Quinta do Crasto distinguida como um dos melhores destinos pela World’s Best Vineyards

Pelo segundo ano consecutivo, a Quinta do Crasto foi escolhida para integrar o TOP 50 World’s Best Vineyards, uma seleção dos melhores destinos vínicos do mundo. A histórica propriedade do Douro ocupa o 8º lugar do ranking, a melhor classificação portuguesa.

Há apenas dois nomes portugueses em destaque na segunda edição do World’s Best Vineyards, competição internacional criada pelo prestigiado grupo William Reed, em Londres: a Quinta do Crasto, em 8º lugar, e a Quinta do Noval, em 49º lugar. Os vencedores foram revelados numa cerimónia virtual, na passada segunda-feira, dia 13 de Julho.

Esta distinção é resultado de uma votação a adegas e vinhas de 18 países, realizada com base na experiência de cerca de 500 dos principais entusiastas do vinho, sommeliers e correspondentes de viagens de luxo de todo o mundo.

Na justificação das escolhas estão critérios como a arquitetura, as adegas, a paisagem, a variedade da oferta disponível, a gastronomia, o serviço, as boas práticas ambientais e, claro, a qualidade dos vinhos. No caso da Quinta do Crasto, os elogios foram unânimes à riqueza do património histórico e cultural da propriedade, vinhas e adegas, à excelência da gastronomia local e, incontornável, à “piscina infinita”, com assinatura do Arquiteto Souto Moura, “perfeita para derradeira publicação no Instagram, com o majestoso vale do Douro como cenário”.

Para Tomás Roquette, administrador da Quinta do Crasto, esta “é uma distinção importante para nós, mas também para o Douro, única região portuguesa representada no ranking. A nossa hospitalidade, a qualidade da experiência que oferecemos e a excelência dos nossos produtos continuam a ser os nossos melhores argumentos para reconquistar a confiança dos visitantes e turistas – nacionais e internacionais”.

O enoturismo da Quinta do Crasto reabriu a 01 de junho, seguindo rigorosamente todas as indicações da Direção Geral da Saúde e do selo “Clean & Safe” do Turismo de Portugal. Os passeios a pé pelas vinhas e adegas, as viagens na clássica Bedford, as provas de vinhos e as refeições no terraço com vista para o rio Douro são alguns dos exemplos da oferta da Quinta do Crasto para os próximos meses.

Para mais informações sobre os programas disponíveis ou reservas, contactar através do e-mail enoturismo@quintadocrasto.pt ou dos contactos telefónicos +351 254 920 020 (telefone) e +351 934 920 024 (telemóvel). Para saber mais sobre a Quinta do Crasto e os seus vinhos, consultar www.quintadocrasto.pt  ou www.heritagewines.pt

Website : Quinta do Crasto

Adega de Palmela assinala Dia dos Avós com Vale dos Barris Colheita Selecionada Syrah

Dia 26 de julho, data em que se celebra o Dia dos Avós, a Adega de Palmela convida os mais novos a brindarem em família. Com a chegada do Verão, o Vale dos Barris Colheita Selecionada Syrah (75cl) é ideal para acompanhar com todos os pratos de carne grelhada, caça e queijo de ovelha curado, apresentando uma cor granada intenso. Com aroma a frutos silvestres maduros, compota, complexado com notas de madeira, o sabor macio, com boa estrutura e taninos aveludados, termina com um final de boca prolongado com sugestões de baunilha, café e algumas notas de chocolate: um verdadeiro ex-libris da região de Palmela.

Para desfrutar esta data, a Adega de Palmela tem disponível na sua loja online, uma campanha exclusiva até ao dia 31 de Julho, em que na compra de 6 garrafas Vale dos Barris Colheita Selecionada Syrah oferece-lhe 2 pelo preço total de 18,76€.

No Dia dos Avós homenageie aqueles que brindam sempre consigo.

Website : Adega de Palmela

Churchill’s vai ‘Explicar o Porto CRusted em nova Masterclass virtual

A Churchill’s vai realizar uma nova Masterclass virtual de Vinho do Porto, na quinta-feira dia 30 de julho, às 19h30, sob o tema: ‘Explicar o Porto Crusted’, na sequência da adesão do público às ‘Conversas Virtuais com Enólogos’ lançadas nos meses de confinamento.

