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Tasting for all blog

  • Vinhos Costa Boal – Trás-os-Montes
    Os novos vinhos Costa Boal são mais uma pérola da riqueza vitícola da região de Trás-os-Montes.
    Palácio dos Távoras Grande Reserva Branco 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela-esverdeada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, vegetal, amêndoas verdes, noz verde, citrino, frutas brancas.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, intensa, mas elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), envolvente, vegetal, folha de tomate, corpo médio, secura final agradável, elegante, equilibrado, com um final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, frescura intensa, equilibrado, muito elegante, madeira muito bem integrada, que dá muito prazer beber.

    Castas: Vinhas Velhas
    Região: Trás-os-Montes

    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59



    Palácio dos Távoras Bago a Bago Tinto 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), perfumado, frutado, frutas vermelhas, cerejas, morangos, balsâmico, leve couro.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), elegante, álcool médio (14,0º), corpo médio, taninos suaves, sedosos, leve, especiado, fruta vermelha, elegante, equilibrado, com um final saboroso e muito persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, muita frescura e leveza, equilibrado, muita gentileza, mas com um final cheio de garra e persistente.

    Castas: Conjunto alargado de castas autóctones
    Região: Trás-os-Montes

    A minha nota pessoal: FB 93

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Palácio dos Távoras Tinta – Gorda Tinto 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), perfumado, rosas, frutado, frutas vermelhas, melancia, cerejas, terroso.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), fina, elegante, álcool médio (14,0º), corpo médio, taninos elegantes, suaves, persistentes, leve, especiado, fruta vermelha, elegante, equilibrado, com uma secura final agradável e muito persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, descomplicado e moderno, equilibrado, muita delicadeza, proporcionando um enorme prazer a beber.

    Castas: Tinta-Gorda
    Região: Trás-os-Montes

    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Palácio dos Távoras Alicante Bouschet 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, escura, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, frutado, frutos silvestres maduros, tabaco, ligeiro herbáceo, menta, especiaria, pimenta.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, vibrante, álcool médio (+) (15,0º), muito corpo, concentrado, taninos potentes, intensos, fruta madura, picante, cheio, amplo, final longo e muito persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, cheio de frescura, vivo, rico, estruturado, que precisa de comida, está para durar muito mais tempo. Vinho para guardar.

    Castas: Alicante Bouschet
    Região: Trás-os-Montes

    A minha nota pessoal: FB 93

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Palácio dos Távoras Gold Edition 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, complexo, frutado, frutos silvestres, bagas pretas, bosque, mineral, grafite, especiaria, tabaco, pimenta.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, vibrante, explosiva, álcool médio (+) (14,5º), muito corpo, concentrado, taninos potentes, intensos, sedosos, fruta madura, especiaria, picante, amplo, final longo e muita persistência

    É um vinho de qualidade excelente, com frescura, vivacidade, estruturado, complexo, muito elegante, cheio de classe, muito saboroso, que dá um enorme prazer. É um vinho de reflexão, que está para durar muito mais tempo.

    Castas: Vinhas Velhas
    Região: Trás-os-Montes

    A minha nota pessoal: FB 95

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59



    Website : Costa Boal

    Website : Vinhos Costa Boal

  • Infinitude – Vinhos da Serra de Sintra
    Tal como a vida, o vinho é o resultado visível de uma infinidade de acontecimentos.
    Obra viva, em evolução. Assim são os vinhos nascidos na Quinta da Azenha, em Sintra, Colares,
    nas vinhas da família Osório de Vasconcelos Jardim Gonçalves
    Infinitude Merlot Rosado 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor salmão, casca de cebola, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, com notas de frutas vermelhas como cereja e groselha vermelha, ligeiro vegetal, bosque.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (12,5º), corpo médio (+), taninos suaves, envolvente, amplo, frutado, bagas silvestres vermelhas, mineral, salino, elegante, equilibrado, com um final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de boa qualidade, frutado, fresco, equilibrado, de grande suavidade e elegância, que dá muito prazer beber.

    Castas: Merlot
    Região: Lisboa IG

    A minha nota pessoal: FB 89

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Infinitude Pinot Noir 2017

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, encarnada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), com notas de frutos silvestres vermelhos, perfumado, muito bosque, trufa, balsâmico, cedro.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (13,0º), corpo médio (+), taninos suaves, mas vivos, potentes, envolvente, amplo, frutado, frutas vermelhas silvestres, mineral, salinidade, muito elegante, equilibrado, com um final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, fácil de beber, transmite o terroir, muito bosque, frescura, equilibrado, suavidade e elegância, muito longo e envolvente.

    Castas: Pinot Noir
    Região:
    Lisboa IG

    A minha nota pessoal: FB 91

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Infinitude Blend Tinto Pinot Noir e Merlot 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), com notas de frutos vermelhos, cereja e framboesa, bosque, especiaria, pimentas, balsâmico, resinoso.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (13,0º), corpo médio (+), taninos potentes, elegantes, envolvente, amplo, frutado, frutas vermelhas, mineral, salino, equilibrado, com um final longo que se espalha pela boca e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, frescura, delicado, envolvente, com uma secura muito agradável, que gera um final muito longo e persistente.

    Castas: Pinot Noir e Merlot
    Região: Lisboa IG

    A minha nota pessoal: FB 91

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Infinitude Merlot 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), com notas de frutos vermelhos, cereja, ameixa, herbáceo, erva seca, folha de tomate.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (13,0º), corpo médio, taninos potentes, mas suaves, amplo, frutado, frutas vermelhas, herbáceo, salino, equilibrado, com um final longo e persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, frutado, frescura, redondo, macio, equilibrado, fácil e muito agradável de beber.

    Castas: Merlot
    Região: Lisboa IG

    A minha nota pessoal: FB 91

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Infinitude Legado

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, com notas de frutos vermelhos, perfumado, rosas, muito bosque, alcaçuz, doce de frutos vermelhos, balsâmico, cedro, resina, madeira velha.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, álcool médio (13,0º), corpo médio, taninos potentes, elegantes, amplo, frutado, frutas vermelhas, balsâmico, herbáceo mineral, equilibrado, com um final prolongado e persistente.

    É um vinho de qualidade excelente, atraente, fruta delicada, muito balsâmico, herbáceo, complexo, suave, equilibrado, vivo e cheio de frescura.

    Castas: Lotes de Pinot Noir e Merlot
    Região: Lisboa IG

    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Infinitude Wines

  • TAYLOR’S LANÇA NOVA EDIÇÃO LIMITADA DA COLECÇÃO DE GARRAFAS HISTÓRICAS

    Historical Collection III – The Mallet

    “O sucesso da Taylor’s Historical Collection levou-nos a lançar uma terceira edição. Estas edições limitadas de garrafas históricas são um tributo à longa e rica história do Vinho do Porto e dão continuidade à nossa longa tradição de inovação. Apresentadas em embalagens coleccionáveis e exclusivas, estão desenhadas para atrair – novos e actuais – consumidores e também coleccionadores de vinho do Porto.”, refere o director geral da Taylor’s, Adrian Bridge. E acrescenta: “A elegância e o cunho histórico da embalagem fazem dela o presente que qualquer um gostaria de receber”.

    A nova garrafa é inspirada nas garrafas em forma de “maço-cilíndrico” que se estabeleceram em Inglaterra por volta de 1750. Os lados da garrafa eram frequentemente afilados em direcção ao ombro, em vez de completamente paralelos. Esta edição limitada é inspirada naquele período, o antecessor imediato da garrafa de vinho cilíndrica dos dias de hoje.

    O lote do vinho foi cuidadosamente elaborado para esta edição a partir de vinhos do Porto especialmente seleccionados das extensas reservas de tawnies da Taylor’s. O seu perfil, exclusivo para esta edição, apresenta a riqueza característica dos vinhos Taylor’s, com um final distinto e firme. O vinho é um Tawny habilmente lotado, harmonioso e equilibrado, com toda a intensidade e requinte que derivam do envelhecimento em velhos cascos de carvalho.

    David Guimaraens, enólogo da Taylor’s, refere: “Este lote foi cuidadosamente seleccionado e lotado para esta edição limitada. Apresenta a riqueza e a profundidade de sabor características do estilo único da Taylor’s, bem como um final muito longo e distinto”.

    Esta edição histórica vem apresentada numa embalagem contemporânea onde se destaca a elegância da garrafa, gravada com o distintivo símbolo “4XX” utilizado pela Taylor’s. O histórico símbolo 4XX da Taylor’s aparece na primeira garrafa conhecida com uma marca comercial e passou a ser usado após a fundação da empresa em 1692.

    A primeira edição da Taylor’s Historical Collection, foi lançada em 2017 para celebrar o 325º aniversário da Taylor’s, com recriação de uma antiga garrafa em forma de ‘cebola’, característica do final do século XVII, com data próxima da fundação da Taylor’s. A segunda edição, lançada em 2019, foi inspirada numa histórica garrafa inglesa, cujo pico de utilização ocorreu entre os anos 1715 a 1740. Estas tinham uma forma oval e estreita, sendo frequentemente descritas como ‘castanha achatada’.

    O novo Taylor’s Historical Collection estará disponível nas lojas da especialidade a partir de Julho com o pvp recomendado de €34.50.

    Notas de Prova

    Tonalidade castanho-avermelhada profunda no centro com um bordo estreito cor de tijolo. O nariz maduro e opulento abre-se com um aroma quente de café, caramelo e frutos secos, com notas de ameixa e passas. Em torno deste núcleo rico e suave estão camadas de aroma picante, amadeirado e de nozes, bem como discretos aromas florais, conferindo ao vinho uma complexidade intrincada, subtil e sedutora. Na boca é redondo e denso, com uma textura macia e sedosa. Combina com um delicioso toffee e sabores de frutas em conserva que continuam no final longo e quente. Este vinho é uma demonstração impressionante da tradicional arte do lote e envelhecimento em casco, onde cada componente é perfeitamente integrado e confere uma dimensão extra de aroma e sabor.

    Informação adicional:

    Evolução do formato da garrafa de vidro

    No início do século 18, as garrafas eram sopradas à mão e tinham formato bulboso. Não podiam ser deitadas e, portanto, eram inadequadas ao envelhecimento do vinho em garrafa. Estas garrafas eram usadas principalmente para transportar o vinho da pipa do comerciante para a mesa do consumidor. Como as garrafas eram caras, eram reutilizadas e frequentemente exibiam o brasão ou as iniciais de seu dono.

    Com o avançar do século 18, as garrafas tornaram-se mais altas e mais cilíndricas. A forma inicial de ‘cebola’ bulbosa gradualmente evoluiu para uma garrafa mais alongada, de lado recto e com gargalo mais longo. O primeiro estágio nesta evolução foi o aparecimento da garrafa em forma de ‘maço’, que se tornou bem estabelecida em Inglaterra por volta de 1730. Como as suas predecessoras, as primeiras garrafas de ‘maço’ eram atarracadas. Os lados eram frequentemente afilados em direcção ao ombro, em vez de completamente paralelos. No entanto, por volta de 1750, a garrafa ‘maço’ desenvolveu uma forma mais cilíndrica. A garrafa desta edição limitada é inspirada na garrafa ‘maço-cilindro’ daquele período, a antecessora imediata da garrafa de vinho cilíndrica de hoje.

    Website : Taylor’s

    Website : Taylor’s Historical Collection

  • Quinta do Crasto: o Douro à primeira vista

    A Quinta do Crasto tem três programas de Enoturismo ideais para quem vai aproveitar as férias de 2021 para conhecer o Douro pela primeira vez. Visitas guiadas que explicam toda a produção dos vinhos, refeições tradicionais com vista sobre o rio e provas comentadas com referências do produtor são as propostas.

    Para muitos portugueses, as férias deste ano vão ainda ser de (re)descoberta do território nacional e o Douro promete voltar a estar entre os destinos mais requisitados. A pensar nos visitantes que vão conhecer pela primeira vez a região demarcada mais antiga do mundo e também em todos os que procuram vê-la com um renovado olhar, a Quinta do Crasto (Sabrosa) tem já disponíveis três programas de Enoturismo.

    As experiências estão desenhadas para que seja possível conhecer tudo aquilo que o Douro tem de melhor sem sair de um mesmo lugar. Para isso, os três programas começam com uma visita guiada a pé que permite perceber diferentes fases do ciclo da vinha e do vinho. Da receção da uva à adega, laboratório e cave de barricas, há ainda paragem na Vinha Maria Teresa, onde a Quinta do Crasto tem implementado um projeto que, com recurso à tecnologia, vai preservar a história desta centenária vinha.

