CASA DA PASSARELLA APRESENTA “VINDIMA 2011”, E OUTRAS NOVAS HISTÓRIAS ESCRITAS COM VINHO

O icónico vinho criado por Paulo Nunes na sub-região da Serra da Estrela, no Dão, nasceu das sete vinhas das terras da Passarella. A 11 de outubro de 2011 foi feita uma cuidadosa escolha do momento exato para a vindima. Após 11 anos de estágio, escreve-se um novo capítulo na  história da Casa da Passarella.  

A Casa da Passarella, produtor de vinhos da sub-região da Serra da Estrela, no Dão, lança o Casa da Passarella Vindima 2011, uma nova colheita que chega agora ao mercado, após 11  anos de estágio. Um vinho que traz no seu ADN 130 anos de história, vinificação antigos, castas de vinhas  centenárias e um legado geracional, que fazem parte da essência e da identidade desta casa centenária. 

Onze anos de espera que deram origem a um vinho de cor vermelho rubi, intenso e de grande complexidade  aromática, onde predomina a fruta vermelha com especiarias e um toque balsâmico. A vinificação foi feita,  como desde sempre, em lagar de granito e, em maio de 2013, iniciou um longo processo de maturação em  garrafa. Em abril deste ano procedeu-se à minuciosa tarefa de rearrolhamento manual. “11 anos, foi o tempo  exato que demorou a conceção, crescimento e maturação de um vinho criado para receber o nome da Casa da Passarella e perpetuar o nosso património, que se estende por bem mais de um século. Na realidade, este  é um vinho que carrega consigo a responsabilidade de mais de 130 anos da nossa história”, explica Paulo Nunes, enólogo da Casa da Passarella.

O Vindima 2011 nasceu das sete vinhas próprias da Passarella, onde se incluem várias parcelas centenárias,  com mais de 20 castas autóctones. Foi feita uma cuidadosa escolha do momento exato para a vindima, a 11 de outubro de 2011 e, passados onze anos, em outubro de 2022, a Casa da Passarella declara-o pronto a  receber o seu nome e a perpetuar o seu património.  

Talvez a história, de facto, se repita. O Casa da Passarella Vindima 2011 é uma história que se escreveu  devagar, reforça o enólogo da Casa da Passarella. 

O “Vindima”, que vê agora apresentada a sua segunda edição, é um ícone da Casa da Passarella, que o ano de 2009 eternizou. Após uma criteriosa seleção das parcelas a vindimar, bem como a escolha do momento exato  para a vindima, o vinho foi engarrafado após dois invernos, em 2013, fazendo depois um longo – e raro – processo de maturação em garrafa.  

Da vinha ao vinho, o Vindima 2011 é o herdeiro de histórias fascinantes, de tradições que foram partilhadas,  de pais para filhos, tanto por grandes nomes da enologia portuguesa do passado, como por gente humilde  e sábia para quem estas terras não têm quaisquer segredos. Histórias que quisemos guardar em cada uma  destas garrafas”, afirma Paulo Nunes

A par deste novo e brilhante capítulo, outras novidades acabam de chegar das terras da Casa da Passarella.  

Vinhos como o Casa da Passarella Villa Oliveira Encruzado 2019. Sendo a primeira marca criada pela Casa da Passarella, o Villa Oliveira nasceu originalmente há mais de 100 anos. Um vinho que vem prestar uma  homenagem fiel à história desta casa, em edições extremamente limitadas. Nasce de uvas colhidas  manualmente, 100% Encruzado, com início de fermentação em curtimenta e final em barrica. 

O Casa da Passarella O Fugitivo Curtimenta 2020, um conceito para vinhos que acontecem. Por condições  únicas em anos únicos. Por uma inquietação constante, um desafio a todas as normas. Poderiam ser chamados  “vinhos de coleção”, mas são sobretudo vinhos para serem encontrados. E acima de tudo, descobertos. A  Curtimenta, uma técnica que sempre foi usada na Casa da Passarella na elaboração de vinhos brancos, embora  este método seja habitualmente usado para vinhos tintos, produz vinhos de enorme carácter, personalidade  e diferenciação. 

