O Melhor Vinho Fortificado do ano é da Casa Kopke

Casa Kopke e Quinta da Boavista arrebatam GRANDE OURO

Os resultados dos concursos International Wine Challenge (IWC), International Wine & Spirits Competition (IWSC) e Vinhos de Portugal (CVP) já são oficialmente públicos e a Casa Kopke e a Quinta da Boavista foram os grandes premiados.

No Concurso Vinhos de Portugal, uma iniciativa que distingue a diversidade e excelência dos vinhos produzidos no nosso território, o Porto Kopke Porto Colheita 1966 arrebatou oprémio do “Melhor Fortificado” do ano. Um Porto Colheita absolutamente excecional que não deixou este júri indiferente distinguindo-o na categoria como o “Melhor do Ano”.

Já nos vinhos tranquilos, destaca-se a   performance do DOC DOURO Boavista Reserva 2017, prestes a sair para o mercado, e que foi distinguido com a medalha de Grande Ouro. Uma quinta emblemática que tem visto os seus vinhos consistentemente premiados pela critica especializada.

Na edição de 2021 do IWC, o Grupo Sogevinus recebeu 21 medalhas, distribuídas pelas Casas centenárias que fazem parte do seu portfólio. Os vinhos do Porto da Kopke voltaram a conquistar o painel internacional que elegeu o Kopke Colheita 1978 como o melhor Vinho do Porto em prova com um duplo troféu:  Troféu de Melhor Porto e Troféu de Melhor Colheita. Ainda do portfólio da Kopke, foram distinguidos os Colheitas 1957 e 1967, ambos com 95 pontos, e o irreverente Kopke 30 anos branco que os jurados descreveram um vinho delicioso e raro, a desfrutar!

Vinhos excecionais que a Casa Kopke conserva nas suas caves distinguidos como os melhores do ano num concurso rigoroso que conta com a sua 38º edição e que, fruto desta excecional performance, nomeou ainda o enólogo e master blender Carlos Alves para Fortified Winemaker do ano. “É com orgulho que vejo o trabalho de uma equipa de várias gerações a ser reconhecida por esta nomeação”, sintetiza o enólogo que já leva quase duas décadas dedicadas à produção e curadoria destes vinhos.

A consistência da qualidade dos vinhos da Casa Kopke revê-se ainda nos resultados do IWSC deste ano com o Porto Colheita 1957 a conquistar 98 pontos pela sua elegância e grande potencial de evolução. Os Idades da Kopke também tiveram em destaque neste concurso que premiou com Ouro (96 pontos) o Kopke 40 anos Tawny “um vinho que nos dá tudo o que um Tawny 40 anos nos deve dar”. Um equilíbrio entre fruta e evolução em madeira que nos conquista num final longo e delicioso. Premiado também medalha de Ouro (95 pontos), o Kopke Colheita 2002 tem vindo a conquistar os júris nacionais e internacionais pela sua riqueza aromática onde se destacam sabores mais especiados a par de notas de alperce e sultanas. Um exemplo de um vinho pronto a ser bebido com imenso prazer.

A excecionalidade dos vinhos da Kopke distinguida assim pelos painéis dos grandes concursos nacionais e internacionais que elegem esta Casa como uma referência de vinhos cuidados ao longo de gerações com mestria dos provadores e respeito pelas práticas artesanais dos mestres tanoeiros e provadores que fazem destes néctares verdadeiros sinais dos tempos, vinhos fascinantes com histórias para contar

Transversais a todo o portfólio, estas distinções vêm reforçar o reconhecimento da qualidade dos vinhos do Grupo Sogevinus, honrando assim, mais uma vez, a confiança dos seus consumidores.

Website : Sogevinus

Herdade do Rocim Clay Aged Branco 2018

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, vegetal, floral, com aromas de jasmim, pêssego seco, toques de mel, resinoso, olaria, mineral, pedra molhada.