    Conhecido o processo de vinicultura e viticultura, chega a hora de provar o seu resultado: aproveitando o bom tempo, é no exterior que se sugerem duas opções de provas comentadas. A primeira (29€/pessoa) dá a conhecer o Crasto Douro Branco ou Tinto, o Crasto Superior Tinto, o Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas e o Quinta do Crasto Late Bottled Vintage Porto. Já a segunda (55€/pessoa) tem igualmente cinco vinhos, mas de gamas superiores: Crasto Superior Branco, Crasto Superior Syrah, Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas, um Quinta do Crasto Touriga Nacional/Franca ou um Quinta do Crasto Tinta Roriz e ainda um Quinta do Crasto Colheita Porto. Ambos os programas de visita e prova são realizados diariamente e têm a duração de 90 minutos.

    Para quem queira demorar-se mais a apreciar a vista sobre o rio, a Quinta do Crasto sugere um almoço harmonizado (70€/pessoa) com cinco vinhos do produtor. Nas opções de prato principal não faltam propostas com produtos típicos da região do Douro e Trás-os-Montes, como Cabrito Assado no Forno com Batata Assada, Feijoada à Transmontana ou Lombo de Porto Assado com Castanhas.

    Para que os visitantes tenham uma experiência duriense ainda mais completa, todos os programas da Quinta do Crasto, reconhecida há dois anos consecutivos como um dos melhores destinos vínicos do mundo, podem ser complementados com passeios de barco, de comboio e na tradicional carrinha Bedford.

    “O nosso objetivo é que a Quinta do Crasto Quinta do Crasto seja um cartão de visita que apresenta aos visitantes todas as potencialidades de uma região tão rica quanto o Douro, seja através da paisagem, da gastronomia e, claro, dos vinhos”, explica Tomás Roquette, administrador da Quinta do Crasto“No ano passado, a região do Douro foi um forte polo de atração turística, sobretudo, nacional e acreditamos que neste verão isso vai repetir-se e até a intensificar-se, já que contaremos com o regresso de algum turismo internacional”, recorda.

    Todas as visitas e programas de enoturismo da Quinta do Crasto estão sujeitos a marcação prévia que pode ser feita através do e-mail enoturismo@quintadocrasto.pt ou dos contactos telefónicos +351 254 920 020 e +351 934 920 024. Para saber mais sobre a Quinta do Crasto e os seus vinhos, consultar www.quintadocrasto.pt ou www.heritagewines.pt.

  • Douro Primeira Prova | Especialistas de todo o mundo provam os melhores vinhos da região | Museu do Douro, de 5 a 7 de julho

    No Museu do Douro (Peso da Régua), de 5 a 7 julho

    Douro Primeira Prova apresenta mais de 150 vinhos

    Chama-se Douro Primeira Prova e vai ser oportunidade única para provar 150 dos melhores vinhos do Vale do Douro, permitindo perceber a evolução das quintas, a qualidade das últimas colheitas e o potencial máximo dos vinhos da região vinhateira – dos tintos, mas também dos novos e extraordinários brancos (e não esqueçamos o vinho do Porto!). De 5 a 7 de julho, são esperados no Museu do Douro cerca de uma centena de especialistas de todo o mundo para provarem o melhor desta região Património Mundial.

    A encantadora paisagem do Vale do Douro – uma das mais belas regiões vinícolas do mundo – abre o cenário para uma degustação magnífica. Originalmente, Douro Primeira Prova deveria realizar-se em 2020, mas a pandemia obrigou ao seu adiamento. Com otimismo e energia renovada, de 5 a 7 de julho, os produtores durienses voltam a dar as boas-vindas a mais de 100 especialistas internacionais e nacionais em vinhos.

    Os jornalistas, críticos de vinhos e outros especialistas chegam de todo o mundo e reúnem-se no Museu do Douro. Um silêncio intenso domina a sala de provas, refletindo concentração profunda e ininterrupta. Todas as mentes estão focadas na nova colheita de vinhos tintos, brancos e do Porto que se estreia antes do seu lançamento oficial no mercado. Nos bastidores, as coisas estão agitadas. Já estão prontas garrafas de 21 dos melhores produtores da região, para serem servidas em condições ideais de degustação. Bem-vindo ao Douro Primeira Prova!

    A primeira edição do Douro Primeira Prova foi realizada em maio de 2019. Foram servidos exatamente 167 vinhos, uma oportunidade única que atraiu mais de 90 especialistas de 18 países diferentes, entre eles Suécia, Itália, Canadá, Rússia e Japão. Durante três dias, todos os olhos se voltaram para os vinhos do Vale do Douro. O feedback notável do evento de estreia mais do que justificou este encore. 

    A edição de 2021 vai reunir mais uma vez 21 produtores da região para apresentarem os seus vinhos jovens: vinhos brancos e rosés de 2019 e 2020, bem como vinhos tintos e do Porto de 2018 e 2019. Os profissionais da indústria vão ter novamente oportunidade de provar toda a coleção de vinhos num só lugar, o Museu do Douro. Sem o incómodo de ter que percorrer o longo e tortuoso caminho entre as quintas através do escaldante vale do Douro. São esperados especialistas de 11 países (Áustria, Suíça, Alemanha, Dinamarca, Polónia, EUA, Canadá e Brasil, entre outros).

    Lugar e pessoas

    Os socalcos do Douro refletem mais de 2000 anos de viticultura. A rica história da região, juntamente com a experiência dos enólogos e mestres da adega, é o que torna possíveis grandes vinhos em todas as categorias. Inspirado por uma visão de transmitir a grandeza do vale para o mundo, um grupo de produtores de topo juntou-se sob o nome de The New Douro.

    O Douro Primeira Prova é uma degustação silenciosa. Jornalistas, sommeliers e compradores têm a oportunidade de degustar os vinhos por ordem e ritmo. De segunda a quarta-feira, com um horário para a manhã e outro para a tarde. E com um bónus adicional: os produtores de vinho estarão disponíveis pessoalmente para responder a quaisquer perguntas sobre métodos de produção ou filosofias específicas. 

    Todas as tardes de degustação terminarão aliás com um seminário liderado pelos próprios enólogos, explorando vários aspetos da produção de vinho na região duriense. 

    Produtores New Douro

    Casa Ferreirinha (Sogrape Vinhos) / Duas Quintas (Ramos Pinto) / Duorum Vinhos/ Lavradores de Feitoria / Poeira / Niepoort / Poças / Quinta da Gaivosa (Alves de Sousa) / Quinta do Crasto + Roquette&Cazes / Quinta do Noval / Quinta da Romaneira / Quinta do Vallado / Quinta dos Murças / Quinta Nova / Quinta do Vale Meão / Churchill’s / Symington /Prats & Symington / Van Zellers & Co. / Vertiçe / Wine&Soul

    Medidas pandémicas e registo

    Regras rígidas de higiene e segurança para prevenção do corona vírus aplicam-se durante todo o evento, a fim de permitir uma degustação segura e o mais agradável possível. As vagas são limitadas e o registo nas provas é obrigatório (segunda a quarta, das 9 às 12h00 e das 13 às 16h00). O registo só é válido após confirmação da Wine & Partners.

    Mais informações: https://www.wine-partners.at/en/douro-primeira-prova-2021/

    Os lugares para a prova são limitados e o registo, que é obrigatório, deve ser feito para o seguinte mail: primeiraprova@wine-partners.at

  • A Croft anuncia o lançamento do CROFT PINK & TONIC, o primeiro PORTONIC rosé, em lata, pronto a beber!
    Croft Pink

    A Croft, fundada em 1588, é a mais antiga empresa que ainda permanece activa como produtora de vinho do Porto. A família Croft, originalmente comerciantes de vinho em York, teve um papel activo e proeminente na história do comércio do vinho do Porto.

    “Apesar da sua longa história e reputação, a Croft nunca se deixou limitar pela tradição e em 2008 lançou o primeiro vinho do Porto rosé: o Croft Pink, que a todos surpreendeu pelo arrojo e novidade. O Croft Pink atraiu novos e mais jovens consumidores para o vinho do Porto e criou novas oportunidades de consumo, nomeadamente associadas à preparação de cocktails e bebidas de Verão, onde era o ingrediente essencial.”, refere Adrian Bridge, director geral da Croft. E acrescenta: “É chegado o momento de apresentar este vibrante vinho do Porto, na versão ready-to-drink, com água tónica, numa atractiva lata. Estamos confiantes que o CROFT PINK & TONIC vai agradar a todos os que procuram um momento refrescante e informal. Além de demonstrar a versatilidade e variedade do Vinho do Porto.”

    Croft Pink

    David Guimaraens, enólogo da Croft, destaca: “O estilo inovador do vinho do Porto que lançámos em 2008, o Croft Pink, foi conseguido através de uma inovadora técnica de vinificação capaz de extrair os sabores frescos e frutados e apresentar um cor-de-rosa subtil e delicado ao vinho. Também a fortificação foi afinada para assegurar a frescura dos aromas a fruta e dar grande elegância do vinho. O resultado foi um maravilhosamente fresco e vibrante vinho do Porto, com deliciosos sabores de cereja, framboesa madura, com notas de mel e toranja, num final seco e muito atractivo.” E assegura: “O Croft Pink & Tonic que agora apresentamos é irresistível, pois combina a explosão de aromas de fruta com o atractivo final seco da nossa água tónica. É delicioso e muito prático para apreciar em qualquer momento e em qualquer lugar.”

    O Croft Pink & Tonic é apresentado numa prática, conveniente, 100% reciclável, elegante lata de 250ml. O seu volume foi pensado para que fosse fácil de transportar e de refrescar, sendo perfeito para desfrutar num momento de descontracção, em casa ou ao ar livre, no campo ou na praia, com amigos e família.

    Sobre o Croft Pink

    O Croft Pink, o primeiro vinho do Porto rosé, foi criado em 2008 e é, ainda hoje, uma referência de qualidade. É feito através de um método de vinificação que consegue a extracção de uma sedutora cor rosé bem como de aromas muito frutados e frescos, devido ao limitado contacto do sumo com a película da uva durante a fermentação. O resultado final é um vinho com atraentes notas florais que enaltecem os pungentes e frutados aromas de framboesa. O paladar é rico em apetitosos sabores a cereja e framboesas maduras e com deliciosas nuances de mel e toranja.

    Website : Croft

    Website : Croft Pink

  • Quinta da Romaneira Reserva Branco 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, floral, lavanda, acácia, frutas citrinas, lima, pêssego verde, leves toques de barrica fina.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), sedoso, envolvente, citrino, intenso, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, com aroma floral, citrino, frescura intensa, equilibrado, aveludado, muito elegante, mineral, madeira muito bem integrada, que dá muito gosto beber. Uma opção para todas as situações no Verão que se avizinha.

    Corvina assada no forno

    Castas : Viosinho 58% Gouveio 34% Boal 3% Rabigato 5%
    Região: Douro


    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Quinta da Romaneira Branco 2020
    Ficha Técnica : Quinta da Romaneira Branco 2020

  • Himitsu Sushi Bar – O Japão a dois pauzinhos daqui

    Himitsu Sushi Bar, inaugurado a 21 de Abril de 2016, localiza-se junto ao Palácio Nacional de Mafra. Oferece aos seus clientes um ambiente acolhedor, familiar e intimista assim como o melhor da cozinha tradicional japonesa e de fusão! A frescura e a qualidade de todos os ingredientes é compromisso conseguido, desde a qualidade dos ingredientes, à elaboração e apresentação dos pratos, tudo é perfeito. Atendimento profissional e muito atencioso que cativa e apraz. Vamos voltar com certeza, pois o menu é extenso e queremos provar todas as iguarias.

    Website : Himitsu Sushi Bar

  • A nova carta do SoMos é uma viagem ao Mediterrâneo sem sair da Boavista

    Se os pratos propõem uma viagem guiada pelo sabor do sul da Europa, os produtos são locais. A Natureza está em destaque na nova carta do SoMos Restaurant and Lounge, que já pode ser provada ao almoço ou ao jantar, aproveitando a ampla esplanada da Avenida da Boavista.

    A chegada da primavera e dos primeiros dias de sol fazem ansiar por momentos descontraídos à mesa, onde a frescura e a vibração dos pratos acompanhem o otimismo da estação. A nova carta do SoMos, restaurante localizado em plena Avenida da Boavista, responde na perfeição a esta vontade, com novas entradas, pratos e sobremesas inspirados na cozinha mediterrânica e nos produtos da época.