O Casa da Passarella O Fugitivo Barcelo 2021, um novo retorno à raiz mais profunda da Passarella: a vinificação  ancestral de castas presentes nos lotes históricos de vinhas velhas. Em 2021 escolheu-se criar um monocasta  Barcelo. Pelo carácter diferenciador, famoso pela delicadeza aromática e estrutura, mas também pela história  que esta casta singular soube escrever no passado desta casa centenária. 

Utilizada na Passarella há mais de um século, a casta Pinot Noir está muito longe de ser uma novidade. Serviu  de base aos célebres ensaios de espumantização do Dr. Mário Pato nos anos 1930, e mais tarde foi a casta que  serviu de “meio de cultura” para as leveduras autóctones da Casa da Passarella, dada a sua precocidade de  maturação, que implica uma irrepreensível sanidade. Em 2019, a Passarella decide repetir a história – mas agora junta, à capacidade da casta para fazer o seu “fermento”, a exemplar capacidade de fazer um grande  vinho: Casa da Passarella O Fugitivo Pinot Noir 2019. 

Desde 1892 que a Casa da Passarella, em Gouveia, no Dão, faz grandes vinhos, com as montanhas da Serra da Estrela por testemunhas. Tempo e ‘terroir’ são traves-mestras na história que ela conta. Com 60 hectares de vinha, divididos entre sete vinhas únicas e singulares, onde se incluem várias parcelas centenárias, é com castas  destas últimas que o enólogo Paulo Nunes gosta de experimentar e fazer criações diferentes. O resgate de  castas do Dão negligenciadas ou esquecidas é uma das missões que Paulo Nunes tomou para si, recuperando  património da região. Mas a responsabilidade de honrar esse passado não retirou ao enólogo o prazer de criar  grandes vinhos, pois como o próprio assume, só gosta da sua profissão porque se diverte a trabalhar

A complexidade e a mística encontradas num vinho da Passarella revelam um vinho não monocórdico, com  notas que se vão expressando, e que em meros segundos se vão revelando e apresentando-se a quem deles  desfruta. Esta é a verdadeira expressão deste terroir, a essência destas vinhas, e a identidade dos vinhos da Casa da Passarella

Fruto do acaso, da generosidade da natureza, de uma forma de estar, ou do talento de quem passou pelas  terras da Passarella, estas terras da sub-região da Serra da Estrela assistiram à criação de vinhos que passaram  pelo crivo do tempo e lhe sobreviveram com distinção, ao longo de mais de um século de vida. 

“Com a terra como página em branco, continuamos a escrever as nossas histórias, colheita após colheita. O  Vindima 2011 é mais uma história da Casa da Passarella. Os vinhos da nossa casa são capítulos de uma  história que está a ser escrita, desde 1892”, finaliza Paulo Nunes. 

PVP RECOMENDADO CASA DA PASSARELLA VINDIMA 2011 – 260€ 

PVP RECOMENDADO CASA DA PASSARELLA VILLA OLIVEIRA ENCRUZADO 2019 – 45,00€ 

PVP RECOMENDADO CASA DA PASSARELLA O FUGITIVO CURTIMENTA 2020 – 28,00€ 

PVP RECOMENDADO CASA DA PASSARELLA O FUGITIVO BARCELO 2021 – 28,00€ 

PVP RECOMENDADO CASA DA PASSARELLA O FUGITIVO PINOT NOIR 2019 – 28,00€ 

Nunca se saberá se foi o clima, se foi a terra. Se foi o talento das pessoas que passaram pelas terras da Passarella e das suas apaixonantes histórias e personalidades. Ou se terá sido, pura e simplesmente, sorte.  Aquela mesma sorte que fez com que tudo isto se encontrasse, no mesmo lugar, na altura certa, como uma bênção de planetas alinhados, de sol e chuva e da curiosidade dos homens. Uma coisa é certa. Silenciosa e  imponente, a velha montanha tem assistido do alto ao nascimento de grandes vinhos neste pedaço de terra do Dão que tem a seus pés. 