Na boca é um vinho seco, com acidez elevada, intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), aveludado, envolvente, muito intenso, tenso, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e muito boa persistência.

É um vinho de qualidade excelente, com aroma vegetal, floral, frescura imensa, equilibrado, aveludado, muito elegante, mineral, ligeira salinidade, intenso, que perdura na boca, deixando uma secura final muito agradável que pede comida, neste caso harmonizou com pataniscas de bacalhau com arroz de feijão e polvo à lagareiro, perfeito.


Castas : Verdelho, Viosinho e Alvarinho
Região: Alentejo


A minha nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website : Herdade do Rocim
Website: Herdade do Rocim Clay Aged Branco

Preços : Herdade do Rocim Clay Aged Branco 2018

Torre de Palma Wine Hotel celebra o 7º aniversário com a inauguração do novo restaurante Palma, liderado pelo chef Miguel Laffan

Torre de Palma Wine Hotel comemora sete anos com a apresentação da sua nova proposta gastronómica no restaurante Palma, coordenado pelo chef Miguel Laffan.

Torre de Palma Wine Hotel, no Alto Alentejo, comemora sete anos e apresenta o seu novo restaurante Palma, com o chef Miguel Laffan ao leme deste novo projeto.

Com um percurso desenvolvido em vários restaurantes com estrelas Michelin pelo mundo, Miguel Laffan liderou vários projetos a nível nacional, e foi o Alentejo que o inspirou a conquistar a primeira estrela Michelin da região. Esta forte conexão e conhecimento do Alentejo fê-lo agora regressar a estas terras e criar o Palma, o novo restaurante do premiado Torre de Palma Wine Hotel. Quero retratar a verdadeira essência do Alentejo, incorporando uma realidade mais atual. O Palma irá trazer frescura e vivacidade àquela que é uma das mais ricas gastronomias do nosso país” refere Miguel Laffan, chef executivo do restaurante Palma.

Inspirado pelas paisagens do Alto Alentejo, entre castelos e prados, este menu propõe uma experiência familiar, de partilha e de bem-estar em que a genuinidade e generosidade da terra é o que sobressai.O chef destaca a excelência dos produtos locais como os queijos e enchidos caseiros, animais de pasto cuidadosamente selecionados e os ovos biológicos, preparados na sala pelo Maître, perfeitamente harmonizados com os vinhos da herdade de Torre de Palma. “É fundamental honrar o que temos de melhor nesta região e dar a conhecer a nossa cultura e património gastronómico, sem perder a identidade da região. O Alentejo é um tesouro, com produtores apaixonados pela terra e com níveis de qualidade fora de série, que não encontramos noutro lugar”, reforça Miguel Laffan.

Este importante momento coincide com o 7º aniversário do Torre de Palma Wine Hotel. “Celebramos estes 7 anos de existência com muita alegria pelo desenvolvimento da marca Torre de Palma como uma referência, seja ao nível do enoturismo e hotelaria em Portugal, como da produção de vinho, e agora com a nova proposta gastronómica – o restaurante Palma com o chef Miguel Laffan.” refere Luísa Rebelo, General Manager do Torre de Palma.

O Alentejo e as inspirações do chef Miguel Laffan convidam a novas experiências e a apreciar o que a região tem para oferecer – beleza natural única e a descoberta do importante património que este território abraça. Torre de Palma Wine Hotel aguarda uma visita para celebrar e sentir-se em casa enquanto vive experiências autênticas.

TORRE DE PALMA WINE HOTEL
www.torredepalma.com https://www.torredepalma.com/ofertas/
Herdade de Torre de Palma, Monforte 
7450-250 Monforte | Alentejo 
GPS: 39º 4′ 6” N,7º 29′ 20” W 
reservas@torredepalma.com  
T: (+351) 245 038 890
WhatsApp: (+351) 936 004 264  
 RESTAURANTE PALMA Horário: Sexta a Domingo das 12h30 às 15h00 Todos os dias das 19h30 às 22h00
https://www.torredepalma.com/o-hotel/restaurante/ reservas@torredepalma.com 
T: (+351) 245 038 890

UMAMI: novo restaurante da Quinta do Lago é de cozinha asiática e traz o quinto sabor para o Algarve

O resort Quinta do Lago apresenta o seu novo restaurante: UMAMI é a primeira oferta de gastronomia asiática do resort.