    A iguaria típica siciliana, Arancini de cogumelos com maionese de cebolinho (6€), ou o Camarão crocante com sweet chili e guacamole (9€) são duas das novas entradas do menu e exemplos de como a saudável e tradicional cozinha do Mediterrâneo pode ser conjugada com apontamentos exóticos e surpreendentes. Para o início da refeição, sugerem-se ainda o Ceviche de robalo com “Pisco”, salsa de abacate, manga lima e malagueta (14,50€) ou a Salada Caprese (13,50€).

    Das hortas regionais, chegam os legumes e ervas aromáticas dos pratos principais. O Filete de dourada com buerre blanc, cremoso de pastinaga e vegetais salteados (16€) e o Bife de lombo com molho mostarda e batata sauté (22€) são alguns dos pratos que prometem levar-nos a destinos solarengos com um burburinho de novidade. E nesta viagem ao mediterrâneo não poderiam faltar as pizzas. Do menu recomendam-se a clássica Pizza Napolitana (13€) ou a Pizza de salmão fumado e funcho (15,50€), uma das combinações mais solicitadas da casa.  

    Como em todas as viagens, a despedida é o momento mais doce. É tempo de provar a Torta de Azeitona com creme de ovos (4€) ou o Picado de Abelha (4€), duas sobremesas exóticas em estreia no menu. Na carta mantêm-se os clássicos Cheesecake com frutos vermelhos (4€) e Mousse de chocolate caseira (4,50€).

    A acompanhar, o SoMos dispõe de uma alargada carta de vinhos e cocktails de assinatura, que são a escolha perfeita para acompanhar o pôr-do-sol na cidade. A sugestão do momento é o  Sleepy Monkey (12,50€), um o cocktail elaborado à base de whisky Monkey Shoulder, sumo de limão, xarope de lavanda envolto em ervas aromáticas da horta do restaurante.

    Para ser possível desfrutar mais tranquilamente destes momentos, aconselha-se a marcação com a maior antecedência possível através do 22 607 25 52. Para total conforto e segurança, o restaurante garante o distanciamento das mesas e todas as medidas e recomendações da Direção-Geral de Saúde.

    Horário Esplanada – 10h30 – 22h30  

    Horário Restaurante 

    Website: soMos

    Almoço: 12h30 – 15h00 

    Jantar: 19h30 – 22h30  

    Informações e reservas: 22 607 25 52 ou Somos.restaurant@ihg.com 

    Estacionamento está incluído, de acordo com a disponibilidade  

    Redes sociais:  

    Facebook – facebook.com/SOMOSRestaurantPorto 

    Instagram – @somosrestaurantporto 

  • Messias Porto Vintage 2018
    Messias Porto Vintage 2018

    Vinho com uma cor retinta, límpida, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, com uma intensidade aromática média (+), frutado, fruta preta, cerejas pretas, balsâmico, menta, hortelã, esteva, especiaria, chocolate preto.

    Na boca é um vinho doce, com acidez média, álcool alto (20,0º), estruturado, taninos maduros, elegantes, frescura, cerejas pretas, apimentado, chocolate preto, aveludado, final cheio, rico e longo, muita persistência.

    É um vinho com um nível de qualidade excelente, intenso, fruta preta saborosa, guloso, que propociona um grande prazer. É um vinho com potencial de evolução e envelhecimento.


    Castas : Touriga Nacional,Touriga Franca,Tinta Barroca,Tinta Roriz
    Região : Douro


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Caves Messias
    Website: Messias Porto Vintage 2018
    Ficha Técnica : Messias Porto Vintage 2018

  • O Melhor Vinho Fortificado do ano é da Casa Kopke

    Casa Kopke e Quinta da Boavista arrebatam GRANDE OURO

    Os resultados dos concursos International Wine Challenge (IWC), International Wine & Spirits Competition (IWSC) e Vinhos de Portugal (CVP) já são oficialmente públicos e a Casa Kopke e a Quinta da Boavista foram os grandes premiados.

    No Concurso Vinhos de Portugal, uma iniciativa que distingue a diversidade e excelência dos vinhos produzidos no nosso território, o Porto Kopke Porto Colheita 1966 arrebatou oprémio do “Melhor Fortificado” do ano. Um Porto Colheita absolutamente excecional que não deixou este júri indiferente distinguindo-o na categoria como o “Melhor do Ano”.

    Já nos vinhos tranquilos, destaca-se a   performance do DOC DOURO Boavista Reserva 2017, prestes a sair para o mercado, e que foi distinguido com a medalha de Grande Ouro. Uma quinta emblemática que tem visto os seus vinhos consistentemente premiados pela critica especializada.

    Na edição de 2021 do IWC, o Grupo Sogevinus recebeu 21 medalhas, distribuídas pelas Casas centenárias que fazem parte do seu portfólio. Os vinhos do Porto da Kopke voltaram a conquistar o painel internacional que elegeu o Kopke Colheita 1978 como o melhor Vinho do Porto em prova com um duplo troféu:  Troféu de Melhor Porto e Troféu de Melhor Colheita. Ainda do portfólio da Kopke, foram distinguidos os Colheitas 1957 e 1967, ambos com 95 pontos, e o irreverente Kopke 30 anos branco que os jurados descreveram um vinho delicioso e raro, a desfrutar!

    Vinhos excecionais que a Casa Kopke conserva nas suas caves distinguidos como os melhores do ano num concurso rigoroso que conta com a sua 38º edição e que, fruto desta excecional performance, nomeou ainda o enólogo e master blender Carlos Alves para Fortified Winemaker do ano. “É com orgulho que vejo o trabalho de uma equipa de várias gerações a ser reconhecida por esta nomeação”, sintetiza o enólogo que já leva quase duas décadas dedicadas à produção e curadoria destes vinhos.

    A consistência da qualidade dos vinhos da Casa Kopke revê-se ainda nos resultados do IWSC deste ano com o Porto Colheita 1957 a conquistar 98 pontos pela sua elegância e grande potencial de evolução. Os Idades da Kopke também tiveram em destaque neste concurso que premiou com Ouro (96 pontos) o Kopke 40 anos Tawny “um vinho que nos dá tudo o que um Tawny 40 anos nos deve dar”. Um equilíbrio entre fruta e evolução em madeira que nos conquista num final longo e delicioso. Premiado também medalha de Ouro (95 pontos), o Kopke Colheita 2002 tem vindo a conquistar os júris nacionais e internacionais pela sua riqueza aromática onde se destacam sabores mais especiados a par de notas de alperce e sultanas. Um exemplo de um vinho pronto a ser bebido com imenso prazer.

    A excecionalidade dos vinhos da Kopke distinguida assim pelos painéis dos grandes concursos nacionais e internacionais que elegem esta Casa como uma referência de vinhos cuidados ao longo de gerações com mestria dos provadores e respeito pelas práticas artesanais dos mestres tanoeiros e provadores que fazem destes néctares verdadeiros sinais dos tempos, vinhos fascinantes com histórias para contar

    Transversais a todo o portfólio, estas distinções vêm reforçar o reconhecimento da qualidade dos vinhos do Grupo Sogevinus, honrando assim, mais uma vez, a confiança dos seus consumidores.

    Website : Sogevinus

  • Herdade do Rocim Clay Aged Branco 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, vegetal, floral, com aromas de jasmim, pêssego seco, toques de mel, resinoso, olaria, mineral, pedra molhada.

    Na boca é um vinho seco, com acidez elevada, intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), aveludado, envolvente, muito intenso, tenso, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, com aroma vegetal, floral, frescura imensa, equilibrado, aveludado, muito elegante, mineral, ligeira salinidade, intenso, que perdura na boca, deixando uma secura final muito agradável que pede comida, neste caso harmonizou com pataniscas de bacalhau com arroz de feijão e polvo à lagareiro, perfeito.


    Castas : Verdelho, Viosinho e Alvarinho
    Região: Alentejo


    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Herdade do Rocim
    Website: Herdade do Rocim Clay Aged Branco

    Preços : Herdade do Rocim Clay Aged Branco 2018

  • Torre de Palma Wine Hotel celebra o 7º aniversário com a inauguração do novo restaurante Palma, liderado pelo chef Miguel Laffan

    Torre de Palma Wine Hotel comemora sete anos com a apresentação da sua nova proposta gastronómica no restaurante Palma, coordenado pelo chef Miguel Laffan.

    Torre de Palma Wine Hotel, no Alto Alentejo, comemora sete anos e apresenta o seu novo restaurante Palma, com o chef Miguel Laffan ao leme deste novo projeto.

    Com um percurso desenvolvido em vários restaurantes com estrelas Michelin pelo mundo, Miguel Laffan liderou vários projetos a nível nacional, e foi o Alentejo que o inspirou a conquistar a primeira estrela Michelin da região. Esta forte conexão e conhecimento do Alentejo fê-lo agora regressar a estas terras e criar o Palma, o novo restaurante do premiado Torre de Palma Wine Hotel. Quero retratar a verdadeira essência do Alentejo, incorporando uma realidade mais atual. O Palma irá trazer frescura e vivacidade àquela que é uma das mais ricas gastronomias do nosso país” refere Miguel Laffan, chef executivo do restaurante Palma.

    Inspirado pelas paisagens do Alto Alentejo, entre castelos e prados, este menu propõe uma experiência familiar, de partilha e de bem-estar em que a genuinidade e generosidade da terra é o que sobressai.O chef destaca a excelência dos produtos locais como os queijos e enchidos caseiros, animais de pasto cuidadosamente selecionados e os ovos biológicos, preparados na sala pelo Maître, perfeitamente harmonizados com os vinhos da herdade de Torre de Palma. “É fundamental honrar o que temos de melhor nesta região e dar a conhecer a nossa cultura e património gastronómico, sem perder a identidade da região. O Alentejo é um tesouro, com produtores apaixonados pela terra e com níveis de qualidade fora de série, que não encontramos noutro lugar”, reforça Miguel Laffan.

    Este importante momento coincide com o 7º aniversário do Torre de Palma Wine Hotel. “Celebramos estes 7 anos de existência com muita alegria pelo desenvolvimento da marca Torre de Palma como uma referência, seja ao nível do enoturismo e hotelaria em Portugal, como da produção de vinho, e agora com a nova proposta gastronómica – o restaurante Palma com o chef Miguel Laffan.” refere Luísa Rebelo, General Manager do Torre de Palma.

    O Alentejo e as inspirações do chef Miguel Laffan convidam a novas experiências e a apreciar o que a região tem para oferecer – beleza natural única e a descoberta do importante património que este território abraça. Torre de Palma Wine Hotel aguarda uma visita para celebrar e sentir-se em casa enquanto vive experiências autênticas.

    TORRE DE PALMA WINE HOTEL
    www.torredepalma.com https://www.torredepalma.com/ofertas/
    Herdade de Torre de Palma, Monforte 
    7450-250 Monforte | Alentejo 
    GPS: 39º 4′ 6” N,7º 29′ 20” W 
    reservas@torredepalma.com  
    T: (+351) 245 038 890
    WhatsApp: (+351) 936 004 264  
     RESTAURANTE PALMA Horário: Sexta a Domingo das 12h30 às 15h00 Todos os dias das 19h30 às 22h00
    https://www.torredepalma.com/o-hotel/restaurante/ reservas@torredepalma.com 
    T: (+351) 245 038 890
  • UMAMI: novo restaurante da Quinta do Lago é de cozinha asiática e traz o quinto sabor para o Algarve

    O resort Quinta do Lago apresenta o seu novo restaurante: UMAMI é a primeira oferta de gastronomia asiática do resort.

    Especializado no método culinário japonês robatayaki – ou Robata –, combina uma experiência de luxo e uma verdadeira experiência sensorial com uma oferta variada de pratos de sushi e frutos do mar, entre outros.

    A Quinta do Lago, o resort mais exclusivo do Algarve, apresenta aquele que é a sua mais recente adição ao seu portfólio de restaurantes: UMAMI apresenta-se como o primeiro restaurante asiático do resort e promete combinar uma experiência de luxo com uma verdadeira experiência sensorial.

    UMAMI traz o melhor da cozinha asiática para o coração do Algarve

    “Na culinária asiática, robatayaki, muitas vezes abreviado para Robata, refere-se a um método de cozinhar semelhante ao barbecue em que os alimentos são cozinhados em diferentes velocidades sobre o carvão quente”, começa por explicar David Madeira, Diretor de F&B da Quinta do Lago, adicionando que “foi este o ponto de partida para a criação do nosso novo restaurante. O UMAMI não é um restaurante de sushi, mas sim uma opção sofisticada e autêntica que traz consigo o melhor da cozinha asiático. O nosso primeiro restaurante asiático, uma oferta que passamos agora a ter para os nossos residentes e visitantes”.