Website: Casa da Passarella

A Quinta do Noval lança a primeira colheita do vinho tinto Vinhas da Marka Douro DOC

Terroir Series Quinta do Noval Vinhas da Marka 2019

Christian Seely, Director Geral da Quinta do Noval comenta:

“A Quinta do Noval tem sido sempre a mais ancorada na vinha e orientada para o terroir dos produtores tradicionais de Vinho do Porto. Integralmente baseada no Douro, a Quinta do Noval produz grandes vinhos do Porto e vinhos do Douro tintos e brancos provenientes dos nossos 192 hectares de vinhas. O maior de todos os nossos vinhos do Porto, o Quinta do Noval Nacional Vintage, provém de uma pequena parcela de 1.6 hectares de vinhas no coração da nossa Quinta. Estamos perfeitamente conscientes da importância vital do local onde as vinhas são cultivadas para determinar a qualidade e a personalidade dos vinhos que produzimos.

Há alguns anos, concluímos um acordo com a família Agrellos para o arrendamento a longo prazo da vinha da Quinta da Marka, que tínhamos identificado como tendo terroir de potencial excepcional para a produção de vinhos de qualidade. Desde essa altura, a Quinta da Marka é gerida e os seus vinhos são vinificados pelas equipas técnicas da Quinta do Noval, chefiadas por Carlos Agrellos. Este potencial foi revelado nos excelentes vinhos tintos que foram produzidos na Quinta da Marka na vindima de 2019. Estes foram tão notáveis, que decidimos lançar um volume muito limitado de vinho tinto proveniente de uma parcela de vinhas velhas com 1.45 hectares no coração da Marka, que hoje vos apresentamos.

Estas vinhas velhas plantadas em 1930 são uma mistura de mais de 30 castas tradicionais diferentes. O vinho resultante é fino, profundo e poderoso, com notas aromáticas complexas que se desenvolvem no copo, mas acima de tudo harmonioso, fresco, equilibrado e elegante. Consideramos tratar-se de um dos melhores vinhos produzidos até hoje no Douro, mostrando todo o potencial desta região histórica para produzir vinhos que podem ser considerados entre os grandes vinhos do mundo.”


Website: Quinta do Noval

Website: Terroir Series Quinta do Noval Vinhas da Marka 2019

Herdade Vale d’Évora lança topos de gama Discórdia

Vinhos de Mértola a três compassos, clássico, potente e improvável

©Rui Gonçalves

Os vinhos de topo da Herdade Vale d’Évora confirmam o vigor e originalidade do oásis vitícola de Mértola. Deste baixo Alentejo quente e agreste regressam também dois vinhos provocadores: um tinto pujante e um branco improvável. Está instalada a Discórdia.

Esperamos a distinção dos tintos de Mértola. Os excessos deste baixo Alentejo quente e agreste favorecem o particular e a identidade própria e disso é exemplo o Grande Discórdia tinto, lembra Filipe Sevinate Pinto, enólogo dos vinhos Discórdia: “Com dimensão, concentrado e complexo, este é um tinto poderoso e com forte marca do lugar. Tem a ousadia de ser um topo de gama monovarietal, mas é um vinho totalmente adaptado às condições específicas deste reduto de Portugal”.

Já o branco Grande Discórdia é surpreendente nas condições do terroir de Mértola, acrescenta o enólogo: “Revela tensão, é vibrante e complexo”. A casta Arinto e a proximidade ao rio Guadiana, assim como o controlo muito atento da maturação das uvas são contributos indispensáveis para a frescura e acidez deste grande reserva, que não deixa, mesmo assim, de ser improvável.

“Os nossos topos de gama vêm confirmar a maturidade que a vinha está a atingir. São a bandeira do caminho que temos vindo a percorrer, no sentido de nos afirmarmos como produtores de vinhos de qualidade e muito característicos das especificidades de Mértola”, conclui o sócio e diretor executivo do projeto, Miguel Alho.