A Churchill’s, produtor de vinhos do Porto e Douro premium, é uma das poucas casas de vinho do Porto que ainda produz o Porto Crusted. “É um estilo que adoramos e valorizamos e que estamos ansiosos por explicar porquê”, diz John Graham, fundador e enólogo principal da empresa.

John e Ricardo Pinto Nunes, diretor de produção, selecionaram para a Masterclass uma prova vertical de Portos Crusted da Churchill’s dos anos de 2000, 2007 e 2014, para  desvendar as histórias por detrás deste enigmático estilo.

A degustação será transmitida ao vivo, como habitualmente, no Instagram de Churchill’s, no dia 30 de julho, às 19h30, com possibilidade de colocar questões aos enólogos.

Os vinhos estão disponíveis para compra online com antecedência – num pack com envio grátis para a maior parte da Europa – para que os apreciadores  possam participar na degustação como se estivessem na sala de provas da Churchill’s em Vila Nova de Gaia. O pack foi projetado especialmente para a prova e para ser apreciado posteriormente, com duas garrafas de cada ano.

“Esperamos que esta próxima Masterclasse continue a oferecer momentos de educação e diversão para a comunidade do Porto Churchill’s em todo o mundo”,  afirma Zoe Graham, diretora de vendas e marketing da Churchill’s.

Website : Churchill’s

Wine & Soul reabre as portas do Enoturismo com novas Wine Experiences

As atividades de Enoturismo da Wine & Soul já reabriram com a certificação “Clean and Safe” do Turismo de Portugal, após o recente período de encerramento e com novidades na sua oferta. A Wine & Soul encontra-se pronta para receber todos os que a queiram visitar com todas as medidas de segurança implementadas e o cuidado de sempre. O Selo Clean&Safe é a garantia de que a Wine & Soul cumpre as recomendações da Direção-Geral da Saúde, para evitar a contaminação dos seus espaços com o SARS-CoV-2 (novo coronavírus).

O enoturismo do Vale do Pinhão possui uma atrativa e bem equipada sala de prova, um terraço com uma belíssima vista, loja de vinhos, proporciona visita guiada às instalações e também às vinhas. Para além das cinco provas disponíveis: Standard, Clássica, Premium, Ícone e Prova de Vinhos do Porto a produtora duriense apresenta novidades nas “Wine Experiences”. As novas ofertas disponíveis são: Visitas às Vinhas, Vinho a Copo, Tapas, Pic-Nic na Quinta da Manoella, Almoço na Quinta da Manoella, Wine Blending, Walking Tour e Day in the Vineyard, todas elas envolventes na paisagem duriense.

Num destino de nicho diferenciado como é o Douro, a Wine & Soul afirma-se com uma proposta de qualidade no atendimento, nas instalações e claro, na excelência dos seus vinhos.


Reservas:

Sugere-se 24h úteis de antecedência, para o email: enoturismo@wineandsoul.com

Idiomas: Visitas em Inglês, Espanhol, Português.

Provas: de 20€ a 80€ por pessoa

Wine Experiences: de 10€ a 140€ por pessoa

Website : Wine & Soul

The Folly: o novo hot spot de Estremoz

Em pleno coração da histórica cidade branca Alentejana, a adega urbana da Howard’s Folly abre as portas do seu restaurante, sob o tema da criatividade artística

Localizada no centro de Estremoz, a adega urbana da Howard’s Folly abriu no mês passado as suas portas do seu restaurante contemporâneo, The Folly. Esta abertura veio completar o projeto iniciado em 2018, que inclui adega, restaurante, bar, loja e galeria de arte numa cidade Alentejana em plena expansão turística. 

A criatividade artística é o tema transversal deste projeto, criado pelo empreendedor e colecionador de arte britânico Howard Bilton e o reputado e premiado enólogo australiano, David Baverstock (ex-enólogo chefe no Esporão), que junta vinho, arte e caridade sob o mesmo teto, com uma adega repleta de obras de arte, um restaurante contemporâneo e uma galeria de arte, através da qual apoia uma fundação para crianças e jovens carenciados.

A poucos metros do centro da cidade, inserido num edifício que parece um castelo caiado de branco,  The Folly convida curiosos e apreciadores de vinho, residentes e turistas, a provarem os vinhos premium da Howard’s Folly, a tomarem um cocktail – naquele que é provavelmente o bar mais cool da cidade – e descobrirem a cozinha criativa do chef Hugo Bernardo.