    Este género culinário oferece, tradicionalmente, uma combinação de peças de marisco e legumes, mas pode também contar com outros alimentos adequados para grelhar e permite cozinhar de forma mais saudável.

    Inspirado pelos pescadores das águas costeiras do norte do Japão, que grelham peixe nos seus barcos sobre brasas quentes e partilham-no uns com os outros utilizando os seus remos, o UMAMI cozinha com elementos naturais para criar combinações de sabores frescos e criativos sem comprometer na qualidade. Este novo restaurante oferece-lhe uma sofisticada reviravolta no estilo tradicional asiático de comer e beber informalmente, apresentando uma cozinha oriental moderna que é autêntica, mas não tradicional. Com uma forte componente sustentável, recorre à Q Farm, a quinta da Quinta do Lago, para trazer os ingredientes orgânicos mais frescos para a mesa, e conta também com atum e carvão sustentável.

    No UMAMI, a delicadeza do grelhador robata é complementada por especialidades asiáticas deslumbrantes, tais como sushi, sashimi, acompanhadas por aperitivos com infusão de Sake e cocktails.

    Uma nova experiência sensorial com o “quinto sabor”

    Durante anos, sempre foram conhecidos apenas quatro sabores básicos do paladar: doce, ácido, salgado e amargo. Umami é a denominação japonesa do “quinto sabor“, uma descoberta relativamente recente, e significa “saboroso e agradável” e representa aquilo que a Quinta do Lago visa oferecer aos seus residentes e clientes: uma experiência nova, única, sofisticada e moderna através da sua oferta gastronómica.

    Apresentando-se como um restaurante boutique, o UMAMI dá-lhe a oportunidade de se deliciar por estes pratos, petiscos e bebidas tanto dentro do restaurante, como à beira da piscina. Tem capacidade para 20 pessoas no interior e 60 no exterior, 30 das quais em espaço lounge. O seu horário de funcionamento é a partir das 17h30 para que possa desfrutar do pôr-do-sol e cocktails no agradável espaço exterior.

    O UMAMI localiza-se na RESERVA, um condomínio de luxo exclusivamente disponível para alugar, que oferece a experiência de um verdadeiro estilo de vida natural. Com vista para o Parque Natural da Ria Formosa, atinge o equilíbrio perfeito entre o design contemporâneo e a sensibilidade clássica, e convida-o a instalar-se na qualidade de vida entre a natureza.

    Website: Quinta do Lago

    Website: Restaurante UMAMI

  • Cedro do Noval Branco 2020
    Cedro do Noval Branco 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, complexo, muito floral, com aromas de camomila, feno, flores secas, frutas brancas, ameixa e ananas verde, baunilha.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média+, intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), untuoso, envolvente, intenso, especiado, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e muito boa persistência.

    É um vinho de qualidade excelente, com aroma frutado e floral pronunciado, frescura imensa, equilibrado, untuoso, muito elegante, mineral, madeira muito bem integrada, viciante, que dá um prazer imenso. Harmonização com marisco na perfeição.

    Cedro do Noval Branco 2020

    Castas : Viosinho (65%), Gouveio (35%)
    Região: Douro


    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Quinta do Noval
    Website: Cedro do Noval Branco 2020

    Preços : Cedro do Noval Branco 2020

    Ficha Técnica : Cedro do Noval Branco 2020

  • Taylor’s lança Single Harvest Tawny 1896
    Taylor’s Single Harvest Tawny 1896

    Taylor, Fladgate & Yeatman é uma das primeiras casas de vinho do Porto, estabelecida há mais de três séculos, desde 1692. A empresa é sobretudo reconhecida pelos seus elegantes e longevos vinhos do Porto Vintages, que estão entre os mais procurados e colecionáveis. 

    A Taylor’s anuncia o lançamento de um raro vinho do Porto, Single Harvest, produzido na magnífica vindima de 1896, uma das melhores do século 19, a partir das suas extensas e valiosas reservas de vinhos do Porto que envelhecem em madeira nas caves da empresa em Vila Nova de Gaia.

    Em raras ocasiões, por escolha da família, estes vinhos têm sido lançados como Edições Limitadas. Chegou agora a vez deste vinho de valor inestimável! No seu 125º ano de envelhecimento em velhos cascos de carvalho, este vinho atingiu uma qualidade mágica, difícil de comparar mesmo com os poucos vinhos de idade semelhante que sobreviveram até aos dias de hoje.

    Adrian Bridge, Diretor Geral da Taylor’s comenta: “O lançamento de um vinho tão antigo, valioso e único ocorre apenas algumas vezes numa geração. É pela sua natureza um evento histórico por direito próprio que a Taylor’s tem o orgulho de partilhar com amantes do vinho e colecionadores de vinhos raros.” E acrescenta: “Provar este vinho é uma experiência única na vida.”

    Ao longo dos anos, a empresa lançou uma série de edições limitadas de vinhos do Porto muito valiosos e antigos. Estas incluem o muito raro Taylor’s SCION de 1855 e o Taylor’s Single Harvest 1863, um dos últimos vinhos pré-Phylloxera a serem comercializados. O Single Harvest 1896 é o mais recente desses raros lançamentos de vinhos do século XIX.

    O Taylor’s Single Harvest Tawny 1896 será apresentado num decantador personalizado de cristal escocês, numa luxuosa e muito elegante caixa de madeira de cerejeira. Será oferecido em alocação para colecionadores e conhecedores de vinhos raros em todo o mundo.

    Cada embalagem contém um certificado personalizado e assinado pelo diretor-geral da Taylor’s, Adrian Bridge.

    Foram produzidas 1 700 unidades que vão estar disponíveis em lojas da especialidade em Maio pelo preço de 4800€.

    Nota de prova

    Núcleo cor de mogno com reflexos em verde azeitona no bordo. A qualidade mágica deste vinho é única, difícil de comparar mesmo com os poucos vinhos de idade semelhante que sobreviveram até aos dias de hoje. A sua profundidade e densidade são surpreendentes, mesmo tendo em conta a concentração do vinho ao longo de um século e um quarto de envelhecimento em madeira. No início, um perfume rico e sedutor de café preto e alcaçuz toma o centro do palco, mas de imediato emergem uma série de outros aromas e nuances, criando uma intrincada teia de aromas complexos. Notas de cedro serrado mesclam-se com notas de pétala de rosa seca, erva-doce e eucalipto. Apontamentos de pimenta preta e baunilha adicionam uma dimensão picante quente. Na boca o vinho é denso, redondo e aveludado com um volume e uma concentração impressionantes, a doçura é equilibrada por uma acidez fresca. Sabores suaves de café e caramelo combinam com notas vibrantes de casca de laranja e frutas cítricas. Os sabores densos e maduros permanecem num fim de boca interminável.

    Website : Taylor’s

    Website : Taylor’s Single Harvest Tawny 1896

  • Taylor’s Lança Taylor’s Chip Dry & Tonic – o primeiro ready-to-drink white Port & Tonic numa lata

    A Taylor’s anuncia o lançamento do Taylor’s Chip Dry & Tonic, o primeiro ready-to-drink white Port & Tonic, numa lata.

    Taylor’s Chip Dry & Tonic

    A Taylor’s foi a primeira casa a produzir um vinho do Porto branco seco: o Taylor’s Chip Dry, que foi lançado em 1934 e que desde então conquistou devotos seguidores em todo o mundo. Há muito que é reconhecido como o vinho do Porto perfeito para fazer um aperitivo refrescante e elegante, juntando água tónica. É chegado o momento de o disponibilizar já preparado, numa elegante e muito conveniente lata de 250ml. É fácil de transportar, versátil e está pronto para ser apreciado em qualquer lugar, permitindo novos momentos de consumo e chegar a novos consumidores.

    “A Taylor’s, reconhecida pelo espírito pioneiro e permanente inovação, sem nunca comprometer a qualidade excecional dos seus Vinhos do Porto tem, ao longo dos anos, procurado alargar a base de consumidores do Vinho do Porto, procurando satisfazer as suas necessidades. Esta tem sido a fonte do sucesso da nossa empresa desde 1692. O Taylor’s Chip Dry & Tonic é o culminar de dois anos de trabalho ao lado do Instituto do Vinho do Porto, que sem dúvida vai ajudar a trazer mais consumidores para o Vinho do Porto.” comenta Adrian Bridge, Director geral da Taylor’s. E acrescenta: “Perguntam-me frequentemente qual é a proporção perfeita de um Porto Tónico perfeito. Foi o que fizemos, e ao fazer a nossa própria água tónica, seca e especial, acrescentando alguns ingredientes secretos, fizemos o exemplo perfeito do Porto Tónico.”

    Adrian Bridge e David Guimaraens

    Para David Guimaraens, enólogo de Taylor’s: “Este projeto foi um desafio para a equipa de enologia para selecionar os melhores ingredientes para combinar com o Taylor’s Chip Dry, de modo a garantir o melhor equilíbrio e a bebida mais agradável e refrescante.” E acrescenta: “O resultado é uma bebida deliciosa, repleta de caráter, que vai surpreender e encantar até quem não conhece este excelente vinho do Porto”

    O Taylor’s Chip Dry & Tonic, o primeiro Porto Tonic ready-to-drink em lata tem 5,5% abv e é perfeito para desfrutar em casa ou ao ar livre, no campo ou na praia, com amigos e família. A lata é leve, 100% reciclável, fácil de transportar e armazenar.

    Taylor’s Chip Dry & Tonic

    A primeira lata de Taylor’s Port & Tonic ready-to-drink chega ao mercado em Maio, mesmo a tempo do Verão e tem lançamento inicial no Reino Unido, EUA e Portugal.

    Website : Taylor’s

  • Messias Triunvirato N° 7
    Messias Triunvirato N° 7

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade rubi, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, frutos pretos e vermelhos maduros, mirtilos, cereja, romã, balsâmico, mato e esteva e especiaria.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, álcool médio (+) (13,5º), corpo médio (+), estruturado, taninos muito elegantes e suaves, frescura, textura agradável, aveludado, corresponde ao nariz, fruta vermelha e preta madura, especiado, com um final longo e persistência.

    É um vinho excepcional, cheio de suavidade e elegância, equilibrado, guloso, pleno de frescura, com grande envolvência na boca, amplo, secando e pedindo comida, harmonizou na perfeição com uma jardineira e na segunda volta com um borrego assado no forno. Está óptimo para beber, mas pode ser guardado mais tempo.

    Messias Triunvirato N° 7

    Castas : Touriga Nacional e Syrah
    Região: Sem DOC


    A minha nota pessoal: FB 93

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Caves Messias

    Website : Messias Triunvirato N° 7

    Website : Ficha Técnica Messias Triunvirato N° 7

  • CROFT LANÇA VINTAGE QUINTA DA ROÊDA 2019

    O Vintage será guardado em cave para um lançamento posterior a fim de satisfazer a procura crescente de Vintages Single Quinta maduros.

    A casa da Croft vai engarrafar um Vintage Quinta da Roêda do excelente ano de 2019.

    Ao anunciar o lançamento, o Director Geral da Croft, Adrian Bridge, comentou: “Estamos encantados com a qualidade do Vintage Quinta da Roêda de 2019. O nosso investimento nas vinhas da Roêda continua a colher benefícios em termos de vinhos consistentemente de grande classe”. E acrescentou: “2019 produziu um arquétipo Vintage Quinta da Roêda com grande profundidade e concentração, o que lhe permitirá envelhecer muito bem.  O Vintage Quinta da Roêda será mantido nas nossas caves e lançado nos próximos 8-10 anos. Os apreciadores sabem que o Quinta da Roêda 2018 ainda está amplamente disponível”.

    O enólogo da Croft, David Guimaraens, observou: “A Roêda é uma propriedade notável, que inclui algumas vinhas antigas e de grande interesse histórico.  Estas contribuem para a maravilhosa riqueza dos Vintage Roêda, que realmente se destacam pela sua complexidade aromática”. 

    CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DA ROÊDA 2019 VINTAGE 2.950

    NOTA DE PROVA QUINTA DA ROÊDA 2019 PORTO VINTAGE

    Preto avermelhado profundo no núcleo com um largo bordo rubi.  No nariz a fruta está madura e suculenta, com aromas de cereja e morango combinando com notas de amora e groselha preta, mas com muita frescura para equilibrar a opulência da fruta.  O carácter exótico, resinado e herbáceo típico da Roêda, com notas de eucalipto e menta, está claramente em evidência e existe também uma atraente dimensão perfumada com notas de pétalas de rosa secas e madeira de cedro.  No entanto, os holofotes permanecem sobre a fruta macia e opulenta que emerge novamente no paladar e se prolonga até ao longo final.  Embora o paladar seja redondo e leve e os taninos aveludados e discretos, a acidez fresca confere ao vinho firmeza e vigor.  Um Vintage na tradição Roêda, cativante, sedutor e fácil de beber, mas com muita profundidade e estrutura.

    NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

    Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

    CROFT

    Uma das originais casas de vinho do Porto. A origem da Croft remonta a 1588 quando a empresa se estabeleceu em Inglaterra por Henry Thompson, um membro da Merchants Company of York. A família Croft, que se juntou à firma em 1736 e lhe deu a sua actual designação, teve um papel de grande prestígio no negócio do vinho do Porto. Um livro recentemente publicado pela firma após um recente trabalho de pesquisa, revelou a longa e fascinante história da empresa. A reputação da Croft como produtora de vinho do Porto Vintage provém, em grande medida, do facto de ser proprietária da Quinta da Roêda, uma das melhores quintas do vale do Douro e dos seus lendários vinhos tais como o Croft 1945, reconhecido como um dos melhores daquele histórico ano. Em Setembro de 2001, a Croft tornou-se parte da The Fladgate Partnership, o grupo familiar que detém as famosas casas Taylor’s e Fonseca.

    Quinta da Roêda

    A Quinta da Roêda forma uma vasta curva de vinhas em terraços localizada na margem norte do Douro, imediatamente a montante da vila do Pinhão. A quinta há muito que é reconhecida como uma das melhores do vale do Douro. O poeta do século XIX Veiga Cabral escreveu, ‘Se a Região Demarcada do Douro fosse um anel de ouro, a Roêda seria o seu diamante.’ A propriedade foi adquirida pela Croft em 1889 e foi extensivamente renovada com replantações contínuas até à primeira metade do século XX. Desde que a Croft voltou à gestão familiar, com a sua incorporação na The Fladgate Partnership, a propriedade voltou a ser alvo de importantes investimentos. Estes incluem a reconstrução dos lagares tradicionais permitindo a reintrodução da pisa, método que ainda não conhece rival na produção de vintages. O carácter dos vintages da Croft é um dos mais ímpares de todos. Perfumados, exóticos e cheios de suculentos e opulentos sabores frutados, desenvolvem grande riqueza e complexidade com o envelhecimento. A Quinta da Roêda está no coração deste estilo único. Os seus vinhos sempre formaram a base dos vintages da Croft, e no caso do 2019, todos os componentes do lote vêm dessa propriedade, incluindo os vinhos dos extensos terraços de vinha velha. Antes da construção das barragens no rio Douro nas últimas décadas do século XX, o rio corria muito rápido por cima de traiçoeiros rápidos. Um desses rápidos situava-se em frente à pronunciada curva da Quinta da Roêda e o som da água que corria rápida por cima dos seixos do rio podia ouvir-se em toda a propriedade. Diz-se que o nome Roêda deriva da palavra que descrevia o som do que o rio fazia: ‘arrueda’.


    Website : Croft

    Website : Croft Quinta da Roêda Porto Vintage 2019

  • FONSECA LANÇA GUIMARAENS VINTAGE 2019

    O Vintage será guardado em cave para um lançamento posterior a fim de satisfazer a procura crescente de Vintages Single Quinta maduros.

    A Fonseca vai lançar um Vintage Guimaraens 2019

    O Director Geral, Adrian Bridge, comentou: “Estou encantado por 2019 ter produzido um Vintage de tão excelente qualidade”. Este vinho mostra densidade e estrutura, com uma profundidade impressionante”. E acrescenta: “Decidimos manter os vinhos nas nossas caves para amadurecerem e vamos libertá-los nos próximos 8-10 anos. Os apreciadores podem actualmente adquirir o Fonseca Guimaraens 2018 que ainda se encontra amplamente disponível”.

    O enólogo da Fonseca, David Guimaraens, observou: “O Inverno quente e seco e as condições frescas da Primavera conduziram a baixos rendimentos e a muita intensidade aromática, aos quais o período de maturação fresco acrescentou acidez viva e grande pureza da fruta. O ano de 2019 exibe todo o carácter de fruta fina que esperamos dos Vintage Guimaraens combinados com uma frescura e finesse típicas do ano”.

    CAIXAS PRODUZIDAS FONSECA GUIMARAENS VINTAGE 2019: 4.000

    NOTA DE PROVA FONSECA GUIMARAENS VINTAGE 2019

    Quase preto no centro com um estreito bordo granada.  Como se espera de um Vintage Guimaraens, o nariz complexo e intenso é construído à volta de um núcleo de concentrada amora, groselha-preta e cereja.  À medida que o nariz se abre, a cortina levanta-se em múltiplas dimensões de um aroma complexo, incluindo notas de ervas salgadas, notas de cedro, caixa de charutos e uma discreta redolência de café torrado.  O paladar é maravilhosamente equilibrado, com bastante volume e uma acidez viva que atravessa o meio do paladar e entra no final longo, elevando o vinho e dando-lhe frescura e vigor.  Os taninos são esticados e bem unidos entre si, proporcionando estrutura e volume, o final termina em notas de frutos silvestres de bagas densas.

    NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

    Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

    A vindima começou na Quinta do Panascal, no Vale do Távora, a 18 de Setembro e no dia 20 na Quinta do Cruzeiro com uvas extraordinariamente saudáveis. A vindima foi brevemente suspensa durante um curto período de chuva na noite de 21 de Setembro, 8mm, que foi insuficiente para interferir na qualidade dos vinhos que estavam a ser feitos. As condições meteorológicas perfeitas foram retomadas e a vindima na Quinta do Santo António foi adiada até ao início de Outubro. Foram feitos excelentes vinhos até ao final da vindima.

    FONSECA

    Estabelecida como empresa de Vinho do Porto em 1815, a Fonseca é reconhecida pela consistência de estilo dos seus Vintages que desde a sua fundação têm sido produzidos por cinco gerações da família Guimaraens. Os seus Vintages são reconhecidos pela sua expressividade e fruta exuberante, que desenvolve grande opulência e complexidade com o envelhecimento, assim como uma voluptuosidade na boca suportada por sedosos mas poderosos taninos. Apesar de terem um potencial de envelhecimento enorme, a exuberante fruta dos vintages Fonseca torna-os irresistíveis enquanto jovens. Indiscutivelmente a Fonseca pertence à primeira linha das casas de vinho do Porto. James Suckling, o reconhecido crítico de vinho e autor do mais completo livro sobre o vinho do Porto Vintage descreve a Fonseca como o ‘Bentley’ do vinho do Porto Vintage – o vinho do entusiasta e do conhecedor.

    Quinta do Panascal

    Uma das mais reputadas vinhas do vale do Douro, a Quinta do Panascal tem uma exposição oeste e sudoeste na margem direita do rio Távora, o importante afluente que corre em direcção a norte para o rio Douro. Segundo um antigo provérbio ‘Do Roncão e do Panascal vêm os melhores vinhos de Portugal’. Fornecedora de uvas para a Fonseca há já várias décadas, a propriedade foi adquirida pela empresa em 1978. Desde a sua aquisição que a propriedade foi alvo de elevados investimentos não só na renovação dos vinhedos como também para assegurar a consistência com o estilo da casa. Como resultado, o Panascal produz vinhos excepcionais que formam hoje a base do lote dos vintages da Fonseca. Estes são reconhecidos por serem ricos, voluptuosos, cheios de fruta e acima de tudo pela sua densidade e textura aveludada. A Quinta do Panascal foi uma das primeiras propriedades a praticar viticultura biológica.

    Quinta do Cruzeiro

    A Quinta do Cruzeiro fornece a Fonseca desde 1870, sendo a quinta que tem a mais antiga associação com a casa. A Quinta do Cruzeiro e os seus vinhos entram no lote do vintage desde 1912, permanecendo um dos seus componentes essenciais. Esta é uma antiga propriedade e os seus registos dão conta que, em 1761, passou a ser integrada nos vinhos de feitoria. Ocupa um quente e íngreme declive voltado a este na margem esquerda do rio Pinhão. O vinhedo sofreu intensa replantação em 1970 – incluindo a construção dos primeiros patamares modernos conservando, contudo, parte substancial de vinha velha. Os vinhos do Cruzeiro são característicos pela sua fruta intensa e pelos seus firmes taninos que dão estrutura e vigor ao lote do Vintage da Fonseca.

    Quinta de Santo António

    A Quinta de Santo António está localizada numa íngreme encosta voltada a Sul no vale do rio Pinhão. Esta quinta partilha com a Quinta do Cruzeiro a longa associação com a Fonseca e também obteve o estatuto de feitoria no mesmo ano. Os vinhos desta propriedade integram o lote do vintage da Fonseca desde o início do século passado. Recentemente, a propriedade foi alvo de intensa renovação. Como resultado, Santo António, é agora uma propriedade modelo que incorpora as últimas técnicas de preparação do terreno e modelos de plantação. Neste vinhedo pratica-se uma viticultura sustentável que foi afinada com a experiência ganha na Quinta do Panascal.


    Website : Fonseca

    Website : Fonseca Guimaraens Vintage 2019

  • Lançamento do Vintage Taylor’s Quinta de Vargellas 2019 e Taylor’s Quinta de Terra Feita 2019

    TAYLOR’S LANÇA QUINTA DE VARGELLAS VINTAGE 2019 E QUINTA DE TERRA FEITA VINTAGE 2019

    Os Vinhos do Porto vão permanecer nas nossas caves e serão lançados posteriormente, para satisfazer a procura crescente de Single Quinta Vintages maduros.

    A Taylor’s vai engarrafar dois Quintas Single Vintages de 2019: o Quinta de Vargellas e o Quinta de Terra Feita. Comentando o anúncio, o Director Geral da Taylor’s, Adrian Bridge, declara: “A vindima de 2019 produziu excelentes vinhos com grande capacidade de envelhecimento em garrafa. O Vintage Quinta de Vargellas 2019 mostra a elegância e a estrutura que associamos a esta excelente propriedade, enquanto que o Vintage Quinta de Terra Feita 2019 exprime uma opulência sumptuosa, marca distintiva desta propriedade histórica”. E acrescenta: “A Taylor’s sempre comercializou Vintage Single Quinta já com algum envelhecimento, estamos actualmente a vender a Quinta de Vargellas 2013. Guardando em garrafeira os 2019’s, estamos a procurar satisfazer a procura deste tipo de Vintages em 2029/2030.”

    David Guimaraens, director de enologia da Taylor’s, refere: “As condições frescas em Agosto e a muito bem-vinda chuva nos dias 25 e 26 deste mês, foram fundamentais para preservar a acidez natural das uvas que é uma das características dos vinhos do Porto de 2019. O Vargellas 2019 tem uma atractiva acidez viva que expressa o seu terroir com grande precisão. A vindima na Terra Feita começou no dia 22 de Setembro sob tempo quente, com uvas extraordinariamente saudáveis, o que foi um factor crítico para a qualidade dos Vinhos do Porto. Os rendimentos foram relativamente baixos, mas isto foi compensado na profundidade e estrutura dos Vintages de 2019”.

    Actualmente, o Quinta de Vargellas 2013 e o Quinta de Terra Feita 2005 estão disponíveis no retalho especializado de vinho.

    CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DE VARGELLAS VINTAGE 2019: 5.000 CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DE TERRA FEITA VINTAGE 2019: 1.500

    NOTA DE PROVA – QUINTA DE VARGELLAS PORTO VINTAGE 2019

    Preto púrpura profundo com um estreito rebordo vermelho e reflexos magenta.  Elegância e delicadeza são as dominantes deste vinho. O nariz é polido e preciso, exibindo fruta muito pura e brilhante com notas predominantes de framboesa e cereja e uma atractiva graciosidade fresca.  Ao redor deste núcleo de fruta fina estão notas botânicas subtis de fetos e raspas de madeira e aromas de ervas e flores silvestres.  O paladar é compacto e picante, com taninos lineares galvanizados por uma poderosa carga de acidez.  A fruta fina e vivaz, que é a assinatura do ano de 2019, reaparece no paladar e prolonga-se até ao final longo.  Como sempre com Vargellas, é a qualidade distintiva da fruta que se destaca, combinando foco e definição com uma complexidade sedutora.