A par da irreverência dos Grande Reserva Discórdia, da monocasta Syrah ou mesmo do tinto das castas Touriga Nacional e Touriga Franca, os vinhos Discórdia afirmam-se também pela consistência das colheitas, ano após ano, como é exemplo a nova edição do Discórdia Reserva tinto. Coerente, elegante e com dimensão, este é um tinto clássico do terroir de Mértola, uma das regiões mais quentes do país e de solos áridos de xisto.

Uma década de vinhos Discórdia

Os vinhos Discórdia têm origem na vinha de 10 hectares plantada na Herdade Vale d’Évora, uma propriedade de 550 hectares integrada no Parque Natural do Vale do Guadiana, Baixo Alentejo. Plantada em 2009, esta vinha tem talhões de quatro castas tintas (Touriga Franca, Touriga Nacional, Alicante Bouschet e Syrah) e de três brancas (Arinto, Verdelho e Antão Vaz).

O portefólio da Herdade Vale d’Évora inclui dois vinhos entrada de gama, branco e tinto, dois reservas, a monocasta Syrah, o tinto As Tourigas da Discórdia e os topos de gama Grande Discórdia tinto e branco.

No mercado desde 2012, estes vinhos são produzidos por duas famílias amigas grandes apreciadoras de caça e dos vinhos de Mértola, a de Paulo Alho, natural de Sesimbra, e a de Vítor Pereira, com origens em Vila Nova de Famalicão.

Vinhos em prova

Grande Discórdia branco 2020 

Produzido apenas em anos de excecional qualidade a partir de uvas colhidas na Herdade Vale d’Évora um branco da casta Arinto, mineral, vibrante, estruturado e com grande complexidade e frescura. Estágio de um ano de 70% do lote em barrica de 550 litros.

Produzidas 820 garrafas 0,75 l e 100 garrafas magnum

PVP: 34 euros

Grande Discórdia tinto 2019

Produzidos a partir das castas Touriga Franca (93%) e Alicante Bouschet (7%), apenas em anos de melhores colheitas. Vinho potente, concentrado e completo, com grande capacidade de envelhecimento.

Produzidas 850 garrafas

PVP: 67,5 euros

Discórdia Reserva tinto 2019

Vinho de lote produzido a partir das quatro castas tintas presentes na Herdade Vale d’Évora, a Touriga Nacional, Touriga Franca, Syrah e Alicante Bouschet. Estágio em barricas de 300 litros, de modo a conseguir-se uma integração harmoniosa da madeira e manutenção de alguma fruta. Vinho cheio, gordo e fresco, com a dimensão e estrutura características dos vinhos da região, que surpreende devido à sua frescura.

Produzidas 4500 garrafas

PVP: 19,90 euros

As Tourigas da Discórdia 2020

Vinho que revela uma complementaridade admirável entre as castas Touriga Nacional, mais elegante, mais aguerrida, e a Touriga Franca que aporta profundidade ao vinho. Estágio por casta individual em barrica de carvalho francês. Com preponderância da Touriga Nacional, este é um vinho muito expressivo, elegante e fresco. Uma combinação invulgar no Alentejo que se revelou um sucesso desde a primeira hora.

Produzidas 1800 garrafas

PVP: 16,50 euros

Syrah da Discórdia 2020

Produzido com uvas da casta Syrah colhidas na vinha da Herdade Vale d’Évora, este é um vinho cheio, terroso, quente, perfil clássico, e ainda com frescura, advinda do lado varietal da uva. Estágio em barricas grandes para preservar a fruta.

Produzidas 2500 garrafas

PVP: 16,50 euros


Website : Herdade Vale d’Évora

Taylor’s lança Very Very Old Tawny Port

Uma obra-prima do envelhecimento em madeira.

A Taylor’s anuncia o lançamento do Very Very Old Tawny Port, o último de uma série de edições limitadas de excepcionais e muito raros vinhos do Porto.