Decorado pelo famoso atelier de arquitetura e design de interiores ARKSTUDIO, o bar e o restaurante têm um ambiente acolhedor e eclético, com detalhes de artesanato local, tal como as tradicionais tapeçarias Alentejanas penduradas nas paredes e os azulejos, bem como obras de arte contemporânea. As amplas salas são inundadas de luz natural graças a um pátio interior, onde se pode jantar ou simplesmente tomar um copo de vinho.

A paixão pela arte de Howard Bilton é evidente em cada canto. Para além do gigantesco mural de graffiti no interior da adega e da galeria de arte, na torre norte do edifício, encontramos uma coleção de estatuetas coloridas de porquinhos, expostos no restaurante e no bar, que fizeram parte de uma pig parade (desfile de porcos) que Bilton organizou em Hong Kong em 2019 (o ano do porco) e que fez parte de um leilão cujos lucros reverteram para a Sovereign Art Foundation, uma instituições de caridade que ajuda crianças carentes na Ásia.

Na cozinha do restaurante The Folly, o Chef Hugo Bernardo – apaixonado pela cozinha criativa e pelo heavy metal – reinventa pratos tradicionais portugueses com um toque moderno e colorido, todos eles pensados para serem partilhados.

Com base na filosofia “da terra para o prato”, o menu está em constante evolução, focando-se nos mais frescos produtos portugueses sazonais, de origem local. Para começar, há uma tábua de queijos da região e enchidos da famosa Salsicharia Canense da Dona Octávia (18€), petiscos tais como os croquetes de alheira com maionese de manjericão (4€), e um prego Alentejano (8,50 €). Os pratos principais incluem um magret de pato com purê de beterraba (14,50€), um fresquíssimo ceviche de robalo (15€) e um bife do lombo servido com lascas de batatas e legumes crocantes (14€). Para a sobremesa, temos doces e suculentos figos que complementam uma tarte de amêndoa (6€) nos meses de verão, uma mousse de chocolate coberta com pedaços de merengue de poejo (5€) e fruta da época transformada num delicioso em crumble (7,50€). Tudo isto é harmonizado com os excelentes vinhos da Howard’s Folly (rosé, branco ou tinto), ou com uma seleção de vinhos de produtores locais, escolhidos a dedo pelo próprio David Baverstock.

Os petiscos também estão disponíveis no impressionante bar – de 11 metros de comprimento -, onde todos os vinho do menu estão disponíveis a copo, bem como cocktails de assinatura – Negroni, Mojito, Espresso Martini ou um Gin Tonic -, com um twist, para refrescar os dias mais quentes do Alentejano.

As visitas à adega e as provas de vinho podem ser marcadas através do restaurantes e podem incluir um tour da adega, uma degustação de vinhos Howard’s Folly de sua escolha e serem acompanhadas de petiscos. Os preços das visitas começam a partir de 15 € por pessoa.


HOWARD’S FOLLY

Rua General Norton de Matos

7100-107 Estremoz

Portugal

E-mail: bernardo@howardsfollywine.com

Telefone: + 351 268 332 172

Website : www.howardsfollywine.com

Quinta de S. Sebastião lança Rosé D. Aninhas Reserva

O Dona Aninhas Reserva Rosé 2019 “é uma homenagem à minha mãe, mas sobretudo um reconhecimento a todas as mães que, com sacrifício da sua vida, criaram, educaram e prepararam os seus filhos para esta difícil viagem que é a vida”, afirma António Parente, proprietário da Quinta de São Sebastião.

Para esta homenagem, o enólogo Filipe Sevinate Pinto concebeu um rosé clássico e elegante, que reflete o terroir de influência Atlântica da Arruda dos Vinhos.

Dona Aninhas “viveu praticamente um século, conheceu muitas crises e sobretudo a necessidade de trabalhar a terra para alimentar os seis filhos que criou”, conta António Parente. “Ensinou-nos a respeitar os outros e a valorizar o trabalho como única forma de crescer, a solidariedade como reconhecimento e obrigação, a honestidade e lealdade como regras a respeitar. Não sabia ler nem escrever mas quis que os filhos conhecessem as letras e os números para poderem perceber o que os livros diziam e o custo da vida”.