    NOTA DE PROVA QUINTA DE TERRA FEITA PORTO VINTAGE 2019

    Preto rubi profundo com um bordo vermelho púrpura vivo.  O nariz abre-se com uma infusão de bagas vermelhas e fruta preta do bosque misturada com notas de ameixa. A isto juntam-se logo notas discretas de tabaco picante, fragrâncias de ervas silvestres, de menta, bálsamo e resina e aromas quentes de chocolate preto, alcaçuz e especiarias.  A textura é aveludada e flexível, mas bem suportada por taninos granulosos lindamente integrados.  Um fluxo denso de suculenta fruta de bagas negras perpassa o paladar e pelo longo final.  Este vinho exibe o carácter hedonístico e sensual da Terra Feita contido pela frescura viva da vindima de 2019.

    NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

    Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

    TAYLOR’S

    A Taylor’s foi fundada há mais de três séculos, em 1692, e é uma empresa familiar – detida e gerida – ao longo de toda a sua história. A Taylor’s é reconhecida como a referência para o vinho do Porto Vintage; os seus Vintages clássicos recebem as pontuações mais altas e os preços mais elevados nos leilões. Conhecidos pela sua elegância, longevidade e pelo distintivo carácter aromático, o lote é produzido a partir dos melhores vinhos das quintas da Casa. Estas três famosas propriedades – Vargellas, Terra Feita e Junco – encontram-se em distintas localizações geográficas e cada uma contribui com o seu carácter único e dimensão para a subtil harmonia do lote. Estas propriedades representam o melhor em termos de inovação e tradição, combinando as mais avançadas prácticas vitícolas com a tradicional pisa no lagar, que permanece ainda como o melhor método para a produção de vinho do Porto Vintage.

    Quinta de Vargellas

    Os vinhos da Quinta de Vargellas formam, tradicionalmente, a base dos Vintages da Taylor’s. Esta magnífica propriedade, reconhecida como um dos melhores vinhedos do mundo, foi adquirida pela Taylor’s em 1893, a sua reputação como produtora de vinhos do Porto de grande qualidade remonta a 1820. Localizada num remoto recanto do vale do Douro, Vargellas é reconhecida pelos seus elegantes e perfumados vinhos, muito frutados e com taninos vigorosos. É igualmente reconhecida como a fonte de um dos mais raros e coleccionáveis vinhos do Porto Vintage, o Vargellas Vinha Velha, produzido em pequeníssimas quantidades a partir das parcelas de vinha velha da quinta.

    Quinta de Terra Feita

    Um componente tradicional dos clássicos Vintages da Taylor’s são os vinhos da Quinta de Terra Feita, muito encorpados, vigorosos e repletos de aromas de bagas. Estes conferem profundidade e volume ao lote. Localizada nos baixos e quentes declives do vale do Pinhão, Terra Feita é uma das quintas mais antigas já reconhecida na classificação de 1757, como uma produtora de excelentes vinhos. Terra Feita tem fornecido a Taylor’s com vinhos de excelente qualidade desde 1890. Adquirida pela Taylor’s em 1974, esta propriedade tem sido alvo de trabalho pioneiro na plantação de parcelas estremes, bem como nos métodos de plantação das videiras.


    Website : Taylor’s

    Website : Taylor’s Quinta de Vargellas Porto Vintage 2019

    Website : Taylor’s Quinta de Terra Feira Porto Vintage 2019

  • A QUINTA DA ROMANEIRA DECLARA O PORTO VINTAGE 2019
    Quinta da Romaneira Porto Vintage 2019

    Website: Quinta da Romaneira

  • Paço dos Infantes Chardonnay 2020
    Paço dos Infantes Chardonnay 2020

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela citrina, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, citrino verde, maça verde, casca de melão verde, mineral e ligeira tosta.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média(+), intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), citrino, cremoso, envolvente, amplo, intenso, mineral, com um final longo e boa persistência.

    É um vinho de qualidade muito boa, irreverente, com frescura, elegante, equilibrado, mineral, madeira bem integrada, cheio de cremosidade que envolve a boca e persiste. A frescura e elegância vinda do Alentejo (Vidigueira).

    Paço dos Infantes Chardonnay 2020

    Castas : Chardonnay (100%)
    Região: Alentejo \ Vidigueira


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


  • A QUINTA DO NOVAL DECLARA O PORTO VINTAGE 2019

    Christian Seely, Diretor Geral da Quinta do Noval, comenta:

    “Estou muito satisfeito por anunciar a declaração de três excelentes Portos Vintage da Quinta do Noval do ano de 2019: o Quinta do Noval Nacional Vintage 2019; o Quinta do Noval Vintage 2019; e o Quinta do Passadouro Vintage 2019.

    Quinta do Noval Nacional 2019

    Não foi uma decisão difícil declarar o Quinta do Noval Nacional 2019, que desde as primeiras provas depois da vindima revelou grandeza e profundidade merecedoras do nome Nacional. Produzido na pequena parcela virada a noroeste com vinhas de pé-franco plantadas em socalcos no coração da Quinta, o Nacional, que é um field blend de várias castas tradicionais do Douro, foi vindimado como é habitual em apenas um dia, a 9 de outubro, e vinificado com pisa a pé num lagar pequeno. Poderoso, estruturado e persistente, o Nacional é simultaneamente fresco e elegante. Muito complexo e profundo, acreditamos que este é um grande Nacional.

    Quinta do Noval Vintage 2019

    O Quinta do Noval Vintage 2019 tem um estilo Noval clássico e puro. Selecionámos vinhos dos nossos 145 hectares para este Vintage. Foram selecionados para fazer o lote final vinhos de 13 parcelas diferentes, maioritariamente do vale do Pinhão, mas também do vale do Roncão, e de vinhas com vista para o rio Douro. Perfeitamente harmonioso e elegante, encantador, concentrado e delicado, acreditamos que este é um grande Quinta do Noval, que representa a tradição desta casa.

    Quinta do Passadouro Vintage 2019

    O Quinta do Passadouro Vintage 2019 é o primeiro vinificado pela equipa da Quinta do Noval, no seguimento da nossa aquisição desta bonita propriedade no verão de 2019. Estou muito satisfeito com a qualidade do nosso primeiro Vintage no Passadouro, que mostra muita personalidade e reflete o terroir, e que justifica plenamente a nossa decisão de adquirir esta vinha. Apesar de o Passadouro ser vizinho das vinhas da Quinta do Noval no Pinhão e no Roncão, e de ter uma qualidade e caráter que reconhecemos, também tem nuances diferentes que são distintas em cada parcela no Douro. Estamos encantados por incluir esta diferença e esta qualidade neste vinho.

    As condições climáticas em 2019 foram secas e soalheiras, quase sem chuva entre maio e agosto. No entanto, as temperaturas foram, felizmente, mais baixas do que o habitual este ano, tornando a ausência de chuva mais fácil de suportar para as videiras. As uvas estavam saudáveis, graças à baixa pressão de doenças durante o ciclo vegetativo. As condições de vindima foram ideais, com temperaturas moderadas e geralmente tempo seco.

    Uma pequena quantidade de chuva a 21/22 de setembro e, mais tarde, a 14 de outubro, ajudou. Esta foi uma longa colheita, terminámos a vindima a 18 de outubro após 6 semanas, mas isto não é invulgar na Quinta do Noval, onde a diversidade de castas, orientação e altitudes resulta em diferentes datas de vindima para cada parcela específica.

    Tivemos condições perfeitas em 2019 para escolher o momento certo para vindimar cada parcela, o que permitiu uma grande precisão na vindima e na vinificação. A pureza, complexidade e caráter dos vinhos refletem estas condições ideais.”


    Website: Quinta do Noval

    Ficha Técnica : Quinta do Noval Nacional 2019

    Ficha Técnica : Quinta do Noval Vintage 2019

    Ficha Técnica : Quinta do Passadouro Vintage 2019

  • Heritage Wines arranca com comercialização dos Vintage 2018

    A espera de quase um ano está terminada: o Taylor’s Vintage 2018 e o Quinta do Crasto Vintage 2018 já estão disponíveis no mercado nacional, em exclusivo pela Heritage Wines. Em simultâneo, foi também iniciada a entrega do Croft Quinta da Roêda Vintage 2018 e do Fonseca Guimaraens Vintage 2018.

    A tradição manteve-se, mas a pandemia obrigou a um ajuste no plano de lançamento dos Vintage 2018. Num cenário normal, a chegada destes vinhos ao mercado aconteceria ainda em setembro, mas o contexto atirou o arranque da sua comercialização para o primeiro trimestre de 2021. Um travão forçado, mas que não abrandou a expectativa junto dos consumidores.

    Em resposta, a Heritage Wines, distribuidora de vinhos premium e super premium, vai iniciar a entrega destes vinhos no mercado nacional. No capítulo dos “Vintage”, estão disponíveis o Taylor’s Vintage 2018 e o Quinta do Crasto Vintage 2018, ambos a fazerem história com uma declaração feita pela terceira vez consecutiva (o mesmo aconteceu às colheitas 2016 e 2017). A ombrear em matéria de qualidade, mesmo sem a declaração oficial, chegam também o Fonseca Vintage Guimaraens 2018, o primeiro engarrafamento de um Guimaraens desde 2015, e o “Single Quinta” Croft Quinta da Roêda Vintage 2018

    Sobre o adiamento estratégico destes lançamentos, Paulo Cunha, diretor geral da Heritage Wines, afirma que “esta foi uma decisão muito ponderada e alinhada com os nossos parceiros comerciais, tomada com muita tranquilidade. Apesar das dificuldades que o mercado enfrenta, sobretudo os setores do turismo e restauração, muito significativos para nós, acreditamos que o consumo generalizado de Vinho do Porto não será afetado – estamos a falar de um estilo que resiste há várias gerações, que já enfrentou outras crises e conseguiu sair sempre fortalecido. Não será diferente em 2021”.

    O Quinta do Crasto Vintage 2018, o Taylor’s Vintage 2018, o Fonseca Guimaraens Vintage 2018 e o Croft Quinta da Roêda Vintage 2018 já podem ser encontrados nas principais garrafeiras do país, também em formato meia garrafa (0,375 litros). Para mais informações, consultar www.heritagewines.pt

    Taylor’s Vintage 2018

    P.V.P. aproximado: 105,00€

    Quinta do Crasto Vintage 2018

    P.V.P. aproximado: 40,00€

    Croft Quinta da Roêda Vintage 2018

    P.V.P. aproximado: 45,00€

    Fonseca Guimaraens Vintage 2018

    P.V.P. aproximado: 55,00€

  • Paço de Teixeiró Avesso 2002
    Paço de Teixeiró Avesso 2002

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, complexo, com notas de evolução, mel, damascos secos, sotolon, fumado, pão torrado e manteiga.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, elegante, álcool médio (12,5º), corpo médio (+), gordo, envolvente, intenso, especiado, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e boa persistência.

    É um vinho de qualidade muito boa, complexo, com frescura, cheio, equilibrado, mineral, com maravilhosas notas de evolução, que nem toda a gente gosta, mas que eu adoro. Uma grande evolução na garrafa, está maravilhoso e para durar.


    Castas : Avesso (100%)
    Região: Vinhos Verdes / Baião


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Paço de Teixeiró

    Ficha Técnica : Paço de Teixeiró Avesso 2002

  • A SOGEVINUS ANUNCIA OS SEUS QUATRO VINTAGES 2019

    “A vindima de 2019 resultou em vinhos extremamente limpos no aroma, concentrados em cor e frescos na boca.” Carlos Alves, Master Blender e enólogo responsável pelos Vinhos do Porto Sogevinus Fine Wines.

    Em 2021, o grupo Sogevinus declara o lançamento de dois Vintages Single Quinta – Kopke Quinta de São Luiz e Burmester Quinta do Arnozelo 2019 – e dois Vintages Clássicos sob a chancela das Casas Cálem e Barros.  Quatro Casas históricas, quatro Vintages de qualidade excepcional que chegam ao consumidor já no segundo semestre deste ano.

    Em 2019, “a diversidade de solos, castas, exposições e altitudes permitiram maturações faseadas, fundamentais para a obtenção de uvas com elevada qualidade”, salienta Márcio Nóbrega, responsável de viticultura da Sogevinus Fine Wines.

    Assim, face a uma vindima com uma janela de maturação mais longa, a atenção ao detalhe em cada parcela e o controlo permanente do estado de maturação das uvas foram os factores-chave para a obtenção de mostos frescos, aromáticos, com taninos assertivos e de grande intensidade corante originando vinhos com grande potencial de evolução.

    Kopke, Quinta de S. Luiz Vintage 2019

    Na Quinta de S. Luiz, situada na margem esquerda do rio Douro na sub-região do Cima Corgo, a vindima de uvas para Vinho do Porto iniciou-se a 09 de Setembro com tempo seco e temperaturas moderadas, que proporcionaram maturações graduais.