Adrian Bridge, Director Geral da Taylor’s, refere: “Provar o Very Very Old Tawny Port da Taylor’s é um privilégio raro. Extraído do tesouro de vinhos muito velhos que envelhecem silenciosamente nas caves Taylor’s, este vinho do Porto confirma o lugar da Taylor’s como líder na produção dos melhores vinhos do Porto muito velhos.” E acrescenta: “Estamos muito felizes por partilhar com os apaixonados de vinho do Porto esta obra-prima do envelhecimento em casco.”

“O Taylor’s Very Very Old Tawny Port representa o legado do saber ancestral passado de uma geração para a seguinte; a competência da experiente equipa de tanoeiros da Taylor’s, que construíram os cascos e asseguraram a sua manutenção ao longo dos anos; a experiência da equipa de cave, que cuidou do vinho durante a sua longa viagem no tempo; e a arte dos provadores, que garantiram a sua excepcional harmonia e finesse.”, explica David Guimaraens, enólogo da Taylor’s.

Este excelente vinho é um dos lotes mais antigos lançados até hoje. Elaborado a partir de uma selecção de vinhos raros envelhecidos nas caves Taylor’s, alguns dos quais desde antes da Segunda Guerra Mundial, que atingiram uma concentração que faz deles uma quintessência mágica.

O Taylor’s Very Very Old Tawny Port deve ser servido após uma refeição e lentamente apreciado como uma sobremesa por direito. No entanto, dada a sua incrível frescura, acidez pungente e concentração, também combinará muito bem com figos secos, amêndoas, leite creme ou morangos silvestres. A temperatura de serviço recomendada é entre os 12 e os 16ºC.

O Taylor’s Very Very Old Tawny Port está apresentado num elegante decanter, numa luxuosa caixa de madeira. Foram produzidas 3.000 unidades que vão estar disponíveis em lojas da especialidade já em Outubro com o pvp recomendado de 900€.

Notas de prova:

Castanho profundo no centro desvanecendo-se gradualmente para âmbar, exibe um bordo estreito cor palha pálida. A idade deste excepcional vinho do Porto é imediatamente evidente. Representa o ápice do que o longo envelhecimento em madeira pode alcançar, especialmente quando a habilidosa arte do lote confere definição, proporção e harmonia. O vinho tem a precisão e complexidade do movimento de um relógio, todos os seus complexos elementos trabalham em conjunto e harmonia. O nariz é intenso, mas finamente constituído e os aromas notavelmente delicados e etéreos devido à sua grande idade.

Notas de caramelo, figos secos e café acabado de moer misturam-se com maçapão e sultanas para dar ao vinho um carácter opulento de pudim de ameixa, contudo isso permanece discretamente em pano de fundo e é realçado por notas frescas de casca de laranja e damasco. Apontamentos de baunilha, madeira de cedro e canela proporcionam uma subtil fragrância picante. Na boca o vinho tem um toque leve exibindo uma acidez fresca e um equilíbrio perfeito, mas mantém grandes reservas de aromas que emergem no longo final numa onda suave, aparentemente interminável. Muito poucos vinhos do Porto mantêm este equilíbrio e finesse depois de tantos anos a envelhecer em casco.

Sobre as Caves Taylor’s:

As caves Taylor’s são autênticas ‘catedrais do vinho’, construídas há vários séculos fornecem as condições ideais para o longo e suave envelhecimento do vinho do Porto. Com grossas paredes de granito e tectos muito altos conservam uma temperatura baixa e constante ao longo do ano. Muito importante é também a proximidade das caves ao rio Douro e ao oceano Atlântico, que fornecem a humidade necessária a um bom envelhecimento, pois limitam a evaporação. Esta evaporação, essencial ao excelente envelhecimento dos Tawnies, permite o desenvolvimento de um fungo preto sobre as telhas das caves, responsável pela característica cor escura dos telhados das caves do vinho do Porto.