Especializado no método culinário japonês robatayaki – ou Robata –, combina uma experiência de luxo e uma verdadeira experiência sensorial com uma oferta variada de pratos de sushi e frutos do mar, entre outros.

A Quinta do Lago, o resort mais exclusivo do Algarve, apresenta aquele que é a sua mais recente adição ao seu portfólio de restaurantes: UMAMI apresenta-se como o primeiro restaurante asiático do resort e promete combinar uma experiência de luxo com uma verdadeira experiência sensorial.

UMAMI traz o melhor da cozinha asiática para o coração do Algarve

“Na culinária asiática, robatayaki, muitas vezes abreviado para Robata, refere-se a um método de cozinhar semelhante ao barbecue em que os alimentos são cozinhados em diferentes velocidades sobre o carvão quente”, começa por explicar David Madeira, Diretor de F&B da Quinta do Lago, adicionando que “foi este o ponto de partida para a criação do nosso novo restaurante. O UMAMI não é um restaurante de sushi, mas sim uma opção sofisticada e autêntica que traz consigo o melhor da cozinha asiático. O nosso primeiro restaurante asiático, uma oferta que passamos agora a ter para os nossos residentes e visitantes”.

Este género culinário oferece, tradicionalmente, uma combinação de peças de marisco e legumes, mas pode também contar com outros alimentos adequados para grelhar e permite cozinhar de forma mais saudável.

Inspirado pelos pescadores das águas costeiras do norte do Japão, que grelham peixe nos seus barcos sobre brasas quentes e partilham-no uns com os outros utilizando os seus remos, o UMAMI cozinha com elementos naturais para criar combinações de sabores frescos e criativos sem comprometer na qualidade. Este novo restaurante oferece-lhe uma sofisticada reviravolta no estilo tradicional asiático de comer e beber informalmente, apresentando uma cozinha oriental moderna que é autêntica, mas não tradicional. Com uma forte componente sustentável, recorre à Q Farm, a quinta da Quinta do Lago, para trazer os ingredientes orgânicos mais frescos para a mesa, e conta também com atum e carvão sustentável.

No UMAMI, a delicadeza do grelhador robata é complementada por especialidades asiáticas deslumbrantes, tais como sushi, sashimi, acompanhadas por aperitivos com infusão de Sake e cocktails.

Uma nova experiência sensorial com o “quinto sabor”

Durante anos, sempre foram conhecidos apenas quatro sabores básicos do paladar: doce, ácido, salgado e amargo. Umami é a denominação japonesa do “quinto sabor“, uma descoberta relativamente recente, e significa “saboroso e agradável” e representa aquilo que a Quinta do Lago visa oferecer aos seus residentes e clientes: uma experiência nova, única, sofisticada e moderna através da sua oferta gastronómica.

Apresentando-se como um restaurante boutique, o UMAMI dá-lhe a oportunidade de se deliciar por estes pratos, petiscos e bebidas tanto dentro do restaurante, como à beira da piscina. Tem capacidade para 20 pessoas no interior e 60 no exterior, 30 das quais em espaço lounge. O seu horário de funcionamento é a partir das 17h30 para que possa desfrutar do pôr-do-sol e cocktails no agradável espaço exterior.

O UMAMI localiza-se na RESERVA, um condomínio de luxo exclusivamente disponível para alugar, que oferece a experiência de um verdadeiro estilo de vida natural. Com vista para o Parque Natural da Ria Formosa, atinge o equilíbrio perfeito entre o design contemporâneo e a sensibilidade clássica, e convida-o a instalar-se na qualidade de vida entre a natureza.

