- Quinta da Lagoalva estreia espumante topo de gama e vinho licoroso abafado 10 Anos

Os três últimos anos – 2023, 2024 e 2025 – têm sido de grande dinâmica na Quinta da Lagoalva, empresa da família Holstein Campilho e uma das maiores e mais antigas casas agrícolas da região dos Vinhos do Tejo, situada em Alpiarça. Depois de renovada a imagem de todo o portfólio, dos vinhos ao azeite, e da estreia de novos vinhos – um espumante de estilo pet nat e um vinho biológico (sendo a Quinta da Lagoalva o único produtor com um 100% Alfrocheiro na região) –, surgem agora duas novas referências em estreia.
Falamos de um espumante premium e de um vinho licoroso abafado 10 anos. O último trimestre do ano traz ainda novas colheitas em três referências ex-libris do produtor: a dupla de Reservas (Arinto & Chardonnay branco 2024 e Alfrocheiro & Syrah tinto 2023) e o Quinta da Lagoalva Grande Reserva Syrah tinto, agora de 2023.
Quinta da Lagoalva com três espumantes no seu portfólio
Olhando para o universo de vinhos espumantes, a Lagoalva assume-se agora com um portefólio de três referências: o arrojado Lagoalva Espumante Pet Nat branco; o Lagoalva Espumante Reserva Bruto branco e, a partir de agora, o topo de gama, que enverga o nome da matriarca da família: Quinta da Lagoalva Dona Isabel Juliana Espumante Grande Reserva Bruto branco 2021 (€37,90). Os dois espumantes de perfil clássico são feitos com Arinto e Alfrocheiro.
Com uvas vindimadas à mão e prensadas diretamente com os cachos inteiros, após a flotação, a fermentação ocorre a temperatura controlada. Posteriormente, procede-se à estabilização de modo a preparar o vinho para a segunda fermentação em garrafa (método tradicional) com inoculação de leveduras livres. Após a fermentação, estagiou 36 meses em garrafa em contacto com as borras antes de se realizar o dégorgement, em julho de 2025 – com licor de expedição com um Fernão Pires de 2021.
De cor amarelo-dourado, é elegante, com aroma a panificação e frutos secos. Na boca, bolha fina, com acidez e frescura marcante e boa persistência. Deve ser servido entre 8 e 10.ºC, como aperitivo ou a acompanhar saladas, massas, marisco, carnes magras e peixes grelhados.
Abafado 10 Anos: a estreia de um vinho licoroso 100% Fernão Pires
Com a antiguidade e tradição vitivinícola que remonta a várias gerações, a Quinta da Lagoalva conta com várias produções “mais caseiras” de abafado, vinho licoroso tão típico da região. Com estreia oficial no mercado está agora o Quinta da Lagoalva Vinho Licoroso Abafado 10 Anos (€15,00), criado em 2015 pela equipa de enologia – depois de uma anterior experiência de 500 litros, não lançados, em 2008.
Feito da casta branca rainha do Tejo, é um 100% Fernão Pires, de cor âmbar, aroma a frutos secos e algumas notas florais. Na boca, é equilibrado, redondo e persistente. No que toca ao processo de vinificação, após a prensagem dos cachos inteiros, o mosto decantou 48 horas antes da passagem a limpo e adição de aguardente vínica (77,6%). O abafado estagiou 10 anos em barricas usadas de carvalho francês, de 225 litros. Deve ser servido a 10.ºC e acompanhamento ideal para queijos curados, frutos secos ou sobremesas.
Uma dupla de Reservas branco e tinto e um Grande Reserva de Syrah com novas colheitas
Com estatuto assegurado no portefólio da Quinta da Lagoalva e junto do consumidor, eis o lançamento das novas colheitas da dupla Lagoalva Reserva – com o Arinto & Chardonnay branco da vindima de 2024 e o Alfrocheiro & Syrah tinto de 2023 – e do Quinta da Lagoalva Grande Reserva Syrah tinto de 2023.
As uvas que dão origem ao Lagoalva Reserva Arinto & Chardonnay branco 2024 (€9,99) são provenientes de vinhas instaladas em solo de aluvião na zona do campo ou lezíria do Tejo, sendo vindimadas, por opção, à máquina e durante a noite, para preservarem os aromas e transportadas para a adega onde vão para prensa pneumática. A vinificação das duas castas, com presença em igual proporção, ocorre em separado, sendo o lote feito posteriormente.
Após a flotação, o Arinto fermenta em cubas de inox, a 16.º C, e o Chardonnay fermenta, a 18.º C, em barricas de carvalho francês. Terminada a fermentação, o Chardonnay estagia durante quatro meses em barricas com battonage semanal.
Um branco amarelo-pálido, mas com aroma complexo a fruta branca, notas de pera e alperce associados à baunilha provenientes da madeira. Com um bom volume de boca, é um branco fresco e equilibrado. Deve ser servido a 12.ºC e é boa companhia, à mesa, com carnes grelhadas, peixes, marisco ou queijos de pasta mole.
Provenientes de vinhas instaladas em solo argiloso, as uvas do Lagoalva Reserva Alfrocheiro & Syrah tinto 2023 (€9,99) são vindimadas mecanicamente durante a noite e transportadas para a adega. Após três dias de maceração pré-fermentativa, a fermentação alcoólica aconteceu em lagares de inox, a 26.ºC. As massas foram prensadas em prensa pneumática e a fermentação malolática ocorreu em barricas de carvalho francês, onde estagiou 10 meses.
De cor granada intensa, aroma complexo a frutos vermelhos maduros, especiarias e baunilha, tem um bom volume de boca, com profundidade, taninos elegantes e final longo. Deve ser servido a 16.ºC e pede pratos de forno, carne elaborada e queijos curados.
As uvas do Quinta da Lagoalva Grande Reserva Syrah tinto 2023 (€29,90) têm origem pequenos talhões, que são selecionadas à mão, de manhã muito cedo, para chegarem à adega ainda durante a manhã. Depois de três dias de maceração pré-fermentativa, a fermentação alcoólica acontece em lagares de inox, a 24.ºC. As massas são prensadas em prensa hidráulica e a fermentação malolática ocorre em barricas de carvalho francês, onde estagia durante 14 meses.
De cor rubi e aroma intenso, com notas de especiarias, fruta preta e tabaco, é profundo na boca, com taninos elegantes e final longo. Deve ser servido entre 16 e 18.ºC e harmoniza bem com pratos de forno, carne de caça e queijos curados.
Website: Quinta da Lagoalva
- Do classicismo duriense à transparência do terroir: Quinta Nova sugere três vinhos para este outono

Tintos com personalidade, que contam a história do terroir de onde emergem e refletem a alma do Douro. Com a chegada dos dias mais frios, a Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo sugere três vinhos tintos que fazem boa figura à mesa, na companhia da gastronomia da época, seja pelas texturas envolventes e corpos bem definidos, seja pelos perfis sedosos e finais longos.
A começar pelo Quinta Nova Reserva Terroir 2023, que nasce do equilíbrio bem conseguido das principais castas da propriedade: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão. De cor densa, apresenta uma estrutura musculada e uma textura sumarenta que suporta o corpo do vinho, atribuindo-lhe um final longo. Esta referência beneficiou da utilização de barricas de carvalho francês e do envelhecimento em cimento, capaz de proporcionar amplitude e uma frescura vibrante.
Já o Grainha Tinto Reserva 2023 procura espelhar o classicismo duriense, com um perfil marcado por aromas frutados, densos e especiados, uma textura sedosa e taninos finos, e uma estrutura firme. É ainda dono de um equilíbrio acentuado e de um final de boca longo. O estágio de 11 meses em barricas de carvalho francês é determinante para que, ano após ano, o perfil de um Douro profundo e gastronómico esteja em evidência.
Por último, o Quinta Nova Vinha Centenária Ref P28/P210 da colheita de 2021 é fruto de um poderoso casamento entre a Parcela 28, a primeira parcela monovarietal plantada com a casta Tinta Roriz no Douro/Quinta Nova e localizada a uma altitude entre os 205 e os 210 metros, e a vinha centenária Parcela 21 – preservada em terraços do séc. XIX com muros de xisto, apresenta um património genético com cerca de 80 castas.
O resultado é um lote de referência onde a mineralidade é uma constante, mas também o registo seivoso, o toque especiado e a fruta vibrante e azulada. O estágio em barrica nova (12 meses em carvalho francês) e em garrafa demonstra o volume dos grandes vinhos desta linhagem e a densidade de uma casta ibérica tão tradicional, a Tinta Roriz.
Quinta Nova Reserva Terroir 2023 | PVP: 18€
Grainha Tinto Reserva 2023 I PVP: 16€
Quinta Nova Vinha Centenária Ref P28/P21 2021 | PVP: 90€
- Vinho do Porto: Vieira de Sousa prossegue aposta em formatos diferenciadores e premium
Garrafão de 2L e garrafa de 0,5L, em Tawnies de 10 e 20 anos

Já na quinta geração, a empresa familiar Vieira de Sousa tem apostado na energia e jovialidade das irmãs Luísa e Maria – à frente do projeto, com total apoio da mãe Maria de Lurdes – para criar um portfólio dinâmico, com lançamentos inusitados e em linha com as suas convicções aliadas ao que mundo enófilo procura.
Com um vasto espólio de vinhos do Porto antigos, do qual têm feito um excelente uso a favor do consumidor, partilhando-o através de lançamentos de vinhos do Porto antigos, estão agora a reinventar-se em categorias mais comuns, como Tawny 10 e 20 anos.
No que toca aos DOC Douro, o lançamento do Vieira de Sousa Reserva tinto 2011 – Edição Especial Garrafão 5L, foi um marco e um ponto importante para a notoriedade da Vieira de Sousa. Juntando o melhor dos dois mundos, chegam agora ao mercado garrafões de vinho do Porto, com capacidade de dois litros. Feitos em vidro, assentam numa base de cortiça e têm uma caixa de cartão reciclado, numa ótica de ecofriendly.
A escolha desta capacidade segue a lógica de partilha, incentivando ao consumo em momentos de reunião familiar e de amigos. As irmãs Luísa e Maria “nasceram” com vinho do Porto à mesa e acalentam o sonho de ver mais famílias e amigos fazerem disso hábito, alimentando cada vez mais momentos de partilha e convívio. Por ser um lote único, as Vieira de Sousa estão a lançar uma edição especial e limitada de um Tawny 10 Anos (Cask XXI), desta feita numa pequena garrafa de 0,5L.
Engarrafados após um longo envelhecimento toneis de madeira, os Tawnies estão prontos a beber e não beneficiam com estágio em garrafa/garrafão, que deve ser guardada/o na vertical, evitando luz direta e humidade excessiva, idealmente sob temperatura constante (cerca de 16.º a 18.º C). Não necessitam de ser decantados e, uma vez abertos, mantêm as notas de prova cerca de dois meses.
Vieira de Sousa Porto Tawny 10 e 20 Anos agora também em garrafões

O Vieira de Sousa Porto Tawny 10 Anos – Edição Garrafão 2L mantém o perfil a que esta casa de vinho do Porto por excelência habituou os seus consumidores. É um vinho do Porto com indicação de idade, sendo constituído por vários lotes envelhecidos durante anos em tonéis, durante 10 ou mais anos. Concilia a idade com a frescura, exemplo dos vários vinhos produzidos pela família. Todas as uvas que deram origem a este Porto provêm de vinhas próprias, situadas na margem direita do rio Douro. A fermentação, com maceração das películas, foi feita nos antigos lagares de granito com pisa a pé. A adição de aguardente é feita com grande rigor, permitindo o casamento desta com os taninos e açúcares destes lotes.
De cor tijolo, mostra bem a evolução que teve nas pipas. No aroma, revela delicados aromas de frutos secos e um toque a figos e ameixa madura. Muito equilibrado na boca, com um final longo e mais seco.

O Vieira de Sousa 20 Anos é um Porto Tawny dotado de grande elegância e complexidade. Delicado e fresco são igualmente adjetivos que bem o descrevem. Feito com uvas originárias das diferentes quintas da família, todas localizadas no coração da região demarcada do Douro, foi vinificado em lagares de granito e envelhecido em tonéis, durante mais de 20 anos, nos armazéns da família – também eles no Douro e não em Vila Nova de Gaia, como acontece na maioria das casas de vinho do Porto. O blenddeste vinho é elaborado com diferentes lotes de vinhos do Porto Tawny.
O Vieira de Sousa Porto Tawny 20 Anos – Edição Garrafão 2L tem uma cor âmbar dourada, devido ao longo envelhecimento em tonéis. No nariz, apresenta bastante delicadeza com notas de frutos secos. Uma doçura muito suave e elegante, que lhe confere um perfil muito equilibrado e com um longo final de boca.
Cask XXI: a singularidade de um Vieira de Sousa Porto Tawny 10 Anos

Uma edição única e com apenas 1725 garrafas, o Vieira de Sousa Porto Tawny 10 Anos – Edição Limitada Cask XXI nasce da singularidade “de uma pipa”, selecionada de um conjunto de cascos com lotes de Tawny 10 anos. Durante as provas desse “canteiro”, a enólogo e co-proprietária Luís Vieira de Sousa identificou esta pipa, que evoluiu de forma distinta das restantes, originando um Tawny 10 Anos muito especial e único. Pela sua individualidade, diferente tanto do lote original como do nosso habitual Tawny 10 Anos, decidiu engarrafá-lo numa nova linha, intitulada de Cask.
Produzido exclusivamente com uvas das Quintas da família, situadas ao longo do rio Douro, a fermentação foi feita com pisa a pé em lagares de granito. Após a fortificação com aguardente vínica, este lote envelheceu durante vários anos em pipas na adega da Quinta da Água Alta, no Ferrão. Pela raridade, optaram por engarrafar não no formato standard, mas numa singela garrafa de 0,5L e com um packaging diferenciador e apelativo, ideal para ofertas.
Com uma cor tijolo brilhante, mostra a evolução que teve na pipa. No aroma revela notas delicados de fruta madura, alguns frutos secos e um toque de ameixa madura. Muito bem equilibrado na boca, com um final longo, crispy e fresco.
INFORMAÇÕES TÉCNICAS
Vieira de Sousa Porto Tawny 10 Anos – Edição Limitada Garrafão 2L
PVP: €148,00 • Alc.: 19,50% • Baumé: 3,0 • Acidez Total: 4,50g/L • Açúcar Residual: 88,0g/L • pH: 3,55
Vieira de Sousa Porto Tawny 20 Anos – Edição Limitada Garrafão 2L
PVP: €248,00 • Alc.: 20,00% • Baumé: 3,6 • Acidez Total: 4,8g/L • Açúcar Residual: 109,0g/L • pH: 3,6
Vieira de Sousa Porto Tawny 10 Anos – Edição Limitada Cask XXI
PVP: €42,00 • Alc.: 19,50% • Baumé: 3,0 • Acidez Total: 4,60g/L • Açúcar Residual: 95,0g/L • pH: 3,60
Website: Vieira de Sousa
- OS CHAMPAGNE DAYS CHEGARAM AO SOFITEL LISBON LIBERDADE
Sofitel Lisbon Liberdade recebe o Outono no seu restaurante Matiz Lisboa com um exclusivo menu de Degustação

O Sofitel Lisbon Liberdade dá as boas-vindas ao Outono com a sofisticação que o caracteriza, celebrando a estação no seu restaurante Matiz Lisboa através do lançamento do exclusivo Menu de Degustação “Champagne Days”, disponível entre 6 e 31 de outubro, ao jantar.
Assinado pelo chef Daniel Schlaipfer, este percurso gastronómico reflete a criatividade da cozinha contemporânea, num diálogo perfeito entre sabores de autor e a arte de harmonizar pratos elegantes com champagnes e vinhos de excelência.
Mais do que uma experiência gastronómica, o Menu “Champagne Days” é um convite para viver o espírito festivo da temporada, num ambiente de requinte e autenticidade que distingue o Sofitel Lisbon Liberdade e o seu restaurante Matiz Lisboa.
Com uma garrafeira de excepção, o restaurante Matiz prepara-se para receber “gourmands”, “foodies” e enófilos, unindo todos os amantes da mesa e os epicuristas em torno de uma experiência única. Composto por cinco momentos, o “Champagne Days” inicia com um Amuse-Bouche bem ao gosto francês: “Foie gras mi-cuit com uva fresca e geleia de Moscatel de Setúbal”, harmonizado com Pommery Brut Apanage Champagne.



Nas entradas, será servido um “Tártaro de vieiras com emulsão de trufa preta”, acompanhado pelo Espumante Filipa Pato 3B Blanc de Blanc, e um “Creme aveludado de abóbora menina com carabineiro do Algarve”, com sugestão de pairing de Vinho Verde Soalheiro Allo.
Nos pratos principais, o mar chega à mesa na forma de um “Robalo salteado com cogumelos cantarelo, emulsão de vinho do Porto branco e ouriço-do-mar”, com o vinho branco Vinha no Vale Encruzado a acompanhar. E a terra veste-se na roupagem de um “Lombo de borrego gratinado com crosta de castanhas, alcachofras e jus de vinho tinto”, acompanhado por um Tinto Castro.
Para adoçar o palato, a sobremesa é um “Semifrio de chocolate e avelã, com sorbet de pêra”, servida com um magnífico Porto Rozés 10 Anos a rematar uma refeição seguramente memorável.
No Bar MATIZ Lisboa, acompanhando este movimento de uma rentrée com bolhas, os cocktails do mês do também se vão pautar pelo Champagne enquanto bebida principal, em outubro.



Ao longo do mês, poderá pedir um “Étoile de Lisboa”, um “Fado Royale” ou um “Tejo en Bulle”, na certeza de brindar com “bubbles”.
Tributo à luz e à energia da capital portuguesa, o “Étoile de Lisboa” une notas vibrantes de xarope de maçã verde e sumo de lima à suavidade elegante da vodka Grey Goose, enquanto o champanhe brut lhe acrescenta um toque efervescente e sofisticado.
Quanto ao “Fado Royale”, evoca a alma de Lisboa numa criação elegante e intemporal, em que o champagne se junta ao Licor Beirão e encontra a frescura do sumo e da ‘zest’ de lima.
Finalmente, o “Tejo en Bulle” é uma viagem efervescente pelas margens do rio que atravessa Lisboa. O Moscatel de Setúbal traz a doçura do Mediterrâneo, o sumo de toranja rosa desperta a energia cítrica da cidade, e o champanhe brut transforma cada golo numa dança de borbulhas.
Tudo boas razões para vir brindar ao Sofitel Lisbon Liberdade.
HARMONIZAÇÃO DE VINHOS MATIZ LISBOA
PREÇO:
Menu: 80€ por pessoa
Menu e harmonização de vinhos: 130€ por pessoa
Reserva prévia: matizlisboa@sofitel.com
Cocktails – 20 euros
- ADEGA DE PALMELA LANÇA AGUARDENTE ADP XO: MEIO SÉCULO DE TRADIÇÃO ENGARRAFADO

Garrafa da aguardente vínica velha ADP XO, símbolo de elegância e tradição da Adega Cooperativa de Palmela. Com mais de 50 anos de envelhecimento nas caves da Adega Cooperativa de Palmela, a aguardente vínica velha ADP XO chega ao mercado como uma joia rara, símbolo de elegância, exclusividade e saber acumulado ao longo de gerações.
A Adega Cooperativa de Palmela apresentou, no passado dia 27 de setembro, durante a celebração das suas sete décadas de história, a aguardente vínica velha ADP XO (Extra Old). O evento, realizado para associados e colaboradores, celebrou as sete décadas de cooperação, dedicação e paixão pelo vinho, culminando com o lançamento oficial desta aguardente excecional.
A aguardente vínica velha ADP XO resulta de mais de cinco décadas de envelhecimento em condições únicas. Com uma tonalidade topázio brilhante, aromas de casca de laranja, frutos secos e notas balsâmicas, esta aguardente distingue-se pelo paladar aveludado e pelo final longo, ideal para ser apreciada lentamente como digestivo.
A XO foi lançada num evento privado, precisamente no mesmo dia em que, há 70 anos, a Adega Cooperativa de Palmela ganhava vida oficialmente, tornando este momento memorável e simbólico.
Fruto da tradição vitivinícola da Península de Setúbal, a ADP XO é a expressão máxima do tempo, da paciência e da qualidade. Envelhecida ao longo de 50 anos na penumbra das caves da Adega, apresenta uma complexidade aromática que a torna num produto único e irrepetível.
Com 41% de teor alcoólico, deve ser servido entre os 18 e 20oC, preferencialmente no final de uma refeição especial, acompanhando o café ou até um charuto de qualidade. As suas características organoléticas fazem desta aguardente um verdadeiro tesouro para colecionadores e apreciadores exigentes.
Disponível em garrafas de 75cl, a ADP XO pode ser adquirida na loja da Adega Cooperativa de Palmela ou através da loja online, pelo valor de 150 euros. Uma edição limitada que reforça a aposta da Adega Cooperativa de Palmela na criação de produtos de excelência, que unem história, autenticidade e requinte, consolidando o prestígio da região na produção de vinhos e destilados de referência.