Filipe Sevinate Pinto explica que “o rosé Dona Aninhas alia as condições naturais onde é produzido, onde a altitude e a proximidade do mar se destacam, com a evolução e conhecimento adquiridos na última década na produção e comercialização deste tipo de vinhos. É um rosé clássico com muita mineralidade, frescura, profundidade e textura, ao nível do que melhor fazemos na Quinta de S. Sebastião”. 

Este vinho resulta de um blend das castas Touriga Nacional, Merlot e de Castelão (proveniente de uma vinha velha), de zonas mais frescas e de maior altitude (cerca de 450mt). As uvas foram apanhadas cedo, para manter toda a sua frescura e componente aromática. O início da fermentação foi feito em inox, seguido de fermentação e estágio em barricas usadas de carvalho francês, com bâtonnage durante os primeiros meses. O engarrafamento foi direto da barrica.

O rosé Dona Aninhas Reserva é um vinho de cor salmonada muito clara, nariz muito complexo com notas especiadas, chocolate branco e pêssego. Na prova é muito estruturado e texturado, seco, com grande frescura e mineralidade.

Os vinhos da Quinta de São Sebastião são distribuídos em Portugal pela Vinalda, a mais antiga distribuidora nacional de bebidas, fundada em 1947, que coloca no mercado o Dona Aninhas Reserva Rosé a um PVP recomendado de 14,99€ em garrafeiras, bem como no canal HoReCa.

Ficha Técnica : Dona Aninhas Reserva Rosé 2019

Website : Quinta de São Sebastião

Restaurante Barão Fladgate: a expressão criativa da nova carta de verão

Com uma sala extensa e um terraço generoso que convidam a desfrutar dos dias quentes e longos de verão, o restaurante das caves Taylor’s desenhou uma carta inspirada nas cores e sabores da estação.

A vista privilegiada sobre a ponte D. Luís e a paisagem ribeirinha do Porto servem de aperitivo a uma experiência em que gastronomia e vinhos se completam para apelar aos sentidos. O restaurante Barão Fladgate, nas caves Taylor’s, traz cor, sabor e frescura aos dias quentes e convida a desfrutar do seu amplo terraço, cenário perfeito de momentos especiais à mesa.

O verão sempre serviu de mote à criação. Salvador Dalí concebeu muitas das suas grandes obras a partir da sua casa debruçada sobre o mar, em Cadaqués, na Costa Brava. Van Gogh eternizou as noites estreladas e os campos de trigo amadurecidos ao sol.

Na nova carta de verão, a criatividade do Chefe Ricardo Cardoso inspira-se no fulgor da natureza e nos sabores da estação para desenhar um menu que seduz o olhar antes mesmo de conquistar o palato. Cada ingrediente é cuidadosamente trabalhado em matizes de cor e diferentes texturas, criando apelativas e apetitosas composições visuais.

Tal como nas correntes artísticas, também a cozinha do Chefe reflecte influências internacionais, da sofisticação da escola francesa à autenticidade da gastronomia italiana que cruza com a qualidade dos produtos e da cozinha portugueses, numa permuta criativa que nos leva a viajar pelas margens do Mediterrâneo.

Uma intenção desvendada desde logo nas entradas, com destaque para a Vichyssoise, uma sopa fria com canelone de salmão, vieira do atlântico, mousse de aipo, maçãs em texturas e ovas de lumpo fumadas (12€) e para o Foie gras em duas confeções, presunto de pato, avelãs tostadas, cereja em balsâmico envelhecido, figos macerados em Vinho do Porto Taylor’s e especiarias (18€).

A carta mergulha no oceano para apresentar uma versão arrojada de Tamboril com gamba selvagem, risotto de chili e lima com ‘coral chips’ de tinta de choco e beurre blanc de lagostim (22€).

Já nos pratos de carne, também eles pensados ao detalhe e servidos com elevada delicadeza, apresenta-se o Rib eye com crosta de azeitona tojeira, milho baby crocante, couve flor gratinada com cheddar, rostie de pancetta fumada e molho barbecue (28€). Juntam-se ainda o Porco a baixa temperatura, servido com texturas de cenoura, beringela japonesa grelhada, ruibarbo, “madalena” de porco rústico com sementes de sésamo e molho de laranja do Douro (22€) e o Pato com arancini, Campari, amora e balsâmico envelhecido, shitake e tagliolini de espumante de Melgaço e tartufo negro (20€).