    As amplitudes térmicas registadas em Agosto e Setembro foram bastante favoráveis à maturação das uvas. A ausência de chuva acompanhada das temperaturas altas, normais na região do Douro, a par de noites frescas contrastaram com os excessos verificados nos Verões dos últimos anos.

    Foi neste contexto que se selecionaram uvas de cotas médias e baixas, de exposição norte / noroeste, provenientes exclusivamente das parcelas plantadas entre os 110 e os 135 metros de altitude, para produzir este Vintage da Quinta de São Luiz. Do lote fazem parte a Touriga Nacional – que lhe atribui frescura e notas de fruta – e uvas provenientes de Vinhas Velhas, com mais de 80 anos, que lhe conferem assertividade e concentração.

    De tonalidade negra escura com laivos violetas, este Vintage seduz de imediato pela sua riqueza aromática de onde sobressaem aromas florais, alguns mentolados, notas de fruta negra como bagas de mirtilo e apontamentos de notas fumadas. 

    No palato revela uma acidez assertiva conjugada com taninos intensos, a marcar o estilo dos Vintage Single Quinta da Casa Kopke. A fruta fresca apresenta-se delicada e o fim de boca é longo e arrebatador, antecipando o magnífico potencial de envelhecimento.

    “Um Vintage firme, fresco e intenso que tem na sua amplitude um grande equilíbrio”, refere Carlos Alves.

    Foram produzidas apenas 4.153 garrafas 750ml e 231 garrafas Magnum deste Vintage de forma a dar continuidade ao legado da mais antiga Casa de Vinho do Porto que tem como berço a histórica Quinta de São Luiz.

    Burmester, Quinta do Arnozelo Vintage 2019

    Na Quinta do Arnozelo, situada na sub-região do Douro Superior, a vindima de uvas para vinho do Porto arrancou a 16 de Setembro com o corte da Touriga Nacional exposta a nordeste a 280 m de altitude, avançando para a Touriga Franca, de parcelas a 200m de altitude e viradas a nascente, e para a Tinta Roriz virada noroeste com uma altitude de cerca e 250m.

    À elegância e riqueza aromática da Touriga Nacional, aliou-se a concentração e a estrutura da Touriga Franca e o tanino mais tenso da Tinta Roriz, três castas que juntas compõem o lote deste fascinante Vintage da Quinta do Arnozelo. “Um vinho muito elegante, floral e fresco”, qualidade essa que Carlos Alves destaca face à região que lhe está na origem.

    De tonalidade vermelha intensa com laivos violeta, este vinho assume o perfil da Burmester num registo mais elegante e perfumado onde, para além dos apontamentos de fruta tropical, destacam-se notas florais, nuances de flor de laranjeira, cassis, rosmaninho, frutos do bosque e ameixas. Um vinho de grande finesse, com um tanino bem presente, tenso e musculado envolvido em notas de alcaçuz e fruta fresca. Com um final de boca longo, mas elegante, bem ao estilo da Casa Burmester, este vinho é a mais pura expressão da excelência do terroir da Quinta do Arnozelo.

    Foram produzidas apenas 6.591 garrafas 750ml e 91 garrafas Magnum do Quinta do Arnozelo Vintage 2019. Uma edição limitada de um Single Quinta Vintage com o carácter distintivo da Casa Burmester.

    Cálem Porto Vintage 2019

    Os Vintages Clássicos da Cálem nascem no Douro Superior, expressão de um mosaico de terroirs que traçam o perfil clássico da marca. São fruto de um blend de uvas de diferentes parcelas de Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Sousão que, em percentagens diferentes, compõem o lote de um Vintage e que, ao longo dos anos, mantém a consistência da identidade da Casa: vinhos com perfil mais robusto marcado pela estrutura e pela fruta madura.

    Concentrado, este Vintage apresenta uma cor púrpura intensa, antecâmera de um nariz marcado por bagas negras que se completam com notas de bosque, chocolate negro, pimenta e ligeiros apontamentos mais resinosos. Intenso, este é um vinho irreverente e volumoso, com um tanino bem firme que lhe antecipa um grande potencial de guarda. Um Vintage “robusto, encorpado e vibrante”, sublinha Carlos Alves.

    Foram produzidas apenas 3.992 garrafas 750ml e 24 garrafas Magnum do Vintage Cálem 2018, nesta categoria que vem sendo um clássico desta Casa.

    Barros Porto Vintage 2019

    O coração do Douro, entre as regiões do Baixo e Cima Corgo, é o berço do Vintage Clássico da Barros, “um vinho com um perfil balsâmico, floral e equilibrado”, salienta Carlos Alves.

    A Touriga Nacional, a Touriga Franca e a Tinta Roriz são as três castas base para o lote deste Vintage que contempla ainda uma pequena percentagem de Sousão.

    De tom vermelho escuro, este Vintage apresenta um nariz perfumado e limpo onde os aromas florais se conjugam com notas cítricas, apontamentos de fruta negra, chocolate e alguma especiaria. Na boca apresenta-se jovem e fresco, com a fruta a realçar o excelente equilíbrio entre tanino e acidez. Trata-se de um Vintage assertivo com final de boca longo, intenso e apetitoso.

    Um Vintage com um perfil atraente que lhe permite ser desfrutado ainda jovem, ideal para quem se inicia na categoria, não obstante o seu potencial de guarda.

    Foram produzidas apenas 4.112 garrafas 750ml e 54 garrafas Magnum deste Vintage Clássico da Barros, uma Casa protagonista da história do Vinho do Porto escrita em português.


    Website : Sogevinus

  • Dona Matilde Reserva tinto 2017 é o melhor DOC Douro na competição Mundus Vini

    O Dona Matilde Reserva tinto 2017 foi o melhor vinho DOC Douro no concurso internacional Mundus Vini que se realiza todos os anos na Alemanha. Premiado com a medalha Grande Ouro na prova de primavera deste conceituado concurso, o Reserva tinto 2017 Dona Matilde foi um dos dois vinhos portugueses não fortificados a receber a distinção máxima desta competição. Igualmente objeto de distinção, o Dona Matilde tinto 2017 obteve medalha de Ouro.

    A Mundus Vini Spring Tasting 2021 (prova de primavera) foi a primeira competição internacional importante na área do vinho deste ano e teve como júri cerca de duas centenas de personalidades conceituadas no mundo do vinho, de cinco dezenas de países, entre os quais enólogos, sommeliers, produtores e jornalistas especializados na área.

    Na sua 28ª edição, o Grand International Wine Award Mundus Vini – edição de primavera distinguiu 190 vinhos portugueses, sendo Portugal o 4º país mais premiado. No total, estiveram em prova 7335 vinhos de todo o mundo, tendo sido atribuídas cerca de três mil medalhas, entre Grande Ouro, Ouro e Prata. Apenas 49 concorrentes de todo o mundo receberam medalha Grande Ouro.

    Quinta histórica

    A Quinta Dona Matilde está entre as mais antigas propriedades da região do Douro. Anteriormente conhecida por Enxodreiro, a quinta integra a primeira demarcação, ordenada pelo Marquês de Pombal em 1756, e fazia parte das propriedades aptas a produzir os “vinhos de feitoria”, nome sinónimo dos melhores vinhos, aqueles que se destinavam à exportação. Ainda hoje toda a vinha da quinta – um total de 28 hectares – tem letra A, a mais alta classificação da região.

    Para além de várias vinhas – vinhas velhas tradicionais do Douro, com idades entre 60 e 80 anos, e outras mais recentes, plantadas há cerca de 20 anos – a Quinta Dona Matilde possui uma ampla área ocupada por terrenos incultos, de vegetação natural, na qual se incluem os chamados mortórios, e que constituem importantes habitats naturais, com características notáveis em termos de biodiversidade. Com um total de 93 hectares.

    Website : Quinta Dona Matilde

    Website : Dona Matilde Reserva tinto 2017

  • Messias Clássico Garrafeira Tinto 2015
    Messias Clássico Garrafeira Tinto 2015

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média, com uma tonalidade vermelho rubi, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), sedutor, muito elegante, frutado, baga pretas silvestres, balsâmico, resina, cedro, alcatrão.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, elegante, álcool médio (12,5º), corpo médio (+) , taninos firmes, mas muito elegantes e suaves, textura agradável, focado, estruturado, corresponde ao nariz, balsâmico, madeira bem integrada, guloso, com um final longo de agradável secura e persistência.

    É um vinho excepcional, cheio de suavidade e elegância dadas pelo tempo, equilibrado, saboroso, com grande envolvência na boca, secando e pedindo comida. Está óptimo para beber, mas pode ser guardado mais tempo. A sua característica balsâmica harmonizou perfeitamente uma entrada de Tomate grelhado com alho, gengibre, malagueta e coentros e uma prato de Esparguete com espinafres, pesto e mozzarella.

    Messias Clássico Garrafeira Tinto 2015

    Castas : Baga (100%)
    Região: Bairrada


    A minha nota pessoal: FB 92

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website: Caves Messias

    Website : Messias Clássico Garrafeira Tinto 2015

    Preços : Messias Clássico Garrafeira Tinto 2015

  • Quinta do Valdoeiro Reserva Branco 2019
    Quinta do Valdoeiro Reserva Branco 2019

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela esverdeado, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, puro, fresco, floral, flores brancas, padaria, amanteigado, especiaria, cedro, baunilha, olaria.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), gordo, intenso, especiado, cedro e baunilha, final com alguma textura e boa persistência.

    É um vinho de qualidade muito boa, com frescura, aveludado, equilibrado, mineral, com um final saboroso. A sua textura, mineralidade e frescura harmonizou muito bem com uns chocos assados com tinta, pratos de massa e queijos duros.

    Quinta do Valdoeiro Reserva Branco 2019

    Castas : Arinto, Bical, Chardonnay
    Região: Bairrada


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Caves Messias

    Website : Quinta do Valdoeiro

    Preços : Quinta do Valdoeiro Reserva Branco 2019

  • Quinta do Valdoeiro Branco 2019
    Quinta do Valdoeiro Branco 2019

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor limão, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, frutado, tropical, maracujá, ananas fresco, frutas brancas, ligeiro herbáceo, erva verde, olaria.

    Quinta do Valdoeiro Branco 2019

    Na boca é um vinho seco, com acidez média(+), elegante, equilibrado, álcool médio (12º), corpo médio, ligeira adstringência, citrino, intenso, envolvente, com um final muito agradável e persistente.

    Batatas assadas e recheadas com espinafres e gorgonzola

    É um vinho com uma qualidade muito boa, com frescura, vibrante, equilibrado, macio, mineral e com um final citrino. Acompanhou na perfeição umas batatas assadas e recheadas com espinafres e gorgonzola.

    Quinta do Valdoeiro Branco 2019

    Castas : Arinto, Bical, Chardonnay
    Região: Bairrada

    A minha nota pessoal: FB 89

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Messias

    Website : Quinta do Valdoeiro

    Preços : Quinta do Valdoeiro Branco 2019

  • Fish cake tacos with mango, lime, and cumin yogurt

    Wine : Verdicchio dei Castelli di Jesi Riserva DOCG San SIsto 2016 Fazi Battaglia

    Website : Yotam Ottolenghi

  • SUDD TEM 2 NOVOS VINHOS EXCLUSIVOS DA BAIRRADA PARA ENTREGAR EM SUA CASA

    Mercearia e garrafeira gourmet online

    SUDD acaba de lançar dois novos vinhos exclusivos da Bairrada, elegantes e cheios de personalidade, ideais para saborear durante o confinamento. O SUDD Branco Arinto Reserva DOC Bairrada 2019 e o SUDD Tinto Reserva DOC Bairrada 2015 são vinhos frutados, frescos e harmoniosos, perfeitos para acompanhar pratos da cozinha mediterrânica, a base de peixe e carne, e queijos. Os vinhos estão disponíveis na loja online da SUDD para entrega em sua casa, com um preço de venda ao público (PVP) de 12€ (Bairrada White Reserve Arinto) e 14€ (Bairrada Red Reserve).

    A SUDD propõe uma gama de vinhos de todas as regiões do país, produções originais e exclusivas da marca, desde brancos, tintos, Vinho do Porto e Espumante: há sugestões para todos os gostos e ocasiões. Na loja online da SUDD também estão disponíveis várias iguarias que celebram os melhores sabores nacionais, desde compotas, mel, azeite extra virgem, queijo e conservas.

    Na lista de vinhos da SUDD capazes de transformar estes dias de isolamento em momentos aprazíveis encontra-se também vinhos do Douro e Alentejo (Tinto), do Dão (Tinto e Branco), Vinho Verde do Minho, e ainda Vinho do Porto Tawny e um espumante da Bairrada.