Website: Adega Cooperativa de Palmela
- Quinta das Carvalhas Tawny 80 Anos em estreia e 2.ª edição do 50 Anos
Quinta das Carvalhas
lança duas coleções de vinhos do Porto antigos
Real Companhia Velha é inovadora e pioneira nesta estratégia
No dia 10 de setembro celebrou-se a fundação da Real Companhia Velha, a mais antiga empresa portuguesa, que este ano comemora 269 anos de atividade ininterrupta. Há dois anos, por esta ocasião, a Companhia lançou o seu primeiro vinho do Porto Tawny 50 Anos. Voltou, este ano, a comemorar a efeméride com novos lançamentos, ambos com origem no identitário terroir da Quinta das Carvalhas.
Falamos da estreia do Quinta das Carvalhas Porto Tawny 80 Anos, sob a designação The Impressionist, e do segundo lote do 50 Anos, agora com a designação Edition 225 – número que alude à 2.º edição, tando sido lançada em (20)25 – numa ótica de vinhos do Porto antigos de ‘Coleção’.
Com séculos de história, mas inquieta por natureza e com inputs das novas gerações, a Companhia inova e é pioneira nesta política de lançar edições limitadas e distintas nas categorias de vinhos do Porto Tawny acima de 40 anos – ou seja, 50 e 80 anos –, por assumir que são lotes irrepetíveis pela raridade das suas componentes, com origem no vasto espólio de vinhos do Porto velhos da Quinta das Carvalhas, envelhecidos em Vila Nova de Gaia.
Vinhos do Porto singulares criados por Pedro Silva Reis, presidente e mestre provador da Real Companhia Velha, à qual se dedica há mais de 40 anos, em estreita colaboração com o seu filho mais novo, Tiago Silva Reis, na empresa desde 2022 e que se iniciou na arte do Vinho do Porto, e com o diretor de enologia Jorge Moreira. Mestre e pupilo, unidos na criação de vinhos com “intuição e sabedoria” e que seguem o estilo muito próprio da Real Companhia Velha, como afirma Pedro Silva Reis: “Velhice com agradabilidade. Procuramos o carácter da idade, mas com jovialidade e elegância.”.
De 1759, a Quinta das Carvalhas é uma das cinco propriedades da Real Companhia Velha. Localizada numa posição privilegiada, na margem esquerda do rio Douro, em frente à vila do Pinhão, em pleno coração do Alto Douro Vinhateiro, é uma das mais emblemáticas da região e cujo encepamento representa uma das mais ricas e variadas coleções ampelográficas de castas durienses. Na década de 2000 iniciou-se um considerável trabalho de reconversão de vinhas, orientado para uma viticultura sustentável, onde foram preservadas as parcelas de Vinhas Velhas, algumas quase centenárias.
Quinta das Carvalhas Porto Tawny 80 Anos – The Impressionist – 1.ª Edição da Coleção

Limitada a 695 garrafas, a primeira edição da Coleção Quinta das Carvalhas Porto Tawny 80 Anos é elaborada a partir de vinhos do Porto que remontam ao final do século XIX e início do século XX.
Denominada The Impressionist, esta edição inspira-se na analogia entre as características deste movimento artístico e a extraordinária profundidade e contraste que largas décadas de envelhecimento em cascos de carvalho proporcionam ao Vinho do Porto.
O Quinta das Carvalhas Porto Tawny 80 Anos – The Impressionist é feito a partir de um blend de quatro Vinhos do Porto de enorme singularidade e raridade. Profundamente generoso, concentrado e complexo, mas de um equilíbrio notável, resulta de um exercício de blending de elevada precisão. O excecional carácter deste lote resulta da excelência dos vinhos do Porto selecionados, do prolongado envelhecimento nos melhores cascos de carvalho e do meticuloso cuidado que os mestres de cave da Real Companhia Velha lhes dedicaram ao longo do tempo.
De cor âmbar, acentuada com laivos esverdeados, o aroma revela-se muito intenso e de enorme complexidade, com notas de frutos secos, laranja desidratada, especiarias, madeira exótica e um toque de verniz. Na boca, é muito generoso e sedoso com uma doçura profunda, mas perfeitamente equilibrada por uma acidez vibrante. Apesar de uma grande concentração e um final longo e extraordinariamente persistente, este Tawny prima pela elegância.
PVP Recomendado: €1.200,00 (695 garrafas)
Álc.: 20,83% • Acidez Volátil: 1,44g/L • Grau Baumé: 7,6 • Açúcares: 168 g/LQuinta das Carvalhas Porto Tawny 50 Anos – Edition 225 // 2.ª Edição da Coleção

A Coleção Quinta das Carvalhas Porto Tawny 50 Anos reflete uma série de edições limitadas, cada uma criada a partir de vinhos do Porto excecionais, envelhecidos em madeira e selecionados pela sua qualidade, carácter e individualidade. Cada edição apresenta uma seleção distinta de Vinhos do Porto, produzida em quantidades limitadas e nunca repetida.
De cor âmbar com rebordo dourado, o Quinta das Carvalhas Porto Tawny 50 Anos – Edition 225 apresenta notas delicadas de damasco desidratado, nuances cítricas, flor de laranjeira, amêndoa amarga e noz, num conjunto aromático de grande harmonia. Na boca, apresenta-se doce, mas equilibrado, com apontamentos especiados e uma subtil nota de casco. A acidez marcada, confere uma sensação de leveza e vitalidade, prolongando-se num final longo, persistente e com enumeras camadas de sabores.
PVP Recomendado: €325,00 (1250 garrafas)
Álc.: 20,00% • Acidez Volátil: 1,04g/L • Grau Baumé: 6,10 • Açúcares: 146 g/L
Website: Real Companhia Velha
Website: Quinta das Carvalhas
Instagram: Quinta das Carvalhas // @quintadascarvalhas
Facebook: Quinta das Carvalhas // facebook.com/quintadascarvalhasdouro
Booklet : Quinta das Carvalhas Porto Tawny 50 Anos
- PLATT VINEYARD lança os primeiros Chardonnays e Pinot Noirs

Destaques da nova linha de vinhos da Platt Vineyard, incluindo Chardonnay e Pinot Noir, celebrando a colheita excepcional de 2023. Christian Seely, Diretor Executivo da AXA Millésimes, comenta:
“Estamos extremamente felizes em anunciar o lançamento dos nossos primeiros vinhos da Platt Vineyard na Costa Oeste de Sonoma.
Fizemos nosso primeiro investimento em vinhedos na Califórnia com a aquisição da Outpost Vineyard, no cume da Montanha Howell, em Napa, em 2018, e desde então desfrutamos de uma série magnífica de colheitas com a nossa gama de vinhos à base de Cabernet, juntamente com alguns Zinfandels soberbos.
Tomamos conhecimento da oportunidade de fazer uma nova aquisição na Costa Oeste de Sonoma graças a Thomas Rivers Brown, enólogo da Outpost, que nos apresentou aos excelentes Pinot Noirs e Chardonnays que ele vinha produzindo com uvas compradas da Platt Vineyard.
Os proprietários anteriores vendiam as uvas de alta qualidade da Platt para diversos vinicultores renomados. Nós os abordamos e, por fim, chegamos a um acordo para adquirir a Platt em 2022, com o objetivo de vinificar toda a Platt Uvas de vinhedo próprias para produzir vinhos de propriedade a partir de todo o vinhedo. 2023 foi o primeiro ano em que conseguimos fazer isso.
Tivemos sorte com a qualidade excepcional da colheita de 2023, excelente tanto para Chardonnay quanto para Pinot Noir, embora os rendimentos tenham sido bastante baixos, resultando em pequenos volumes de vinhos notáveis. 2023 foi, portanto, o primeiro ano na história da Platt Vineyard em que os vinhos de propriedade foram produzidos a partir de todo o vinhedo.
O nosso gerente de vinhedos e enólogo Derek Flegal, trabalhando em estreita colaboração com Thomas Rivers Brown, conseguiu produzir quatro vinhos excepcionais:
Platt Vineyard Estate Chardonnay 2023, West Sonoma Coast
Platt Vineyard Estate Reserve Chardonnay 2023, West Sonoma Coast
Platt Vineyard Estate Pinot Noir 2023, West Sonoma Coast
Platt Vineyard Estate Reserve Pinot Noir 2023, West Sonoma CoastAtualmente, estamos a lançar estes vinhos através de pontos de distribuição de qualidade em mercados ao redor do mundo. Acreditamos que estes vinhos marcam o início de algo muito especial: os primeiros vinhos de propriedade da Platt desde que o vinhedo foi plantado há 20 anos por Lewis Platt, uma expressão maravilhosa de um terroir de vinhedos único e de beleza selvagem, à beira do Oceano Pacífico, onde Chardonnay e Pinot Noir encontram algumas de suas maiores expressões na Terra.”
Website: Platt Vineyard
Website: AXA Millésimes
- Espumantes da Casa de Santar Vinha dos Amores repetem Ouro no Concurso Vinho do Dão

O espumante Casa de Santar Vinha dos Amores Encruzado 2017, assinado pelo enólogo Paulo Prior, acaba de vencer mais um Ouro, desta vez no Concurso Vinho do Dão 2025 – Grande Prémio Eng. Alberto Vilhena, sendo este o melhor prémio da competição.
Este é o segundo ano consecutivo que a Casa de Santar Vinhos arrecada a distinção mais importante deste concurso, organizado pela Câmara Municipal de Nelas no âmbito da Feira do Vinho do Dão, que conta com direção técnica do jornalista e crítico de vinhos Luís Lopes, consolidando a qualidade e consistência dos espumantes que a marca tem disponibilizado no mercado. Em 2024, foi a vez do espumante Casa de Santar Vinha dos Amores Touriga Nacional 2017 receber exatamente a mesma distinção.
“Este prémio reforça a nossa capacidade de produzir excelentes espumantes, ano após ano, surpreendendo críticos, provadores e clientes, e de superar o desafio de manter a consistência no que toca à qualidade. Ao mesmo tempo, eleva o potencial da Vinha dos Amores, uma das parcelas mais emblemáticas de toda a região, onde nascem os vinhos mais distintos da Casa de Santar Vinhos, continuadamente reconhecidos, em Portugal e além-fronteiras.”, afirma Miguel Rodrigues, diretor comercial e de marketing.
Nesta 34.ª edição da Feira do Vinho do Dão estiveram a concurso dezenas de vinhos, tintos, branco, rosés e espumantes, todos produzidos exclusivamente na região do Dão. A iniciativa pretende atestar a crescente e reconhecida qualidade dos vinhos que se produzem neste terroir ímpar.

Casa de Santar Vinha dos Amores Espumante Encruzado 2017
Produzido pelo método clássico e assinado pelo enólogo Paulo Prior, o Casa de Santar Vinha dos Amores Espumante Encruzado 2017 tem aspeto cristalino, com bolha fina e persistente. Citrino com ligeiros tons dourados, apresenta aroma complexo e intenso, e é frutado (fruta de polpa amarela) com ligeiros tostados de biscoito. O sabor é frutado, fresco, elegante, mousse crocante e tem longa persistência. À mesa, é ideal como aperitivo, acompanha iguarias não muito condimentadas à base de peixes e carnes brancas ou sobremesas. Perfeito para momentos de lazer, deve ser consumido a 8-10ºC e tem PVP recomendado de 31,50 euros.
Website: Casa de Santar Vinhos
Website: Casa de Santar Vinha dos Amores Espumante Encruzado 2017
- Barros Colheita Porto 1937

Garrafa de Vinho do Porto Barros Colheita 1937 e decantador 🏰 Sobre o Produtor
Fundada em 1913, a Barros é uma das casas mais respeitadas do Vinho do Porto, com particular prestígio nos Colheita, Tawnies de um único ano, envelhecidos longamente em casco. Com mais de um século de história, a Barros é reconhecida pela consistência, pela elegância e pela forma como alia tradição e autenticidade na criação de vinhos excecionais, que são hoje verdadeiros testemunhos do tempo.
👁️ Cor

Apresenta uma cor âmbar brilhante com reflexos topázio, dourados e laranja, revelando ainda subtis tons esverdeados característicos dos grandes Colheitas antigos. Essa combinação de cores cativa os olhos e evoca uma sensação de requinte e complexidade. Um visual encantador, que traduz nobre envelhecimento em madeira, sugere um processo cuidadoso de maturação, onde cada nuance se entrelaça perfeitamente, criando uma experiência visual que é tão rica quanto o sabor que promete.
👃 Aroma
Nariz complexo e delicado, com intensidade notável, que se revela em cada nota. Destacam-se aromas de frutos secos — avelãs, nozes, amêndoas, e figos — que criam um bouquet rico e envolvente, aliados a notas de passas, alperces secos e fruta madura, que adicionam profundidade à experiência sensorial. Camadas de cedro, couro, açúcar queimado, caramelo, mel e baunilha emergem com elegância, revelando um perfil aromático multifacetado que convida à contemplação.

Uma variedade de frutos secos, incluindo avelãs, nozes e figos secos, acompanhados por caramelo e especiarias, evocando os sabores complexos do Vinho do Porto. 👄 Paladar
Encorpado, untuoso e aveludado, com grande volume e textura acetinada. A doçura natural é equilibrada por uma acidez vibrante que confere frescura e vivacidade ao conjunto. Sabores distintos de frutos secos, caramelo, açúcar queimado, figos e ameixas secas prolongam-se, entrelaçados com notas tostadas, madeira exótica e especiarias finas. O final é longo, persistente e harmonioso, deixando um registo sensual e envolvente.
📝 Conclusão
Um Colheita 1937 excecional, que ilustra a mestria da Barros na arte do envelhecimento em casco. Complexo, elegante e memorável, este vinho ultrapassa a noção de simples degustação, oferecendo uma verdadeira viagem sensorial pela história do Douro e do Vinho do Porto. Cada gole revela camadas de sabores intricados, desde notas frutadas de passas e figos até nuances de carvalho e especiarias, que se entrelaçam de forma harmoniosa. O seu retrogosto prolongado convida à reflexão, permitindo que os apreciadores mergulhem na rica tapeçaria de tradições e terroirs que moldaram não apenas este vinho, mas toda a região.
🍽️ Harmonização
Um Porto desta raridade deve ser apreciado em meditação, pois cada gole revela uma complexidade de sabores que exige reflexão. No entanto, além de sua contemplação solitária, pode harmonizar de forma sublime com queijos azuis intensos, cujas notas salgadas e picantes contrastam e realçam a doçura deste vinho. O foie gras, com sua textura cremosa e rica, também cria uma combinação luxuosa que eleva a experiência ao paladar.

Harmonização perfeita de queijos azuis, foie gras e sobremesas sofisticadas, ideal para acompanhar um Vinho do Porto.
Castas: Várias
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 94

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Website: Barros
- 1938 Niepoort Garrafeira Porto

1938 Niepoort Garrafeira Porto 🏰 Sobre o Produtor
A Niepoort é uma das casas mais emblemáticas do Douro, fundada em 1842 e ainda hoje gerida pela mesma família. Reconhecida pela sua ousadia e inovação, mas também por um profundo respeito pela tradição, a Niepoort criou alguns dos mais raros e icónicos Portos da história. A categoria Garrafeira é uma das maiores singularidades da casa, representando um estilo único, raro e distintivo, envelhecido em pipas e depois em garrafões de vidro durante décadas.
👁️ Cor

1938 Niepoort Garrafeira Porto Vinho com uma cor límpida e de intensidade profunda, apresentando uma tonalidade âmbar com bordo esverdeado, este néctar revela-se verdadeiramente encantador. Uma cor cativante no copo, reflexo da sua longa evolução, sugere um processo meticuloso de envelhecimento que aprimora não apenas sua aparência, mas também a complexidade de sabores que irá surpreender o degustador. À medida que se observa, as nuances se entrelaçam, revelando uma palete rica que evoca memórias de vinhedos antigos e dias ensolarados, permitindo uma experiência sensorial que é tanto visual quanto gustativa.
👃 Aroma

Nariz limpo e sem defeitos, com uma intensidade aromática alta que se destaca logo na primeira inalação. O perfume é elegante e complexo, apresentando nuances resinosas, balsâmicas, frutos secos e até mesmo medicinais, com notas de cedro, mel e especiarias como o cravinho, que trazem profundidade e riqueza sensorial. Aromas tropicais e de marmelada de goiaba acrescentam um toque de exotismo e originalidade ao perfil, criando uma experiência olfativa que transporta para um mundo vibrante e ensolarado. Além disso, essa combinação de fragrâncias ressoa com uma harmonia intrigante, permitindo que cada nota se revele lentamente, como se contasse uma história única e inesquecível.
👄 Paladar
Na boca, mostra-se doce, muito elegante, amplo e de textura sedosa, aveludada e glicerada. A acidez fabulosa confere frescura e equilíbrio, em contraste com o corpo cheio e a intensidade pronunciada que deixa uma impressão duradoura. Cada gole é uma experiência que se desdobra lentamente, revelando camadas de sabores sutis, onde notas de frutas maduras entrelaçam-se com toques de especiarias exóticas. O final de boca é emotivo, explosivo e intenso, com notas resinosas e medicinais, sustentadas por uma persistência extraordinária que se prolonga como uma memória viva durante todo o dia, evocando sensações que fazem com que cada degustação se torne um momento especial e inesquecível. Essa harmonia entre complexidade e suavidade transforma cada interação em uma jornada sensorial, incentivando uma apreciação mais profunda e reflexiva.
📝 Conclusão
Um Porto Garrafeira de 1938 excecional, raro e inigualável, que combina elegância, frescura e intensidade numa harmonia perfeita. Este vinho notável não se limita apenas ao paladar; ele evoca memórias e sentimentos, transportando os apreciadores para uma época em que cada garrafa carregava consigo a essência de um legado vitivinícola.
Um vinho que transcende a prova, transformando-se numa verdadeira experiência sensorial e histórica, apenas possível através da mestria e da tradição da Niepoort. Ao degustá-lo, é possível sentir as nuances complexas que se revelam a cada gole, refletindo o cuidado meticuloso e a paixão que moldaram sua criação, um testemunho da arte de vinificação que perdura ao longo das gerações.
🍽️ Harmonização
Um vinho desta grandeza deve ser apreciado a solo, em contemplação, como peça de meditação e emoção, permitindo que os sentidos se elevem a novas dimensões ao apreciar cada nota e aroma. A complexidade de suas nuances oferece uma experiência rica, onde cada gole conta uma história única.
Ainda assim, pode ser acompanhado com frutos secos nobres, como damascos e nozes, que complementam perfeitamente sua suavidade, e sobremesas leves de caramelo ou mel, que trazem um equilíbrio sutil de doçura. Alternativamente, queijos curados de perfil delicado, como brie ou camembert, podem criar uma harmonia intrigante, elevando a degustação a um novo patamar de prazer gustativo.

Harmonização ideal para o Niepoort Porto Garrafeira de 1938: queijo brie, nozes, damascos e doce de caramelo.
Castas: Várias
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 97

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Website: Niepoort
- Niepoort Colheita Porto 1934

🏰 Sobre o Produtor
A Niepoort é uma das casas mais emblemáticas do Douro, fundada em 1842 e mantida ao longo de cinco gerações pela mesma família. Reconhecida pela sua mestria na produção de Colheitas, Tawnies e Garrafeiras únicos, a Niepoort soube sempre combinar tradição e inovação, respeitando o tempo como ingrediente essencial. O Colheita 1934 é um testemunho raro desta filosofia, revelando a longevidade e a nobreza do Vinho do Porto.
👁️ Cor

Apresenta uma tonalidade âmbar profunda com reflexos castanho-avermelhados, evoluindo para mogno com nuances douradas e subtis tons esverdeados no rebordo — sinal inequívoco da sua idade venerável.
👃 Aroma
O nariz é exuberante, complexo e em camadas. Surge fruta madura e seca, notas cítricas cristalizadas, laranja confitada e marmelada amarga, combinadas com mel, baunilha e melaço. Seguem-se aromas elegantes de jasmim e alecrim, além de frutos secos (avelã, amêndoa, pinhão) em perfeita harmonia com café torrado, pimenta preta, tabaco seco e resina de cedro.

👄 Paladar
Na boca, revela-se envolvente e sofisticado. Camada após camada, desdobra sabores de mel, caramelo, especiarias escuras, alcaçuz e notas de torrefação. A textura é rica mas equilibrada, sustentada por uma acidez extraordinária que refresca a doçura natural do vinho. O equilíbrio entre frescura cítrica e profundidade aromática confere-lhe intensidade, complexidade e elegância raras.
📝 Conclusão

Um Porto de intensidade e profundidade incríveis, onde a acidez crocante equilibra a concentração dos açúcares e a riqueza aromática. O final é longo, ligeiramente quente, mas sempre gracioso, prolongando no tempo a memória de fruta confitada, especiarias e frutos secos. Uma verdadeira obra-prima da Niepoort, que expressa como poucos a passagem do tempo e a grandiosidade do Douro.
🍽️ Harmonização
Um vinho que convida à contemplação solitária, mas que também pode brilhar ao lado de queijos curados intensos, sobremesas de laranja amarga, frutos secos caramelizados ou um simples e elegante fondant de chocolate negro.

Prato sofisticado apresentando fondant de chocolate negro, tarte de laranja fresca, queijo curado e frutos secos caramelizados, perfeito para harmonização com o Porto.
Castas: Várias
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 94

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Website: Niepoort
Ficha técnica: Niepoort Colheita Porto 1934
- 1904 Ferreira Dona Antónia A. Ferreira Porto

🏰 Sobre o Produtor
A Casa Ferreira é um dos nomes maiores da história do Douro e do Vinho do Porto. Fundada no século XVIII, ganhou projeção ímpar com a figura lendária de Dona Antónia Adelaide Ferreira, conhecida como “Ferreirinha”, cuja visão e dedicação impulsionaram a modernização da viticultura duriense. A marca Ferreira é hoje sinónimo de autenticidade, tradição e excelência, com vinhos que expressam o caráter único do Douro e permanecem como referência para gerações.
👁️ Cor

Cor âmbar profunda com reflexos acobreados e dourados, típica dos Portos muito antigos. Apresenta uma limpidez brilhante, com halo esverdeado no rebordo, sinal inequívoco da longa evolução em garrafa e madeira.
👃 Aroma
No nariz, revela uma complexidade soberba. Aromas intensos de frutos secos (avelã, noz, amêndoa) misturam-se com notas de caramelo toffee, mel, casca de laranja cristalizada e especiarias exóticas. Um toque de brandy e de café torrado e madeiras nobres confere ainda mais profundidade aromática.

👄 Paladar
Na boca, apresenta-se sedoso e envolvente, com uma textura rica e harmoniosa. A acidez ainda vibrante equilibra a doçura natural, proporcionando frescura surpreendente para a idade. Sabores de frutos secos caramelizados, cacau, figos e tâmaras entrelaçam-se com nuances de especiarias doces e um toque balsâmico. O final é majestoso, longo e memorável.
📝 Conclusão
Um exemplar extraordinário da Ferreira, testemunho vivo do legado de Dona Antónia e da excelência do Douro. Um vinho que ultrapassa a noção de simples degustação, transformando-se numa verdadeira viagem sensorial e histórica.

🍽️ Harmonização
Um Porto desta raridade merece ser degustado a solo, como peça de meditação. Ainda assim, pode acompanhar de forma sublime queijos muito curados, foie gras, frutos secos caramelizados ou sobremesas intensas de chocolate.

Prato de queijos curados, foie gras, frutos secos caramelizados e chocolate, perfeito para harmonizar com um vinho do Porto.
Castas: Várias
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 93

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Website: Ferreira
- Burmester Rio Torto Reserva Late Bottled Porto 1900

🏰 Sobre o Produtor
Fundada em 1750 por Henry Burmester, a casa Burmester é uma das referências históricas do Vinho do Porto, reconhecida pela elegância e caráter dos seus vinhos. Ao longo de mais de dois séculos, consolidou uma identidade marcada pela tradição e pela expressão do terroir do Douro, sobretudo no Vale do Rio Torto, uma das zonas mais prestigiadas da região. A Burmester alia o respeito pela herança à capacidade de criar vinhos que atravessam gerações, oferecendo experiências vínicas únicas.
👁️ Cor

Apresenta uma tonalidade castanha-granada profunda, já com reflexos acastanhados e bordo esverdeado que evidenciam a sua longa evolução em garrafa. A limpidez é notável, com lágrima densa e persistente.
👃 Aroma
No nariz, revela uma complexidade extraordinária. Destacam-se aromas terciários desenvolvidos ao longo de décadas: figos secos, tâmaras, compota de ameixa preta e marmelada. Notas de cacau em pó, tabaco, noz-moscada, baunilha suave e toques de madeira exótica dão profundidade ao conjunto. Uma nuance subtil de vinagrinho balsâmico, típica dos Portos antigos, surge em perfeita integração.

👄 Paladar
Na boca, o vinho apresenta uma textura aveludada e sedosa, com taninos completamente polidos pela idade. O açúcar residual está harmoniosamente equilibrado por uma acidez viva, que confere frescura a um vinho com tanta história. As notas de fruta em passa, chocolate preto e frutos secos (noz, amêndoa) dominam o palato, prolongando-se num final interminável, elegante e memorável.
📝 Conclusão
Um Porto de excecional longevidade e complexidade, testemunho do tempo e da mestria da Burmester. Mais do que um vinho, uma experiência histórica que liga gerações à essência do Douro e à nobreza dos grandes vinhos fortificados portugueses.
🍽️ Harmonização
Este vinho pede contemplação a solo, mas também pode ser servido como digestivo de luxo. Combina de forma sublime com queijos azuis intensos, sobremesas de chocolate negro ou simplesmente no silêncio de uma boa conversa.