Sobre a Taylor’s:

A Taylor’s é uma das primeiras e históricas casas de vinho do Porto, tendo sido estabelecida em 1692. Empresa familiar desde a sua fundação dedica-se exclusivamente à produção de vinhos do Porto de grande qualidade, desde o plantio da vinha e cultivo das uvas à elaboração, envelhecimento e engarrafamento dos lotes de vinhos. O compromisso da família com o futuro do vinho do Porto é também demonstrado na sua determinação em preservar o ambiente único da região do Douro, através da promoção de uma viticultura sustentável, nas suas dimensões ambiental, social e económica. A empresa é sobretudo conhecida pelos seus elegantes e longevos vinhos do Porto Vintages, que estão entre os mais reconhecidos, procurados e coleccionáveis, provenientes da emblemática Quinta de Vargellas e das Quintas da Terra Feita e Junco. A casa foi a criadora do LBV (Late Bottled Vintage), um estilo no qual a empresa foi pioneira e do qual continua a ser o principal produtor, tendo ainda sido pioneira no lançamento do Chip Dry, o primeiro Porto Branco Seco e no lançamento do primeiro Vintage Single Quinta. A Taylor’s é também reconhecida como o mais importante produtor de Tawnies de Idade e possui uma das mais extensas reservas de vinhos do Porto envelhecidos em casco.

Website : Taylor’s

Website : Taylor’s Very Very Old Tawny Port

Casa Ferreirinha Castas Escondidas Tinto 2018

Casa Ferreirinha Castas Escondidas Tinto 2018

Vinho com uma cor límpida, cor rubi, brilhante, intensidade média (+). Nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, muito frutado, frutos pretos e vermelhos maduros, bergamota, balsâmico, floresta, esteva, especiaria, pimenta e leve noz-moscada.

Na boca é um vinho seco, com acidez média, taninos maduros, elegantes, suaves, redondos, álcool médio (13,5º), corpo médio, amplo, imensa fruta preta e vermelha madura, especiaria, balsâmico, com um final maravilhoso, longo e persistente.

É um vinho com uma qualidade excelente, com um frutado viciante, elegância e equilíbrio, suavidade e frescura, gastronômico, com um final encantador, muito agradável, está num ponto ótimo para ser bebido ou pode guardar mais um tempo. Acompanhou muito bem umas bochechas de porco preto.

Bochechas de porco preto

Castas: Bastardo, Marufo, Tinta Francisca, Touriga-Fêmea, Tinta amarela, Touriga Nacional, Touriga Francesa, Tinto Cão e Vinhas Velhas
Região: Douro


A minha nota pessoal: FB 90

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website: Sogrape

Website: Casa Ferreirinha Castas Escondidas Tinto 2018

Website: Preços Casa Ferreirinha Castas Escondidas Tinto 2018

Château D’Yquem 2011

Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade amarela, dourada, nariz limpo sem defeitos, com uma intensidade aromática pronunciada, aroma complexo, frutado, damasco seco, manga, notas cítricas, flor laranjeira, gengibre, muita evidência de botrytis.

Na boca é um vinho muito doce, intensidade pronunciada, com uma acidez média (+), vibrante, álcool medio(+) (14,0%), corpo médio (+), untuoso, sedoso, damasco seco, mel, final de casca de laranja verde, gengibre, mineral e especiaria, amplo, enche a boca, delicioso, com um final longo e persistência enorme.

É um vinho de com um nível de qualidade excelente, adorável, elegante, muito equilibrado, opulente, com uma frescura intensa, final prolongado que dá um enorme prazer, viciante.


Castas: Semillon e Sauvignon Blanc
Região:
França / Bourdeaux / Sauternes


A minha nota pessoal: FB 94

Excelência: 96-100
Excecional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website: Château d’Yquem

Website: Château d’Yquem 2011

Website: Preços Château d’Yquem 2011

Damilano Barolo Cannubi 2010

Damilano Barolo Cannubi 2010

Vinho com uma cor límpida, cor rubi, laivos e bordo castanho-claros, brilhante, intensidade média. O nariz é limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, fruta preta madura, cereja e amora preta, bosque, cogumelo, tabaco, balsâmico, cedro.

