Fique em casa na companhia do Esporão

Nas próximas duas semanas colaboradores do Esporão, através da página de Instagram do Esporão, vão dirigir uma série de workshops e provas online para lhe fazer companhia nos seus dias e noites em casa.

Durante as próximas duas semanas são vários os temas que irão ser abordados nestas iniciativas online, desde a gastronomia, até à cerveja artesanal, sem esquecer o azeite e o vinho. Com a duração de 30 minutos, os workshops e provas online serão transmitidos em directo às 21 horas, com a excepção do workshop “Azeite para Crianças”, no dia de Páscoa (horário a comunicar brevemente).

Assistir aos Instagram Lives no Instagram do Esporão é simples: basta aceder à página à hora indicada e clicar na foto de perfil na parte superior da página, que terá a indicação “Em direto”. Poderá deixar os seus comentários e perguntas aos colaboradores do Esporão, bem como partilhar o live com os seus seguidores.

Para quem não conseguir assistir à hora certa, os directos ficam disponíveis na página durante 24 horas. Depois só será necessário clicar na foto de perfil e seleccionar a opção “ver vídeo em direto”.

PROVAS E WORKSHOPS ONLINE

www.instagram/esporaoworld

GASTRONOMIA

Com Chef Carlos de Albuquerque

Aprenda a fazer pão | 30 de Março – 21h

·       Dicas gastronómicas e receitas do Chef | 2 de Abril – 21h

Desperdício zero na cozinha | 9 de Abril – 21h

PROVAS

 Vinhos da Quinta dos Murças | Com José Luís Moreira da Silva, Enólogo da Quinta dos Murças e da Quinta do Ameal | 27 de Março | 21h

Vinhos do Alentejo | Com Sandra Alves, Enóloga da Herdade do Esporão |1 de Abril | 21h

Vinhos da Quinta do Ameal | Com José Luís Moreira da Silva | 6 de Abril | 21h

Vinhos do Mundo | David Baverstock | Vinhos do Mundo  | 7 de Abril – 21h

 Sovina | Com Fábio Torre, Mestre-Cervejeiro da Sovina | 15 de Abril | 21h

Azeite para Crianças | Com Ana Carrilho e os filhos | 12 de Abril | Horário a comunicar brevemente

Em paralelo a estas acções, a equipa do Esporão estará disponível para responder a questões sobre o seu dia-a-dia no Esporão, através das Instagram Stories. O primeiro momento é já esta terça-feira, quando o Chef Carlos de Albuquerque irá responder a questões, cujas respostas serão partilhadas no dia seguinte.

PERGUNTE À NOSSA EQUIPA

Carlos de Albuquerque | 24 de Março

Sandra Alves | 26 de Março

Ana Carrilho | 31 de Março

José Luís Moreira da Silva | 3 de Abril

Fábio Torre | 10 de Abril

Siga-nos nas redes sociais do Esporão (FacebookInstagram e YouTube) e vá acompanhando todas as atividades que dinamizámos para si.

Website: Esporão

Rei dos Leitões com serviço de take away e entregas ao domicílio de comida e vinhos

O ano de 2019 e o início de 2020 estavam a correr de feição ao restaurante Rei dos Leitões, várias vezes premiado – a última, no dia 03 de Março, com Garfo de Ouro pelo Guia Boa Cama Boa Mesa do Expresso – e com um novo espaço em funcionamento, a Lojinha do Rei. O COVID-19 veio mexer com o Mundo e o impacto foi forte na restauração. Mas, como em outras “batalhas”, a dupla Licínia Ferreira e António Paulo Rodrigues decidiram ir à luta. No dia 12 de Março, a poucos minutos de abrirem portas, decidiram não o fazer, a fim de protegeram os seus colaboradores e evitarem o alastramento da pandemia. Arregaçaram mangas e definiram um novo plano: passar a servir em regime de take away e entregas ao domicílio, não só comida, mas também vinho, ou não tivessem uma das maiores e melhores garrafeiras do país, com mais de 3000 referências.

De entre uma carta com 21 opções, composta por entradas, massa, peixe, marisco, carne e sobremesas, os pedidos são feitos por telefone (968 123 084) ou e-mail (reidosleitoes@reidosleitoes.com.pt). Nesta sinfonia de iguarias, não falta o afamado ‘Leitão à Bairrada’, pois claro! Mas a variedade é muita e pode ser consultada na ementa abaixo (*), disponível por tempo indeterminado, definido pela DGS em função da evolução do surte de coronavírus em Portugal.

Situado no número 17 da afamada Avenida da Restauração, na Mealhada, o Rei dos Leitões serve em regime de take away e faz entregas de Norte a Sul do país, entre as 12h00 e as 19h00, com excepção de terça-feira à tarde e quarta-feira todo o dia. As entregas são gratuitas num raio de 10 quilómetros, ou até 30 quando a encomenda tem um valor acima dos €100,00. Já com uma dúzia de dias de operação, a gastronomia e os vinhos da garrafeira dos Rei dos Leitões já chegaram a Aveiro, Anadia, Mealhada, Luso, Coimbra, Fátima e Lisboa.

Nota ainda para a forte componente solidária a que o Rei dos Leitões nos habituou. São várias as iniciativas que promove ou às quais adere. No passado Domingo, em conjunto com a empresa Duarte da Cruz & Lopes, um dos seus parceiros no fornecimento de leitões, ofereceu 80 refeições aos profissionais da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada. António Paulo Rodrigues, gerente do Rei, sabe que “os médicos e auxiliares merecem o nosso maior respeito, uma vez que estão a dar o que têm e o que não têm. Presenteá-los com uma refeição de conforto é o mínimo que podemos fazer”.

Os sabores de Torre de Palma, diretamente em sua casa

A pensar nos seus clientes, o Torre de Palma Wine Hotel fechou temporariamente as suas portas. Mas continua sempre ao seu lado, com os seus vinhos e produtos regionais, através do seu serviço de entrega ao domicílio.

O Torre de Palma Wine Hotel fechou temporariamente as suas portas, bem como as da sua adega premiada e do seu restaurante Basilii. “Neste momento difícil que atravessamos, decidimos encerrar o Hotel de forma a proteger os nossos colaboradores e clientes,” diz Isabel Rebelo, proprietária do hotel. Um cenário que se tem vindo a espalhar pelo mundo inteiro e que nos obriga a ficar em casa por tempo indeterminado.

De forma a continuar a partilhar a frescura e os aromas, que tão bem caracterizam Torre de Palma, e mesmo estando de portas fechadas, o hotel de charme Alentejano mantem-se ao seu lado através da sua loja “virtual”. Todos os deliciosos produtos regionais, de pequenos produtores locais, disponíveis na Botica de Palma, podem ser encomendados diretamente via e-mail. Mel, azeite, queijo e bolachas, são alguns dos produtos que disponibilizam, em conjunto com os vinhos produzidos manualmente na Adega Torre de Palma.

Os vinhos estão disponíveis em caixas de 2, 3 ou 6. Já os produtos gourmet regionais, podem ser adquiridos como parte de cabazes de degustação, juntamente com uma ou mais garrafas de vinho Torre de Palma, com preços a partir de 37,80 €. Pode ainda optar por fazer um cabaz à sua medida.

Para mais informações, sugestões e encomendas, pode contactar a loja do hotel pelo email: jcampos@torredepalma.com

TORRE DE PALMA WINE HOTEL 

Herdade de Torre de Palma, Monforte 
7450-250 Monforte | Alentejo 
GPS: 39º 4′ 6” N,7º 29′ 20” W 
reservas@torredepalma.com  

T: (+351) 245 038 890 

Website: Herdade de Torre de Palma

Sugestões para uma Páscoa em casa :: Vinhos do Tejo para descobrir e apreciar com calma

Os tempos são de recolhimento e de reflexão. Pede-se que fiquemos em casa, mas urge continuarmos a viver e manter a economia em funcionamento. O país e o Mundo não podem parar. O vinho, não sendo um bem essencial, é sempre uma boa companhia. E, nos últimos anos, o sector vitivinícola tem sido fundamental para a performance positiva do país. Vamos ajudar o sector!

Vinhos do Tejo para descobrir e apreciar com calma

A pensar nestes dias de recato e, em especial na Páscoa, a “marca” Vinhos do Tejo – em representação da Comissão Vitivinícola Regional do Tejo, associação interprofissional que representa a produção e o comércio do sector vitivinícola da região – sugere um conjunto de seis néctares, que primam pelo uso de uvas de Fernão Pires, a casta (branca) mais plantada e expressiva do Tejo. Um selecção ecléctica, em que três são de blend e, nos outros três, a casta se apresenta em estreme.

Vinho: Cavalo Bravo branco 2018

Produtor: Parras Wines

Neste branco de 2018 a casta Fernão Pires não está sozinha, fazendo-se acompanhar da autóctone Trincadeira das Pratas – em desuso – e do Arinto – a casta branca mais plantada em Portugal. O resultado, é um vinho fresco e frutado, ideal para momentos de consumo descomplicados, com ou sem gastronomia. É um branco de cor citrina, aromas florais e de fruta tropical, que deixa na boca uma sensação agradável de frescura. Tem 12,5% de álcool, factor que convida à degustação a solo, em dias de sol e calor. Tem a assinatura do grupo Parras Wines, que recentemente apostou na região do Tejo, mas cuja sabedoria vínica é muita (na região vizinha de Lisboa), e a enologia está a cargo da dupla António Ventura e Carlos Eduardo.

Vinho: Vale de Lobos Grande Escolha branco 2017

Produtor: Quinta da Ribeirinha

O segundo vinho também é de lote, o que significa que a casta Fernão Pires tem companhia, desta feita com a internacional Chardonnay. Nota para o facto de ser um Grande Escolha, no qual o produtor seleccionou as uvas na vinha, colheu-as à mão e fermentou e estagiou parte do lote (60%) em madeira – cascos de carvalho francês e americano – durante sete meses. Um branco de cor palha aberto, devido à maceração pelicular e ao estágio em barricas, e notas tropicais de manga, banana e maracujá. É um vinho com corpo, untuosidade, frescura e final muito persistente. Acompanha bem pratos de peixe condimentados ou carne, dada a sua boa estrutura.

Vinho: Escaravelho branco 2018

Produtor: Escaravelho Wines

Fernão Pires junta-se às castas Arinto, Chardonnay e Moscatel para darem corpo a este novo vinho do Tejo, da autoria do produtor com o mesmo nome: Escaravelho (Wines). Um branco de aromas florais e cítricos exuberantes. Na boca revela-se fresco e citrino, muito delicado e com um bom volume de boca a equilibrar a acidez. Com estágio em inox, é um vinho que casa bem com peixe, bacalhau e marisco cozidos, assim como com peixe magro grelhado (linguado, robalo e sargo), mousse/soufflé de peixe e de marisco; arroz de peixe; carnes brancas grelhadas; saladas; tortilhas e omeletas.

Vinho: A.C.A. Fernão Pires branco 2018

Produtor: Adega Almeirim

Sigamos para os vinhos feitos com 100% Fernão Pires, como é o caso do ‘A.C.A. Fernão Pires branco’, uma prazerosa novidade da Adega Almeirim. As uvas que dão origem ao ‘A.C.A.’ têm origem numa Vinha Velha da Charneca ribatejana, implementada em solos pobres de natureza arenosa. Uma cuidada fermentação, em barricas de carvalho francês e temperatura controlada, e uma “batonnage” sobre borras finas durante 45 dias, deu origem a este branco de cor citrina, aromas de frutos de polpa branca e notas de flor de laranjeira. Na boca, revela um excelente equilíbrio com acidez fina e crepitante, mostrando-se longevo e com notas complexas no final de boca. Bastante versátil, é um bom acompanhamento para queijos de pasta mole, peixes no forno condimentados, bacalhau com natas e nossa famosa sopa da pedra.

Vinho: 1836 Grande Reserva branco 2017

Produtor: Companhia das Lezírias

Se o anterior é uma novidade, o ‘1836 Grande Reserva branco 2017’ é um clássico quando falamos de monocastas de Fernão Pires, também ele de Vinha Velha. Com assinatura da conceituada Companhia das Lezírias, estamos perante um branco de aspecto límpido e cor amarelo esverdeado, a lembrar o local onde está instalada a vinha que lhe dá origem: no meio da floresta. Este é um vinho que exprime ao máximo o terroir de onde provém e o que, gratuitamente, a natureza nos oferece. No nariz, é elegante e revela notas de tangerina e limão, num conjunto mineral. No palato, é envolvente, tem uma acidez natural apelativa e um final persistente. Ideal para pratos de bacalhau e outros peixes ao forno. Pode também acompanhar diversas carnes brancas e queijos de pasta mole.

Vinho: Quinta da Alorna Abafado 5 Years branco 2013

Produtor: Quinta da Alorna

As uvas de Fernão Pires são, de tal maneira, adaptáveis, que dão também origem a vinhos de sobremesa: os chamados licorosos. Em cima da “mesa” está um ‘Abafado’ com estágio durante 5 anos em barricas de carvalho usadas, da autoria da enóloga Martta Reis Simões para a Quinta da Alorna, ideal para acompanhar com laranja em calda, leite creme, pastel de natal e o ribatejano pampilhos. É também um agradável digestivo, sempre servido a 8.ºC. Um branco de cor aloirada, tipo casca de cebola, com aroma a mel, frutos secos (figo e amêndoa), caramelo e torrefação. No paladar apresenta uma textura suave, equilibrando as sensações de frescura e doçura. O final de boca é persistente, perdurando a presença de frutos secos.

Website: Comissão Vitivinícola Regional do Tejo

Madeira Blandy’s Malvasia 50 Anos

Cor com uma tonalidade castanha clara, topázio, âmbar, com bordo e laivos esverdeados, intensidade média(+), límpida.

Madeira Blandy’s Malvasia 50 Anos

Nariz com uma intensidade aromática pronunciada, aroma terciários, complexo, frutos secos, avelãs e nozes, fruto cítrico, casca de laranja, bolo de mel, especiaria, cravinho, uva passa, toffee, pão torrado.

Na boca é um vinho doce, com acidez alta, fabulosa, álcool alto (20,0º), corpo muito, de intensidade pronunciada, citrino, viscoso, untuoso, mineral, salino, final longo, não tão doce como seria de esperar e de grande persistência.

Madeira Blandy’s Malvasia 50 Anos

É um vinho com um nível de qualidade excelente, acidez alta , excelente equilibro entre doçura e acidez, fresco, cremoso, aveludado e complexo, que transmite grande prazer.

A minha nota pessoal: FB 95

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59

Website: Blandy’s

Preços : Madeira Blandy’s Malvasia 50 Anos

Website: Extravaganza Vinhos da Madeira Velhos

Kuhling-Gillot 2016 Nackenheim Riesling

Vinho com uma cor de tonalidade amarela, intensidade média (+), límpida.

Nariz com uma intensidade aromática média (+), aromas primários, floral, flores brancas do campo, frescura, citrinos, toranja, pêssego verde, ligeira borracha e petróleo.

Na boca é um vinho seco, com acidez média(+), álcool médio (+) (12,5º), corpo médio (+), com alguma cremosidade, de intensidade média (+), amplo, citrino, toranja, frutas polpa amarela, mineral, final longo e muito boa persistência.

É um vinho com um nível de qualidade muito boa, com frescura, elegância, equilíbrio, envolvente, com um final persistente e muito agradável. Acompanhou na perfeição com uma farinheira assada.

Farinheira

Castas: Riesling

A minha nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59

Website: Kuhling-Gillot

Preços : Kuhling-Gillot 2016 Nackenheim Riesling

Madeira Barbeito Avô Mário Bastardo 50 anos

Cor com uma tonalidade castanha clara, alaranjada, âmbar, com bordo e laivos esverdeados, intensidade média(+), límpida.

Nariz com uma intensidade aromática pronunciada, aroma terciários, complexo, frutos secos, manteiga de noz, bolo inglês, favo de mel, caramelo, especiaria, noz moscada, madeira exótica e ligeiro vinagrinho.

Na boca é um vinho meio-seco, com acidez média (+), fina, álcool alto (19,4º), corpo médio (+), de intensidade pronunciada, cremoso, caramelo, toffee, salino, final longo e de grande persistência.

Madeira Barbeito Avô Mário Bastardo 50 anos

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É um vinho com um nível de qualidade excelente, acidez fina , elegante, delicado, envolvente de agradável untuosidade e um final maravilhoso.

A minha nota pessoal: FB 93

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59

Website: Vinhos Barbeito

Precos: Madeira Barbeito Avô Mário Bastardo 50 anos

Ficha Técnica : Madeira Barbeito Avô Mário Bastardo 50 anos

Churchill’s comemora 20 anos na Quinta da Gricha com Edição Limitada

A Churchill’s lançou duas caixas comemorativas dos 20 anos na Quinta da Gricha. Uma Edição Limitada, de Porto e de Douro, com os três últimos anos do Quinta da Gricha Vintage Port (2015, 2016 e 2017) e do Quinta da Gricha Douro (2014, 2016 e 2017’), na sequência da comemoração, no final de outubro, que levou à Quinta convidados, amigos e jornalistas para uma residência do Chef Vasco Coelho Santos, do Euskalduna Studio no Porto, sob o mote “20 Anos Juntos”.

A Churchill’s foi fundada em 1981 por John Graham, representando a 5ª geração da sua família a fazer vinho no Douro. Foi a primeira empresa de vinho do Porto a ser fundada em mais de 50 anos e mantém-se atualmente como um produtor familiar e independente. Dedicada inicialmente só aos vinhos do Porto, desde a aquisição da Quinta da Gricha em 1999, a Churchill’s também produz vinhos DOC Douro.

O fundador e enólogo da Churchill’s define o carácter da Quinta da Gricha como “uma indomável elegância natural”. Revela-se com flores silvestres, frutas exuberantes, pinheiros resinosos e eucaliptos, juntamente com um caráter mineral que faz com que os seus Portos e vinhos se destaquem. “Estamos extremamente entusiasmados por poder partilhar estes vinhos excecionais e afirmar o Douro como uma das melhores regiões produtoras de vinho do mundo”, afirma John Graham.

“Sentimo-nos orgulhosos da nossa equipa Churchill’s que acompanhou estas últimas 20 vindimas na Quinta da Gricha, e quisemos filmar uma série de documentários celebrando cada um”, afirma, por seu lado, Zoe Graham, flha mais velha do fundador, que veio recentemente assumir a direção de vendas e marketing da empresa para dar continuidade à tradição familiar. “Estes testemunhos, de elementos da nossa equipa que marcaram para sempre a história da Quinta da Gricha e dos vinhos da Churchill’s, foram partilhados nas nossas redes sociais, porque esta celebração é, sobretudo, deles”.

Em pleno coração do Douro, a quinta, com uma vinha de letra A com 40 hectares, localiza-se na margem sul do rio, na subregião de Cima Corgo. Batizada a partir de uma nascente natural (Gricha) que alimenta as vinhas viradas a norte, a Quinta da Gricha é um pedaço especial de terra, mesmo para os espantosos padrões dos terroirs do Douro.

A empresa está comprometida em fazer uma viticultura de intervenção mínima, garantindo que o terroir da Quinta da Gricha respire em cada gota de vinho. As vinhas mais antigas têm mais de 80 anos e uma mistura de castas tradicionais do Douro que produzem vinhos estruturados com uma vibrante acidez natural.

“Cultivamos as vinhas com o maior respeito pelas tradições e pela natureza. É através da mínima intervenção possível neste terroir especial que produzimos o que pensamos serem vinhos com um pedigree único, combinando pureza, frescura e elegância”, diz Ricardo Pinto Nunes, enólogo e diretor de produção da Churchill’s.

Website: Churchill’s

Madeira Blandy’s Verdelho 1973

Cor com uma tonalidade castanha clara, âmbar, com bordo e laivos esverdeados, intensidade média(+), límpida.

Madeira Blandy’s Verdelho 1973

Nariz com uma intensidade aromática pronunciada, aroma terciários, complexo, frutos secos, nozes e amêndoas, fruta confeitada, damascos secos, especiaria, canela, gengibre, folhas de chá, bolo de mel, pólvora seca e ligeiro verniz.

Na boca é um vinho meio-seco, com acidez alta, vibrante, que envolvente toda a boca, pungente, álcool alto (20,0º), corpo muito, untuoso, de intensidade pronunciada, fruto seco, especiaria, canela e gengibre, final seco, longo e de enorme persistência.

Madeira Blandy’s Verdelho 1973

É um vinho com um nível de qualidade excelente, acidez brutal, cativante, poderoso, fresco, muito elegante, de grande envolvência na boca e um final esmagador.

A minha nota pessoal: FB 95

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59

Website: Blandy’s

Preços: Madeira Blandy’s Verdelho 1973

Website: Extravaganza Vinhos da Madeira Velhos

Terras do Grifo Reserva Tinto 2017 ARRECADA MEDALHA DE OURO

CONCURSO VINALIES DISTINGUE VINHOS ROZÈS

Terras do Grifo Reserva Tinto 2017

A Rozès conquistou para a Denominação de Origem Douro uma medalha de ouro no Concurso Vinalies Internationales, decorrido recentemente em Paris. O júri do concurso, um dos mais prestigiados e participados de todo o mundo, organizado pela União dos Enólogos de França, atribuiu o mais alto galardão ao vinho DOP Douro Terras do Grifo Reserva Tinto 2017, da Rozès.

Esta distinção vem confirmar a excelência do Terras do Grifo Reserva Tinto 2017, DOP Douro. As castas Touriga Nacional, Touriga Franca e Sousão, em estágio de 12 meses em barricas novas e de segundo ano de carvalho francês, tornam este vinho ideal para acompanhar cozinha elaborada de carne e bacalhau. Vermelho intenso, é um vinho intenso com notas florais e de frutos vermelhos, compota e especiarias, com acidez perfeita, taninos robustos, mas bem integrados, com um toque de cacau e um conjunto equilibrado de grande frescura e elegância.

O Vinalies Internationales reúne anualmente os melhores especialistas de vinhos, que ao longo de cinco dias, em provas cegas, provam cerca de 3500 vinhos. Portugal conquistou 22 medalhas de ouro.

Mais informações www.rozes.com.pt

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