Castas: Várias
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Website: Burmester
- Leve, frutado e com atitude: descobre o novo Lancers com aroma de morango

Lancers Aromatizado de Morango: Uma bebida leve e refrescante ideal para despedidas de verão. A José Maria da Fonseca acaba de lançar para o mercado mais uma novidade da gama Lancers, que promete prolongar os últimos dias de verão e dar frescura aos encontros do início do outono: Lancers com aroma de morango, uma bebida leve, frutada e com o espírito vibrante de um verdadeiro Spritzer à portuguesa.
Com mais de 80 anos de história, a marca criada em 1944 por António Porto Soares Franco continua a reinventar-se, mantendo-se fiel ao seu ADN original – expressivo, informal e acessível. Este novo lançamento é a companhia perfeita para brindar à despedida do verão e animar os finais de tarde de outono, num registo descontraído e refrescante.
Com aroma intenso a morangos naturais frescos e um paladar leve, com uma ligeira efervescência, expressivo e descomplicado, o Lancers com aroma de morango apresenta um perfil refrescante e agradável, ideal para qualquer ocasião informal. Com um teor alcoólico de apenas 5%, deve ser servido bem fresco para realçar todos os seus aromas e proporcionar uma experiência ainda mais agradável.
Com este lançamento, a marca reforça a sua ligação ao consumidor jovem e urbano, apostando numa tendência global de bebidas leves, aromatizadas e refrescantes, como o popular spritz, mas com um toque vincadamente português.
Lancers Aromatizado de Morango | 750 ml – P.V.P. Recomendado 5,69 €

Website: José Maria da Fonseca
- Morais Rocha Branco Reserva 2022 distinguido com Grande Medalha de Ouro

Morais Rocha Branco Reserva 2022, premiado com a Grande Medalha de Ouro no Concours Mondial de Bruxelles, reflete a excelência do Alentejo. O Morais Rocha Branco Reserva 2022 acaba de ser distinguido com a Grande Medalha de Ouro no Concours Mondial de Bruxelles, um prémio que ganha ainda mais significado por estar associado a uma homenagem ao fundador da marca. Com um packaging em forma de contentor, o vinho evoca o percurso de sucesso de José Morais Rocha no setor portuário, antes de regressar à sua terra natal, a Vidigueira, para concretizar uma paixão antiga: produzir vinhos e azeites que refletem a excelência e a autenticidade do Alentejo. Fermentado em barricas novas de carvalho húngaro dentro de um contentor marítimo refrigerado, este vinho combina inovação e tradição, assumindo-se como um símbolo da irreverência e identidade única da Morais Rocha Wines.
A Morais Rocha Wines acaba de conquistar a Grande Medalha de Ouro no Concours Mondial de Bruxelles 2025 com o Morais Rocha Branco Reserva 2022, uma das mais prestigiadas distinções da competição internacional que avalia milhares de vinhos de todo o mundo. Criado a partir das castas Antão Vaz e Verdelho, vindimadas manualmente na Vidigueira, este vinho fermentou em barricas novas de carvalho húngaro dentro de um contentor marítimo refrigerado — uma inovação que garante controlo rigoroso de temperatura e humidade, resultando num perfil único e irrepetível.
Com cor palha e reflexos dourados, apresenta aroma rico e profundo a frutos de pomar. Na boca revela-se estruturado, untuoso e em perfeito equilíbrio entre acidez, fruta e madeira, terminando com um final longo e persistente. O packaging, inspirado no formato de contentor, presta homenagem ao fundador José Morais Rocha, pela sua ligação ao setor portuário.
O Concours Mondial de Bruxelles, criado em 1994, é considerado uma das maiores e mais influentes competições mundiais de vinho, reunindo especialistas de dezenas de países que avaliam, em provas cegas, a qualidade e a autenticidade de milhares de referências. A Grande Medalha de Ouro é atribuída apenas a uma seleção muito restrita de vinhos excecionais, confirmando o carácter irreverente e inovador da Morais Rocha Wines e reforçando a projeção internacional do Alentejo.
A Morais Rocha Wines nasceu do sonho de José Morais Rocha, que após uma carreira sólida no setor portuário regressou à sua terra natal, a Vidigueira, para concretizar uma paixão antiga: produzir vinhos e azeites que refletem a excelência e a autenticidade do Alentejo. Desde a primeira vindima, em 2006, a empresa cresceu de forma sustentada, somando hoje mais de 60 hectares de olival e 19 hectares de vinha — a que se juntam 20 hectares recentemente plantados, que começaram a produzir no último ano. Do terroir único da Vidigueira nascem vinhos com identidade própria, onde a mineralidade e frescura se unem à tradição alentejana.
Com marcas como JJ, Morais Rocha, Herdade dos Veros e a irreverente Sei Lá!, a empresa tem conquistado prémios e presença em mercados como China, Brasil, Canadá ou Angola, levando o Alentejo a mais de 60% da sua produção exportada.
A Morais Rocha Wines conta ainda com uma coleção muito especial: “As Velhas”, edições limitadas que celebram as mulheres, as suas características e o envelhecimento positivo. Este vinho é uma homenagem às mulheres e resulta da colaboração com o projeto Velhas Bonitonas, da artista plástica e motivacional Maria Seruya. Cada edição traz um tema distinto, explorando vidas e experiências femininas, e cruza a riqueza do vinho com a beleza do envelhecimento. Com edições limitadas, que esgotam sempre ainda na fase de lançamento, neste momento, a Morais Rocha Wines e Maria Seruya preparam já a quinta edição de “As Velhas”.
Hoje, é a nova geração, com Ana Rocha na liderança, que assegura a continuidade do projeto Morais Rocha Wines, trazendo modernidade e visão global sem perder as raízes familiares, as histórias e as estórias em torno do vinho. Mais do que uma empresa produtora de vinhos, a Morais Rocha Wines é uma história de regresso às origens, de paixão pela terra, de compromisso com o futuro e de criação de marcas com conteúdo que aprofundam o pensamento.

Website: Morais Rocha Wines
- Prova vertical Château Angelus

Coleção de vinhos Château Angelus, incluindo as colheitas de 2008, 2011, 2014, 2016 e 2020, destacando a tradição de qualidade da propriedade. Château Angelus é uma das propriedades mais icónicas de Saint-Émilion, na região de Bordeaux, França. Reconhecido pelo seu estilo elegante e potente, o Château Angelus tem uma tradição de vinhos de alta qualidade, que combinam complexidade aromática, estrutura firme e grande capacidade de envelhecimento. Com foco na Merlot e Cabernet Franc, o Château Angelus tem vindo a refinar o seu estilo, produzindo vinhos que refletem com clareza o seu terroir único e oferecem uma experiência sensorial memorável.
Ao longo das várias colheitas, o Château Angelus demonstra consistência e evolução, com vinhos que se distinguem pela profundidade, equilíbrio e sofisticação, combinando fruta madura, taninos finos e notas aromáticas complexas.

Notas de Prova
Colheita Aromas Paladar Nota Pessoal 2008 Amoras, groselhas, frutas escuras, tabaco, especiarias, baunilha, notas florais, solo de floresta, lápis Encorpado, taninos sedosos, equilibrado, fresco, longo, sabores de frutas maduras, especiarias e frutas escuras 
2011 Framboesas, mirtilos, flores, tabaco, baunilha, cerejas, groselhas, especiarias Corpo médio, taninos sedosos, estruturado, vibrante, boa acidez, frutas vermelhas, toque de ervas secas, final longo 
2014 Ameixas assadas, geleias de amora, sândalo, caixa de charuto, cardamomo, flores, groselhas, mirtilo, frutas negras, trufas Rico, macio, concentrado, taninos finos e maduros, final terroso e longo, muita energia e equilíbrio, notas florais e especiarias exóticas 
2016 Amoras, terra húmida, tabaco doce, especiarias, grafite, flores brancas, violetas, solo de floresta Encorpado, profundo, longo, taninos firmes e polidos, grande profundidade de fruta, frutas negras e florais, toque de chocolate e carvalho bem integrado, final persistente 
2020 Licor de cereja, compotas de amora, violetas, alcaçuz, trufas, alcatrão, pimenta branca, flores de cerejeira, frutas silvestres, menta Corpo médio a encorpado, taninos finos, energia e tensão, frutas vermelhas e pretas brilhantes, textura macia e sedosa, final longo e perfumado, profundidade, equilíbrio e elegância 







Website: Château Angelus
Fichas técnicas: Angelus vintages
- Essência de Ventozelo branco 2019

CHEGA AO MERCADO UM BRANCO ICÓNICO DE VENTOZELO
O mais recente lançamento da Quinta de Ventozelo acaba de chegar ao mercado: o Essência de Ventozelo Branco 2019. Com um lote limitado de três mil garrafas e um PVP de 38,50 €, este vinho vem complementar a gama Essência de Ventozelo, que até à data tinha apenas vinhos tintos. “O nosso objetivo foi fazer o melhor vinho branco de Ventozelo, um vinho de excelência”, resume José Manuel Sousa Soares, diretor de enologia da Quinta de Ventozelo. “Assim, combinaram-se as melhores uvas com as melhores madeiras, com o objetivo de obter um vinho equilibrado, estruturado e distinto, que refletisse a essência de Ventozelo.”
Provenientes de vinhas com 20 anos de idade, são duas as castas que compõem o Essência de Ventozelo Branco 2019: 70% de Viosinho e 30% de Malvasia Fina. “O Viosinho é, para nós, a melhor casta de branco para produzir vinhos do Douro. Geralmente com uma produção média, dá origem a vinhos com grande volume de boca e estrutura, mantendo um perfil fresco e complexo”, explica José Manuel Sousa Soares. “Em Ventozelo, o Viosinho está plantado numa das zonas mais altas da Quinta, na zona mais fresca e mais protegida do calor da tarde.
No ano de 2019, estava em ótimas condições quando foi vindimado”. Já a Malvasia Fina, casta de bago pequeno, em 2019 teve uma produção muito equilibrada. No mês de agosto apresentou condições fitossanitárias saudáveis, decorrendo a maturação de uma forma relativamente lenta. Tendo, esta casta, uma janela ideal de vindima muito estreita, em 2019 foi possível vindimá-la no seu apogeu.
Ao estágio de oito meses em barricas de carvalho francês de 300 litros – de segundo e terceiro ano, das tanoarias Baron, Radoux e Seguin Moreau – seguiram-se cinco anos em garrafa, até ao lançamento para o mercado. O resultado é um vinho que se destaca pela sua amplitude aromática e complexidade. No nariz, revela os sinais do estágio em madeira e em garrafa, combinando toques fumados, nuances especiadas e mel, com notas frescas a casca de citrinos que aparecem em segundo plano, de forma mais discreta.
No paladar, a frescura e complexidade ressurgem, envoltas de uma textura aveludada e elegante. Um vinho completo, que termina de forma persistente e cheio de requinte. Acompanha na perfeição queijos maturados, foie gras, pratos de peixes gordos e carnes de intensidade média. Combina com pratos vegetarianos ricos, como risoto de cogumelos e trufas.

Essência de Ventozelo Branco 2019, um vinho branco icônico do Douro.
Website: Quinta de Ventozelo
Ficha técnica: Essência do Ventozelo Branco 2019
- Adega de Favaios volta a surpreender, com o Casa Velha Clarete, vinho leve, aberto e frutado

Casa Velha Clarete 2024: um vinho tinto moderno, leve e frutado do Douro DOC, com notas de frutas vermelhas e especiarias. Líder no mercado nacional de moscatéis, a Adega de Favaios tem vindo a surpreender e a consolidar o seu papel na produção de vinhos DOC Douro, rosé, brancos, tintos e espumantes, destacando-se nesta tipologia a marca Casa Velha.
A equipa de enologia, liderada por Miguel Ferreira, tem vindo aliás a realizar um conjunto de ensaios cujo objetivo é potenciar ao máximo as excelentes condições do Planalto de Favaios para a produção de vinhos brancos e não só. É da marca Casa Velha que nasce agora o Clarete 2024, um vinho tinto muito ao estilo moderno, leve, descomplexado, com exuberância de fruta e aberto de cor.
Nota de Prova Casa Velha Clarete 2024
A inscrição no rótulo deste vinho resume bem o espírito dos ensaios que a equipa de enologia da Adega de Favaios está apostada em realizar: fazer vinhos que “dão a conhecer a história e a tradição de Favaios”. Em concreto, este clarete é um vinho que nasce para potenciar as uvas tintas do Planalto de Favaios (Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Barroca), plantadas entre os 450 e os 600 metros de altitude, muito adaptadas para produzir vinhos mais leves e frescos, com pouca estrutura e muita fruta.
O Casa Velha Clarete 2024 é um vinho que segue as tendências mundiais, que valorizam vinhos mais leves, descomplicados e fáceis de beber.
É obtido a partir de uma maceração parcial das uvas tintas e fermentação alcoólica em cubas de inox a uma temperatura de cerca de 20ºC. Estágio de 9 meses em cuba de inox.
Tonalidade rubi-claro, aberto, com notas de frutas vermelhas e toques de floresta e especiarias. Na boca apresenta-se com corpo leve, taninos muito suaves, elegante e com frescura.
PVP aconselhado: 12 euros
Website: Adega de Favaios
Ficha técnica: Casa Velha Clarete 2024
- Verdelho, Riesling e Roxo Rosé 2024: a trilogia singular de brancos e rosé da Colecção Privada DSF

A José Maria da Fonseca acaba de lançar a colheita de 2024 dos vinhos brancos e rosé da Colecção Privada DSF. Assinados pelo enólogo Domingos Soares Franco, estes vinhos produzidos na região da Península de Setúbal e em quantidades limitadas – Colecção Privada DSF Verdelho 2024, Colecção Privada DSF Riesling 2024 e Colecção Privada DSF Roxo Rosé 2024 – representam escolhas pessoais e interpretações muito próprias de castas singulares.
Colecção Privada DSF Verdelho 2024 – Frescura pura e notas cítricas

Concebido a partir da casta Verdelho, 100% cultivada em solos argilo-calcários, este branco destaca-se pela sua juventude e frescura. Fermentado em cuba de inox a 16ºC e sem qualquer estágio em madeira, mostra uma acidez crocante bem integrada, com 12,3% de álcool e 5,8 g/l de acidez total.
Na prova, apresenta uma cor amarelo limão com reflexos esverdeados, aromas de flor de laranjeira, lima, chá verde e lantana, e um paladar muito fresco e frutado, com final médio.
Colecção Privada DSF Riesling 2024 – Um branco com alma vibrante

Feito a partir da casta Riesling oriunda de solos graníticos, o Colecção Privada DSF Riesling 2024 é um branco cheio de personalidade. Fermentado em inox a 14ºC e sem estágio, exibe 12,1% de álcool e uma notável acidez de 6,6 g/.
De um tom amarelo claro, no nariz revela notas de líchias, maçã, pera e toques minerais típicos da casta. Na boca, mostra-se crocante, com muita fruta e muito equilíbrio, terminando com um final longo. É o par ideal para pratos leves e momentos descontraídos.
Colecção Privada DSF Roxo Rosé 2024 – Floral, expressivo e surpreendente

Este rosé nasce exclusivamente da casta Moscatel Roxo, depois de uma pré-maceração de 48 horas e fermentação em inox a 18ºC. Com 12,3% de álcool e 5,8 g/l de acidez total, é um rosé de grande carácter.
Visualmente, apresenta uma cor salmão delicada. No aroma, flores brancas intensas, com destaque para o jasmim. Na boca, é floral, equilibrado e persistente, com um final médio/longo. Acompanha na perfeição pratos orientais, refeições leves ou simplesmente um fim de tarde entre amigos.
Cada um destas referências é o resultado de um olhar íntimo e autoral sobre o terroir, a variedade e o estilo, revelando-se em vinhos de identidade vincada, elegância natural e frescura marcante. Uma coleção pensada para surpreender os que procuram algo verdadeiramente único.
Colecção Privada DSF Verdelho 2024 | 750 ml – P.V.P. Recomendado 7,99€
Colecção Privada DSF Riesling 2024 | 750 ml – P.V.P. Recomendado 7,99€
Colecção Privada DSF Roxo Rosé 2024 | 750 ml – P.V.P. Recomendado 7,99€
Website: José Maria da Fonseca
Ficha técnica: Colecção Privada DSF Verdelho 2024
Ficha técnica: Colecção Privada DSF Riesling 2024
Ficha técnica: Colecção Privada DSF Roxo Rosé 2024
- Douro: Quinta de Cidrô lança novos vinhos e apresenta nova imagem
Em estreia, Arinto e Gouveio reforçam portfólio

Situada em São João da Pesqueira, uma das mais conhecidas zonas de produção de vinhos do Douro, na “fronteira” das sub-regiões Cima Corgo e Douro Superior, e pertença da Real Companhia Velha, a Quinta de Cidrô transformou-se num modelo de experimentação vitivinícola para toda a região. Há mais de três décadas, numa terra virgem, foi usada tecnologia de ponta para plantar as melhores castas portuguesas e estrangeiras. O presente é de novidades, com a identidade visual da marca rejuvenescida e duas estreias vínicas. Ambos monovarietais, um de Arinto, a uva branca considerada por muitos como a mais importante de Portugal, e outro de Gouveio, uma casta autóctone da região. O Quinta de Cidrô rosé ganha um novo perfil, mas leve na cor e mais gastronómico, bem ao estilo Provence.
A Quinta de Cidrô assume características particulares no contexto do Douro, ao evidenciar uma realidade distante da viticultura de montanha. Numa área de vinha que excede os 140 hectares – constituindo-se como uma das maiores “manchas” contínuas desta cultura no Douro –, ocupa uma faixa retangular de terrenos em colinas de suaves encostas, tendo sido pioneira na arte de plantação de vinha ao alto em grande escala. Traduz a essência de um Douro moderno, onde a altitude imprime serenidade às vinhas e frescura aos vinhos, numa aliança com a criatividade da equipa de enologia a conferir grande elegância aos vinhos.
Com uma identidade visual renovada e uma abordagem enológica de experimentação, criatividade e respeito pela natureza, a Quinta de Cidrô é detentora de vinhos que primam pela frescura, resultado do clima mais fresco das vinhas em altitude e expressa no carácter vibrante dos vinhos; elegância, num convite a apreciar a tranquilidade do Douro, traduzida em vinhos que evocam momentos de prazer e contemplação; e sofisticação, presente em cada detalhe, desde os vinhos até à identidade visual minimalista e delicada.
Quinta de Cidrô apresenta um trio de novidades a pedir calor e comida de verão
O portefólio de vinhos da Quinta de Cidrô é agora composto por uma ampla gama de monocastas brancos, todos já na colheita de 2024 – Alvarinho, Arinto, Chardonnay, Gewurztraminer, Gouveio e Sauvignon Blanc –, assim como um rosé de Touriga Nacional e três tintos – Pinot Noir (2023), Touriga Nacional (2020) e Touriga Nacional & Cabernet Sauvignon (2017). Há ainda a dupla de Quinta de Cidrô Marquis branco (2019) e tinto (2014). Estas três últimas referências assumirão nova roupagem nas próximas colheitas.

Quinta de Cidrô Arinto branco 2024 // PVP: €22,00 • N.º Gfs: 18.700 • Alc.: 12,5% • Acidez Total: 6,8g/L • Açúcar Total: 0,88g/L • pH: 3,08
Arinto é uma das castas brancas mais emblemáticas em todo o país. Com uma presença notável na região do Douro, encontrou na Quinta de Cidrô as condições perfeitas para o seu amadurecimento. Embora seja mais frequente vê-la em vinhos de lote, pois é especialmente conhecida pelo sua elevada acidez e caráter fresco e mineral, na Quinta de Cidrô o Arinto alia a frescura e tensão que lhe é tão característica, a um perfil complexo e profundo, muito típico dos vinhos desta Quinta.
As uvas foram colhidas à mão e transportadas até a adega em caixas de 20kg. Após passarem por um processo de escolha manual, os cachos foram desengaçados e as uvas prensadas. Após uma decantação de 24h, seguiu-se a fermentação alcoólica do mosto em cubas de inox, com temperatura controlada (14 a 16.ºC). 80% estagiou em barricas (20% madeira nova) e num tonel, ambos de carvalho francês por um período de 8 meses em contacto com borras finas sobre o método de bâtonnage. Os restantes 20% estagiaram em inox até à execução do lote e engarrafamento.
O Quinta de Cidrô Arinto branco 2024 apresenta uma frescura aromática, com um perfil de fruta muito delicado. No nariz, é evidenciado o caráter mineral típico da casta. Notas de fruta branca, tipo ameixa verde, que combinam perfeitamente com sugestões de sílex, fumo e pedra lascada, e nuances tostadas de uma madeira bem integrada. Na prova é muito fresco, tenso e vibrante, com sabores que se adivinham no nariz. Termina muito longo, com a sua acidez muito viva e persistente. Ideal para peixes de mar grelhados, bacalhau à Gomes Sá e aves. Como sugestão vegetariana, pratos com base de favas ou feijões.

Quinta de Cidrô Gouveio branco 2024 // PVP: €22,00 • N.º Gfs: 17.000 • Alc.: 13,5% • Acidez Total: 6,7g/L • Açúcar Total: 0,87g/L • pH: 3,27
Gouveio é uma das castas brancas mais conhecidas no Douro. Apesar de ser uma variedade de grande sensibilidade e pouco produtiva, é uma casta de grande nobreza que encontrou no terroir fresco da Quinta de Cidrô as condições perfeitas para o seu bom amadurecimento.
Uma casta que prima pela sua excelente textura de boca, riquíssima mineralidade e elevada acidez. Dessa forma, na Real Companhia Velha abordou-se este Gouveio vindimando-o cedo, de forma a preservar todo o seu caracter num estilo fresco e equilibrado. O processo de vindima e vinificação foi, em tudo, semelhante ao do Arinto.
O Quinta de Cidrô Gouveio branco 2024 apresenta uma atraente cor citrina, revelando brilho e jovialidade. No nariz surgem notas delicadas de ameixa branca, pêra e flores secas, num perfil muito fino e complexo. Na prova, mostra o seu lado aromático mais fresco, com excelente textura complementada pelo seu caráter mineral, terminando tenso e cheio de sabores. À mesa, pede peixes de mar grelhados, marisco variado ou queijos curados. Como sugestão vegetariana, uma quiche de legumes ou uma quinoa de verão.

Quinta de Cidrô rosé 2024 // PVP: €16,00 • N.º Gfs: 10.400 • Alc.: 13,0% • Acidez Total: 5,4g/L • Açúcar Residual: 0,60g/L • pH: 3,29
Esta colheita do Quinta de Cidrô rosé apresenta um estilo muito fresco, aromático, mas que ao mesmo tempo prima por um caráter complexo e mineral. Procurou-se na Touriga Nacional a sua versatilidade para a apresentação de um vinho de cor ligeira, um perfil aromático fino e sedutor, uma prova repleta de sabores e texturas.
O processo de vindima foi manual, com escolha dos melhores cachos, da vinha à adega, seguindo-se o desengace e a prensagem das uvas. Após uma decantação de 24h, seguiu-se a fermentação alcoólica do mosto, em cubas de inox, a 14-16.ºC. O vinho estagiou em cubas de inox por um período de 6 meses até ao engarrafamento.
O Quinta de Cidrô rosé 2024 é muito aromático e cheio de expressão, com ligeiras nuances de morango, complexadas com notas florais e de frutos vermelhos. Na boca, mostra-se repleto de sabores frutados, mas ao mesmo tempo complexo e com bom volume, terminando a prova com uma acidez vivíssima, que o traduz como um rosé equilibrado e cheio de caráter. Pede pratos picantes e com especiarias, peixes grelhados, vieiras caramelizadas, melão com presunto ou pizza.
Website: Real Companhia Velha
Ficha técnica: Quinta de Cidrô rosé 2024
Ficha técnica: Quinta de Cidrô Arinto branco 2024
Ficha técnica: Quinta de Cidrô Gouveio branco 2024
- Aguardente Velha Reserva XO 1964 da José Maria da Fonseca apresenta nova imagem

Nova imagem da Aguardente Velha Reserva XO 1964 da José Maria da Fonseca, destacando seu design sofisticado e premium. A José Maria da Fonseca acaba de apresentar a nova imagem da sua icónica Aguardente Velha Reserva XO 1964. Esta renovação surge com um design mais sofisticado e exclusivo, que reforça o caráter premium da aguardente e a sua herança histórica.
A atualização do packaging apresenta uma abordagem mais contemporânea, mantendo o prestígio e a tradição que distinguem a José Maria da Fonseca na produção de aguardentes de qualidade superior. Com um visual elegante, o novo design pretende fortalecer o posicionamento da Aguardente Velha Reserva XO 1964 junto dos apreciadores de generosos premium.
“A tradição e a inovação devem caminhar lado a lado para garantir que os nossos produtos continuam a ser relevantes e desejados pelas novas gerações. A Aguardente Velha Reserva XO 1964 é um testemunho do nosso compromisso com a qualidade e a história, e esta renovação de imagem reforça ainda mais a sua identidade exclusiva”, afirma António Maria Soares Franco, Co-CEO da José Maria da Fonseca.
Produzido a partir de vinhos verdes destilados na Comissão dos Vinhos Verdes, na vindima de 1964, a Aguardente Velha Reserva XO 1964 é o resultado de um envelhecimento de 34 anos em madeira de carvalho usada. De tonalidade dourado intenso e um perfil aromático rico, marcado por notas de frutos secos e madeira, esta aguardente apresenta um paladar elegante, com nuances de avelãs e amêndoas, culminando num final de prova longo e persistente.
Com um teor alcoólico de 37%, esta aguardente deve ser conservada deitada, a uma temperatura de 15°C e humidade de 60%, e servida idealmente a 16°C. A sua versatilidade permite que seja apreciada a solo, acompanhada de sobremesas, queijos ou até como aperitivo.
A nova imagem da Aguardente Velha Reserva XO 1964 já se encontra disponível, reafirmando o compromisso da José Maria da Fonseca em preservar a excelência dos seus produtos, enquanto os moderniza para conquistar um público cada vez mais exigente.