Nas novidades não faltam opções vegetarianas, como por exemplo o Risoto de tomate seco e hortelã (16€) e a Tagliatelle de espinafres, espargos, shitake e chili (18€).      

Tal como as restantes sugestões, também as sobremesas se apresentam sedutoras aos sentidos. Tão cativante quanto o modo como são servidas é a sua descrição: a nova proposta de Maçã vermelha de chocolate recheada com Thai berry, frutos vermelhos e coulis de Grand Marnier (10€) junta-se à já conhecida combinação Tropical com coco, ananás, frutos tropicais, caju tostado e rum envelhecido, gelado de coco e gelado de piña colada (10€).

Os novos sabores de verão do restaurante das Caves Taylor’s têm na carta de vinhos um aliado para elevar a experiência ou não fosse esta a casa mãe de uma das mais reputadas marcas de vinho do Porto criada há mais de três séculos. Entre a seleção de vinhos, encontra-se naturalmente uma coleção privilegiada de vinhos do Porto Taylor’s, dos seus premiados Vintages aos Tawnies de idade, perfeitos para uma celebração especial ou simplesmente prolongar boas conversas.

Para quem procurar uma sugestão mais completa, o Barão Fladgate apresenta um programa conjunto (55€) que inclui a experiência gastronómica e a visita às caves Taylor’s. Para a refeição é sugerido o Menu Taylor’s, em que o vinho do Porto acompanha cada prato, da entrada à sobremesa, mostrando a sua versatilidade. Este programa deve ser adquirido na receção do Centro de Visitas Taylor’s, no dia da visita e do jantar. O valor habitual do Menu (sem visita) é de 54€ e inclui três pratos e três vinhos Taylor’s: Taylor’s Chip Dry Tonic, Taylor’s LBV 2014 e Taylor’s Tawny 10 Anos.

O Restaurante Barão Fladgate está aberto todos os dias ao almoço (12:30 – 15:00) e ao jantar (19:00 – 22:00). De segunda a sexta-feira, ao almoço, está também disponível um Menu Executivo, renovado a cada semana, com três pratos e um copo de vinho incluído (28€).

A reserva é, nesta fase, obrigatória através do telefone (223 772 951), e-mail bookings@baraofladgate.pt e sites de reservas habituais.


Morada:

Barão de Fladgate nas Caves Taylor’s

Rua do Choupelo, 250

4400-088 Vila Nova de Gaia

Contactos para reservas:

Telf.: 223 772 951

E-mail: bookings@baraofladgate.pt


Website : Restaurante Barão Fladgate

Quinta do Ameal lança colheitas de 2019 com nova imagem

A Quinta do Ameal, propriedade situada no Vale do Rio Lima e pioneira na afirmação da casta Loureiro e da sua capacidade para produzir vinhos brancos de qualidade mundial, acaba de lançar as novas colheitas do Ameal Loureiro 2019 e do Ameal Solo Único 2019.

Com estes lançamentos, os primeiros desde a aquisição da Quinta pelo Esporão no final do ano passado, os vinhos do Ameal apresentam uma nova imagem, mantendo o espírito da marca – icónica, genuína e irreverente.

As novas garrafas reflectem um regresso às origens dos vinhos da Quinta do Ameal e os novos rótulos asseguram uma clara hierarquia do portfólio, consistência e alinhamento com a proposta de valor de cada um dos vinhos.

Para o enólogo José Luís Moreira da Silva, estes dois vinhos procuram refletir as características da casta Loureiro e da sua origem. São 2 vinhos diferentes, com grande potencial de evolução e que revelam a versatilidade desta casta: “Acreditamos que a casta Loureiro tem um grande potencial de experimentação e desenvolvimento. Queremos dar continuidade ao projecto iniciado pelo Pedro Araújo e reforçá-lo, torná-lo um pouco mais próximo das pessoas. Estes dois vinhos reflectem essa intenção, acabando por revelar a versatilidade e capacidade de evolução da casta Loureiro”.

2019 teve um Outono e Inverno muito chuvosos, a Primavera teve um início idêntico seguindo-se um período mais seco que contribuiu para o bom desenvolvimento dos bagos. Apesar da pressão inicial, foi um ano sem grandes problemas fitossanitários, em que a uva chegou à adega em boas condições e com boa maturação.