Website: Quinta do Lago

Website: Restaurante UMAMI

Cedro do Noval Branco 2020

Cedro do Noval Branco 2020

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, complexo, muito floral, com aromas de camomila, feno, flores secas, frutas brancas, ameixa e ananas verde, baunilha.

Na boca é um vinho seco, com acidez média+, intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), untuoso, envolvente, intenso, especiado, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e muito boa persistência.

É um vinho de qualidade excelente, com aroma frutado e floral pronunciado, frescura imensa, equilibrado, untuoso, muito elegante, mineral, madeira muito bem integrada, viciante, que dá um prazer imenso. Harmonização com marisco na perfeição.

Cedro do Noval Branco 2020

Castas : Viosinho (65%), Gouveio (35%)
Região: Douro


A minha nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website : Quinta do Noval
Website: Cedro do Noval Branco 2020

Preços : Cedro do Noval Branco 2020

Ficha Técnica : Cedro do Noval Branco 2020

Taylor’s lança Single Harvest Tawny 1896

Taylor’s Single Harvest Tawny 1896

Taylor, Fladgate & Yeatman é uma das primeiras casas de vinho do Porto, estabelecida há mais de três séculos, desde 1692. A empresa é sobretudo reconhecida pelos seus elegantes e longevos vinhos do Porto Vintages, que estão entre os mais procurados e colecionáveis. 

A Taylor’s anuncia o lançamento de um raro vinho do Porto, Single Harvest, produzido na magnífica vindima de 1896, uma das melhores do século 19, a partir das suas extensas e valiosas reservas de vinhos do Porto que envelhecem em madeira nas caves da empresa em Vila Nova de Gaia.

Em raras ocasiões, por escolha da família, estes vinhos têm sido lançados como Edições Limitadas. Chegou agora a vez deste vinho de valor inestimável! No seu 125º ano de envelhecimento em velhos cascos de carvalho, este vinho atingiu uma qualidade mágica, difícil de comparar mesmo com os poucos vinhos de idade semelhante que sobreviveram até aos dias de hoje.

Adrian Bridge, Diretor Geral da Taylor’s comenta: “O lançamento de um vinho tão antigo, valioso e único ocorre apenas algumas vezes numa geração. É pela sua natureza um evento histórico por direito próprio que a Taylor’s tem o orgulho de partilhar com amantes do vinho e colecionadores de vinhos raros.” E acrescenta: “Provar este vinho é uma experiência única na vida.”

Ao longo dos anos, a empresa lançou uma série de edições limitadas de vinhos do Porto muito valiosos e antigos. Estas incluem o muito raro Taylor’s SCION de 1855 e o Taylor’s Single Harvest 1863, um dos últimos vinhos pré-Phylloxera a serem comercializados. O Single Harvest 1896 é o mais recente desses raros lançamentos de vinhos do século XIX.

O Taylor’s Single Harvest Tawny 1896 será apresentado num decantador personalizado de cristal escocês, numa luxuosa e muito elegante caixa de madeira de cerejeira. Será oferecido em alocação para colecionadores e conhecedores de vinhos raros em todo o mundo.

Cada embalagem contém um certificado personalizado e assinado pelo diretor-geral da Taylor’s, Adrian Bridge.

Foram produzidas 1 700 unidades que vão estar disponíveis em lojas da especialidade em Maio pelo preço de 4800€.

Nota de prova

Núcleo cor de mogno com reflexos em verde azeitona no bordo. A qualidade mágica deste vinho é única, difícil de comparar mesmo com os poucos vinhos de idade semelhante que sobreviveram até aos dias de hoje. A sua profundidade e densidade são surpreendentes, mesmo tendo em conta a concentração do vinho ao longo de um século e um quarto de envelhecimento em madeira. No início, um perfume rico e sedutor de café preto e alcaçuz toma o centro do palco, mas de imediato emergem uma série de outros aromas e nuances, criando uma intrincada teia de aromas complexos. Notas de cedro serrado mesclam-se com notas de pétala de rosa seca, erva-doce e eucalipto. Apontamentos de pimenta preta e baunilha adicionam uma dimensão picante quente. Na boca o vinho é denso, redondo e aveludado com um volume e uma concentração impressionantes, a doçura é equilibrada por uma acidez fresca. Sabores suaves de café e caramelo combinam com notas vibrantes de casca de laranja e frutas cítricas. Os sabores densos e maduros permanecem num fim de boca interminável.