Aguardente Velha Reserva XO 1964 | P.V.P. Recomendado 129,00€
Website: José Maria da Fonseca
Ficha técnica: Aguardente Velha Reserva XO 1964
- Villa Oliveira Encruzado 2022 e Uva-cão 2021: duas novas colheitas que perpetuam o legado da Casa da Passarella


Na Casa da Passarella cada vinho é uma narrativa que se escreve com o tempo — uma expressão do terroir da Serra da Estrela, onde as vinhas prosperam em solos graníticos e no rigor do clima de montanha. É neste lugar de altitude e memória que nascem os novos Villa Oliveira Encruzado 2022 e Villa Oliveira Uva-Cão 2021, duas edições limitadas daquela que foi a primeira marca a ser criada na Casa da Passarella, há mais de 100 anos, e que afirmam o compromisso com a autenticidade e a preservação das castas autóctones da Serra da Estrela.
Villa Oliveira Encruzado 2022 é a celebração de uma das castas brancas mais nobres do Dão. Produzido a partir de uvas colhidas manualmente de uma vinha com mais 40 anos, este 100% Encruzado retoma a tradição de vinificação tradicional de brancos — um método ancestral, usado nos tempos em que também os brancos fermentavam com película, à semelhança dos tintos. A fermentação inicia-se espontaneamente em cuba de cimento com contacto pelicular, sendo que a prensagem é feita dois a três após o início da fermentação espontânea, com passagem para barricas velhas de 600L, onde termina a fermentação e estagia durante um ano.
O resultado é um vinho de cor cítrica, com aromas a frutos brancos e líchias, de estilo encorpado, fresco e elegante, com uma acidez vibrante e um final de boca longo.
Já o Villa Oliveira Uva-Cão 2021 dá vida a uma casta quase extinta, através de uma abordagem que cruza tradição e vanguardismo. À semelhança do Encruzado, a fermentação espontânea inicia-se com contacto pelicular e, após prensagem, o mosto é conduzido 50% para cuba de cimento e 50% para barricas de 500L. O estágio acontece em barricas de 500L e em cuba de cimento, durante nove meses.
De cor cítrica, apresenta aromas a frutos brancos, uma frescura notável típica da casta e proporciona uma prova delicada e complexa, com um final de boca muito longo. Também numa edição limitada, este é um vinho que resgata do passado uma identidade singular e a projeta para o futuro.
As novas colheitas da gama Villa Oliveira são o reflexo do saber acumulado ao longo de mais de um século. Mais do que vinhos, são testemunhos vivos da visão da Casa da Passarella: preservar, inovar e homenagear a história.


Villa Oliveira Encruzado 2022 – 51,90€
Villa Oliveira Uva-Cão 2021 – 60,00€
Website: Casa da Passarella
Ficha técnica: Villa Oliveira Uva-Cão 2021
Ficha técnica: Villa Oliveira Encruzado 2022
- Casa da Passarella Vindima 2014: o vinho herdeiro de tradições e a história escrita com o tempo

Casa da Passarella Vindima 2014: um vinho de legado com 130 anos de história, originário da Serra da Estrela. Vinho herdeiro de um legado inestimável, de uma história que dura há mais de um século, o Casa da Passarella Vindima 2014 é a continuação de uma referência desenhada para receber o nome da Casa situada na Serra da Estrela, no Dão. Concebido pelo enólogo Paulo Nunes, à frente dos desígnios da Casa da Passarella desde 2008, é o reflexo de tradições partilhadas de geração em geração, por grandes nomes da enologia portuguesa de outrora e também por gente humilde e sábia, dedicada à terra. Acima de tudo, o Vindima 2014, agora no mercado, é uma ode à passagem do tempo – foram precisos 11 anos para aqui chegar, desde a conceção ao crescimento e maturação de um vinho que, pela natureza própria que o determina, é irrepetível.
Com origem nas sete vinhas centenárias da propriedade, detentoras de uma ampla gama de castas nativas, de que são exemplo a Baga, a Touriga Nacional, o Alvarelhão, a Tinta Pinheira, o Jaen ou o Alfrocheiro, é o resultado de diferentes exposições e desequilíbrios encontrados nas videiras que, juntas, revelam-se capazes de uma grande harmonia – um encontro feliz entre aparentes forças opostas.
A vinificação tradicional ocorreu nos lagares de granito que ajudam a contar a história da Casa, seguindo-se um estágio de dois invernos em tonel de 30HL – que permitiram a estabilização natural do vinho, excluindo a necessidade de filtração –, e o restante em garrafa. A importância do tempo na feitura do vinho é tal que, mais de uma década antes, o momento da vindima foi escolhido ao detalhe. Assim, para o registo deste Vindima ficam os dias 7 de outubro de 2014, aquando da colheita das uvas, e 22 de abril de 2016, dia do engarrafamento. Já em maio de 2024 procedeu-se ao rearrolhamento manual de cada uma das garrafas.
A história escrita com tempo, numa narrativa propositadamente lenta, deu origem a um vinho de uma tonalidade vermelho rubi, intenso e de grande complexidade aromática, onde predomina a fruta vermelha com especiarias e um toque balsâmico.
“O Vindima 2014 é um elogio ao património histórico e genético da Casa da Passarella e, por isso, um vinho de extrema responsabilidade que leva no nome de batismo a identidade da propriedade onde nasce. É também a soma de fatores irrepetíveis: 130 anos de história, tradições de vinificação antigas, castas de vinhas centenárias, um legado multigeracional e 11 anos de estágio. É, de certa forma, a recompensa de saber esperar”, descreve o enólogo Paulo Nunes.
Passados 11 anos, em maio de 2025, a Casa da Passarella declara-o pronto a receber o seu nome, fazendo desta a terceira edição de uma referência que se estreou com a colheita de 2009 para ser protagonista da história da Casa da Passarella.

Casa da Passarella Vindima 2014 – 285 €
Website: Casa da Passarella
Ficha técnica: Casa da Passarella Vindima 2014
- Seco ou doce? A primavera chegou com dois brancos distintos da Quinta de Camarate

Rótulos dos vinhos Quinta de Camarate Branco Seco 2024 e Branco Doce 2024, produzidos pela José Maria da Fonseca. A chegada da primavera marca o regresso ao mercado das novas colheitas dos vinhos Quinta de Camarate Branco Seco 2024 e Quinta de Camarate Branco Doce 2024, produzidos pela José Maria da Fonseca na emblemática propriedade da família Soares Franco, em Azeitão.
Com perfis distintos, estes dois brancos refletem a diversidade do terroir da Quinta de Camarate, situada junto à Serra da Arrábida, e reafirmam-se como escolhas versáteis para acompanhar os dias mais amenos.
O Quinta de Camarate Branco Seco 2024 é elaborado a partir das castas Alvarinho (62%) e Loureiro (38%), revelando um perfil aromático complexo, com notas de fruta de caroço, nuances florais e mineralidade. De cor amarelo muito ténue com reflexos esverdeados, apresenta um paladar equilibrado, boa acidez e um final fresco e persistente. Ideal para acompanhar pratos de peixe ou marisco, deve ser servido a 8ºC.
Já o Quinta de Camarate Branco Doce 2024, um monovarietal 100% Moscatel, distingue-se pela sua suavidade e elegância aromática. De cor amarelo-dourado, apresenta aromas florais com leve mineralidade e um paladar doce e aveludado, equilibrado por uma acidez bem integrada. Harmoniza na perfeição com pratos de marisco, sushi ou sobremesas, sendo também idealmente servido a 8ºC.
Com uma área total de 120 hectares, dos quais 39 são dedicados à vinha, a Quinta de Camarate é também casa de ovelhas que dão origem ao queijo de Azeitão e da coleção ampelográfica da José Maria da Fonseca, com mais de 560 castas de todo o mundo — um verdadeiro símbolo da diversidade e inovação da marca.
As novas colheitas Quinta de Camarate chegam com a promessa de frescura, elegância e autenticidade — qualidades que continuam a posicionar a José Maria da Fonseca como um nome incontornável no panorama vitivinícola português.
Quinta de Camarate Branco Seco 2024 | PVP Recomendado – 9,99€
Quinta de Camarate Branco Doce 2024 | PVP Recomendado – 9,99€
Website: José Maria da Fonseca
- Casa de Santar Vinhos apresenta novidades para o verão



As novas colheitas dos vinhos Casa de Santar Reserva Branco, Curtimenta e Colheita tardia já estão disponíveis no mercado e são as novidades da marca para este verão. São surpreendentes, respondem às exigências do mercado e contribuem para posicionar os vinhos Casa de Santar como ícones da região na arte de bem-fazer vinhos no Dão.
Casa de Santar Reserva Branco 2023, Casa de Santar Branco de Curtimenta 2023 e Casa de Santar Outono de Santar 2022 são as três novidades que a marca Casa de Santar acaba de lançar no mercado, todos assinados pelo enólogo Paulo Prior.
O Reserva Branco, com PVP recomendado de 15,99 euros, faz dupla com o Casa de Santar Reserva Tinto 2020, já lançado em fevereiro. É um vinho produzido com as castas Encruzado, Arinto e Malvasia Fina, e metade fermentou e estagiou seis meses em barrica de carvalho francês com tosta suave. De aspeto cristalino, a cor é citrina bem definida com tons esverdeados e o aroma fresco, complexo, com predominância em notas de citrinos e frutos exóticos. Já na boca apresenta frescura, fruta, volume, complexidade e tem um final elegante. Deve ser consumido a 10°C como aperitivo ou com iguarias não muito condimentadas à base de peixes, carnes brancas e vermelhas grelhadas.
O Branco de Curtimenta 2023 é um vinho elegante e guloso, que simplesmente surpreende. Com Encruzado (60%) e Arinto (40%), é um vinho cristalino com cor dourada com ligeiros esverdeados. Apresenta aroma intenso a frutas amarelas maduras, fruta de caroço e tem complexidade aromática. O sabor é fresco, frutado, complexo e com longa persistência. Acompanha bem iguarias complexas à base de peixes gordos e carnes vermelhas grelhadas, assim como queijos curados e charcutarias. Para consumir entre 8 e 9ºC. O PVP recomendado é 20 euros.
Por fim, o Outono de Santar Colheita Tardia 2022, com preço de venda recomendado de 36,00 euros, já era há muito tempo aguardado. O diretor de enologia, Paulo Prior, assina uma colheita distinta e que faz jus à região e à marca Casa de Santar. De aspeto límpido e cor palha aberta, o aroma é botritizado, com nuances de manteiga, alperce seco e flores de citrinos. O sabor é complexo com frescura distinta, untuoso e bem equilibrado. Já o final é longo e persistente. Altamente recomendado para momentos de lazer, é perfeito para brindar ao verão, acompanhar acepipes diversos e sobremesas delicadas. Para ser bem apreciado, deve ser consumido a uma temperatura de 12ºC.
Se a preferência for um espumante, a recomendação vai para o Casa de Santar Vinha dos Amores Espumante Encruzado 2017, também disponível no mercado há poucos meses, uma alternativa que tem conquistado os adeptos da categoria.
Website: Casa de Santar
- Wine & Soul apresenta Manoella Branco 2024: um branco com origem e carácter

Da histórica Quinta da Manoella, no coração do vale do Pinhão, chega ao mercado a nova colheita do Manoella Douro Branco 2024, da Wine & Soul. Produzido a partir de um terroir singular — uma parcela com 58 anos, situada a 600 metros de altitude numa encosta de solo granítico e virada a norte — este vinho expressa toda a frescura, mineralidade e identidade das castas autóctones do Douro.
As uvas de Gouveio, Viosinho, Rabigato e Códega do Larinho foram vindimadas no dia 28 de agosto, em perfeitas condições atmosféricas. Após seleção e desengace, foram prensadas numa prensa pneumática. A fermentação decorreu em cubas de inox e ovo de cimento, a temperaturas baixas, ao longo de 8 semanas, seguida de um estágio de 7 meses sobre borras finas.
De cor intensa e brilhante, o Manoella Branco 2024 revela aromas de flores primaveris e lima fresca. Na boca, destaca-se pela sua textura redonda e bom volume de boca. Apresenta também uma frescura fina, pureza de sabores e um equilíbrio notável, que lhe confere enorme versatilidade gastronómica.
Esta nova colheita dá continuidade ao perfil elegante e expressivo da gama Manoella, fruto da paixão e mestria dos enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges.
Manoella Douro Branco 2024 – 15,99€
Website: Wine & Soul
Website: Quinta da Manoella
- Entre vinhos e memórias: loja ribeirinha da Kopke reabre ao público após profunda renovação

A nova loja da Kopke, na frente ribeirinha em Vila Nova de Gaia, reabriu ao público após um período de obras integrais que dotaram o espaço de uma nova identidade – assim nasce uma “livraria de vinhos”, onde em destaque estão diferentes garrafas, todas elas contadoras de histórias.
A nova decoração, que ficou a cargo da P 06 studio, procura evidenciar o legado da Kopke enquanto a Casa de vinho do Porto mais antiga. Para construir esta narrativa visual foi desenvolvida uma relação com o omnipresente rio Douro e com a cidade do Porto, na outra margem, ao longo dos três pisos existentes. Tanto o rio como o casario portuense são tidos como “pinturas vivas”, ao alcance das janelas largas existentes.
No interior, destaque para os armários e expositores em madeira de nogueira cuidadosa e especificamente desenhados para a loja, a qual apresenta uma estética museográfica. Foram também aplicados materiais naturais, das madeiras e pedras aos metais, de maneira a estabelecer uma associação com os elementos essenciais à produção e conservação de vinho do Porto.
Cada um dos três pisos tem um propósito diferenciado: dedicam-se a capítulos distintos da história da Kopke. No primeiro piso encontramos uma apresentação rítmica e variada dos diferentes vinhos da marca; já no segundo, a história da centenária Kopke é contada e recriada através de publicidades e rótulos antigos aplicados sobre a madeira, uma coleção que representa um legado irrepetível e que não fica completa sem o certificado que atesta a Kopke como a casa de vinho do Porto mais antiga. No último piso constam ainda elementos históricos e fotografias que assinalam a evolução da marca ao longo do tempo.
Na nova loja estão presentes vários elementos expositivos, todos eles cuidadosamente legendados e enquadrados, num diálogo constante entre história, design e viticultura.
Provas de vinho e de azeites, vinhos a copo e snacks
Na nova loja da Kopke estão disponíveis diferentes provas de vinho, do Pack Clássico (S. Luiz DOC Branco, S. Luiz DOC Tinto, Dry White, Reserva Ruby e 10 Anos Tawny, por 28 euros por pessoa) ao Pack Excelência (Vintage, Colheita 2004 White, 30 Anos White, 40 Anos Tawny e Colheita 1966 Tawny, por 78 euros por pessoa). A estas experiências soma-se a possibilidade de provar vinho a copo, sendo que as muitas referências disponíveis se distribuem entre vinhos DOC Douro (provenientes da Quinta de São Luiz) e vinhos do Porto Kopke – White, Tawny e Ruby – incluindo algumas raridades da marca como o Colheita 1935 White, e os Colheitas 1937 e 1941 Tawny.
As mais de 30 referências a copo podem ser acompanhadas por petiscos pensados para a ocasião – da tradicional prova de queijos portugueses (24 euros) às batatas fritas, azeitonas ou frutos secos (2 euros). É também possível escolher entre uma prova de azeite e uma aguardente velha com o selo da marca Kopke.

Loja Sogevinus Kopke e São Luis e fotografia Ivo Tavares 
Loja Sogevinus Kopke e São Luis e fotografia Ivo Tavares 
Loja Sogevinus Kopke e São Luis e fotografia Ivo Tavares 
Loja Sogevinus Kopke e São Luis e fotografia Ivo Tavares 
Loja Sogevinus Kopke e São Luis e fotografia Ivo Tavares 
Loja Sogevinus Kopke e São Luis e fotografia Ivo Tavares A loja reabriu as suas portas no final de março, e funciona desde as 10h às 19h.
Website: Kopke
Website: Kopke Group
- GRAHAM’S PORT ANUNCIA O LANÇAMENTO LIMITADO DO PORTO TAWNY 80 ANOS

Pela primeira vez nos seus 200 anos de história, a Graham’s Port vai lançar um Porto Tawny 80 Anos, na sequência da introdução da categoria pelo Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto (IVDP), em janeiro.
O nosso Master Blender — mestre provador —, Charles Symington (4ª geração), elaborou este Porto Tawny 80 Anos para assinalar o 80º aniversário do seu pai e antecessor, Peter Symington (3ª geração), e, assim, celebrar a sua distinta carreira e carácter exemplar.
Datado da Segunda Guerra Mundial, o Porto Graham’s 80 Year Old Tawny é um vinho hipnotizante com um paladar cremoso e de textura luxuosa é simultaneamente concentrado e extraordinariamente suave e polido com camadas de complexidade. Apresenta suaves notas de caramelo, tangerina, marmelo, praliné, baunilha e depois uma sugestão de caramelo torrado no longo final de boca, que termina com notas de tabaco e chá preto. A acidez discreta proporciona uma frescura, graciosidade e equilíbrio notáveis.
O Porto Graham’s 80 Year Old Tawny junta-se à prestigiada coleção de Tawnies Envelhecidos da Graham’s, juntamente com os seus Portos Tawny de 40 e 50 anos, com desenhos que adornam a caixa inspirados nas espécies de árvores e plantas de vida longa que podem ser encontradas no Vale do Douro – símbolos de uma longevidade partilhada e da passagem gradual do tempo.
Charles Symington, co-CEO e mestre provador da Symington Family Estates, afirma: “O meu pai nasceu em 1944 – em plena Segunda Guerra Mundial – e a sua infância foi moldada pela recuperação pós-guerra numa época de profunda incerteza. Vários dos vinhos que compõem este lote especial datam dos anos 40, as décadas que passaram a envelhecer resultaram num Porto velho verdadeiramente magnífico. Foi um privilégio assinalar o 80º aniversário do meu pai com este vinho de excelência e agora é uma honra partilhá-lo com o mundo.”
A primeira edição do Porto Graham’s 80 Year Old Tawny está limitada a 600 garrafas. PVP: 2.000 euros por 75cl.



Website: www.symington.com
Websiste: https://www.grahams-port.com
Instagram: https://www.instagram.com/grahams_port
Instagram: www.instagram.com/symingtonfamilyestates
- João Portugal Ramos apresenta a nova CR&F XO Fine & Rare
Aguardente especial integra os valores de excelência, exclusividade e qualidade desta marca centenária, numa edição limitada e de perfil moderno

A CR&F lança uma nova edição da sua XO Fine & Rare, numa homenagem à tradição e à excelência da aguardente portuguesa. Esta 4ª edição é fiel ao seu ADN pela incansável obsessão pela perfeição. A procura pelos melhores lotes faz desta XO Fine & Rare uma aguardente especial, que celebra o património da Região Demarcada da Lourinhã, proporcionando uma experiência sensorial única aos apreciadores mais exigentes. De perfil moderno, esta edição limitada é um convite à celebração com um toque de sofisticação e exclusividade, ideal para partilhar em momentos especiais à mesa, entre amigos e família. Ou simplesmente por puro hedonismo.
Desde 1895 que a casa Carvalho, Ribeiro & Ferreira preserva e eleva o legado das melhores aguardentes portuguesas. Com mais de um século de tradição, a marca continua a ser símbolo de partilha de boas memórias à mesa, competência e confiança que passa de geração em geração.
A CR&F XO Fine & Rare ostenta um pedigree difícil de igualar. Produzida na Região Demarcada da Lourinhã – criada oficialmente em 1992 – é caso único no país e só encontra paralelo em outras duas regiões exclusivamente dedicadas à produção de aguardente vínica de qualidade, as regiões francesas de Cognac e Armagnac.
“Porquê uma Lourinha? Encontrámos nesta região um lote excecional, o fator extra que procuramos para fazer esta aguardente”, afirma o enólogo João Maria Portugal Ramos.
A primeira edição limitada desta CR&F XO data de 2021, sempre com o ADN da marca em mente – “a incansável obsessão pela perfeição e a procura dos melhores lotes de aguardentes nacionais” -, e este ano regressa a tempo da Páscoa.
A CR&F XO Fine & Rare que agora chega ao mercado, destaca-se pela cor dourada intensa e reflexos âmbar, resultado do prolongado estágio em barricas de carvalho francês e nacional.
No nariz, revela notas elegantes de frutos secos, como nozes e amêndoas torradas, envolvidas em nuances de baunilha, caramelo e especiarias. A influência Atlântica da região nota-se ainda num leve toque iodado e salino. No palato, a textura sedosa e equilibrada confirma os aromas, com destaque para o fruto seco tostado, mel e chocolate negro. A acidez bem integrada confere frescura e prolonga o processo de degustação, enquanto as notas de madeira nobre e especiarias acrescentam estrutura e sofisticação. O seu fim de boca é longo, persistente e harmonioso, deixando uma sensação de calor e elegância.
A região demarcada da Lourinhã
O processo de produção da CR&F XO Fine & Fine é minucioso, desde logo por se tratar de uma Lourinhac. A região tem características únicas de solo e clima – invernos temperados e verões frescos com o céu encoberto, pelo efeito da proximidade do mar e das cordilheiras da Estrela, Candeeiros, Montejunto e Sintra. Essas características climáticas dificultam a maturação da uva, o que confere aos vinhos um perfil rico em acidez e baixo teor alcoólico, perfeito para destilação. Para a produção deste produto de excelência, só são autorizadas cinco castas, sendo a Malvasia Rei, o Fernão Pires e a Tália as que têm maior expressão.
O processo de produção
A vinificação das uvas é feita apenas com as leveduras endógenas, sem qualquer adição de dióxido de enxofre ou de outros produtos enológicos, originando vinhos limpos, de cor palha citrina e de aroma bastante neutro. A destilação é feita através do método contínuo em alambique de torre, como em Armagnac. O envelhecimento do destilado é feito em barricas de carvalho nacional (castanho) e francês (de Allier e Limousin), com 250 litros de capacidade. Todas as barricas são submetidas a tosta própria, desenvolvida pela quinta em colaboração com a tanoaria.
Os primeiros anos de estágio ocorrem em barricas novas. Migram depois para cascos de madeira utilizados apenas para envelhecer aguardente. Posteriormente, os lotes finais são desenvolvidos em balseiros de madeira usada com volumes entre os 2.500 e os 8.000 litros. Os lotes vão sendo construídos ao longo de mais de dois anos, pela adição de pequenos volumes de diferentes barricas, para obtenção de uma aguardente requintada, singular e sem par.
Todos os elementos representam a obsessão da CR&F pelo detalhe
A garrafa, lentamente serigrafada a ouro, é uma fusão entre arte e ousadia, o que torna a peça irreverente e única. Para reforçar a sua exclusividade, cada unidade é acompanhada por uma elegante gargantilha numerada, selando a sua distinção. O estojo, onde as icónicas cordas estão presentes, remete à tradição e à herança deste produto excecional. Como prova da sua História e autenticidade, o histórico lacre acompanha o certificado, garantindo a sua origem e prestígio.



Website: João Portugal Ramos
- Quinta de Chocapalha lança Castelão 2022: a expressão elegante de uma casta tipicamente portuguesa

A Quinta de Chocapalha, situada em Alenquer, acaba de apresentar a nova colheita do seu clássico vinho de quinta, o Quinta de Chocapalha Castelão 2022. Este tinto monocasta, produzido com uma das castas mais típicas portuguesas, provém de vinhas com mais de 30 anos, plantadas pela família Tavares da Silva no sopé da mata da propriedade.
Conhecida por produzir vinhos frescos, aromáticos e com cor suave e apelativa, a Castelão ganha na Quinta de Chocapalha uma nova vida – o Quinta de Chocapalha Castelão Tinto 2022 é proveniente de 2,55 hectares de Castelão plantados em 1989, em solos profundos e argilo-calcários com exposição poente, que promovem uma maturação fenólica suave e homogénea.
O resultado é um vinho com identidade bem marcada, onde se destacam notas de framboesa, grafite e especiarias. Muito elegante, revela na prova frutos do bosque, frescura persistente e um final longo e envolvente.
“É um Castelão cativante, muito versátil e consensual, a provar!” — sublinha Sandra Tavares da Silva, enóloga da Quinta de Chocapalha, reforçando o compromisso contínuo da família com a valorização das castas autóctones e a produção de vinhos que espelham o caráter do terroir da região de Alenquer.
PVP Recomendado: Quinta de Chocapalha Castelão 2022 | P.V.P Recomendado – 9,50€
Website: Quinta de Chocapalha
Ficha técnica: Quinta de Chocapalha Castelão 2022
- Chegou a nova colheita do Marquês de Borba Reserva Tinto 2021
A elegância de um clássico que volta a surpreender

João Portugal Ramos apresenta a mais recente colheita do seu vinho mais emblemático, o Marquês de Borba Reserva Tinto 2021, reforçando o estatuto de um dos grandes ícones do Alentejo, que já vai na sua 16ª edição e continua a afirmar-se como um clássico da região, reunindo consistência, identidade e excelência enológica.
Uma das marcas mais emblemáticas de João Portugal Ramos, Marquês de Borba alia a tradição do Alentejo a uma enorme qualidade, presente desde a primeira colheita da marca em 1997. O nome surge da feliz coincidência das vinhas e adega de João Portugal Ramos estarem localizadas na sub-região de Borba, e de um tio ter o título nobiliárquico Marquês de Borba, título este criado em 1811.
Produzido a partir de uma criteriosa seleção das castas Trincadeira, Aragonez, Alicante Bouschet e Cabernet Sauvignon, as uvas são colhidas manualmente e pisadas a pé em lagares de mármore, reforçando o caráter e a autenticidade do vinho. É depois envelhecido em meias pipas novas de carvalho francês durante um período de 18 meses. Posteriormente, o vinho estagia mais uns meses em garrafa.
O Marquês de Borba Reserva Tinto 2021 é um vinho de cor retinta e profunda, com estrutura firme, taninos bem integrados e um perfil aromático marcado por notas de frutos vermelhos, especiarias e compotas. Potente e elegante com um longo e distinto final, um vinho de guarda, que pode também ser apreciado desde já, acompanhando pratos de carne assada, caça, enchidos tradicionais ou queijos curados.
Segundo o enólogo João Portugal Ramos, “o Marquês de Borba Reserva tem tudo aquilo que procuro quando idealizo um vinho: concentração, harmonia, vinosidade, frescura e capacidade de envelhecimento. É o vinho que melhor reflete o meu gosto e estilo enológico”.
Vinte e oito anos após o seu primeiro lançamento, este tinto consegue manter-se no lugar cimeiro dos rankings de vinhos portugueses.
Marquês de Borba Reserva não é apenas um vinho — é parte da história do Alentejo. Se já o conhece, vai querer redescobri-lo. Se ainda não o provou, este é o momento ideal.