Ameal Loureiro 2019, 20ª colheita deste vinhodemonstra a capacidade desta casta para a produção de vinhos de grande qualidade e capacidade de evolução. Com uma cor citrina clara, este vinho revela-se vibrante, intenso e equilibrado com acidez refrescante.

A publicação norte americana, Wine&Spirits, atribuiu 93 pontos/Best Buy ao Ameal Loureiro 2019.  Segundo Joshua Greene, o Ameal Loureiro 2019 caracteriza-se por um nariz frutado, com aromas de peras verdes frescas, maduras e prontas para caírem da árvore. Com uma grande intensidade aromática dominada pelos minerais: pedra, flores e sal num impasse tenso, que acalmam com a textura redonda e generosa do vinho. Este vinho é irresistível enquanto jovem e é acessível o suficiente para que valha a pena guardar uma ou duas garrafas para o próximo verão.

Ameal Solo Único 2019 Loureiro é proveniente de uma única parcela e demonstra a capacidade desta casta para a produção de vinhos com caracter, complexidade e capacidade de evolução. Fermentou e estagiou parcialmente num ovo de betão. É um Loureiro singular e cheio de carácter. De cor citrina clara, é dominado por uma acidez vibrante com um final longo e persistente.

Ameal Loureiro 2019 | 75 Cl – P.V.P. Recomendado com IVA €8,90

Ameal Solo Único Loureiro 2019 | 75 Cl – P.V.P. Recomendado com IVA €14,99

Website : Quinta do Ameal

Vicentino Pinot Noir Naked: o novo tinto da Costa Vicentina

Nascido no Brejão, junto ao mar, este novo Vicentino reflete o espírito livre e descontraído da costa alentejana. 

Brejão, 13 de julho de 2020 – A irreverência dos vinhos Vicentino já vem desde a origem. Ole Martin Siem, norueguês chegado a Portugal há mais de 30 anos, teve o sonho de produzir vinho em pleno Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, junto ao mar. Envolvidos pela brisa marítima e pelo ecossistema único da costa alentejana, marcado por Invernos frescos e húmidos e os Verões amenos, os vinhos Vicentino têm no Brejão, junto à Zambujeira do Mar, o seu habitat natural e essa proximidade ao Atlântico confere-lhes uma frescura e elegância ímpares.

É nesta harmonia de contrastes, entre o sol e o mar, a tranquilidade do Alentejo e a força das escarpas, que nasce o novo Vicentino Pinot Noir Naked 2019. Um vinho vibrante, equilibrado e sedutor, que traduz a simbiose perfeita entre esta casta emblemática e o terroir da costa atlântica, numa versão crua e despojada, sem qualquer recurso a barricas.

Assertivo, desvenda desde logo na cor rubi muito aberta o estilo peculiar de um Pinot Noir desnudado, que surpreende no paladar guloso e persistente. Esta complexa simplicidade torna-o um vinho extremamente elegante e versátil, companhia perfeita de churrascos de Verão, sardinhadas, petiscos depois da praia e conversas prolongadas ao pôr-do-sol, sendo recomendado ser servido fresco.

Com enologia de Bernardo Cabral, que tão bem conhece a influência atlântica nos vinhos, o Vicentino Pinot Noir Naked 2019 salienta os aromas frutados típicos da casta, os morangos maduros e cerejas, adicionando-lhe a frescura e elegância do terroir de Brejão, onde as vinhas são despertadas pela neblina matinal e as temperaturas amenas permitem uma maturação lenta e equilibrada das uvas.

Este é um vinho que pretende expressar o espírito livre e descomprometido da Costa Vicentina, em estado puro e em perfeito equilíbrio, tal como a natureza que o vê nascer.

Website : Vicentino – Vinhos da Costa Atlântica

Pias, a revolução em marcha de uma região-fenómeno

A reservada freguesia de Pias não imaginava que ficaria para sempre gravada na memória de um país. A história desta região conta-se pelas suas cicatrizes, mas também pelo trabalho e a voz das gentes da terra que reclamam a verdade sobre a sua identidade e origem – como é exemplo a Família Margaça.