Website : Taylor’s

Website : Taylor’s Single Harvest Tawny 1896

Taylor’s Lança Taylor’s Chip Dry & Tonic – o primeiro ready-to-drink white Port & Tonic numa lata

A Taylor’s anuncia o lançamento do Taylor’s Chip Dry & Tonic, o primeiro ready-to-drink white Port & Tonic, numa lata.

Taylor’s Chip Dry & Tonic

A Taylor’s foi a primeira casa a produzir um vinho do Porto branco seco: o Taylor’s Chip Dry, que foi lançado em 1934 e que desde então conquistou devotos seguidores em todo o mundo. Há muito que é reconhecido como o vinho do Porto perfeito para fazer um aperitivo refrescante e elegante, juntando água tónica. É chegado o momento de o disponibilizar já preparado, numa elegante e muito conveniente lata de 250ml. É fácil de transportar, versátil e está pronto para ser apreciado em qualquer lugar, permitindo novos momentos de consumo e chegar a novos consumidores.

“A Taylor’s, reconhecida pelo espírito pioneiro e permanente inovação, sem nunca comprometer a qualidade excecional dos seus Vinhos do Porto tem, ao longo dos anos, procurado alargar a base de consumidores do Vinho do Porto, procurando satisfazer as suas necessidades. Esta tem sido a fonte do sucesso da nossa empresa desde 1692. O Taylor’s Chip Dry & Tonic é o culminar de dois anos de trabalho ao lado do Instituto do Vinho do Porto, que sem dúvida vai ajudar a trazer mais consumidores para o Vinho do Porto.” comenta Adrian Bridge, Director geral da Taylor’s. E acrescenta: “Perguntam-me frequentemente qual é a proporção perfeita de um Porto Tónico perfeito. Foi o que fizemos, e ao fazer a nossa própria água tónica, seca e especial, acrescentando alguns ingredientes secretos, fizemos o exemplo perfeito do Porto Tónico.”

Adrian Bridge e David Guimaraens

Para David Guimaraens, enólogo de Taylor’s: “Este projeto foi um desafio para a equipa de enologia para selecionar os melhores ingredientes para combinar com o Taylor’s Chip Dry, de modo a garantir o melhor equilíbrio e a bebida mais agradável e refrescante.” E acrescenta: “O resultado é uma bebida deliciosa, repleta de caráter, que vai surpreender e encantar até quem não conhece este excelente vinho do Porto”

O Taylor’s Chip Dry & Tonic, o primeiro Porto Tonic ready-to-drink em lata tem 5,5% abv e é perfeito para desfrutar em casa ou ao ar livre, no campo ou na praia, com amigos e família. A lata é leve, 100% reciclável, fácil de transportar e armazenar.

Taylor’s Chip Dry & Tonic

A primeira lata de Taylor’s Port & Tonic ready-to-drink chega ao mercado em Maio, mesmo a tempo do Verão e tem lançamento inicial no Reino Unido, EUA e Portugal.

Website : Taylor’s

Messias Triunvirato N° 7

Messias Triunvirato N° 7

Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade rubi, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, frutos pretos e vermelhos maduros, mirtilos, cereja, romã, balsâmico, mato e esteva e especiaria.

Na boca é um vinho seco, com acidez alta, álcool médio (+) (13,5º), corpo médio (+), estruturado, taninos muito elegantes e suaves, frescura, textura agradável, aveludado, corresponde ao nariz, fruta vermelha e preta madura, especiado, com um final longo e persistência.