PVPR: 62,50€
Website: João Portugal Ramos
- Taylor’s Celebra o Segundo Lançamento do Sentinels com o Vintage 2023

Seguindo a tradição, a Taylor’s faz a sua declaração de Vintage no dia 23 de abril, Dia de São Jorge, o padroeiro de Inglaterra. Este ano, a Taylor’s anuncia o Sentinels Vintage 2023, apenas o segundo engarrafamento deste distinto novo Vintage da casa, introduzido pela primeira vez no ano passado com o 2022.
Após o sucesso do lançamento inaugural do 2022, o Taylor’s Sentinels Vintage 2023 é mais uma expressão notável do carácter profundo, complexo e frutado que define os históricos vinhedos do Vale do Pinhão. Proveniente das quatro prestigiadas quintas da Taylor’s – Terra Feita, Junco, Casa Nova e Eira Velha – este novo lançamento complementa o primeiro, consolidando o compromisso da Taylor’s em produzir vinhos de qualidade excecional e grande complexidade.
Quando a região do Douro foi demarcada pela primeira vez em 1756, a zona que produzia os melhores vinhos do Porto era conhecida por “Feitoria” e autorizada para exportação. Esta área era delimitada por pilares de pedra, ou ‘marcos de feitoria’. As quatro propriedades da Taylor’s incluídas no Sentinels podem ser encontradas nesta área de eleição.
O nome ‘Sentinels’ presta homenagem aos icónicos marcos de granito, dando continuidade à longa tradição de produzir os melhores vinhos do Porto a partir daquela que há muito é considerada a melhor área região demarcada.
Adrian Bridge, Diretor-Geral e Chairman da Taylor’s, declara: “Estamos incrivelmente orgulhosos de apresentar o Taylor’s Sentinels Vintage 2023. Este lançamento dá continuidade à nossa tradição de produzir vinhos que celebram a rica herança do Vale do Douro e das propriedades da Taylor’s. O Taylor’s Sentinels é uma celebração do nosso legado, e este novo Vintage reafirma o seu lugar entre os nossos melhores vinhos.”
Para o lote do vintage de 2023 foram selecionados os melhores componentes, garantindo que o vinho final encarna as características distintivas de cada propriedade, harmonizando-os num conjunto elegante e equilibrado. Cada propriedade contribui com qualidades únicas provenientes da altitude, exposição solar e castas, resultando num vinho poderoso e refinado, com uma fruta intensa e grande complexidade, que reflete o trabalho meticuloso da equipa de enologia da Taylor’s.
David Guimaraens, diretor de enologia da Taylor’s, comenta: “Depois da boa época de crescimento em 2023, a chuva que caiu no início de setembro foi bem-vinda para as vinhas mais stressadas, mas também limitou o número de parcelas de qualidade disponíveis. Um dos fatores decisivos na produção de um Vintage, como o Taylor’s Sentinels, é a possibilidade de selecionar as melhores parcelas das nossas propriedades e combiná-las para mostrar a verdadeira expressão do terroir do Vale do Pinhão.”
David também referiu que “tal como o primeiro, o Sentinels Vintage 2023 tem potencial de envelhecer graciosamente na garrafa, apresentando uma longa vida pela frente. No entanto, é muito agradável na sua juventude, oferecendo aos entusiastas do vinho a oportunidade de desfrutar do caráter excecional do Vale do Pinhão desde a sua juventude.”
O Taylor’s Sentinels Vintage 2023 estará disponível nos mercados para onde a Taylor’s exporta, através dos seus distribuidores e retalhistas, oferecendo aos colecionadores e amantes de vinho uma oportunidade única de possuir uma parte do legado da Taylor’s.
NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2023
2023 foi um ano gratificantemente chuvoso, após um ciclo muito seco nos anos anteriores. 2022 foi um dos anos mais áridos da história recente, com apenas 354 mm de chuva registados durante a época de crescimento. No inverno de 2023, tivemos 484 mm de precipitação, o que foi fundamental para repor as reservas de água no solo, de que tanto precisávamos.
O abrolhamento começou a 18 de março, três dias mais tarde do que a nossa média de 21 anos (que é 15 de março). O mês foi seguido por um abril muito quente e seco, que marcou o início da nossa época. O crescimento das videiras beneficiou com o calor da primavera, e a época avançou duas semanas em relação ao habitual.
A floração ocorreu a 1 de maio em todas as vinhas das cotas mais baixas. Depois do inverno chuvoso e da primavera quente, as videiras tiveram um rejuvenescimento vital, após a época extremamente quente e seca de 2022.
Tivemos um período chuvoso entre 22 de maio e 10 de junho, com 96 mm de chuva no Pinhão, o que trouxe uma grande ameaça de míldio, mantendo a equipa em alerta para proteger as vinhas. Durante este período, houve 13 dias com avisos amarelos para o granizo, que de facto ocorreram em várias partes da região, mas, felizmente, ficaram limitados a algumas pequenas áreas.
Apesar do desafio do míldio, a chuva foi muito bem-vinda para manter as reservas de água.
O Pintor foi registado no Pinhão a 7 de julho, quatro dias mais tarde do que em 2017 (um ano igualmente adiantado). Julho teve uma temperatura média de 24,5°C, considerada normal. Contudo, ao contrário do habitual, agosto foi extremamente quente, com uma média de 26,2°C, sendo que no final do mês o calor foi particularmente intenso nos dias 21 e 22, em que registámos dois dias acima dos 45°C, o que teve um impacto tremendo nas vinhas. Nas cotas mais baixas, houve muito escaldão, mas nas vinhas de meia encosta, menos expostas, este calor foi benéfico para o amadurecimento das uvas.
A vindima começou em meados de agosto com as uvas brancas, mas para as nossas uvas tintas esperámos até 4 de setembro, pois no dia 3 caíram 13 mm de chuva no Pinhão, o que deu um último empurrão no amadurecimento final, permitindo colher as uvas em boas condições.
No entanto, outro fator que marcou esta vindima foi uma segunda vaga de chuva a 10 de setembro, com 26 mm no Pinhão, com bastante intensidade. Isto obrigou a uma pausa na vindima, contudo o tempo, entretanto, melhorou, permitindo mais uma semana de uvas de boa qualidade. Até que, a 16 de setembro, ocorreu um terceiro episódio de chuva, com 60 mm de precipitação, o que alterou completamente o ritmo da vindima. A partir daí, tornou-se uma corrida contra o tempo para trazer as uvas restantes para as adegas e concluir a colheita.
NOTA de PROVA
Núcleo negro de púrpura intenso e profundo, com uma fina auréola violeta. O nariz assenta numa base robusta de aromas luxuriantes e ricos a groselha-preta, amora e cereja, entrelaçados com apontamentos de abrunho e damasco. Notas de esteva e hortelã dançam no nariz, conferindo vibração e frescura.
Fruta madura de qualidade extraordinária, taninos envolventes e sumptuosas amoras com um toque de chocolate negro. Uma agradável reminiscência a cedro, um ligeiro toque de alcaçuz e um final longo e sedoso. Este vinho exibe a qualidade hedonista e generosa das quintas da Taylor’s no Vale do Pinhão.



Website: Taylor’s
- Vinha do Altar Reserva Douro Branco 2024: a frescura da altitude e a elegância do planalto duriense

Oriundo de uma vinha plantada em altitude na sub-região do Cima Corgo, o Vinha do Altar Reserva Douro Branco está de regresso, com a colheita de 2024 a chegar agora ao mercado. A referência que já dispensa apresentações tem o cunho da Wine&Soul, fundada em 2001 pelo casal de enólogos Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges.
O vinho que, na sua essência, conjuga elegância, frescura e untuosidade é fruto das condições que lhe servem de berço: a vinha do Altar encontra-se no planalto de Fermentões, a 600 metros de altura, e conta com uma exposição voltada a Norte. Nestas videiras crescem três castas que são a espinha dorsal da referência: Viosinho, Gouveio e Arinto.
Para a sua conceção, a vindima decorreu na primeira semana de setembro debaixo de um céu limpo, sem adversidades meteorológicas. Depois de cuidadosamente selecionadas e desengaçadas, as uvas foram prensadas numa prensa pneumática e fermentadas a baixas temperaturas ao longo de quatro semanas. O estágio aconteceu sobre borras finas durante oito meses.
Concluída a viagem da feitura do vinho, o mesmo revela um aroma cítrico muito vibrante, com notas de pêssego e outros apontamentos florais. Na boca evidência a elegância da estrutura, juntamente com frescura e untuosidade, um trio numa coexistência harmoniosa.
O Vinha do Altar Reserva Douro Branco 2024, à semelhança das colheitas anteriores, procura respeitar o legado da Wine&Soul que, desde o primeiro dia, se tem afirmado a criar vinhos que expressem o carácter das vinhas velhas e também das castas indígenas do Douro.
Vinha do Altar Reserva Douro Branco 2024 – P.V.P. aproximado: 12,95€
Website: Wine&Soul
- Adega de Favaios lança Obliti, edição rara de colheita tardia
Obliti, uma outra forma da nobreza Moscatel

O carácter de exceção do Obliti reforça a nobreza da casta Moscatel Galego Branco. A nova edição do colheita tardia da Adega de Favaios oferece-nos um vinho raro e desafiante.
O Obliti 2019 da Adega de Favaios é um manifesto ao prodígio da viticultura. O dia da colheira foi especialmente tardio, a 16 de dezembro de 2019. O que revela uma maturação e desidratação longa e gradual das uvas na vinha.
Na prática, aconteceu o desenvolvimento do fungo Botrytis cinerea, mas em condições climatéricas específicas – humidade outonal seguida de semanas frias e soalheiras –, favoráveis a uma podridão nobre, que beneficia a concentração dos açúcares e dos ácidos naturais, além de gerar compostos aromáticos complexos e elegantes.
Quinta edição em 19 anos (edições de 2006, 2008, 2011, 2013 e agora a de 2019), a vindima das uvas para o Obliti, exclusivamente manual, foi feita com precisão, selecionando apenas cachos afetados pela Botrytis. Após nova triagem na adega e suave prensagem, a fermentação decorreu lentamente durante seis meses em cubas de inox, seguida de um estágio de cinco anos em barricas antigas de carvalho francês, adquirindo o vinho concentração e profundidade.
Importa ainda identificar a casta de tão nobre colheita, de parcela única e com localização no planalto de Favaios, a Moscatel Galego Branco. O Obliti é bem revelador do potencial desta variedade para se expressar em diferentes estilos, nomeadamente num vinho colheita tardia, raro e desafiante.
Nota de prova Obliti 2019
Produzido apenas em anos extraordinário, após vindima manual, realizada com extremo cuidado e selecionando apenas os cachos devidamente afetados pela podridão nobre. Na adega, as uvas foram novamente escolhidas e prensadas suavemente, dando início a uma fermentação em depósito de inox que se prolongou por cerca de seis meses. Concluída a fermentação, o vinho estagiou durante cinco anos em barricas velhas de carvalho francês, previamente utilizadas em colheitas tardias antigas, adquirindo concentração e profundidade.
Vinho elegante, de grande intensidade aromática, destacando-se notas de mel, flor de laranjeira, citrinos e os aromas de fungo típicos da Botrytis. Na boca, destaca-se pelo equilíbrio entre a doçura e a acidez, terminando com um final longo e envolvente.



PVP aconselhado: 35 euros
Ficha técnica: Obliti 2019
Website: Adega de Favaios
- A nova edição limitada do Vinha dos Muros chega ao mercado a tempo do verão

Duorum Vinha dos Muros Branco 2024 Com a chegada dos dias quentes de verão, chega também a 2ª edição do Vinha dos Muros, um vinho branco, da casa João Portugal Ramos, que no ano passado conquistou a distinção de melhor vinho branco do Douro no 11º Festival do Vinho do Douro Superior.
O vinho Duorum Vinha dos Muros Branco 2024, da casa João Portugal Ramos, tem como equipa de enologia João Perry Vidal e João Maria Portugal Ramos. Lançado, pela primeira vez, em abril de 2024, foi eleito o melhor vinho branco do Douro no Festival no 11º Festival do Vinho do Douro Superior.
O Vinha dos Muros é o vinho “de vinha” do projeto Duorum. Tem origem numa pequena parcela única e diferenciadora, plantada com as castas arinto e gouveio e ladeada por muros antigos de xisto que fazem parte do património da região do Douro, cujo restauro e preservação são asseguradas pela Duorum.
Destas vinhas de 12 a 16 anos de idade nasceu este branco, numa edição limitada a 6.000 garrafas, com aroma intenso a citrinos (lima e tangerina) e leves notas de anis e menta. Na boca é muito fresco e de acidez fina e equilibrada, com a fruta envolvida por ligeiras notas fumadas. O fim de boca é longo e fresco.
O projeto Duorum foi criado em 2007, com o objetivo de produzir vinhos de elevada qualidade, ancorados numa prática de viticultura sustentável. É casa de vinhos bem conhecidos como Tons de Duorum ou Duorum Colheita, e ainda de raridades como O’Leucura. As vinhas da Duorum, localizadas na região do Douro Superior, num terroir excecional e protegido, estão erguidas em socalcos com diferentes altitudes, entre 150 e 500 metros, e têm plantadas apenas castas autóctones.
PVP: 20€
Locais de venda: garrafeirasDescubra todo o universo João Portugal Ramos em:
www.jportugalramos.com
www.duorum.pt
Instagram: @duorumwines
Facebook: @J.PortugalRamos
- Trilogia Quadraginta: a carta de despedida de Domingos Soares Franco

“Foi em 1980 que regressei à Quinta de Camarate, às vinhas da família e ao sonho da enologia e viticultura. Aportei em casa com o velho baú, que me acompanhara Estados Unidos fora”. É com uma retrospetiva pelos sonhos que viveu que inicia a carta de despedida de Domingos Soares Franco, enólogo inspirador e vice-presidente da José Maria da Fonseca, que apresenta a sua última criação – a Trilogia Quadraginta. Uma edição limitada, com a assinatura exclusiva daquele que celebra quatro décadas de dedicação à arte de fazer vinho, e que reflete a mestria e inovação do seu legado.
A gama Quadraginta é composta por três vinhos distintos – um tinto, um branco e um moscatel de setúbal – sendo cada um deles, uma homenagem e uma interpretação singular da riqueza e complexidade da Península de Setúbal. Criados a partir de castas cuidadosamente selecionadas e com envelhecimento em barricas de carvalho, estes vinhos traduzem a visão e o savoir-faire do enólogo numa expressão única e sofisticada.
A Trilogia
Tudo começou em 1980, quando Domingos Soares Franco regressou à Quinta de Camarate, às vinhas da família e ao sonho da enologia e viticultura. Daí, voou até Estados Unidos fora, de onde trouxe os mais profundos saberes. À procura de saber mais e levar mais longe os vinhos da família, Domingos viveu entre experimentações na adega e viagens por esse mundo fora. Foram anos de dedicação ao vinho, fruto de uma grande paixão. Em 2020, as palavras do seu pai, ecoaram-lhe no pensamento: “Sai na altura certa, com lucidez e a porta grande aberta.” Assim fez Domingos Soares Franco, deixando uma carta de despedida que só poderia ser aberta anos depois. Chegou o momento.
Quadraginta Tinto vinho regional Península de Setúbal 2017
O Quadraginta Tinto vinho regional Península de Setúbal 2017 é para Domingos Soares Franco o tinto sonhado há vários anos. O lote final deste vinho é composto por uma seleção especial de castas tradicionais da Península de Setúbal – Touriga Francesa (22%), a casta nacional de eleição para Domingos, proveniente da Herdade de Algeruz de uma vinha de 1998; Trincadeira (44%) da Herdade de Algeruz; e, por fim, a tão querida Castelão Francês (34%), uma pequena parte proveniente de Algeruz e a maioria de uma vinha na Serra da Arrábida. Com uma longevidade de 15 anos, este é um vinho de tonalidade vermelho com rebordos de telha. O seu aroma é elegante com madeira “quanto basta”, com grande evolução no copo, complexo, frutado, com aromas a mirtilos, framboesa vermelha, cassis, estevas, violetas, kiwi, especiarias e flor alcaçuz. No paladar, mostra-se muito elegante, complexo e frutado, com taninos muito suaves, mas firmes. O seu final é muito longo. Para uma melhor apreciação, a garrafa deve ser aberta 24 horas antes de apreciar, utilizando copos grandes e consumido a uma temperatura de 18º graus.
Quadraginta Branco vinho de mesa 2021
Numa ode ao tão desejado branco, “com madeira quanto basta”, eis o Quadraginta Branco vinho de mesa 2021. As castas pensadas para este vinho foram o Riesling (46%), de uma vinha com 20 anos em Trás-os-Montes, Antão Vaz (44%) de uma vinha com 30 anos na Herdade de Algeruz e, Alvarinho (10%), de uma vinha com 30 anos na Quinta de Camarate. Com uma longevidade de 12 anos, este é um branco de cor amarelo com laivos dourados. O seu aroma é complexo, sempre em evolução, e frutado, lembrando meloa rosa, marmelada, pêssego, mas também jasmim, petróleo e alguma madeira. Na boca, apresenta frescura, uma boa acidez, enquanto se encontra cheio, equilibrado e elegante. Tudo isto suportado por alguma madeira de cascos de carvalho francês. O seu final é muito longo. Para melhor apreciação, a garrafa deve ser aberta umas horas antes de ser servido num copo de tinto grande a uma temperatura de 16º graus.
Quadraginta Moscatel de Setúbal 1998
Por fim, o Quadraginta Moscatel de Setúbal 1998, sendo este vinho para Domingos Soares Franco, o melhor Moscatel de Setúbal que alguma vez fez. Este vinho começou com o espírito criativo e experimentalista do enólogo, de parar vinho generoso com aguardentes provenientes das regiões de Cognac e de Armagnac. Assim, em 1998, Domingos iniciou essa experiência com diversas percentagens dessas duas aguardentes. Após finalizar essa fermentação e respetiva maceração pelicular, o vinho foi para envelhecimento em cascos de madeira usada. Domingos esqueceu-se do vinho até ao tempo da pandemia, onde, retomou esta criação e provou o vinho. De tom dourado com laivos esverdeados, este generoso apresenta um aroma a frutos secos como nozes, figos, avelãs, mas também mel, manga, caixa de charuto, caramelo, trufa, café, acácia, flor limoeiro, coco e casca de laranja. É muito complexo e completo no nariz. Já no paladar, apresenta-se muito frutado, redondo, macio, muito elegante, com doçura elevada, mas muito bem equilibrada pela acidez presente. O seu final de prova é interminável. Para uma verdadeira apreciação deve ser consumido a 12º graus. Com 22 anos de maturação, este vinho é certamente uma verdadeira joia da enologia portuguesa.
“Quadraginta é o reflexo da minha paixão pelo vinho e pelo terroir de Setúbal. Cada garrafa transporta consigo a minha história, experiência e compromisso com a qualidade e inovação. Este é o resultado de 40 anos de carreira, e este é o culminar de todas as minhas criações”, afirma Domingos Soares Franco.
Disponível em edição limitada, a trilogia Quadraginta pode ser adquirida em lojas especializadas e no enoturismo da José Maria da Fonseca.
Quadraginta Tinto vinho regional Península de Setúbal 2017 | P.V.P. Recomendado €190
Quadraginta Branco vinho de mesa 2021 | P.V.P. Recomendado €98
Quadraginta Moscatel de Setúbal 1998 | P.V.P. Recomendado €220
Pack da Trilogia Quadraginta (3 garrafas) | P.V.P. Recomendado €500
Website: José Maria da Fonseca
- A QUINTA DO NOVAL DECLARA O PORTO VINTAGE 2023

Christian Seely, Director Geral da Quinta do Noval, comenta:
“É com grande satisfação que anuncio a declaração de três excecionais Vinhos do Porto Vintage da Quinta do Noval, da colheita de 2023: o Quinta do Noval Nacional Vintage 2023, o Quinta do Noval Vintage 2023 e o Quinta do Passadouro Vintage 2023. O ano de 2023 trouxe um clima ameno, uma mudança refrescante face à tendência recente. Um inverno temperado e particularmente chuvoso reabasteceu por completo os tão necessários níveis de água no solo.
A primavera, amena e seca, proporcionou condições ideais ao desenvolvimento da vinha e a uma floração precoce e saudável.
Julho e agosto foram marcados por um clima suave e soalheiro, sem episódios de calor extremo ou stress hídrico. Estas condições permitiram uma maturação lenta e homogénea das uvas até setembro, quando foram vindimadas em excelente estado sanitário, chegando aos lagares maduras, saudáveis, com uma expressão aromática limpa, equilíbrio fenólico e frescura ideal. Os resultados foram excecionais em várias parcelas de Touriga Nacional, Touriga Francesa e Sousão. A vinha do Nacional e outras vinhas velhas em mistura de castas revelaram-se extraordinárias.
Os vinhos mostram uma notável pureza de fruta, estrutura e profundidade aromática. São vinhos do Porto Vintage de grande elegância, complexidade e equilíbrio, já expressivos na juventude, mas com estrutura e profundidade para envelhecer e evoluir em garrafa durante muitas décadas.”
Ficha Técnicas:
Quinta do Noval Nacional Vintage 2023
Quinta do Passadouro Porto Vintage 2023
Website : Quinta do Noval – Douro
- Azeite Pintas 2024: a autenticidade e frescura do Douro

A nova colheita do Azeite Pintas Virgem Extra 2024 já está disponível, reafirmando o compromisso da Wine & Soul com a criação de produtos de excelência no Douro. Desenhado a partir das oliveiras centenárias que rodeiam as vinhas do icónico vinho tinto Pintas, este azeite biológico distingue-se pelo seu equilíbrio, frescura e complexidade aromática.
Sandra Tavares da Silva e Jorge Serôdio Borges iniciaram a produção de azeite em 2007, com o objetivo de expressar a riqueza do terroir duriense através de um produto autêntico e de qualidade superior. “O Azeite Pintas reflete a essência dos nossos olivais históricos, captando a intensidade e frescura das variedades das azeitonas Cobrançosa, Madural e Verdeal, num perfil equilibrado e sofisticado”, afirma Jorge Serôdio Borges.