Recuemos a 1970, ano em que José Veiga Margaça, natural de Torres Vedras, se estabeleceu no Alentejo como representante de um armazenista de vinhos. Durante a sua estadia, rapidamente percebeu que este era um terroir único e especial, perfeito para concretizar o sonho de se afirmar como produtor de vinhos de elevada qualidade. Partiu numa viagem pela região e, já perto da fronteira, encontrou Pias.

Nesta pequena e pitoresca freguesia, localizada entre Serpa e Moura, no extremo oriental do Alentejo, adquiriu as primeiras propriedades e fundou, em 1973, a Sociedade Agrícola de Pias. A primeira decisão foi suspender de imediato a produção de vinho a granel, tida, até então, como a atividade principal. De seguida, introduziu novos métodos de viticultura, redesenhou as embalagens e criou novos canais de venda e distribuição, ao mesmo tempo que começou a ocupar cada vez mais terras com vinhas e olivais.

Enquanto o projeto ainda ganhava forma, Portugal escrevia um dos mais importantes capítulos da sua história com a Revolução de Abril de 1974. Apenas dois anos depois, as terras começaram a ser ocupadas pelos camponeses, por conta do PREC e da Lei da Reforma Agrária, fazendo soar trompetes de vitória e bandeiras da revolução por todo o país, atraindo milhares de pessoas para celebrar esta conquista. No regresso, levavam a memória de Pias em forma de garrafa, dando a conhecer e a provar o seu vinho. O país aprendeu a lembrar o nome de Pias e passou a destaca-lo no mapa, gerando um verdadeiro fenómeno que perdura até aos dias de hoje.

A ocupação viria a repetir-se anos mais tarde, desta vez em forma de propriedade industrial. Devido ao sucesso atribuído aos vinhos da região, e sem impedimentos legais, a marca “Pias” passou a ser usada indevidamente, gerando falsificações e cópias por todo o país – muitas delas até vindas de outros países. Pias perdia, lentamente, a sua identidade e via a legitimidade da sua origem comprometida.

Nesta fase, Luís Margaça, terceira geração à frente da Sociedade Agrícola de Pias, atualmente o maior produtor da região, percebeu que “o mais importante não é competir na prateleira contra vinho produzido em massa, vindo da Europa a granel com custos muito baixos e uma qualidade que em nada honra Pias, mas antes fazer a revolução pela origem, informar o consumidor e mostrar a verdade por detrás do rótulo. Queremos promover a nossa cultura e gastronomia, o terroir diferenciador e autêntico, o empenho de várias gerações de famílias que trabalham, até hoje, na vinha e na adega”.

Por esse motivo, em 2020, a família Margaça recuperou o fôlego e apresentou uma nova estratégia, valorizando não apenas a sua marca, mas sobretudo a região. Nascia assim uma nova marca no universo da Sociedade Agrícola de Pias, em estreia absoluta no mercado: os vinhos “Família Margaça”, uma homenagem ao trabalho desenvolvido por José Veiga Margaça, sua família e às gentes nativas que nunca desistiram de Pias.

Esta nova gama inclui seis referências que, em comum, partilham a ambição de posicionar os vinhos de Pias no patamar premium. A introduzir esta nova filosofia estão os vinhos Família Margaça Vinha do Furo, nas versões tinto, branco e rosé, seguindo-se os vinhos Família Margaça Reserva TintoFamília Margaça Reserva Branco e Família Margaça Touriga Nacional.

Em destaque está também a clássica marca “asPias”, cartão de visita do produtor e um dos seus best-sellers devido à imbatível relação qualidade/preço. Os vinhos asPias BrancoasPias Tinto e asPias Rosé mantêm o seu perfil tradicional, agora com uma imagem contemporânea e mais próxima do consumidor moderno.

Deste intensivo processo de rebranding dos vinhos “asPias”, assinado pelo Atelier Rita Rivotti, nasceu uma Edição Especial, num simbólico manifesto pela origem e identidade da marca. Para isso foram criados vários posters do movimento de revolução que envolvem e protegem as garrafas. Em cada um há uma mensagem que tem como principal objetivo sensibilizar o consumidor para a indevida apropriação da marca no mercado português.

Edição Especial asPias by Rita Rivotti está disponível apenas na loja online do produtor (www.margaca.com) e limitado ao stock existente.

Website : Família Margaça

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