É um vinho excepcional, cheio de suavidade e elegância, equilibrado, guloso, pleno de frescura, com grande envolvência na boca, amplo, secando e pedindo comida, harmonizou na perfeição com uma jardineira e na segunda volta com um borrego assado no forno. Está óptimo para beber, mas pode ser guardado mais tempo.

Messias Triunvirato N° 7

Castas : Touriga Nacional e Syrah
Região: Sem DOC


A minha nota pessoal: FB 93

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website : Caves Messias

Website : Messias Triunvirato N° 7

Website : Ficha Técnica Messias Triunvirato N° 7

CROFT LANÇA VINTAGE QUINTA DA ROÊDA 2019

O Vintage será guardado em cave para um lançamento posterior a fim de satisfazer a procura crescente de Vintages Single Quinta maduros.

A casa da Croft vai engarrafar um Vintage Quinta da Roêda do excelente ano de 2019.

Ao anunciar o lançamento, o Director Geral da Croft, Adrian Bridge, comentou: “Estamos encantados com a qualidade do Vintage Quinta da Roêda de 2019. O nosso investimento nas vinhas da Roêda continua a colher benefícios em termos de vinhos consistentemente de grande classe”. E acrescentou: “2019 produziu um arquétipo Vintage Quinta da Roêda com grande profundidade e concentração, o que lhe permitirá envelhecer muito bem.  O Vintage Quinta da Roêda será mantido nas nossas caves e lançado nos próximos 8-10 anos. Os apreciadores sabem que o Quinta da Roêda 2018 ainda está amplamente disponível”.

O enólogo da Croft, David Guimaraens, observou: “A Roêda é uma propriedade notável, que inclui algumas vinhas antigas e de grande interesse histórico.  Estas contribuem para a maravilhosa riqueza dos Vintage Roêda, que realmente se destacam pela sua complexidade aromática”. 

CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DA ROÊDA 2019 VINTAGE 2.950

NOTA DE PROVA QUINTA DA ROÊDA 2019 PORTO VINTAGE

Preto avermelhado profundo no núcleo com um largo bordo rubi.  No nariz a fruta está madura e suculenta, com aromas de cereja e morango combinando com notas de amora e groselha preta, mas com muita frescura para equilibrar a opulência da fruta.  O carácter exótico, resinado e herbáceo típico da Roêda, com notas de eucalipto e menta, está claramente em evidência e existe também uma atraente dimensão perfumada com notas de pétalas de rosa secas e madeira de cedro.  No entanto, os holofotes permanecem sobre a fruta macia e opulenta que emerge novamente no paladar e se prolonga até ao longo final.  Embora o paladar seja redondo e leve e os taninos aveludados e discretos, a acidez fresca confere ao vinho firmeza e vigor.  Um Vintage na tradição Roêda, cativante, sedutor e fácil de beber, mas com muita profundidade e estrutura.

NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

CROFT

Uma das originais casas de vinho do Porto. A origem da Croft remonta a 1588 quando a empresa se estabeleceu em Inglaterra por Henry Thompson, um membro da Merchants Company of York. A família Croft, que se juntou à firma em 1736 e lhe deu a sua actual designação, teve um papel de grande prestígio no negócio do vinho do Porto. Um livro recentemente publicado pela firma após um recente trabalho de pesquisa, revelou a longa e fascinante história da empresa. A reputação da Croft como produtora de vinho do Porto Vintage provém, em grande medida, do facto de ser proprietária da Quinta da Roêda, uma das melhores quintas do vale do Douro e dos seus lendários vinhos tais como o Croft 1945, reconhecido como um dos melhores daquele histórico ano. Em Setembro de 2001, a Croft tornou-se parte da The Fladgate Partnership, o grupo familiar que detém as famosas casas Taylor’s e Fonseca.