A colheita de 2024 seguiu o habitual processo artesanal e sustentável. As azeitonas foram cuidadosamente colhidas à mão na última semana de outubro e submetidas a uma extração suave e a frio, garantindo a preservação de todo o seu potencial aromático. O resultado é um azeite virgem extra de acidez extremamente baixa (<0,1%), que combina notas vibrantes de erva fresca, maçã e banana verde com um final de boca elegante e persistente.
No paladar, revela ainda nuances de pimenta preta e casca de noz verde, proporcionando uma experiência sensorial única.
Com uma produção limitada a apenas 7.000 garrafas, o Azeite Pintas 2024 promete conquistar os apreciadores mais exigentes, reforçando a identidade e autenticidade do Douro como região produtora não só de grandes vinhos, mas também de azeites de excelência.
Azeite Pintas Virgem Extra 2024 | P.V.P Recomendado – 17,95€
- A frescura da Serra do Mendro e a expressão do tempo: Herdade Aldeia de Cima lança Garrafeira Tinto 2021

Desenhado a partir de um pequeno lote de Alicante Bouschet e Aragonês, o Garrafeira Tinto 2021 da Herdade Aldeia de Cima nasce com uma produção limitada a 3.000 garrafas. É um vinho sério, fiel à sua terra, uma combinação única de origens robustas, sofisticado e de identidade invulgar.Vindimadas à mão, com o mínimo de intervenção enológica, as castas com igual presença no lote dão origem à segunda edição deste Garrafeira, que continua a ser reflexo da frescura natural da Serra do Mendro.
A colheita de 2021 reflete um ano vitícola de grande qualidade, que permitiu a obtenção de uvas frescas e sãs, marcado por um verão fresco e com a habitual e pronunciada amplitude térmica diária, característica do lugar.
Com um estágio de 18 meses em balseiro de carvalho francês de 3.000 litros seguido de 18 meses em garrafa, o Garrafeira Tinto 2021 é, sem dúvida, uma expressão da riqueza singular do terroir irrepetível, gerador de vinhos com personalidade forte e duradoura. Luísa Amorim, proprietária da Herdade Aldeia de Cima refere: “Este grande vinho de 2021, intemporal e com forte personalidade, é o reflexo das suas próprias origens e resultado de tradições locais, sendo, por isso, um apelo ao que é genuíno. Não poderia ter vindo de outro lugar senão deste Alentejo.”
Herdade Aldeia de Cima Garrafeira Tinto 2021
P.V.P.R: 90 euros
Produção: 3000 gfs de 0,75l e 120 gfs de 1,5l
Website: Herdade Aldeia de Cima
- ANDREOLA VENCE “BEST OF SHOW PROSECCO” NO PRESTIGIADO MUNDUS VINI 2025

Dirupo Valdobbiadene DOCG Brut 2023 Um novo reconhecimento de prestígio para o Dirupo Valdobbiadene DOCG Brut 2023 by Andreola, que recebeu o título de “Best of Show Prosecco” no Mundus Vini Spring Tasting 2025, um dos mais conceituados concursos internacionais de vinhos.
Organizado na Alemanha pela Meininger Verlag GmbH, o Mundus Vini distingue todos os anos os melhores vinhos de todo o mundo, selecionando os vencedores através de meticulosas provas cegas conduzidas por um painel de juízes especialistas. O título “Best of Show” é atribuído exclusivamente ao vinho que recebe a pontuação mais elevada na sua respectiva categoria, reconhecendo a sua qualidade e distinção excepcionais.
“Ser reconhecido numa competição tão prestigiada não é apenas uma conquista, mas uma forte motivação para continuar neste caminho com ainda mais determinação”, diz Stefano Pola, proprietário da adega.
“Este prémio”, acrescenta Mirco Balliana, enólogo da adega, ”é uma importante confirmação do valor do Valdobbiadene DOCG e da nossa inabalável dedicação. O Prosecco Superiore Valdobbiadene DOCG é o resultado de um trabalho meticuloso tanto na vinha como na adega, onde cada decisão é guiada pelo respeito pela terra e pela procura da expressão da mais alta qualidade.”



O Dirupo Valdobbiadene DOCG Brut 2023, uma verdadeira encarnação da elegância e finesse que definem o Prosecco Superiore Valdobbiadene DOCG, solidifica ainda mais a sua posição como um dos vinhos emblemáticos da Andreola, reafirmando a capacidade da adega de mostrar plenamente a excelência do seu terroir.
Website:
- Villa Oliveira Vinha Centenária Pai D’Aviz 2018 recebe tripla distinção e posiciona-se entre os melhores vinhos do país

Fruto de uma vinha centenária e pré-filoxérica, plantada no sopé da Serra da Estrela, o Villa Oliveira Vinha Centenária Pai D’Aviz 2018 foi distinguido pelas duas mais importantes publicações do sector, a Revista de Vinhos e a revista Grandes Escolhas. Ao todo, recebeu três prémios que o posicionam entre os melhores vinhos lançados no país em 2024, deixando em evidência a qualidade do produtor Casa da Passarella e do seu enólogo, Paulo Nunes.
A Revista de Vinhos colocou o Villa Oliveira Vinha Centenária Pai D’Aviz 2018 no “TOP 10 Vinhos Portugueses”, pela elevada pontuação alcançada, figurando, inclusive, na segunda posição face aos tintos mais bem classificados. O vinho, vindo da sub-região da Serra da Estrela, no Dão, recebeu ainda o diploma “Vinho Excelência”, atribuído a um total de 30 vinhos.
Semelhante mérito foi reconhecido pela revista Grandes Escolhas, que incluiu o Villa Oliveira Vinha Centenária Pai D’Aviz 2018 no “Top 30” dos melhores vinhos do ano, uma distinção atribuída na passada sexta-feira, 7 de março, numa cerimónia de prémios que ocupou o Centro de Congressos do Estoril.

Uma vez vindimadas as uvas, a fermentação espontânea ocorre em lagar de granito com engaço parcial. Seguiu-se um estágio prolongado, de três invernos, em tonel de 25 HL, processo que permitiu uma estabilização natural do vinho, não existindo, assim, a necessidade de qualquer processo de filtração, passando diretamente do tonel para a garrafa.
O resultado é um vinho de cor aberta, com notas aromáticas de frutas silvestres, terrosas, florais e ainda vegetais, preservando o classicismo do Dão e da Serra da Estrela. Com um final de boca memorável e convidativo, está apto a consumo imediato, embora seja uma referência de guarda, capaz de reservar e acomodar em si, durante vários anos, o ADN da Casa da Passarella.
Villa Oliveira Vinha Centenária Pai D’Aviz 2018 – 54,5€
Website: Casa da Passarella
- A multiplicidade do terroir e a identidade das vinhas velhas: as novidades da Quinta da Boavista

Da Quinta da Boavista, histórica propriedade localizada perto do Pinhão, na margem direita do rio Douro, surge uma mão cheia de novidades das mais icónicas referências. Ei-las: Quinta da Boavista Alicante Bouschet 2021, Quinta da Boavista Vinha do Levante 2022, Quinta da Boavista Vinha do Oratório 2021, Quinta da Boavista Vinha do Ujo 2021 e, por fim, o Boa-Vista Reserva Tinto 2021.
Numa ode à mestria do Douro, os ex-libris da Quinta da Boavista que acabam de chegar ao mercado são provenientes dos 36 hectares de vinhas da propriedade que, juntas, criam um cenário geométrico de socalcos construídos à mão no xisto típico da região. É também nesta quinta que, todos os anos, nascem novos vinhos monovarietais, numa homenagem às castas que mais se destacaram nessa colheita.
Alicante Bouschet, a casta estrangeira mais portuguesa, evidenciou-se em 2021, no Douro, pela sua estrutura e concentração. Uvas plantadas em patamares orientados a Nordeste, com menor incidência solar ao fim do dia, condições propícias a um bom crescimento e maturação equilibrada estão na origem do Quinta da Boavista Alicante Bouschet 2021, um vinho de cor densa e vincada. O eflúvio de fruta vermelha envolta em notas especiadas de grande frescura realçam-lhe a garra e estrutura. Robusto, de textura aveludada e com taninos cheios, é um vinho que procura arrebatar.
Conhecido e reconhecido por ser o primeiro vinho branco da propriedade, o Quinta da Boavista Vinha do Levante 2022 é um blend das castas Arinto e Viosinho. Delicada e, ao mesmo tempo, complexa, a referência nasce na vinha que lhe empresta o nome, localizada numa das cotas mais altas – com orientação nascente, recebe os primeiros raios de sol da manhã e fica protegida dos últimos do dia, proporcionando uma maturação equilibrada das uvas. Plantadas em patamares, as castas Arinto e Viosinho conseguem, nesta vinha, expressar as suas melhores características, as quais se refletem num vinho singular. De cor cítrica e cristalina, mostra-se límpido e untuoso – lentamente, vai libertando notas de fruta de polpa branca, juntamente com ervas ligeiramente aromáticas e, ao mesmo tempo, frescas. Em boca, um trio equilibrado: cremosidade, frescura e notas de especiarias.
Já o Quinta da Boavista Vinha do Oratório 2021 é um vinho cujas uvas provêm de uma só parcela que recebeu o nome de Oratório devido aos seus impressionantes terraços ondulados com quase oito metros de altura. Com mais de 90 anos de vida, estas videiras são o berço de um vinho marcado pela concentração e pela complexidade. De cor profunda e aroma denso, a fruta vermelha e as ameixas pretas estão harmoniosamente integradas com as notas balsâmicas, especiadas e fumadas do envelhecimento em cascos de carvalho francês. Na boca é sedoso, vibrante e complexo, onde a estrutura tânica está meticulosamente inserida. Este Oratório é um regresso ao passado no Douro e um tributo a todos aqueles que contribuíram para que continuemos a obter vinhos de carácter identitário.
Da Vinha do Ujo saem testemunhos de décadas e décadas de trabalho em prol da expressão carismática de um terroir único. O Vinha do Ujo 2021 é uma homenagem às videiras cujos registos remontam aos anos 1930, plantadas em patamares horizontais pré-filoxéricos. As suas mais de 25 castas traduzem uma diversidade só possível de encontrar em vinhas tão antigas. De envolvente cor rubi, apresenta notas de floresta bem entrelaçadas com especiarias finas e aromas de frutos silvestres. Capaz de uma experiência simultaneamente subtil e inebriante.
Por último, o Boa-Vista Reserva Tinto 2021 constitui a “espinha dorsal” do portfolio da quinta e resulta de um lote feito com uvas de vinhas velhas e vinhas mais recentes. Um tinto que reflete a conjugação de múltiplos microterroirs. As diferentes castas, de distintas idades, altitudes e exposições solares diversas expressam-se aqui de uma forma única, originando um vinho multifacetado, inimitável no carácter, longevidade e elegância. De tonalidade vibrante, o reserva apresenta um aroma complexo a fruta negra, de grande amplitude e generosidade, complementado por notas frescas de especiaria fina e elegante. Na boca, mostra-se cremoso e com taninos bem polidos, redondos, onde se destaca uma frescura a lembrar frutos vermelhos, juntamente com notas florais.
Quinta da Boavista Alicante Bouschet 2021 PVP recomendado e não vinculativo: 28,00€
Quinta da Boavista Vinha do Levante 2022 | PVP recomendado e não vinculativo: 35,00€
Quinta da Boavista Vinha do Oratório 2021| PVP recomendado e não vinculativo: 125,00€Quinta da Boavista Vinha do Ujo 2021 | PVP recomendado e não vinculativo: 125,00€
Boa-Vista Reserva Tinto 2021 | PVP recomendado e não vinculativo: 45,00€
Website: Quinta da Boavista
- NERO OSSIDIANA, O TINTO DAS ILHAS EÓLIAS POR TENUTA DI CASTELLARO

Um símbolo do terroir vulcânico, composto por 90% de Corinto Nero, este vinho incorpora a missão da vinícola siciliana de preservar as tradições e características únicas da região
Lipari (Ilhas Eólias – Sicília)
Uma antiga variedade nativa, uma clara intenção de perpetuar a tradição milenar de vinificação de Lipari e a visão de criar o primeiro verdadeiro “tinto clássico das Ilhas Eólias”: foi assim que nasceu o Nero Ossidiana, um dos vinhos de assinatura da Tenuta di Castellaro, nomeado em homenagem à obsidiana, a rocha vulcânica intensamente preta que caracteriza a paisagem eólica.
Sol, pedra, vento, terra e mar: esses elementos e muito mais estão encapsulados nos vinhos orgânicos de Castellaro. Nascidos do terroir vulcânico e mediterrâneo de Lipari e das variedades de uvas indígenas das Ilhas Eólias, esses vinhos expressam a essência de sua origem.
Corinto Nero é uma variedade antiga que se acredita ter sido introduzida na Sicília pelos gregos. Ao longo dos séculos, ela se adaptou ao clima e ao solo das ilhas sicilianas, prosperando nas condições ideais fornecidas pela proximidade do mar e pelos solos vulcânicos ricos em minerais.
“Com os consultores do viveiro francês Pépinières Guillaume”, diz Massimo Lentsch, que fundou a vinícola na ilha de Lipari em 2005, “realizamos uma seleção em massa dessa variedade indígena, Corinto Nero, junto com Malvasia delle Lipari, em vinhedos nas Ilhas Eólias.”
As videiras foram propagadas a partir de enxertos (estacas de videira) escolhidos de um vinhedo com DNA diverso para manter a maior variabilidade genética dentro da mesma variedade de uva, resultando em plantas com diferentes características fisiológicas e produtivas. Graças a esse esforço de recuperação, a Tenuta di Castellaro detém a primazia nacional no cultivo de Corinto Nero, uma variedade de baixo rendimento que é particularmente desafiadora de gerenciar agronomicamente.
Presente desde a primeira colheita da vinícola em 2008, Nero Ossidiana – uma mistura de Corinto Nero com 10% de Nero d’Avola – ostenta uma cor vermelho rubi profunda. “É um vinho complexo e estruturado”, explica Emiliano Falsini, enólogo da Tenuta di Castellaro. “Ele se destaca por suas notas salinas e tons picantes, bem como seu caráter forte e decisivo. O vinho equilibra a acidez e a elegância de Corinto Nero com o calor suave de Nero d’Avola, expressando totalmente a tipicidade única de uma terra que é vulcânica e marítima. Representa enologicamente a união da ilha e do mar.”

Tenuta di Castellaro: Onde o sol se põe sobre o mar e a tradição milenar de videiras cultivadas em arbustos perdura, a Tenuta di Castellaro surge em solo vulcânico como um monumento à natureza, cultura e arquitetura. Este projeto de vinificação, profundamente ligado à herança histórica e paisagística da região, conta a história de Lipari, a maior das Ilhas Eólias. Com 24 hectares de vinhedos produzindo cerca de 70.000 garrafas anualmente, uma vinícola moderna de ponta, um resort de vinhos e o parque geomineral das Pedreiras de Caulim (restaurado e tornado acessível à comunidade), a Tenuta di Castellaro é uma realidade única e multifacetada. Sua abordagem à viticultura sempre foi natural, aderindo a protocolos orgânicos e veganos. O fascínio selvagem deste canto intocado, remoto e magnético do mundo cativou a família Lentsch de Bérgamo, que em 2005 embarcou em um ambicioso projeto de vinificação e paisagismo.
O objetivo deles: preservar, realçar e compartilhar a beleza deste lugar, salvaguardando suas tradições e peculiaridades. Com vinhos elaborados a partir de uvas nativas da ilha — como Malvasia delle Lipari e Corinto Nero — eles criam uma expressão pura do território.
Website: Tenuta di Castellaro
- Novos rótulos para a gama de vinhos do Porto da Quinta do Noval
A Quinta do Noval apresenta a sua renovada gama de vinhos do Porto.

Os rótulos para os vinhos do Porto brancos, Ruby et Tawny foram modernizados e conservámos a nossa garrafa tradicional gravada.
Utilizamos a partir de agora a mesma cápsula para toda a gama, o que proporciona um efeito harmonioso e nos permite reduzir o desperdício de matérias secas.







Website: Quinta do Noval
- Respectus Espumante Brut Nature 2019
Respectus Espumante Brut Nature 2019: Elegância e frescura do Dão

A região do Dão, uma das mais antigas e prestigiadas regiões vinícolas de Portugal, é conhecida pelos seus vinhos elegantes, equilibrados e com grande potencial de envelhecimento. Situada no interior centro do país, rodeada por montanhas que lhe conferem um clima único, o Dão é uma região ideal para a produção de vinhos com frescura e complexidade. Entre os seus grandes produtores, destaca-se a Boas Quintas, liderada pelo enólogo Nuno Cancela de Abreu, que vem criando vinhos de alta qualidade e expressão desde 1991.
Boas Quintas: Um legado de tradição e excelência
A Boas Quintas foi fundada por Nuno Cancela de Abreu, um enólogo com mais de 130 anos de tradição agrícola na sua família. Com uma visão clara de produzir vinhos de alta qualidade e personalidade, Nuno trouxe o seu vasto conhecimento de viticultura e enologia para a criação de vinhos que capturam a essência do Dão. Este Espumante Respectus Brut Nature 2019 é um excelente exemplo do compromisso da Boas Quintas com a excelência.
Nota de prova: Respectus Espumante Brut Nature 2019

👁️ Visão: Cor amarela-dourada, límpida e brilhante, com intensidade média (+). O espumante apresenta-se de forma visualmente apelativa, refletindo a sua elegância desde o primeiro contacto.
👃 Olfato: Aromas limpos e definidos, com intensidade média (+), destacando notas frutadas de frutas brancas e citrinos, acompanhadas de delicadas nuances de panificação, como croissant ou pão de leite. Há ainda uma presença suave de frutos secos, como amêndoas, e um subtil toque fumado.
👄 Paladar: Na boca, é um espumante seco, com acidez média (+) que lhe confere uma frescura notável. A bolha é fina e elegante, proporcionando uma textura cremosa e agradável. O corpo médio é bem equilibrado com o teor alcoólico médio (+) (13,0º), e os sabores de citrinos e mineralidade dominam o paladar. O final é fresco, elegante e persistente, convidando a mais um gole.
Harmonizações: Elegância gastronómica para acompanhar
O Respectus Espumante Brut Nature 2019 é um vinho versátil que harmoniza perfeitamente com uma grande variedade de pratos. Aqui ficam algumas sugestões de harmonização, especialmente pensadas para realçar a frescura e elegância deste espumante:

🍤 Amêijoas à Bulhão Pato – As amêijoas, cozinhadas com alho, coentros e um toque de limão, encontram no Respectus Brut Nature um excelente parceiro. A acidez do espumante corta a riqueza do prato e realça os sabores frescos das amêijoas e dos coentros, criando um equilíbrio perfeito entre o prato e o vinho.

🐟 Peixe no Forno com Batatas – Um prato de peixe assado no forno, como o robalo ou a dourada, harmoniza de forma soberba com este espumante. A acidez e a frescura do vinho complementam a untuosidade do peixe, enquanto a textura elegante da bolha acompanha bem a riqueza do prato. O toque mineral do vinho encontra uma sinergia com as notas do peixe e das batatas assadas.

🐖 Leitão à Bairrada – Para pratos com carne de leitão, onde a pele crocante e a carne suculenta predominam, este espumante oferece um contraste refrescante. A acidez limpa o palato após cada pedaço, enquanto as bolhas finas complementam a textura crocante da pele do leitão, criando uma experiência gastronómica memorável.
Conclusão
O Respectus Espumante Brut Nature 2019, da Boas Quintas, é um espumante de qualidade superior que reflete o terroir do Dão com grande elegância e frescura. Desde os aromas delicados de frutas e pão até à sua textura cremosa e final prolongado, este espumante proporciona uma experiência única. A Boas Quintas, liderada por Nuno Cancela de Abreu, continua a produzir vinhos que encantam e cativam, representando com orgulho a tradição e inovação da viticultura no Dão.
Seja com pratos de carnes brancas, cogumelos ou pratos mais intensos como cabrito e leitão, este espumante é uma escolha que eleva qualquer refeição, proporcionando frescura, equilíbrio e uma experiência gastronómica inesquecível.
Castas: Encruzado
Região: Portugal – Dão
Nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Produtor: Boas Quintas
Ficha técnica: Respectus Espumante Brut Nature 2019
- A Quinta do Noval tem o prazer de anunciar o lançamento do seu primeiro Tawny 50 anos.

Christian Seely, Diretor Geral da Quinta do Noval, comenta:
“A Noval sempre se distinguiu como uma casa de vinhos do Porto, capaz de criar tanto magníficos vinhos do Porto Vintage quanto Tawnies envelhecidos. Este vinho, expressão suprema do estilo dos Tawnies da Noval, representa o culminar da nossa incessante busca pela excelência.
Após cinquenta anos de envelhecimento em cascos de carvalho, período em que uma parte significativa do vinho se evaporou, este notável vinho do Porto adquiriu uma complexa intensidade de sabores e uma pureza austera, que nos transporta para uma nova e distinta dimensão no universo dos Tawnies. Um vinho de contemplação e meditação, fruto de meio século de envelhecimento silencioso nas caves, sob o constante cuidado da equipa técnica da Quinta do Noval, o Noval Tawny 50 anos proporciona uma experiência sensorial extraordinária e única ao apreciador sofisticado de coisas excecionais.”









Website: www.quintadonoval.com
Ficha técnica: Quinta do Noval Tawny 50 anos
WeAreNovalLovers @quintadonoval_official You Tube Quinta do Noval
- Ode ao vinho nos Octant Hotels dos Açores

Jantar vínico no Octant Ponta Delgada e a estreia regional da formação internacional da Wine & Spirit Education Trust (WSET) no Octant Furnas são duas sugestões vínicas para este Outono
A Ilha de São Miguel ganha um sabor especial neste outono com o Octant Ponta Delgada e o Octant Furnas. Um jantar vínico no Octant Ponta Delgada e uma formação internacional em vinhos ministrada pela Wine & Spirit Education Trust (WSET), que chega pela primeira vez aos Açores, prometem celebrar e dar a conhecer o mundo dos vinhos.
Ainda em outubro, no dia 31, o Octant Ponta Delgada realiza um jantar vínico em parceria com a garrafeira dedicada aos vinhos portugueses, a ‘Vinha’. Este jantar conta com a presença de Luís Sotto Mayor, enólogo da Sogrape, que irá guiar os sentidos nas cinco referências que vão harmonizar o menu do chef Paulo Leite, criada especificamente para este momento.
Os cinco momentos começam com um cocktail de boas-vindas com o Quinta da Romeira Espumante Bruto Branco de 2022, que acompanha snacks como tartare de novilho com massa sovada e caviar ou atum galha-à-ré com algas e citrinos. Nos pratos principais o Casa Ferreirinha Vinha Grande Branco 2022 harmoniza o Cantaro com feijoada de marisco, lula e tutano, e o Antónia Adelaide ferreira Tinto 2019 faz sobressair os sabores da bochecha de novilho com terrina de batata e presunto Pata Negra, cogumelos e molho de vinho tinto. O jantar tem início às 20h00 e um custo de 65€ por pessoa.
De 11 a 14 de novembro, o Octant Furnas recebe pela primeira vez nos Açores, o curso de qualificação WSET (Wine & Spirit Education Trust), ministrado pela especialista Sara Rodrigues e Matos. Uma estreia absoluta em São Miguel e um marco para o hotel, que se torna o primeiro nos Açores a oferecer esta prestigiada certificação internacional.
Dividida em dois níveis, a certificação permite aperfeiçoar os conhecimentos do mundo vínico. O nível 1, um curso de iniciação ao vinho, explora os principais tipos e estilos de vinhos através da visão, do olfato e do gosto, e permite adquirir competências básicas para descrever os vinhos com precisão e realizar o casamento perfeito entre vinhos e comida. Já o nível 2, aborda em detalhe as principais castas, regiões vinícolas, métodos de produção e análise sensorial. Os lugares são limitados e as inscrições devem ser realizadas diretamente com a The Wine House.
- Château Pichon Baron launches its new dry white wine
Les Griffons de Pichon Baron, Grand Vin Blanc Sec, 2023

“We are happy to announce the launch of the first publicly available dry white wine from the vineyards of Château Pichon Baron in Pauillac.”
The Griffons Blanc Sec 2023 is 100% Semillon, made from a massal selection taken from the finest parts of the vineyard of Château Suduiraut, our property in Sauternes, grafted in 2018 onto twenty year old vines in a cool chalky terroir in the northern part of our Pauillac vineyards, known as Boua.
We are extremely pleased with the result, which confirms both our faith in the quality, character and individuality of the Semillon we selected but also our confidence in the quality and suitability of this parcel for making dry white wine at the highest level.
After direct pressing (whole bunches), the wine was vinified in oak barrels of one year old, without malolactic fermentation, and subsequently matured in the barrel for nine months, with regular stirring of the lees according to our tasting of the wines and judgement of when it was necessary.
With the subtly textured structure typical of the semillon grape, this is a wine of great character, fresh balanced and profound.
Les Griffons de Pichon Baron Grand Vin Blanc Sec 2023 is being launched via a selected number of chosen Bordeaux negociants in October 2024.