Na boca é um vinho seco, com acidez média, taninos médios (+), intensos, aveludados, elegantes, picantes, álcool médio (14º), corpo médio, amplo, frutado, cereja e amora preta, especiarias, ervas aromáticas, balsâmico, com um final longo e muito persistente.

É um vinho com uma qualidade excelente, complexo de aromas, elegante, equilibrado, vibrante, intenso, preciso, com um final frutado, delicioso, cheio de frescura, longo e intenso. Acompanhou deliciosamente um Ragu com Tagliatelle, na perfeição elevando o prato à perfeição.

Ragu com Tagliatelle

Castas: Nebbiolo de Barolo
Região: Piedmont – Itália


A minha nota pessoal: FB 93

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website: Damilano Winery – Cantine Damilano

Website: Damilano Barolo Cannubi 2010

Castillo Ygay Tinto Gran Reserva 2010

Castillo Ygay Tinto Gran Reserva

Vinho com uma cor límpida, cor rubi, brilhante, intensidade média. O nariz é limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, complexo, toques de mato, floresta, fruta vermelha madura, cerejas e bagas, floral, violetas e rosas, balsâmico, cogumelo, tabaco, madeira envelhecida, cedro, licorice.

Na boca é um vinho seco, com acidez média, taninos médios (+), aveludados, elegantes, de granula fina, picantes, álcool médio (14º), corpo médio, amplo, frutado, cereja e ameixa, especiarias, com um final longo e muito persistente.

É um vinho com uma qualidade excelente, muito complexo de aromas, até viciante, que evoluem em contato com o ar, cheio de elegância e equilíbrio, suavidade e frescura, com um final cativante, deliciosamente frutado e especiado, muito longo, poderoso e intenso. Harmonizou com queijos, presunto e umas costeletas de borrego.


Castas: Tempranillo (85%) e Mazuelo (15%)
Região: Espanha Rioja


A minha nota pessoal: FB 97

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website: Marquês de Murrieta
Website: Castillo Ygay Tinto Gran Reserva
Ficha Técnica: Castillo Ygay Tinto Gran Reserva 2010

Fonseca Bin 27 Reserva

Fonseca Bin 27 Reserva

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, pureza de fruta preta, mirtilo, amora, cereja preta, especiaria, terroso, chocolate preto.

Na boca é um vinho doce, acidez média, taninos elegantes, suaves, envolventes, álcool alto, corpo médio (+), amplo, muito frutado, amora, cereja preta, final prolongado, marcante e persistente.

É um vinho de qualidade excelente, muito elegante, muito frutado, suculento, amplo, aveludado, envolvente, muito equilibrado, dando um prazer enorme. Um vinho com uma qualidade enorme, acessível ao comum dos apreciadores de vinho do Porto.

Tartellete de frutos vermelhos

Castas: Douro Blend
Região: Douro


A minha nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website: Fonseca Bin 27

Website: Fonseca Bin 27 Reserva

POÇAS APRESENTA OFERTA GASTRONÓMICA NO CENTRO DE VISITAS

POÇAS APRESENTA OFERTA GASTRONÓMICA NO CENTRO DE VISITAS

E PROPÕE HARMONIZAÇÃO COM OS SEUS VINHOS DO DOURO E DO PORTO

A oferta do Centro de Visitas da Poças, em Vila Nova de Gaia, ganha mais sabor com as criações do chef Pedro Braga, que são a combinação perfeita para acompanhar uma visita à adega, ou apenas para um petisco neste espaço cheio de história.

A Poças, produtora de Vinho do Porto e Douro, apresenta uma nova experiência gastronómica com harmonização de vinhos de excelência, no Centro de Visitas, em Vila Nova de Gaia, e que conta com a consultoria do Chef Pedro Braga.

Com o objetivo sempre presente de criar momentos inesquecíveis à volta da mesa, e do copo, a Poças apresenta esta nova viagem gastronómica no seu enoturismo em Vila Nova de Gaia, levando os seus visitantes a brindar e saborear o melhor da região, numa experiência fora de série!