Quinta da Roêda

A Quinta da Roêda forma uma vasta curva de vinhas em terraços localizada na margem norte do Douro, imediatamente a montante da vila do Pinhão. A quinta há muito que é reconhecida como uma das melhores do vale do Douro. O poeta do século XIX Veiga Cabral escreveu, ‘Se a Região Demarcada do Douro fosse um anel de ouro, a Roêda seria o seu diamante.’ A propriedade foi adquirida pela Croft em 1889 e foi extensivamente renovada com replantações contínuas até à primeira metade do século XX. Desde que a Croft voltou à gestão familiar, com a sua incorporação na The Fladgate Partnership, a propriedade voltou a ser alvo de importantes investimentos. Estes incluem a reconstrução dos lagares tradicionais permitindo a reintrodução da pisa, método que ainda não conhece rival na produção de vintages. O carácter dos vintages da Croft é um dos mais ímpares de todos. Perfumados, exóticos e cheios de suculentos e opulentos sabores frutados, desenvolvem grande riqueza e complexidade com o envelhecimento. A Quinta da Roêda está no coração deste estilo único. Os seus vinhos sempre formaram a base dos vintages da Croft, e no caso do 2019, todos os componentes do lote vêm dessa propriedade, incluindo os vinhos dos extensos terraços de vinha velha. Antes da construção das barragens no rio Douro nas últimas décadas do século XX, o rio corria muito rápido por cima de traiçoeiros rápidos. Um desses rápidos situava-se em frente à pronunciada curva da Quinta da Roêda e o som da água que corria rápida por cima dos seixos do rio podia ouvir-se em toda a propriedade. Diz-se que o nome Roêda deriva da palavra que descrevia o som do que o rio fazia: ‘arrueda’.


Website : Croft

Website : Croft Quinta da Roêda Porto Vintage 2019

FONSECA LANÇA GUIMARAENS VINTAGE 2019

O Vintage será guardado em cave para um lançamento posterior a fim de satisfazer a procura crescente de Vintages Single Quinta maduros.

A Fonseca vai lançar um Vintage Guimaraens 2019

O Director Geral, Adrian Bridge, comentou: “Estou encantado por 2019 ter produzido um Vintage de tão excelente qualidade”. Este vinho mostra densidade e estrutura, com uma profundidade impressionante”. E acrescenta: “Decidimos manter os vinhos nas nossas caves para amadurecerem e vamos libertá-los nos próximos 8-10 anos. Os apreciadores podem actualmente adquirir o Fonseca Guimaraens 2018 que ainda se encontra amplamente disponível”.

O enólogo da Fonseca, David Guimaraens, observou: “O Inverno quente e seco e as condições frescas da Primavera conduziram a baixos rendimentos e a muita intensidade aromática, aos quais o período de maturação fresco acrescentou acidez viva e grande pureza da fruta. O ano de 2019 exibe todo o carácter de fruta fina que esperamos dos Vintage Guimaraens combinados com uma frescura e finesse típicas do ano”.

CAIXAS PRODUZIDAS FONSECA GUIMARAENS VINTAGE 2019: 4.000

NOTA DE PROVA FONSECA GUIMARAENS VINTAGE 2019

Quase preto no centro com um estreito bordo granada.  Como se espera de um Vintage Guimaraens, o nariz complexo e intenso é construído à volta de um núcleo de concentrada amora, groselha-preta e cereja.  À medida que o nariz se abre, a cortina levanta-se em múltiplas dimensões de um aroma complexo, incluindo notas de ervas salgadas, notas de cedro, caixa de charutos e uma discreta redolência de café torrado.  O paladar é maravilhosamente equilibrado, com bastante volume e uma acidez viva que atravessa o meio do paladar e entra no final longo, elevando o vinho e dando-lhe frescura e vigor.  Os taninos são esticados e bem unidos entre si, proporcionando estrutura e volume, o final termina em notas de frutos silvestres de bagas densas.

NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

A vindima começou na Quinta do Panascal, no Vale do Távora, a 18 de Setembro e no dia 20 na Quinta do Cruzeiro com uvas extraordinariamente saudáveis. A vindima foi brevemente suspensa durante um curto período de chuva na noite de 21 de Setembro, 8mm, que foi insuficiente para interferir na qualidade dos vinhos que estavam a ser feitos. As condições meteorológicas perfeitas foram retomadas e a vindima na Quinta do Santo António foi adiada até ao início de Outubro. Foram feitos excelentes vinhos até ao final da vindima.

FONSECA

Estabelecida como empresa de Vinho do Porto em 1815, a Fonseca é reconhecida pela consistência de estilo dos seus Vintages que desde a sua fundação têm sido produzidos por cinco gerações da família Guimaraens. Os seus Vintages são reconhecidos pela sua expressividade e fruta exuberante, que desenvolve grande opulência e complexidade com o envelhecimento, assim como uma voluptuosidade na boca suportada por sedosos mas poderosos taninos. Apesar de terem um potencial de envelhecimento enorme, a exuberante fruta dos vintages Fonseca torna-os irresistíveis enquanto jovens. Indiscutivelmente a Fonseca pertence à primeira linha das casas de vinho do Porto. James Suckling, o reconhecido crítico de vinho e autor do mais completo livro sobre o vinho do Porto Vintage descreve a Fonseca como o ‘Bentley’ do vinho do Porto Vintage – o vinho do entusiasta e do conhecedor.

Quinta do Panascal

Uma das mais reputadas vinhas do vale do Douro, a Quinta do Panascal tem uma exposição oeste e sudoeste na margem direita do rio Távora, o importante afluente que corre em direcção a norte para o rio Douro. Segundo um antigo provérbio ‘Do Roncão e do Panascal vêm os melhores vinhos de Portugal’. Fornecedora de uvas para a Fonseca há já várias décadas, a propriedade foi adquirida pela empresa em 1978. Desde a sua aquisição que a propriedade foi alvo de elevados investimentos não só na renovação dos vinhedos como também para assegurar a consistência com o estilo da casa. Como resultado, o Panascal produz vinhos excepcionais que formam hoje a base do lote dos vintages da Fonseca. Estes são reconhecidos por serem ricos, voluptuosos, cheios de fruta e acima de tudo pela sua densidade e textura aveludada. A Quinta do Panascal foi uma das primeiras propriedades a praticar viticultura biológica.

Quinta do Cruzeiro

A Quinta do Cruzeiro fornece a Fonseca desde 1870, sendo a quinta que tem a mais antiga associação com a casa. A Quinta do Cruzeiro e os seus vinhos entram no lote do vintage desde 1912, permanecendo um dos seus componentes essenciais. Esta é uma antiga propriedade e os seus registos dão conta que, em 1761, passou a ser integrada nos vinhos de feitoria. Ocupa um quente e íngreme declive voltado a este na margem esquerda do rio Pinhão. O vinhedo sofreu intensa replantação em 1970 – incluindo a construção dos primeiros patamares modernos conservando, contudo, parte substancial de vinha velha. Os vinhos do Cruzeiro são característicos pela sua fruta intensa e pelos seus firmes taninos que dão estrutura e vigor ao lote do Vintage da Fonseca.

Quinta de Santo António

A Quinta de Santo António está localizada numa íngreme encosta voltada a Sul no vale do rio Pinhão. Esta quinta partilha com a Quinta do Cruzeiro a longa associação com a Fonseca e também obteve o estatuto de feitoria no mesmo ano. Os vinhos desta propriedade integram o lote do vintage da Fonseca desde o início do século passado. Recentemente, a propriedade foi alvo de intensa renovação. Como resultado, Santo António, é agora uma propriedade modelo que incorpora as últimas técnicas de preparação do terreno e modelos de plantação. Neste vinhedo pratica-se uma viticultura sustentável que foi afinada com a experiência ganha na Quinta do Panascal.


Website : Fonseca

Website : Fonseca Guimaraens Vintage 2019

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