Les Griffons de Pichon Baron Grand Vin Blanc Sec 2023
Château Pichon Baron www.pichonbaron.com /Instagram / Facebook
- Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka 2020
Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka 2020: Um tinto de excelência do Douro

A região do Douro é uma das mais antigas e icónicas regiões vinícolas do mundo, com vinhas em socalcos deslumbrantes e um terroir que dá origem a alguns dos vinhos mais prestigiados de Portugal. A Quinta do Noval, situada no coração do Douro, é uma das casas mais respeitadas da região, produzindo vinhos de altíssima qualidade. Um desses exemplares é o Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka 2020, um vinho que reflete a excelência e diversidade desta região singular.
As vinhas da Marka
A Quinta da Marka, pertencente à família Agrellos desde 1991, está situada na margem direita do Rio Douro. Com exposição predominantemente a sul, as vinhas da Marka estão organizadas por castas tradicionais do Douro, como Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão, cultivadas em solos xistosos de Classe A. Esta combinação de fatores geográficos e varietais resulta em vinhos de grande qualidade e potencial de envelhecimento, cheios de personalidade e caráter.
Nota de Prova
👁️ Visão: Cor rubi, límpida e brilhante, com intensidade média (+). Um tinto que cativa visualmente desde o primeiro momento.

👃 Olfato: Aromas limpos e envolventes, com intensidade média (+). No nariz, destaca-se uma complexidade frutada de frutos silvestres pretos e vermelhos maduros, acompanhada de notas florais, de bosque, especiarias doces, cacau e um toque subtil de baunilha. Há ainda uma nota mineral que acentua a frescura e a elegância.
👄 Paladar: Na boca, é um vinho seco, com acidez média (+) que lhe confere vivacidade e frescura. Os taninos são finos, poderosos e presentes em camadas, proporcionando uma estrutura notável. O álcool médio (+) (15,0º) está perfeitamente integrado, conferindo corpo médio (+), intensidade e profundidade. O final é muito elegante e prolongado, com uma persistência notável que deixa uma sensação duradoura e equilibrada de frutos silvestres maduros e mineralidade.
Harmonizações: Pratos tradicionais do Douro
O Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka 2020 harmoniza de forma sublime com pratos tradicionais da região do Douro. Aqui estão algumas sugestões:
🍖 Rojões à moda do Douro – Os rojões, pedaços de carne de porco marinados e fritos, são uma das iguarias típicas da região. O sabor forte e suculento do porco, muitas vezes acompanhado de enchidos, encontra no Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka 2020 o equilíbrio perfeito. A acidez média (+) e os taninos elegantes do vinho ajudam a cortar a gordura da carne, enquanto as notas de especiarias e frutos pretos complementam o sabor rústico do prato.

🍲 Arroz de Lampreia – Um prato emblemático e de sabor intenso, o Arroz de Lampreia é uma das especialidades mais exóticas do Douro. O sabor peculiar e forte da lampreia é equilibrado pela mineralidade e estrutura do vinho. O frutado e as especiarias no Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka 2020 oferecem uma complexidade adicional ao prato, tornando a experiência gastronómica mais rica e equilibrada.

🥩 Costeletão de Vitela Barrosã Grelhado A carne suculenta e marmoreada do costeletão de vitela Barrosã, grelhada na perfeição, encontra no Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka 2020 um par natural. Os taninos estruturados do vinho complementam a textura da carne, enquanto as notas frutadas e especiadas intensificam os sabores defumados da grelha. Esta combinação é perfeita para destacar a pureza e intensidade dos ingredientes locais.

Conclusão
O Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka 2020 é, sem dúvida, um vinho excecional, nascido de um terroir único. Com a sua profundidade, complexidade e elegância, é um vinho que representa o que de melhor o Douro tem para oferecer. A Quinta do Noval reafirma-se como uma das mais importantes casas vinícolas da região, criando vinhos que encantam e desafiam os sentidos. Este tinto é um investimento seguro para quem aprecia vinhos com grande potencial de envelhecimento, mas que já oferecem um prazer imediato em cada copo.
Castas: Vinhas Velhas
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 96

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Produtor: Quinta do Noval
Vinho: Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka
Preços: Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka 2020
Ficha Técnica: Quinta do Noval Tinto Terroir Series Vinhas da Marka 2020
- Quinta do Noval Tinto Reserva 2020
Quinta do Noval Tinto Reserva 2020: A essência do Douro

O Douro, uma das regiões vinícolas mais antigas do mundo, é conhecido não só pelas suas paisagens deslumbrantes, mas também pelos vinhos de excelência que dali surgem. Entre eles, destacam-se os vinhos da Quinta do Noval, uma quinta histórica que tem na produção do seu Quinta do Noval Tinto Reserva 2020 um verdadeiro emblema da qualidade e complexidade da região.
A Vinha única da Quinta do Noval
A Quinta do Noval possui uma vinha de 145 hectares, classificada com Letra A, a mais alta no sistema de classificação do Douro. A diversidade geográfica da vinha, com altitudes que variam entre os 100 e os 500 metros e exposição a todos os pontos cardeais, associada aos solos de xisto com fragmentos de argila, confere aos seus vinhos uma complexidade e uma profundidade inigualáveis. A conjugação perfeita de castas como Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinto Cão e Sousão resulta em vinhos que capturam a verdadeira essência do Douro.
Nota de Prova
👁️ Visão: Cor rubi de intensidade média (+), límpida e brilhante, sem defeitos.

👃 Olfato: Aroma limpo e complexo, com intensidade média (+). Notas de frutos pretos como amoras e ameixas, envoltas em nuances florais de esteva, erva seca e especiarias. Há também ligeiros apontamentos terrosos e fumados que acrescentam ainda mais camadas a este vinho.
👄 Paladar: Um vinho seco, com acidez média (+), taninos finos e intensos, álcool médio (+) (15,0º), corpo médio (+) e muito bem estruturado. Na boca, revela-se jovem e vigoroso, com sabores de frutos pretos maduros, uma notável mineralidade, e um final longo e persistente, cheio de frescura e energia.
Harmonizações: Parcerias gastronómicas perfeitas
Graças à sua estrutura e riqueza de sabores, o Quinta do Noval Tinto Reserva 2020 é um vinho extremamente versátil para harmonizar com pratos intensos e robustos. Eis algumas sugestões que irão realçar o melhor deste magnífico tinto:
🍗 Cabrito assado no forno – É uma excelente opção para acompanhar a estrutura deste vinho. A textura suculenta da carne e os temperos com ervas aromáticas complementam os taninos finos do vinho, enquanto a sua acidez média (+) equilibra a riqueza do prato. Os toques de frutos pretos maduros e ligeiramente fumados do vinho harmonizam perfeitamente com as notas caramelizadas e suculentas do cabrito.

Cabrito assado no forno 🍷 Posta Mirandesa – Um corte tradicional da região de Trás-os-Montes, grelhado no ponto certo, oferece uma textura tenra e saborosa que harmoniza com o corpo médio (+) do vinho. Os taninos elegantes e a frescura do Quinta do Noval Tinto Reserva 2020 elevam a experiência de saborear esta carne intensa, criando uma fusão única de sabores.

Posta Mirandesa 🥩 Costelão de vaca grelhado – Com a sua carne suculenta e ligeiramente caramelizada, é uma excelente combinação para este tinto encorpado. Os taninos poderosos do vinho conseguem suavizar a gordura e a intensidade da carne, enquanto os sabores de frutos pretos maduros e o ligeiro toque fumado complementam o sabor profundo do costelão. O final prolongado do vinho acrescenta ainda mais persistência e prazer ao prato, tornando esta combinação uma verdadeira explosão de sabores.

Costelão de vaca grelhado
Conclusão
A Quinta do Noval é um nome incontornável na história do vinho do Douro, e o Quinta do Noval Tinto Reserva 2020 é uma expressão brilhante da sua dedicação à excelência. Com uma profundidade de sabores e uma estrutura impecável, este vinho promete evoluir de forma magnífica com o tempo, mas já proporciona enorme prazer no presente. Um tinto que personifica o caráter do Douro, ideal para acompanhar pratos ricos e intensos, ou simplesmente para desfrutar num momento especial.
Castas: 60% Touriga Nacional, 40% Vinhas Velhas
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 94

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Produtor: Quinta do Noval
Vinho: Quinta do Noval Tinto Reserva 2020
Preços: Quinta do Noval Tinto Reserva 2020
Ficha Técnica: Quinta do Noval Tinto Reserva 2020
- Quinta da Giesta Tinto 2022
Quinta da Giesta Tinto 2022: Um exemplo de excelência do Dão

O Dão, localizado na região central de Portugal, é uma das mais antigas e prestigiadas áreas vinícolas do país. Protegido pelas montanhas, o clima desta região é moderado, permitindo uma maturação equilibrada das uvas, resultando em vinhos elegantes e complexos. Entre os grandes produtores da região, destaca-se a Boas Quintas, responsável pela produção do Quinta da Giesta Tinto 2022, um vinho que exprime a autenticidade e a riqueza do Dão.
A origem: Quinta da Giesta
A Quinta da Giesta, situada em Mortágua, é uma propriedade privilegiada com terroir único, que reflete o melhor da tradição vinícola do Dão. O vinho Quinta da Giesta Tinto 2022 é elaborado com o cuidado e o conhecimento que a Boas Quintas aplica em todos os seus vinhos, destacando-se pela sua frescura e elegância, uma verdadeira obra-prima que reflete o potencial desta região vinícola.
Nota de Prova: Quinta da Giesta Tinto 2022


👁️ Visão: Cor rubi encantadora, de intensidade média (+), límpida, brilhante e sem defeitos.
👃 Olfato: Aromas com intensidade média (+), destacando uma bela combinação de frutos vermelhos e pretos como cassis, cerejas e groselhas, acompanhados de notas de caruma, resina e nuances de bosque, que adicionam uma complexidade natural ao vinho.

👄 Paladar: Na boca, é um vinho seco com taninos finos e elegantes, corpo médio (+), acidez média e álcool médio (13,5%). Apresenta um equilíbrio notável, frescura, e um final longo e persistente. O Quinta da Giesta Tinto 2022 tem uma personalidade gastronómica que o torna versátil à mesa, sendo ideal para diversas harmonizações.
Harmonizações: Acompanhe o melhor da gastronomia Portuguesa
Este tinto elegante e fresco oferece várias possibilidades de harmonização, proporcionando um verdadeiro banquete de sabores:

🍖 Cordeiro Assado no Forno – O cordeiro assado no forno, com a sua carne suculenta e especiarias, é uma harmonização fantástica para o Quinta da Giesta Tinto 2022. A estrutura e os taninos elegantes do vinho complementam a intensidade do cordeiro, enquanto a acidez equilibra a gordura do prato, resultando numa experiência rica e equilibrada.

🍲 Feijoada – um prato robusto e cheio de sabores, beneficia da frescura e do corpo deste vinho. Os taninos finos ajudam a lidar com a intensidade do prato, enquanto os frutos vermelhos e pretos no paladar do vinho adicionam camadas de sabor que elevam a experiência.

🧀 Queijo da Serra Curado – Um queijo da Serra curado é uma excelente opção de harmonização. A textura cremosa do queijo e o sabor intenso combinam perfeitamente com a acidez média e a elegância do Quinta da Giesta Tinto 2022. As notas de bosque e resina do vinho complementam a complexidade do queijo, criando uma combinação equilibrada e memorável.
Conclusão
A Boas Quintas prova, mais uma vez, a sua mestria na arte de produzir vinhos com o Quinta da Giesta Tinto 2022. Este vinho do Dão, com o seu equilíbrio, frescura e estrutura, é uma verdadeira celebração do terroir único da Quinta da Giesta. A sua versatilidade gastronómica faz dele o companheiro perfeito para uma variedade de pratos tradicionais portugueses, garantindo uma experiência enogastronómica autêntica e inesquecível. Um vinho de grande qualidade, pronto para ser apreciado agora ou guardado por mais alguns anos, dando prazer em cada copo.
Castas: Touriga Nacional, Tinta Roriz e Jaen
Região: Portugal – Dão
Nota pessoal: FB 90

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Produtor: Boas Quintas
Vinho: Quinta da Giesta
Preços: Loja Boas Quintas
- Quinta da Giesta Branco Reserva 2023
A Essência do Dão: Apresentando o Quinta da Giesta Branco Reserva 2023

O Dão, situado na região central de Portugal, é uma das áreas vinícolas mais antigas e respeitadas do país. Conhecida pelas suas condições climáticas únicas e solos graníticos, esta região montanhosa é o berço de vinhos elegantes e complexos. Entre os produtores que se destacam na produção de vinhos de alta qualidade, está a Boas Quintas, que com a sua Quinta da Giesta em Mortágua, continua a honrar as tradições vinícolas do Dão, trazendo-nos vinhos como o Quinta da Giesta Branco Reserva 2023.
Quinta da Giesta: Um Tesouro do Dão
A Quinta da Giesta é um exemplo do que o Dão tem de melhor para oferecer. Localizada em Mortágua, beneficia de um microclima que favorece a maturação lenta das uvas, permitindo a produção de vinhos equilibrados e de grande complexidade. O Quinta da Giesta Branco Reserva 2023 é uma expressão pura deste terroir, um vinho que combina tradição e modernidade, proporcionando uma experiência única.
Nota de Prova
👁️ Visão: Cor amarela esverdeada, límpida e brilhante, sem defeitos.

👃 Olfato: Aromas limpos e complexos, destacando frutas de caroço verde como pêssego verde, notas cítricas, e uma forte componente mineral que evoca pedra molhada. Complementam-se com notas de caruma e pinheiro verde, resinoso, com um leve toque de tosta.
👄 Paladar: Na boca, é um vinho seco com intensidade média (+), refletindo as notas aromáticas, especialmente a fruta de caroço verde e os cítricos. Apresenta um corpo médio(+), textura sedosa, frescura, acidez alta e álcool médio (13,0°). É amplo, intenso, equilibrado, picante com um final longo e persistente. Um vinho de qualidade muito boa, pronto para ser apreciado, mas que também pode evoluir com mais alguns anos em garrafa.
Harmonizações
O Quinta da Giesta Branco Reserva 2023 é um vinho versátil e gastronómico, ideal para acompanhar pratos da cozinha tradicional portuguesa, bem como criações mais contemporâneas.

🐟 Bacalhau à Lagareiro – A acidez alta e o caráter mineral deste branco fazem uma combinação perfeita com o Bacalhau à Lagareiro. A textura sedosa do vinho complementa a suculência do bacalhau, enquanto as notas cítricas e minerais realçam o sabor do azeite e do alho, resultando numa experiência gastronómica equilibrada e memorável.

🦐 Arroz de Marisco – Para aqueles que apreciam pratos de marisco, este vinho é uma excelente escolha. O Arroz de Marisco, com a sua riqueza de sabores e a ligeira doçura dos frutos do mar, encontra um parceiro ideal no Quinta da Giesta Branco Reserva 2023. A acidez refrescante e o corpo médio do vinho equilibram os sabores intensos do prato, enquanto as notas de pedra molhada e citrinos adicionam um toque de frescura que eleva a experiência.

🍗 Frango com Limão e Ervas – Este prato, simples, mas saboroso, destaca-se com a presença deste vinho. O frango, temperado com limão e ervas aromáticas, harmoniza-se com as notas de pêssego verde e pinheiro do vinho, enquanto a acidez alta complementa a suculência da carne, criando uma combinação leve e agradável.
Conclusão
A Boas Quintas continua a mostrar a sua maestria na produção de vinhos excepcionais, com o Quinta da Giesta Branco Reserva 2023 a destacar-se como uma expressão autêntica do terroir do Dão. Este vinho não só reflete a riqueza e complexidade da região, como também proporciona uma experiência enogastronómica versátil, capaz de acompanhar uma vasta gama de pratos. Quer seja apreciado agora ou guardado para evoluir, é um vinho que promete oferecer grande prazer aos seus apreciadores.
Castas: 100% Encruzado
Região: Portugal – Dão
Nota pessoal: FB 91

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Produtor: Boas Quintas
Vinho: Quinta da Giesta
Preços: Loja Boas Quintas
- Quinta do Passadouro Tinto Reserva 2020
A Distinção do Douro: Apresentando o Quinta do Passadouro Tinto Reserva 2020

O Douro, no norte de Portugal, é uma das regiões vinícolas mais renomadas do mundo, conhecida pela sua paisagem deslumbrante e pela produção de vinhos de qualidade excecional. As vinhas espalhadas pelas encostas escarpadas do vale do Douro beneficiam de um microclima único, que permite o cultivo de uvas que resultam em vinhos robustos e elegantes. Entre os produtores de destaque, a Quinta do Noval ocupa uma posição de excelência, e a sua propriedade Quinta do Passadouro é uma prova viva do que esta região pode oferecer.
Quinta do Noval e a Singularidade da Quinta do Passadouro
A Quinta do Noval é uma propriedade histórica que representa o auge da viticultura duriense. A Quinta do Passadouro, localizada perto de Vale de Mendiz, no vale do rio Pinhão, remonta ao século XVIII e é um dos nomes emblemáticos no mapa do Douro desenhado pelo Barão de Forrester. Com solos de xisto e um clima extremo que contribuem para a maturação lenta das uvas, esta vinha produz vinhos que são uma verdadeira expressão do terroir do Douro, como o Quinta do Passadouro Tinto Reserva 2020.
Nota de Prova
👁️ Visão: Cor rubi com intensidade média (+), encantadora, límpida, brilhante e sem defeitos.

👃 Olfato: Aromas de intensidade média (+), com destaque para frutos pretos silvestres maduros, como amoras e groselhas pretas. Notas florais de violetas e toques subtis de ervas aromáticas, como hortelã e alfazema, complementam o bouquet, que é finalizado por uma leve presença de especiarias.
👄 Paladar: Na boca, é um vinho seco, com taninos intensos e elegantes, acidez média e álcool médio (+) (15,0º). Corpo médio, com intensidade média, revelando-se elegante e equilibrado. As notas frutadas e balsâmicas estão bem integradas com a madeira, proporcionando um final longo, persistente, com uma ligeira secura que o torna ainda mais atraente. Um vinho de qualidade muito boa, pronto a beber, mas que também promete evoluir positivamente nos próximos anos.
Harmonizações
O Quinta do Passadouro Tinto Reserva 2020 é um vinho versátil e gastronómico, capaz de elevar a experiência de diversos pratos tradicionais portugueses.

🍖 Cabrito Assado no Forno – A robustez dos taninos e a elegância deste tinto harmonizam na perfeição com o sabor intenso e a suculência de um cabrito assado no forno. A acidez do vinho ajuda a equilibrar a gordura da carne, enquanto as notas de especiarias e frutos pretos complementam os temperos do prato, resultando numa combinação rica e saborosa.

🐙 Polvo à Lagareiro – Este vinho pode surpreender ao ser emparelhado com pratos de polvo, especialmente o Polvo à Lagareiro. A estrutura firme e o final ligeiramente seco do vinho contrapõem-se ao sabor intenso e à textura do polvo, criando um equilíbrio perfeito com o azeite e o alho que caracterizam este prato.

🍗 Perdiz Estufada – A Perdiz Estufada é um prato tradicional que se destaca pelo seu sabor profundo e complexo. A acidez média e os taninos elegantes do Quinta do Passadouro Tinto Reserva 2020 casam perfeitamente com a carne suculenta e os temperos ricos da perdiz. A fruta preta do vinho e as notas balsâmicas ajudam a realçar os sabores do prato, enquanto o final persistente do vinho prolonga o prazer da refeição.
Conclusão
A Quinta do Noval, através da Quinta do Passadouro, continua a afirmar-se como um dos grandes produtores da região do Douro, oferecendo vinhos que capturam a essência do seu terroir. O Quinta do Passadouro Tinto Reserva 2020 é um exemplo brilhante desta dedicação, um vinho que reflete o caráter e a complexidade da região, proporcionando uma experiência enogastronómica memorável. Seja desfrutado agora ou guardado para evoluir na garrafa, este vinho é uma verdadeira expressão da arte vinícola duriense.
Castas: 55% Touriga Nacional, 45% mistura de castas de vinhas velhas
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 91

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Produtor: Quinta do Noval
- Quinta do Noval Reserva Branco 2023
A Magia do Douro: Descubra o Quinta do Noval Reserva Branco 2023

A Quinta do Noval é uma das propriedades mais emblemáticas do Douro. Com uma tradição que remonta a séculos, esta quinta é conhecida pela produção de vinhos do Porto e vinhos tranquilos que refletem a riqueza e a diversidade do terroir duriense. As diferenças subtis de orientação, altitude e tipo de solo das várias parcelas de vinha conferem aos vinhos da Quinta do Noval uma complexidade e profundidade únicas. O Quinta do Noval Reserva Branco 2023 é um exemplo perfeito do compromisso da quinta com a excelência, capturando a essência das castas Viosinho e Gouveio em um vinho branco que é ao mesmo tempo vibrante e sedoso.
Nota de Prova
👁️ Visão: Cor amarela com reflexos citrinos, de intensidade média, límpida e brilhante, sem defeitos visíveis.

👃 Olfato: Aromas com intensidade média (+), mostrando uma complexidade encantadora. Notas florais de flores brancas misturam-se com frutas brancas e uma pronunciada mineralidade de xisto. Há também nuances vegetais de espargos verdes e ervas aromáticas, como funcho e sálvia, complementadas por um toque de rebuçado de fruta branca.
👅 Paladar: Vinho seco, com acidez alta que oferece frescura e vivacidade, álcool médio (13,5º), corpo médio com uma textura sedosa e envolvente. Os sabores seguem o perfil aromático, destacando-se as frutas brancas, a mineralidade acentuada e notas picantes, tudo muito bem equilibrado. O final é persistente e muito prolongado, deixando uma impressão duradoura e extremamente agradável.
Harmonizações
🦞 Lagosta Grelhada com Molho de Ervas

A Lagosta Grelhada com Molho de Ervas é uma excelente combinação com o Quinta do Noval Reserva Branco 2023. A acidez alta do vinho contrasta e equilibra a riqueza da lagosta, enquanto as notas de ervas aromáticas do vinho complementam perfeitamente o molho de ervas, realçando os sabores do marisco. Esta harmonização exalta tanto a elegância do prato quanto a complexidade do vinho, criando uma experiência gastronómica verdadeiramente refinada.
🧀 Queijo Serra da Estrela Curado

Para um contraste interessante, experimente harmonizar este vinho com um Queijo Serra da Estrela Curado. A textura sedosa e envolvente do vinho, combinada com a sua acidez vibrante, corta a untuosidade e a intensidade do queijo, proporcionando um equilíbrio harmonioso entre a gordura do queijo e a frescura do vinho. As nuances minerais e herbáceas do Quinta do Noval Reserva Branco 2023 encontram eco nas notas ricas e terrosas do queijo, criando uma combinação surpreendente e memorável.
🍗 Frango Assado com Limão e Tomilho

O Frango Assado com Limão e Tomilho é uma combinação clássica que brilha ao lado deste vinho. A acidez alta e o caráter mineral do vinho contrastam com a suculência do frango, enquanto os aromas cítricos e herbáceos do vinho ecoam os sabores do limão e do tomilho usados no prato. Este casamento entre vinho e comida realça a frescura e a profundidade dos sabores, tornando cada mordida e cada gole uma experiência harmoniosa e prazerosa.
Conclusão
O Quinta do Noval Reserva Branco 2023 é um vinho que encapsula a riqueza e a diversidade do terroir do Douro, refletindo a tradição e a inovação que definem a Quinta do Noval. Com a sua complexidade aromática, textura sedosa e equilíbrio perfeito, este vinho é uma escolha ideal para quem procura uma experiência gastronómica rica e sofisticada. Seja a acompanhar pratos de marisco, queijos de cura intensa ou pratos de carne com nuances cítricas e herbáceas, este vinho é versátil e capaz de elevar qualquer refeição a um nível superior.
Castas: 55% Viosinho, 45% Gouveio
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 94

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Produtor: Quinta do Noval
- Cedro do Noval Reserva Branco 2023

O Cedro do Noval Reserva Branco 2023 é uma verdadeira expressão da excelência da Quinta do Noval. Produzido a partir de uma cuidadosa seleção de uvas das castas Viosinho e Gouveio, este vinho reflete a riqueza dos terroirs de altitude do Douro.
Nota de Prova
👁️ Visão: Vinho com uma cor amarela, citrina, de intensidade média, límpida e brilhante.

