. Como resultado, Santo António, é agora uma propriedade modelo que incorpora as últimas técnicas de preparação do terreno e modelos de plantação. Neste vinhedo pratica-se uma viticultura sustentável que foi afinada com a experiência ganha na Quinta do Panascal.


Website : Fonseca

Website : Fonseca Guimaraens Vintage 2019

Lançamento do Vintage Taylor’s Quinta de Vargellas 2019 e Taylor’s Quinta de Terra Feita 2019

TAYLOR’S LANÇA QUINTA DE VARGELLAS VINTAGE 2019 E QUINTA DE TERRA FEITA VINTAGE 2019

Os Vinhos do Porto vão permanecer nas nossas caves e serão lançados posteriormente, para satisfazer a procura crescente de Single Quinta Vintages maduros.

A Taylor’s vai engarrafar dois Quintas Single Vintages de 2019: o Quinta de Vargellas e o Quinta de Terra Feita. Comentando o anúncio, o Director Geral da Taylor’s, Adrian Bridge, declara: “A vindima de 2019 produziu excelentes vinhos com grande capacidade de envelhecimento em garrafa. O Vintage Quinta de Vargellas 2019 mostra a elegância e a estrutura que associamos a esta excelente propriedade, enquanto que o Vintage Quinta de Terra Feita 2019 exprime uma opulência sumptuosa, marca distintiva desta propriedade histórica”. E acrescenta: “A Taylor’s sempre comercializou Vintage Single Quinta já com algum envelhecimento, estamos actualmente a vender a Quinta de Vargellas 2013. Guardando em garrafeira os 2019’s, estamos a procurar satisfazer a procura deste tipo de Vintages em 2029/2030.”

David Guimaraens, director de enologia da Taylor’s, refere: “As condições frescas em Agosto e a muito bem-vinda chuva nos dias 25 e 26 deste mês, foram fundamentais para preservar a acidez natural das uvas que é uma das características dos vinhos do Porto de 2019. O Vargellas 2019 tem uma atractiva acidez viva que expressa o seu terroir com grande precisão. A vindima na Terra Feita começou no dia 22 de Setembro sob tempo quente, com uvas extraordinariamente saudáveis, o que foi um factor crítico para a qualidade dos Vinhos do Porto. Os rendimentos foram relativamente baixos, mas isto foi compensado na profundidade e estrutura dos Vintages de 2019”.

Actualmente, o Quinta de Vargellas 2013 e o Quinta de Terra Feita 2005 estão disponíveis no retalho especializado de vinho.

CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DE VARGELLAS VINTAGE 2019: 5.000 CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DE TERRA FEITA VINTAGE 2019: 1.500

NOTA DE PROVA – QUINTA DE VARGELLAS PORTO VINTAGE 2019

Preto púrpura profundo com um estreito rebordo vermelho e reflexos magenta.  Elegância e delicadeza são as dominantes deste vinho. O nariz é polido e preciso, exibindo fruta muito pura e brilhante com notas predominantes de framboesa e cereja e uma atractiva graciosidade fresca.  Ao redor deste núcleo de fruta fina estão notas botânicas subtis de fetos e raspas de madeira e aromas de ervas e flores silvestres.  O paladar é compacto e picante, com taninos lineares galvanizados por uma poderosa carga de acidez.  A fruta fina e vivaz, que é a assinatura do ano de 2019, reaparece no paladar e prolonga-se até ao final longo.  Como sempre com Vargellas, é a qualidade distintiva da fruta que se destaca, combinando foco e definição com uma complexidade sedutora.

NOTA DE PROVA QUINTA DE TERRA FEITA PORTO VINTAGE 2019

Preto rubi profundo com um bordo vermelho púrpura vivo.  O nariz abre-se com uma infusão de bagas vermelhas e fruta preta do bosque misturada com notas de ameixa. A isto juntam-se logo notas discretas de tabaco picante, fragrâncias de ervas silvestres, de menta, bálsamo e resina e aromas quentes de chocolate preto, alcaçuz e especiarias.  A textura é aveludada e flexível, mas bem suportada por taninos granulosos lindamente integrados.  Um fluxo denso de suculenta fruta de bagas negras perpassa o paladar e pelo longo final.  Este vinho exibe o carácter hedonístico e sensual da Terra Feita contido pela frescura viva da vindima de 2019.

NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

TAYLOR’S

A Taylor’s foi fundada há mais de três séculos, em 1692, e é uma empresa familiar – detida e gerida – ao longo de toda a sua história. A Taylor’s é reconhecida como a referência para o vinho do Porto Vintage; os seus Vintages clássicos recebem as pontuações mais altas e os preços mais elevados nos leilões. Conhecidos pela sua elegância, longevidade e pelo distintivo carácter aromático, o lote é produzido a partir dos melhores vinhos das quintas da Casa. Estas três famosas propriedades – Vargellas, Terra Feita e Junco – encontram-se em distintas localizações geográficas e cada uma contribui com o seu carácter único e dimensão para a subtil harmonia do lote. Estas propriedades representam o melhor em termos de inovação e tradição, combinando as mais avançadas prácticas vitícolas com a tradicional pisa no lagar, que permanece ainda como o melhor método para a produção de vinho do Porto Vintage.

Quinta de Vargellas

Os vinhos da Quinta de Vargellas formam, tradicionalmente, a base dos Vintages da Taylor’s. Esta magnífica propriedade, reconhecida como um dos melhores vinhedos do mundo, foi adquirida pela Taylor’s em 1893, a sua reputação como produtora de vinhos do Porto de grande qualidade remonta a 1820. Localizada num remoto recanto do vale do Douro, Vargellas é reconhecida pelos seus elegantes e perfumados vinhos, muito frutados e com taninos vigorosos. É igualmente reconhecida como a fonte de um dos mais raros e coleccionáveis vinhos do Porto Vintage, o Vargellas Vinha Velha, produzido em pequeníssimas quantidades a partir das parcelas de vinha velha da quinta.

Quinta de Terra Feita

Um componente tradicional dos clássicos Vintages da Taylor’s são os vinhos da Quinta de Terra Feita, muito encorpados, vigorosos e repletos de aromas de bagas. Estes conferem profundidade e volume ao lote. Localizada nos baixos e quentes declives do vale do Pinhão, Terra Feita é uma das quintas mais antigas já reconhecida na classificação de 1757, como uma produtora de excelentes vinhos. Terra Feita tem fornecido a Taylor’s com vinhos de excelente qualidade desde 1890. Adquirida pela Taylor’s em 1974, esta propriedade tem sido alvo de trabalho pioneiro na plantação de parcelas estremes, bem como nos métodos de plantação das videiras.


Website : Taylor’s

Website : Taylor’s Quinta de Vargellas Porto Vintage 2019

Website : Taylor’s Quinta de Terra Feira Porto Vintage 2019

A QUINTA DA ROMANEIRA DECLARA O PORTO VINTAGE 2019

Quinta da Romaneira Porto Vintage 2019

Website: Quinta da Romaneira

Paço dos Infantes Chardonnay 2020

Paço dos Infantes Chardonnay 2020

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela citrina, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, citrino verde, maça verde, casca de melão verde, mineral e ligeira tosta.

Na boca é um vinho seco, com acidez média(+), intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), citrino, cremoso, envolvente, amplo, intenso, mineral, com um final longo e boa persistência.

É um vinho de qualidade muito boa, irreverente, com frescura, elegante, equilibrado, mineral, madeira bem integrada, cheio de cremosidade que envolve a boca e persiste. A frescura e elegância vinda do Alentejo (Vidigueira).

Paço dos Infantes Chardonnay 2020

Castas : Chardonnay (100%)
Região: Alentejo \ Vidigueira


A minha nota pessoal: FB 90

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


A QUINTA DO NOVAL DECLARA O PORTO VINTAGE 2019

Christian Seely, Diretor Geral da Quinta do Noval, comenta:

“Estou muito satisfeito por anunciar a declaração de três excelentes Portos Vintage da Quinta do Noval do ano de 2019: o Quinta do Noval Nacional Vintage 2019; o Quinta do Noval Vintage 2019; e o Quinta do Passadouro Vintage 2019.

Quinta do Noval Nacional 2019

Não foi uma decisão difícil declarar o Quinta do Noval Nacional 2019, que desde as primeiras provas depois da vindima revelou grandeza e profundidade merecedoras do nome Nacional. Produzido na pequena parcela virada a noroeste com vinhas de pé-franco plantadas em socalcos no coração da Quinta, o Nacional, que é um field blend de várias castas tradicionais do Douro, foi vindimado como é habitual em apenas um dia, a 9 de outubro, e vinificado com pisa a pé num lagar pequeno. Poderoso, estruturado e persistente, o Nacional é simultaneamente fresco e elegante. Muito complexo e profundo, acreditamos que este é um grande Nacional.

Quinta do Noval Vintage 2019

O Quinta do Noval Vintage 2019 tem um estilo Noval clássico e puro. Selecionámos vinhos dos nossos 145 hectares para este Vintage. Foram selecionados para fazer o lote final vinhos de 13 parcelas diferentes, maioritariamente do vale do Pinhão, mas também do vale do Roncão, e de vinhas com vista para o rio Douro. Perfeitamente harmonioso e elegante, encantador, concentrado e delicado, acreditamos que este é um grande Quinta do Noval, que representa a tradição desta casa.

Quinta do Passadouro Vintage 2019

O Quinta do Passadouro Vintage 2019 é o primeiro vinificado pela equipa da Quinta do Noval, no seguimento da nossa aquisição desta bonita propriedade no verão de 2019. Estou muito satisfeito com a qualidade do nosso primeiro Vintage no Passadouro, que mostra muita personalidade e reflete o terroir, e que justifica plenamente a nossa decisão de adquirir esta vinha. Apesar de o Passadouro ser vizinho das vinhas da Quinta do Noval no Pinhão e no Roncão, e de ter uma qualidade e caráter que reconhecemos, também tem nuances diferentes que são distintas em cada parcela no Douro. Estamos encantados por incluir esta diferença e esta qualidade neste vinho.

As condições climáticas em 2019 foram secas e soalheiras, quase sem chuva entre maio e agosto. No entanto, as temperaturas foram, felizmente, mais baixas do que o habitual este ano, tornando a ausência de chuva mais fácil de suportar para as videiras. As uvas estavam saudáveis, graças à baixa pressão de doenças durante o ciclo vegetativo. As condições de vindima foram ideais, com temperaturas moderadas e geralmente tempo seco.

Uma pequena quantidade de chuva a 21/22 de setembro e, mais tarde, a 14 de outubro, ajudou. Esta foi uma longa colheita, terminámos a vindima a 18 de outubro após 6 semanas, mas isto não é invulgar na Quinta do Noval, onde a diversidade de castas, orientação e altitudes resulta em diferentes datas de vindima para cada parcela específica.

Tivemos condições perfeitas em 2019 para escolher o momento certo para vindimar cada parcela, o que permitiu uma grande precisão na vindima e na vinificação. A pureza, complexidade e caráter dos vinhos refletem estas condições ideais.”


Website: Quinta do Noval

Ficha Técnica : Quinta do Noval Nacional 2019

Ficha Técnica : Quinta do Noval Vintage 2019

Ficha Técnica : Quinta do Passadouro Vintage 2019

Heritage Wines arranca com comercialização dos Vintage 2018

A espera de quase um ano está terminada: o Taylor’s Vintage 2018 e o Quinta do Crasto Vintage 2018 já estão disponíveis no mercado nacional, em exclusivo pela Heritage Wines. Em simultâneo, foi também iniciada a entrega do Croft Quinta da Roêda Vintage 2018 e do Fonseca Guimaraens Vintage 2018.

A tradição manteve-se, mas a pandemia obrigou a um ajuste no plano de lançamento dos Vintage 2018. Num cenário normal, a chegada destes vinhos ao mercado aconteceria ainda em setembro, mas o contexto atirou o arranque da sua comercialização para o primeiro trimestre de 2021. Um travão forçado, mas que não abrandou a expectativa junto dos consumidores.

Em resposta, a Heritage Wines, distribuidora de vinhos premium e super premium, vai iniciar a entrega destes vinhos no mercado nacional. No capítulo dos “Vintage”, estão disponíveis o Taylor’s Vintage 2018 e o Quinta do Crasto Vintage 2018, ambos a fazerem história com uma declaração feita pela terceira vez consecutiva (o mesmo aconteceu às colheitas 2016 e 2017). A ombrear em matéria de qualidade, mesmo sem a declaração oficial, chegam também o Fonseca Vintage Guimaraens 2018, o primeiro engarrafamento de um Guimaraens desde 2015, e o “Single Quinta” Croft Quinta da Roêda Vintage 2018

Sobre o adiamento estratégico destes lançamentos, Paulo Cunha, diretor geral da Heritage Wines, afirma que “esta foi uma decisão muito ponderada e alinhada com os nossos parceiros comerciais, tomada com muita tranquilidade. Apesar das dificuldades que o mercado enfrenta, sobretudo os setores do turismo e restauração, muito significativos para nós, acreditamos que o consumo generalizado de Vinho do Porto não será afetado – estamos a falar de um estilo que resiste há várias gerações, que já enfrentou outras crises e conseguiu sair sempre fortalecido. Não será diferente em 2021”.

O Quinta do Crasto Vintage 2018, o Taylor’s Vintage 2018, o Fonseca Guimaraens Vintage 2018 e o Croft Quinta da Roêda Vintage 2018 já podem ser encontrados nas principais garrafeiras do país, também em formato meia garrafa (0,375 litros). Para mais informações, consultar www.heritagewines.pt

Taylor’s Vintage 2018

P.V.P. aproximado: 105,00€

Quinta do Crasto Vintage 2018

P.V.P. aproximado: 40,00€

Croft Quinta da Roêda Vintage 2018

P.V.P. aproximado: 45,00€

Fonseca Guimaraens Vintage 2018

P.V.P. aproximado: 55,00€

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