    A SUDD assume-se como uma marca mediterrânica que colabora com produtores e agricultores locais que respeitam as tradições, de modo a garantir a qualidade e a origem familiar dos produtos. Enquanto embaixador dos melhores produtos do terroir nacional, a SUDD oferece a possibilidade de encontrar num único lugar os melhores produtos regionais como azeite extra virgem, mel de montanha proveniente da Serra da Lousã, doce de abóbora e nozes, doce de maçã com vinho do Porto e conservas de peixe, como Filetes de atum em azeite e Bacalhau em azeite e alho. 

    A loja online está disponível 24 horas por dia, sete dias por semana para receber os pedidos e entregá-los em casa, cumprindo todas as normas de higiene e segurança recomendadas pela Direção-Geral de Saúde. As entregas em Portugal Continental são gratuitas a partir dos 50€ de compras. A SUDD está a criar todas as condições para que, a curto prazo, possa ter uma logística internacional a funcionar, dando início aos envios internacionais dos produtos premium.

    Novos vinhos SUDD:

    SUDD Branco Arinto Reserva DOC Bairrada 2019

    Com castas 100% Arinto. Fermentado em barricas de carvalho francês (50%), possui um aroma frutado, fresco, elegante e harmonioso. É ideal para acompanhar iguarias da cozinha mediterrânica à base de peixe, carnes brancas, charcutaria ligeira e queijos macios. Teor alcoólico de 13,5%

    SUDD Tinto Reserva DOC Bairrada 2015

    Com castas 60% Baga (60%), 20 %Touriga Nacional (20%) e Aragonez (20%). Tem um sabor frutado, macio e elegante, com notório volume de boca e longa persistência. Conta com 9 meses de estágio em barricas de carvalho francês e pelo menos 3 meses após o engarrafamento. Acompanha bem carnes vermelhas assadas ou guisadas, caça e queijos de meia cura. Teor alcoólico de 13,5%


    Website : SUDD

  • Howard’s Folly lança vinho de Carcavelos

    David Baverstock, Enólogo-chefe da adega urbana Alentejana, cria colheita exclusiva do renomado vinho fortificado.

    A Howard’s Folly lançou uma edição limitada de vinho Carcavelos 1991. Elaborado a partir de uma rara colheita deste famoso e reputado vinho fortificado, este é o projeto mais exclusivo da adega alentejana até à data.

    A ideia para este vinho singular surgiu em 2015, quando o Enólogo Chefe da Howard’s Folly, David Baverstock, surpreendeu Howard Bilton, fundador da adega, com uma garrafa sem rótulo de algo “muito especial”. Com notas de um Madeira muito velho, poderia ter sido um Porto Tawny ou um vinho de Jerez meio-doce envelhecido. Mas não era nem um, nem outro. Uma hora depois, a garrafa estava vazia e David finalmente revelou seu segredo; tinha-se deparado com barricas de vinho de Carcavelos na adega da Quinta dos Pesos em Caparide.

    Uma das duas únicas adegas ainda a produzir este vinho fortificado, nos solos arenosos da região de Carcavelos DOC, a oeste de Lisboa, cujo vinho raramente era visto desde os anos 1980.

    Os próximos três anos foram passados em negociações com a adega de Carcavelos a fim de comprar alguns de seus extremamente raros barris de vinho antigo para produzir o blend Howard’s Folly 1991.

    Este solera, contendo uma pequena quantidade de vinho de outro ano (85% de 1991 e 15% de 1992), é um blend de vinhas velhas, incluindo Arinto, Galego Dourado, Boal, Rabo de Ovelha, João Santarém e Espadeiro Tinto. Foi envelhecido em cascos de carvalho de 700 litros com ullage (volume para expansão) para melhorar o processo de oxidação, e a sua fermentação foi interrompida a meio com aguardente para deixar um vinho fortificado naturalmente doce.

    O resultado é um magnífico vinho de cor topázio, de grande complexidade e comprimento incrível, com aromas voláteis complexos de frutas secas, especiarias e nozes. Na boca é elegante e de sabor intenso, com um final longo e persistente, realçado por uma acidez viva. Perfeito para beber sozinho, com queijo, sobremesa ou com mais vinho de Carcavelos.


    Website : Howard’s Folly

  • Quintas de Melgaço Alvarinho 2019

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, amarela citrina, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), elegante, tropical, ananas, líchias, floral, jasmim, erva-limão.

    Na boca é um vinho seco, com acidez alta, fina, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio(+), aveludado, intenso, envolvente, corresponde ao nariz, citrino, picante, mineral, com um final longo e persistente.

    É um vinho de qualidade excepcional, frescura intensa, fruta tropical, vibrante, equilibrado, com uma envolvência sedosa, picante e mineral, com um final citrino, tropical e apimentado. Pode ser bebido desde já, dando grande prazer, mas tem potencial de envelhecimento.


    Castas : Alvarinho (100%)
    Região: Monção e Melgaço


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Quintas de Melgaço

    Website : Quintas de Melgaço Alvarinho

    Ficha Técnica : Quintas de Melgaço Alvarinho 2019
    Preços: Quintas de Melgaço Alvarinho 2019

  • Saint Valentine: um cocktail para fazer a dois, em casa
    Saint Valentine

    Esta é a receita em destaque durante o mês de fevereiro na PortCocktails, uma plataforma que reúne várias propostas de cocktails à base de Vinho do Porto. Desenhado para fazer a quatro mãos, o “Saint Valentine” é feito a partir do icónico Fonseca Bin 27, da bicentenária casa Fonseca. 

    Intenso e sedutor – como a paixão deve ser vivida – este cocktail reflete a juvenilidade e irreverência características do vinho que lhe dá vida. A ele juntam-se as texturas de um Rum branco e Grand Marnier, famoso licor francês, em quantidades semelhantes, terminando-se com algumas gotas de limão para equilibrar a doçura de todo o conjunto. 

    E porque a data é um clássico por excelência, sugere-se que este cocktail seja desfrutado na companhia de sobremesas de chocolate e frutos silvestres para uma verdadeira explosão de sabores. As propostas não ficam por aqui: na PortCocktails há ainda receitas para todos os gostos e momentos que, em comum, partilham a missão de descomplicar o Vinho do Porto. 

    Para consultar a receita do Saint Valentine e a sua preparação, por favor utilizar: Cocktail Saint-Valentine ou Bin27 Port.


    Website : Fonseca Port

    Website : PortCocktails

  • Manz Cheleiros Pomar do Espírito Santo Tinto 2016
    Manz Cheleiros Pomar do Espírito Santo Tinto 2016

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, intensidade média(+), com uma tonalidade rubi escura, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), frutado, frutos vermelhos maduros, herbáceo, mentolado, hortelã, mato verde, terroso, olaria, especiaria, pimenta.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média, elegante, álcool médio (+) (14,0º), corpo médio, taninos médios, intensos que envolvem a boca, elegantes, textura agradável, corresponde ao nariz, fruta madura, mato verde, hortelã, apimentado, com um final longo e persistência.

    Cozido à Portuguesa

    É um vinho de muito boa qualidade, cheio de frescura, madeira bem integrada, equilibrado, com estrutura, enche a boca, gostoso, amplo e com envolvência. Harmonizou na perfeição com um cozido à Portuguesa.

    Manz Cheleiros Pomar do Espírito Santo Tinto 2016

    Castas : Touriga Nacional, Aragonês, Castelão.

    Região : Lisboa


    A minha nota pessoal: FB 88

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website: Manz Wine
    Website : Manz Pomar do Espírito Santo 2016

    Preços : Manz Pomar do Espírito Santo 2016

  • Provam Vinha Antiga Escolha Alvarinho 2018

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, amarela citrina, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), elegante, complexo, frutado, citrino, tangerina, clementina, ligeira banana, especiaria, baunilha, pimenta branca.

    Mexilhões grelhados com sumo de limão

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+) que se espalha pela boca, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio, mineral, sedoso, untuoso, envolvente, corresponde ao nariz, citrino, apimentado, final longo e agradável ligeiro amargo e muito persistente.

    Polvo à Lagareiro

    É um vinho de qualidade excepcional , equilibrado, com um frutado muito elegante, citrino, cheio de frescura, rico, aveludado, untuoso, com um final muito agradável e guloso. Madeira muito bem integrada, transmitindo complexidade, sem mascarar a fruta. Está excelente para beber, mas tem potencial de envelhecimento.


    Castas : Alvarinho (100%)

    Região : Vinhos Verdes – Monção e Melgaço


    A minha nota pessoal: FB 91

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Provam

    Website : Provam Vinha Antiga Escolha Alvarinho 2018

    Preços : Provam Vinha Antiga Escolha Alvarinho 2018

  • Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019
    Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, amarela citrina, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), elegante, ligeiro herbáceo, citrino verde, casca de tangerina verde, pêssego verde, manga, mineral.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+) , fina, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio, texturado, intenso, envolvente, corresponde ao nariz, citrino verde, apimentado, com um final longo e persistente.

    Caldeirada de Bacalhau

    É um vinho de muito boa qualidade, equilibrado, com um lado vegetal interessante que lhe transmite complexidade e frescura, vibrante, envolvente, com um final muito agradável, a citrino verde, tropical e apimentado. Está óptimo para beber já, mas tem potencial de envelhecimento.

    Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019

    Castas : Alvarinho (100%).

    Região : Vinhos Verdes – Monção e Melgaço


    A minha nota pessoal: FB 89

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Quinta das Pereirinhas
    Website : Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019
    Ficha Técnica : Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019

    Preços: Quinta das Pereirinhas Alvarinho Superior 2019

  • Kopke Winemaker’s Collection Folgazão & Rabigato Grande Reserva Branco 2016

    Cor arnarela citrina, intensidade pálida, aroma de intensidade média+, complexo, citrino, lima verde, frutado, melão, polpa de fruta branca, alguma padaria, croissant, especiaria, pimenta branca, mel.

    Sashimi de Salmão

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), fina, marcante, elegante, álcool médio (14,0º), corpo médio(+), untuoso, sedoso, amplo, apimentado, corresponde ao nariz, citrino, padaria, especiaria, com um final longo e persistente.

    Caril de camarão

    É um vinho de qualidade excepcional, complexo, um uma frescura intensa, equilibrado, rico, aveludado, com grande envolvência na boca, com um final elegante, encantador que dá grande prazer. Tem potencial de envelhecimento.

    Arroz de feijão e pataniscas

    Castas: Folgazão (70%) e Rabigato (30%)

    Região: Douro Baixo Corgo


    A minha nota pessoal: FB 90

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Kopke

    Preços : Kopke Winemaker’s Collection Folgazão & Rabigato Grande Reserva Branco 2016

    Website : Kopke Winemaker’s Collection Folgazão & Rabigato Grande Reserva Branco 2016

    Ficha Técnica : Kopke Winemaker’s Collection Folgazão & Rabigato Grande Reserva Branco 2016

  • Quinta d’Amares Alvarinho 2019

    Vinho com uma cor límpida, brilhante, amarela citrina, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), elegante, tropical, ananas verde, casca de laranja, floral, jasmim.

    Na boca é um vinho seco, com acidez média (+) , elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio, textura agradável, ligeira adstringência, amplo, apimentado, corresponde ao nariz, citrino, com um final persistente de agradável secura e persistência.

    É um vinho muito bom, a sua acidez e secura pedem mariscos e peixes gordos, equilibrado, tenso, gostoso, com grande envolvência na boca, com um final refrescante a citrino verde. Tem potencial de envelhecimento.


    Castas : Alvarinho (100%)

    Região : Vinhos Verdes – Cávado


    A minha nota pessoal: FB 89

    Excelência: 96-100
    Excepcional: 90-95
    Bom/Muito Bom: 80-89
    Mediano: 70-79
    Pobre: 60-69
    Não aceitável: 50-59


    Website : Quinta d’Amares Alvarinho 2019

    Ficha Técnica : Quinta d’Amares Alvarinho 2019

    Preços : Quinta d’Amares Alvarinho 2019

  • Burmester Tordiz Tawny 40 Anos

    Vinho com uma cor âmbar, castanha clara, encantadora, límpida, brilhante, intensidade média, bordo esverdeado, nariz limpo sem defeitos, de intensidade pronunciada, muito complexo, aroma inicial com um misto de citrino e leve terroso, evoluindo para frutos secos, ameixas, nozes, especiaria, chocolate branco, noz-moscada, mel, rum velho, madeiras, armário velho, ligeiro verniz.

    Na boca é um vinho doce, de acidez in