👃 Olfato: Aroma de intensidade média (+), complexo, com notas de frutas brancas como ameixa e pêssego, nuances cítricas, mineralidade de granito, e toques vegetais como espargos verdes, ervas aromáticas, funcho e sálvia.
👅 Paladar: Na boca, é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (13,0º), corpo médio, intensidade média (+). Apresenta-se vibrante, sedoso, aveludado, estruturado, com uma presença frutada e mineral, equilibrado, e um final persistente e muito prolongado.
Harmonizações
🦑 Lulinhas à Lagareiro

Este prato tradicional português, composto por lulinhas grelhadas com alho e azeite, harmoniza na perfeição com o Cedro do Noval Reserva Branco 2023. A acidez média (+) e as notas minerais e citrinas do vinho equilibram a riqueza do azeite e o sabor intenso do alho, criando uma experiência gastronómica leve e harmoniosa.
🍲 Sopa de Peixe do Douro

A complexidade e frescura do Cedro do Noval Reserva Branco 2023 complementam na perfeição uma sopa de peixe rica e aromática, típica da região do Douro. A mineralidade e as notas vegetais do vinho combinam bem com os sabores do peixe e o caldo saboroso, enquanto a sua acidez refresca o paladar entre cada colherada.
🧀 Queijo Terrincho DOP

O Cedro do Noval Reserva Branco 2023 é uma excelente escolha para acompanhar o Queijo Terrincho, um queijo de ovelha semi-curado da região de Trás-os-Montes e Alto Douro. A acidez do vinho corta a cremosidade do queijo, enquanto as notas frutadas e minerais do vinho complementam o sabor ligeiramente salgado e intenso do queijo, criando uma combinação elegante e equilibrada.
Estas harmonizações elevam a experiência de degustar o Cedro do Noval Reserva Branco 2023, realçando tanto a qualidade do vinho como a riqueza da gastronomia portuguesa.
Conclusão

A Quinta do Noval continua a afirmar-se como uma referência incontornável na produção de vinhos de alta qualidade no Douro. O Cedro do Noval Reserva Branco 2023 é um vinho que captura a essência do terroir do Douro, oferecendo uma experiência gustativa rica e complexa. Seja apreciado agora ou guardado para evoluir em garrafa, este vinho é um testemunho da excelência e dedicação da Quinta do Noval. Harmonizado com pratos típicos da região, eleva qualquer refeição a um novo patamar de prazer e sofisticação.
Castas: 65% Viosinho, 35% Gouveio
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Produtor: Quinta do Noval
Vinho: Cedro do Noval Reserva Branco 2023
Preços: Cedro do Noval Reserva Branco 2023
Ficha Técnica: Cedro do Noval Reserva Branco 2023
- Cedro do Noval Branco 2023
Cedro do Noval Branco 2023: A Expressão autêntica do Douro

O Douro, reconhecido como uma das regiões vinícolas mais prestigiadas de Portugal e do mundo, é famoso pela sua história, paisagens deslumbrantes e, claro, pelos seus vinhos excecionais. Localizado no norte de Portugal, o Douro é uma região demarcada, onde as vinhas crescem em socalcos que se estendem ao longo do rio Douro, formando um cenário pitoresco e único. Esta região é também o berço de alguns dos melhores vinhos brancos e tintos, produzidos com castas autóctones que transmitem a essência do terroir. A Quinta do Noval, uma das propriedades mais emblemáticas da região, continua a honrar a tradição do Douro com vinhos de qualidade incomparável, como o Cedro do Noval Branco 2023.
Nota de prova


👁️ Visão
O Cedro do Noval Branco 2023 exibe uma cor amarela, com laivos esverdeados, de intensidade média, límpida e brilhante, refletindo a sua juventude e frescura.
👃 Olfato
No nariz, apresenta uma intensidade média (+) com aromas complexos e muito minerais, destacando notas de xisto e pedra, acompanhadas por nuances herbáceas de espargos, anis, e ervas aromáticas. Há também uma presença delicada de frutas brancas como pêssego, além de toques cítricos que adicionam frescura ao conjunto.
👅 Paladar
Na boca, este vinho seco revela uma acidez média (+), com álcool médio (13,5º) e corpo médio. Com uma intensidade média (+), mostra uma mineralidade predominante, complementada por sabores frutados e cítricos. O vinho é suave e equilibrado, com uma textura fina e agradável proporcionada pela barrica muito bem integrada. O final é persistente e muito prolongado, confirmando a excelente qualidade deste vinho.
Harmonizações
🐟 Trutas de Escabeche

As Trutas de Escabeche, com sua acidez equilibrada e sabores aromáticos, combinam perfeitamente com o Cedro do Noval Branco 2023. A mineralidade e as notas de xisto e pedra do vinho complementam a riqueza do escabeche, enquanto a acidez média (+) realça os sabores do peixe, criando uma harmonização elegante e refrescante.
🥘 Bacalhau à Brás

O Bacalhau à Brás, conhecido pela sua textura cremosa e sabores intensos, encontra no Cedro do Noval Branco 2023 um parceiro ideal. As notas de citrinos e a suavidade do vinho equilibram a riqueza do prato, enquanto a barrica bem integrada adiciona uma dimensão adicional de complexidade. O final persistente do vinho prolonga o prazer, fazendo desta combinação uma experiência inesquecível.
🍈 Presunto de Lamego com Melão

O Presunto de Lamego, com o seu sabor salgado e intenso, harmoniza maravilhosamente com o Cedro do Noval Branco 2023, especialmente quando acompanhado de melão. A doçura e frescura do melão contrastam com o salgado do presunto, enquanto o vinho, com suas notas frutadas de pêssego e citrinos, acrescenta frescura e equilíbrio. Esta harmonização é uma celebração de sabores contrastantes que se complementam de forma sublime.
Conclusão
A Quinta do Noval, com o seu Cedro do Noval Branco 2023, continua a consolidar a sua posição como uma referência no Douro. Este vinho branco, com a sua frescura, complexidade e equilíbrio, é uma expressão autêntica da região, refletindo o melhor que o Douro tem para oferecer. Seja para uma ocasião especial ou para um simples momento de prazer, o Cedro do Noval Branco 2023 é uma escolha que promete satisfazer e encantar os amantes de vinho.
Castas: 30% Códega de Larinho, 25% Viosinho, 20% Gouveio, 15% Arinto, 10% Rabigato
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 91

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Vinho: Cedro do Noval
Produtor: Quinta do Noval
Preços: Cedro do Noval Branco 2023
- Concurso e Festa do Tomate Coração de Boi do Douro | CASA DE MATEUS , 23 de agosto, 18h00

©PauloPereira Coração de Boi Douro O festim está de regresso: os melhores tomates Coração de Boi das tradicionais hortas do Douro voltam à prova no Concurso do Tomate Coração de Boi do Douro que se realiza, no próximo dia 23 de agosto, na Casa de Mateus, a partir das 14h30.
Esta será uma edição especial, com o lançamento do livro Tomate Coração de Boi do Douro – A outra riqueza do vale mágico e do Guia de Boas Práticas para a produção do TCBD, duas obras coordenadas e da autoria da Greengrape, que contaram com a colaboração de vários parceiros do projeto de valorização do TCBD, nomeadamente das Associações de Desenvolvimento do Douro (Beira Douro, Douro Histórico e Douro Superior), que financiaram a iniciativa, bem como das quintas produtoras de TCBD, da Universidade transmontana, chefs de cozinha, etc.
Novidade absoluta, este ano vamos ter também uma italiana, Erika Zandonai, especialista na defesa e promoção de produtos tradicionais, nomeadamente do tomate, que vai partilhar a sua experiência no tratamento e transformação deste fruto. É o primeiro momento de internacionalização do projeto de valorização do TCBD. Erika Zandonai é conhecedora da cultura do tomate em Itália, ela própria faz sementeiras, cultiva as plantas, cozinha e transforma o tomate.

©PauloPereira Tomate A Festa do Tomate Coração de Boi do Douro integra três vertentes: o Mês do Tomate nos restaurantes referenciais da região, durante todo o mês de Agosto, este ano com 22 restaurantes participantes, o Concurso do Tomate Coração de Boi do Douro, ao qual se segue a festa-encontro com produtores, visitantes e entusiastas do fruto (Casa de Mateus, 23 de Agosto) e a Festa do Tomate À Capella (Capela Barroca de Arroios, Vila Real, dia 24 de agosto, a partir das 17h30), onde é possível comprar Tomate Coração de Boi local, petiscar e degustar vinhos do Douro.
Na sua IX edição, a Festa do Tomate Coração de Boi do Douro é um evento anual de valorização dos produtos autóctones e tradicionais da região vinhateira Património da Humanidade e de Trás-os-Montes. Em apenas apenas 8 anos, transformamos a época de produção do tomate numa festa no Douro, atraindo à região um número cada vez maior de pessoas. A iniciativa centra-se no Tomate Coração de Boi, mas vai muito além disso. É também um momento de exaltação da região vinhateira nas suas múltiplas vertentes, promovendo o vinho, o território e os seus produtos, o turismo e as gentes do Douro que aqui trabalham todos os dias e aqueles que, com visão, nele investem.
Com a ajuda de todos, acreditamos que estamos a contribuir para a valorização de mais um produto de excelência do Douro e, consequentemente, para a promoção e valorização desta região vinhateira.
Informações em:
https://www.facebook.com/TomateDouro e https://www.facebook.com/projetocapella
- Quinta do Passadouro Branco 2023

🌟 Descubra o elegante Quinta do Passadouro Branco 2023 da Região do Douro
O Douro, uma das regiões vinícolas mais emblemáticas de Portugal, é mundialmente famoso pelos seus vinhos. Localizada na sub-região do Cima Corgo, perto da pitoresca vila de Pinhão, a Quinta do Passadouro é uma propriedade histórica que remonta ao século XVIII. Esta região beneficia de um clima extremo, com dias quentes e noites frias, permitindo que as uvas amadureçam lentamente, conferindo frescura e complexidade aos vinhos. A Quinta do Passadouro, agora sob a alçada da prestigiada Quinta do Noval, continua a produzir vinhos de qualidade excecional.
Nota de Prova
👁️ Visão
O Quinta do Passadouro Branco 2023 apresenta uma cor amarela de intensidade média, límpida e brilhante, refletindo a sua pureza e frescura.

👃 Olfato
No nariz, revela uma intensidade média (+) e complexidade notável, com aromas de frutos tropicais como maracujá e ananás fresco, frutas brancas, notas ligeiramente herbáceas de espargos, mineralidade, com toques de pólvora e pedra queimada.
👅 Paladar
Na boca, este vinho seco destaca-se pela sua acidez média (+) e álcool médio (13,0º). O corpo é médio, com intensidade média (+), frutado, notas de baunilha, textura gorda e ampla, e barrica bem integrada. O final é persistente e muito prolongado, tornando-o um vinho de qualidade muito boa, pronto para ser apreciado agora ou guardado por mais tempo.
🍽️ Harmonizações Perfeitas
Para elevar a experiência de degustação do Quinta do Passadouro Branco 2023, recomendamos as seguintes harmonizações:
🍤 Camarões grelhados com molho de limão e ervas

A frescura e acidez do vinho complementam perfeitamente os sabores suculentos dos camarões grelhados. O molho de limão e ervas intensifica as notas frutadas e herbáceas do vinho, criando uma combinação refrescante e harmoniosa. Além disso, a leve untuosidade do camarão contrasta de forma equilibrada com a acidez do vinho, proporcionando uma experiência gastronômica completa e satisfatória.
🥗 Salada de espargos com queijo de cabra

Os espargos frescos, com seu sabor suave e delicado, são realçados pela presença subtil das notas herbáceas encontradas no vinho, criando assim uma combinação de sabores que dança suavemente no paladar. Além disso, o queijo de cabra, com a sua cremosidade e leve acidez, contribui para a riqueza e equilíbrio da experiência gastronômica, complementando de forma magistral a acidez e a textura gorda do vinho.
🧀 Risotto de cogumelos

A untuosidade do risotto de cogumelos casa bem com a textura ampla e gordurosa do vinho, enquanto os sabores terrosos dos cogumelos complementam as nuances minerais e de pedra queimada do vinho. Esta combinação cria uma experiência gastronômica envolvente, onde a cremosidade do prato equilibra perfeitamente com a complexidade do vinho.
🏅 Conclusão
A Quinta do Noval, através do seu Quinta do Passadouro Branco 2023, continua a destacar-se como um produtor de referência na região do Douro. Este vinho branco, com a sua frescura, complexidade e elegância, é um testemunho do potencial e da qualidade dos vinhos desta região. Seja para uma ocasião especial ou para desfrutar com uma refeição requintada, o Quinta do Passadouro Branco 2023 é uma escolha excepcional que proporciona prazer imediato e a promessa de envelhecer com graciosidade.
Castas: 35% Códega de Larinho, 20% Viosinho, 20% Rabigato, 15% Fernão Pires, 10% Gouveio
Região: Portugal – Douro
Nota pessoal: FB 90

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59
Produtor: Quinta do Noval
Preços: Quinta do Passadouro Branco 2023
Ficha Técnica: Quinta do Passadouro Branco 2023
- Taylor’s lança Taylor’s Sentinels Porto Vintage 2022

A Taylor’s tem o orgulho de anunciar o lançamento do seu novo vintage o Taylor’s Sentinels, um lote único elaborado a partir de vinhos produzidos nas históricas propriedades da Taylor’s no Vale do Pinhão. Esta sub-região no coração do Vale do Douro é uma das áreas historicamente mais significativas para o vinho do Porto, reconhecida como fonte dos melhores vinhos do Porto desde o início da sua comercialização.
As quatro quintas – Terra Feita, Junco, Casa Nova e Eira Velha – fazem todas parte da demarcação original de 1756 e receberam desde o início o estatuto de Feitoria, a classificação mais elevada para vinhas de Porto. O nome Sentinels é inspirado nos marcos de granito, conhecidos como “marcos de feitoria”, que vigiam a linha de demarcação que separa as zonas de maior qualidade, e é aqui que se situam muitas das propriedades da Taylor’s. Um total de 335 marcos de granito foram colocados entre 1758 e 1761 para delimitar esta área de excelência.
Cada uma destas históricas propriedades tem características distintas em termos de altitude, orientação, exposição solar, arejamento e mistura de castas. Apesar da sua individualidade, partilham um estilo distinto, o do ‘Vale do Pinhão’ – rico, profundo e poderosamente frutado – que garante um lote harmonioso, enquanto cada um contribui de forma única para a complexidade e aroma deste vinho único.
Adrian Bridge, Diretor-Geral da Taylor’s, acrescentou: “Estamos entusiasmados por acrescentar o Taylor’s Sentinels Vintage à nossa coleção. Este lançamento sublinha o nosso compromisso em produzir Vinhos do Porto excecionais que honrem o legado das nossas propriedades históricas. O Taylor’s Sentinels é uma celebração de nosso passado e uma prova de nossa dedicação à qualidade.”
O lote do Vintage Sentinels baseia-se na ‘seleção de parcelas’, um processo meticuloso de escolha de vinhos de parcelas específicas de cada uma das propriedades. Tal como os Taylor’s Single Quinta Vintage, os Sentinels Vintage serão produzidos em anos em que não há declaração do clássico Taylor’s Vintage. Estes anos produzem vinhos com potencial para envelhecer e melhorar em garrafa, mas que são acessíveis e agradáveisenquanto jovens.
Ao contrário dos vinhos do Porto Single Quinta Vintage, que refletem o caráter de uma única propriedade, o Sentinels Vintage Port representa uma fusão harmoniosa de vinhos das quatro propriedades patrimoniais da Taylor’s, localizadas no coração da região demarcada mais antiga do mundo.
David Guimaraens, Enólogo Chefe da Taylor’s, comentou: “A criação do Vintage Taylor’s Sentinels é uma homenagem ao terroir único do Vale do Pinhão. Cada quinta contribui com o seu carácter próprio para o lote, resultando num vinho complexo e harmonioso. É um verdadeiro reflexo da rica herança e do trabalho artesanal e meticuloso da Taylor’s.”
A Taylor’s continua a honrar a sua rica herança e compromisso com a qualidade com este novo lançamento, oferecendo aos entusiastas do vinho um lote único que encapsula a essência do Vale do Pinhão.
NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2022
O quadrimestre de dormência entre novembro e fevereiro foi extremamente seco, com apenas 78mm de precipitação registada. A média para este período é de 370 mm. Felizmente, março foi húmido, com 75mm de chuva, o que foi muito importante para o início do quadrimestre de crescimento com alguma água.
O abrolhamento ocorreu a 20 de março, mais tarde do que o normal, e a primavera foi seca. Quando a floração começou a 19 de maio, continuámos a registar níveis muito baixos de água, 195mm, desde novembro até 31 de maio.
Devido às condições secas, tivemos muito pouca pressão de doenças, o que significou que o foco principal na vinha foi dedicado ao trabalho das sebes. No início de junho, tivemos aquela que foi a primeira de muitas ondas de calor, com temperaturas superiores a 40ºC, o que é muito invulgar para junho.
A 14 de julho, no Pinhão, registámos 46,5°C, a mais alta registada no país em 2022. Como resultado das temperaturas extremas, a maturação só ocorreu na última semana de julho.
A vindima iniciou-se a 5 de setembro na Quinta do Junco, a 7 de setembro na Quinta da Casa Nova, a 8 de setembro na Quinta da Eira Velha e a 9 de setembro na Quinta da Terra Feita, tendo as vinhas produzido bagos muito pequenos, o que lhes deu um bom rácio sumo/película. No dia 6 de setembro tivemos uma precipitação muito bem-vinda de 4 mm que manteve as temperaturas baixas e deu um alívio muito bem-vindo às vinhas e deu às uvas aquele importante impulso final. Ver novamente os lagares cheios de gente, depois de dois anos de interrupção devido ao COVID e saber que é assim que se fazem os grandes vinhos do Porto vintage, foi maravilhoso.
NOTA de PROVA
Núcleo preto púrpura profundo com um estreito bordo roxo. Uma explosão de poderosa fruta da floresta, sobreposta por uma rica camada de groselha preta, ameixa preta e cerejas que emanam do copo. Os aromas de frutos do bosque são mesclados com subtis notas de cereja preta, esteva, um toque de menta e de perfumadas pétalas de rosa.
A fruta é elegante e discreta, escondendo o vigor e a energia do vinho. Na boca o vinho apresenta uma frescura incrível, pureza de fruta e uma finura atraente, com notas de lavanda e aroma herbal. Frutos silvestres muitíssimo focados, ameixas e cerejas pretas continuam a crescer num final muito longo.

Website: Taylor’s
- Adega do Moscatel do Douro fortalece portefólio de DOC brancos

Monocastas Casa Velha mostram vivacidade do planalto de Favaios
Casa Velha Gouveio, Samarrinho e Moscatel. As três novas edições dos brancos monocasta da Adega de Favaios reafirmam a versatilidade do planalto de Favaios e espelham as potencialidades do Douro mais fresco.
Há uma vertente experimental nos vinhos varietais da gama Casa Velha, a referência de topo para os DOC Douro da Adega de Favaios, reconhece o diretor de enologia da cooperativa, Miguel Ferreira: “O primeiro a lançar foi o branco da nossa casta rainha, o Moscatel Galego Branco, em 2018. Desde então, temos procurado mostrar o potencial qualitativo de algumas das variedades melhor adaptadas às características do nosso planalto”.
Todos da vindima de 2023, as novas edições do Casa Velha Gouveio, Casa Velha Samarrinho e Casa Velha Moscatel Galego Branco mantêm o conceito preconizado para estas referências. “São vinhos genuínos, de intervenção minimalista na enologia, com o intuito de respeitar a pureza e a autenticidade do terroir, mantendo-se fiéis à expressão da casta. Nesse sentido, os vinhos são submetidos apenas a uma clarificação e filtração ligeiras e não têm qualquer estágio em barrica”, explica Miguel Ferreira.
“Trilhando o seu elevado potencial nesta zona de planalto, a casta Gouveio é uma das grandes apostas da Adega de Favaios”, especifica o enólogo, reconhecendo a sua “extraordinária capacidade de adaptação às zonas de altitude”, qualidades que a edição de 2023 exibe de forma exemplar: “É uma casta com grande consistência que apresenta vinhos vibrantes, combinando a frescura com a complexidade e volume de boca”.
Em segunda edição, o Casa Velha Samarrinho recupera uma casta rara e esquecida do Douro, sendo produzido a partir de uvas de uma única parcela de vinha do planalto de Favaios, localizada a 650 metros de altitude. Um evento de granizo durante o último ciclo vegetativo provocou a perda significativa da produção desta variedade, reforçando o carácter de raridade deste vinho – a primeira edição esgotou rapidamente.
Vinho varietal da casta rainha da região, o Casa Velha Moscatel Galego Branco é vinificado de forma a extrair ao máximo a riqueza aromática desta uva, sendo o vinho obtido através do mosto de sangria de uma cuba em maceração pré-fermentativa sem qualquer recurso a clarificações.
Envelhecimento com muita harmonia
Apresentado também a prova, o Casa Velha Grande Reserva branco 2021, revela-se “um belo exemplo de como podem evoluir muito bem os brancos aqui do planalto de Favaios”, comenta Miguel Ferreira. Um ano depois de chegar ao mercado, este DOC Douro topo de gama da Adega de Favaios apresenta excelente harmonia e equilíbrio, mostrando grande expressão aromática e menos notas do estágio em madeira. A acidez presente dá-lhe muita vida e, na prova de boca, mostra uma untuosidade invejável.
Portefólio com história e reconhecimento
A Adega de Favaios tornou-se reconhecida pelo Moscatel de Favaios que produz desde a sua fundação, em 1952, mas é atualmente uma referência também na produção de vinhos brancos DOC Douro, destacando-se nesta gama os vinhos Casa Velha, assim como os espumantes, de método Clássico ou Pét-Nat. Com cerca de 500 associados, a Adega é o principal produtor de Moscatéis na Região Demarcada do Douro (80%) e líder no mercado nacional (52%), possuindo um património invejável de Moscatéis dentro de portas (no final de 2023, a Adega de Favaios tinha em armazém 10 milhões de litros de moscatéis em envelhecimento).
Vinhos em prova
Casa Velha Gouveio 2023

Produzido a partir de uma variedade de uva com um perfil aromático de grande intensidade e muito particular, a Gouveio. Vinho branco com maceração pré-fermentativa de três dias, seguida de uma longa fermentação (20 dias) em cuba de inox. Estágio integral em inox durante 6 meses. Brilhante e de cor citrina. Aroma de forte intensidade, fresco, com destaque para as notas florais, vegetais e de frutos tropicais. Na boca apresenta-se fresco, amplo e vibrante. Produzidas 2000 garrafas. Teor alcoólico – 14 %.
PVP: 7 eurosCasa Velha Samarrinho 2023

O varietal Casa Velha Samarrinho é produzido a partir de uvas colhidas manualmente em caixas de 20 quilos, preservadas no frio 24 horas antes da seleção em tapete de escolha. Sucede-se o esmagamento e maceração pré-fermentativa a frio durante 72 horas. A fermentação decorre integralmente em inox, prolongando-se por 20 dias. O estágio ocorre também em cuba de inox durante seis meses, com bâttonage realizada periodicamente ao longo desse tempo.
Dada a pouca intervenção na fase de estabilização, de forma a privilegiar as qualidades intrínsecas do vinho, este pode apresentar-se ligeiramente turvo e sujeito a criar sedimentos. No perfil aromático, destaque para notas vegetais, de fruta branca e de caroço. Harmonioso na boca, apresenta-se fresco, volumoso, com o trabalho de bâttonage bem evidente, com boa persistência e alguma mineralidade. Produzidas 1200 garrafas. Teor alcoólico – 13 %. PVP: 11,5 euros.
Casa Velha Moscatel Galego branco 2023

Produzido a partir da casta rainha do planalto de Favaios, o Casa Velha Moscatel Galego Branco 2023 fez a fermentação alcoólica em cubas de inox durante cerca de 20 dias, com temperatura controlada. Estágio de seis meses em cuba de inox no qual se promove o contacto com borras finas. Brilhante e de cor amarelo citrino, com aromas marcados pela casta, realçando os florais, citrinos, líchias e ainda frutos tropicais. Fresco, bastante elegante, com uma boa acidez e de estrutura média. Termina de forma equilibrada e persistente, revelando toda a expressão e versatilidade da casta Moscatel Galego Branco. Produzidas 3000 garrafas. Teor alcoólico – 12.5 %. PVP: 7 euros.
Casa Velha Grande Reserva 2021

De uvas das castas Gouveio, Viosinho, Arinto e Rabigato, colhidas a uma altitude entre os 600 e 700 metros, este Grande Reserva branco da Adega de Favaios tem estágio de um ano em barricas de 1º e 2º ano (90%) e cuba de inox (10%). Cor amarelo citrino e aspeto brilhante. No aroma destacam-se as notas vegetais, citrinas e de fruto de caroço. Na boca o vinho é vivo, envolvente e cremoso com a barrica e a acidez em perfeita harmonia. Produzidas 3300 garrafas. Teor alcoólico – 13,10 %. PVP: 15 euros.
Website: Adega de Favaios
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