No Centro de Visitas, é agora possível degustar criações do chef do restaurante Mito, no Porto, que alia ingredientes sazonais à proposta da Poças, em que para cada petisco são sugeridas duas harmonizações, uma mais clássica e uma mais arrojada. Bom exemplo da preocupação em utilizar produtos da estação é o Blinis, sável fumado, creme fraiche, limão e caviar de algas (12€), um prato que traduz o trabalho de recuperação da tradição de fumar o sável em barricas de vinho do Porto – tal como era feito pelos tanoeiros nos balseiros do Douro -, que a Poças tem vindo a desenvolver. Como pairing as sugestões são um Fora de Série Acrobata 2021 ou um Poças Reserva Branco 2020.

Na nova proposta gastronómica agora disponível, outros sabores prometem harmonizações muito interessantes, como o Brioche da terrina de foie gras, com marmelada e avelã (12€) a acompanhar com o Fora da Série Orange Wine 2020 ou um Poças 10 Anos Branco; a Terrina de rabo de boi corada, com molho de romesco, pimentos e rúcula (13€), harmonizado com o Fora da Série Vinho da Roga 2020 ou um Poças Tinto 2020; ou o Carpaccio de courgette, hortelã, pinhões, requeijão e limão (6€), aqui sugerido com o Fora da Série Plano B 2021 ou um Poças Branco 2021.

Para os amantes de queijo fica a sugestão de uma tábua de Queijos, goma de marmelada, paçoca de amendoim e crackers (12€) para a qual a Poças sugere pairing com o divertido Trava-Línguas de 2019 ou um clássico Poças LBV 2015.  Para quem não despensa uma sobremesa equilibrada, o Cheesecake basco de requeijão e toffee(5,5€) pode ser servido com um Poças Colheita 2011 ou um Poças 20 Anos Tawny, este último com aromas elegantes e delicados de frutas secas, que combinam na perfeição com este doce proposto pelo chef.

Atualmente, o Centro de Visitas da Poças, em Vila Nova de Gaia, encontra-se de portas abertas de quarta-feira a domingo, das 10h00 às 19h00, sendo possível provar as novas opções gastronómicas de sexta-feira a domingo das 10h00 às 19h00 (a reserva não é obrigatória, mas é recomendada).

Fundada em 1918, a Poças orgulha-se de ser uma das poucas empresas portuguesas de Vinho do Porto que desde então se mantém na mesma família. Tradição e criatividade, são particularidades que distinguem a empresa, com um objetivo sempre presente de aliar a sua história às novas formas de consumo. A Poças tem feito o seu percurso de mestria, apresentando uma oferta diversificada e cada vez mais surpreendente, com a recuperação de tradições antigas, como o Quinado ou o Vermute, mas também com a irreverência do Trava-Línguas ou dos Fora da Série, vinhos muito presentes nas sugestões de harmonização com os pratos da carta agora apresentada.

O Centro de Visitas da Poças, em Vila Nova de Gaia, permite dar a conhecer a história da empresa centenária, os seus vinhos e as pessoas que fazem desta empresa familiar uma referência no panorama vínico nacional. Aberto de quarta-feira a domingo, este espaço pode ser percorrido com visita guiada à adega e várias provas de vinho, disponíveis no site – https://pocas.pt/visitar/. Na loja, podem encontrar-se toda as gamas de vinho do Porto e Douro DOC da marca, bem como algumas edições especiais. Aqui, o difícil, será a escolha.

Contactos:
Sede

Rua Visconde das Devesas, 186

4401 – 337 Vila Nova de Gaia – Portugal

info@pocas.pt

tel.:+ 351 223 771 070

Centro de Visitas

Rua Visconde das Devesas, 168

4401 – 337 Vila Nova de Gaia – Portugal

Email: visitors@pocas.pt

tel: + 351 223 203 257

Online:
https://pocas.pt/

https://www.instagram.com/pocaswines/
https://www.facebook.com/Pocas.Wines

%d bloggers like this: