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CROFT LANÇA VINTAGE QUINTA DA ROÊDA 2019

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O Vintage será guardado em cave para um lançamento posterior a fim de satisfazer a procura crescente de Vintages Single Quinta maduros.

A casa da Croft vai engarrafar um Vintage Quinta da Roêda do excelente ano de 2019.

Ao anunciar o lançamento, o Director Geral da Croft, Adrian Bridge, comentou: “Estamos encantados com a qualidade do Vintage Quinta da Roêda de 2019. O nosso investimento nas vinhas da Roêda continua a colher benefícios em termos de vinhos consistentemente de grande classe”. E acrescentou: “2019 produziu um arquétipo Vintage Quinta da Roêda com grande profundidade e concentração, o que lhe permitirá envelhecer muito bem.  O Vintage Quinta da Roêda será mantido nas nossas caves e lançado nos próximos 8-10 anos. Os apreciadores sabem que o Quinta da Roêda 2018 ainda está amplamente disponível”.

O enólogo da Croft, David Guimaraens, observou: “A Roêda é uma propriedade notável, que inclui algumas vinhas antigas e de grande interesse histórico.  Estas contribuem para a maravilhosa riqueza dos Vintage Roêda, que realmente se destacam pela sua complexidade aromática”. 

CAIXAS PRODUZIDAS DE QUINTA DA ROÊDA 2019 VINTAGE 2.950

NOTA DE PROVA QUINTA DA ROÊDA 2019 PORTO VINTAGE

Preto avermelhado profundo no núcleo com um largo bordo rubi.  No nariz a fruta está madura e suculenta, com aromas de cereja e morango combinando com notas de amora e groselha preta, mas com muita frescura para equilibrar a opulência da fruta.  O carácter exótico, resinado e herbáceo típico da Roêda, com notas de eucalipto e menta, está claramente em evidência e existe também uma atraente dimensão perfumada com notas de pétalas de rosa secas e madeira de cedro.  No entanto, os holofotes permanecem sobre a fruta macia e opulenta que emerge novamente no paladar e se prolonga até ao longo final.  Embora o paladar seja redondo e leve e os taninos aveludados e discretos, a acidez fresca confere ao vinho firmeza e vigor.  Um Vintage na tradição Roêda, cativante, sedutor e fácil de beber, mas com muita profundidade e estrutura.

NOTAS SOBRE O ANO VITÍCOLA E VINDIMA DE 2019

Após um período de dormência quente e seco, o ciclo da vinha começou ligeiramente cedo com o abrolhamento ocorrer a 9 de Março, cerca de uma semana antes do habitual.  Globalmente, a época de crescimento foi mais seca e fresca do que a média, embora as habituais chuvas de Abril fossem bastante intensas, com cerca de 98 mm de precipitação à medida que as uvas começavam a pintar, como habitualmente, em meados de Julho.  Embora a época de maturação tenha começado com temperaturas elevadas, o clima no mês crítico de Agosto foi mais fresco do que a média, com alguma precipitação nos dias 25 e 26 que equilibraram a maturação da vindima.  As condições relativamente frescas e a ausência de picos de calor traduziram-se na elegância, acidez vivaz e no frutado fresco que encontramos nos vinhos de 2019.  A vindima das uvas tintas no Douro superior começou com tempo quente a 4 de Setembro e na zona do Pinhão a 14 de Setembro. A colheita estava perfeitamente saudável e em excelentes condições, embora os rendimentos tenham sido quase um décimo abaixo da média de 10 anos. Os vinhos apresentavam-se atractivamente aromáticos, com uma acidez natural elevada e uma intensidade de cor acima do normal.

CROFT

Uma das originais casas de vinho do Porto. A origem da Croft remonta a 1588 quando a empresa se estabeleceu em Inglaterra por Henry Thompson, um membro da Merchants Company of York. A família Croft, que se juntou à firma em 1736 e lhe deu a sua actual designação, teve um papel de grande prestígio no negócio do vinho do Porto. Um livro recentemente publicado pela firma após um recente trabalho de pesquisa, revelou a longa e fascinante história da empresa. A reputação da Croft como produtora de vinho do Porto Vintage provém, em grande medida, do facto de ser proprietária da Quinta da Roêda, uma das melhores quintas do vale do Douro e dos seus lendários vinhos tais como o Croft 1945, reconhecido como um dos melhores daquele histórico ano. Em Setembro de 2001, a Croft tornou-se parte da The Fladgate Partnership, o grupo familiar que detém as famosas casas Taylor’s e Fonseca.

Quinta da Roêda

A Quinta da Roêda forma uma vasta curva de vinhas em terraços localizada na margem norte do Douro, imediatamente a montante da vila do Pinhão. A quinta há muito que é reconhecida como uma das melhores do vale do Douro. O poeta do século XIX Veiga Cabral escreveu, ‘Se a Região Demarcada do Douro fosse um anel de ouro, a Roêda seria o seu diamante.’ A propriedade foi adquirida pela Croft em 1889 e foi extensivamente renovada com replantações contínuas até à primeira metade do século XX. Desde que a Croft voltou à gestão familiar, com a sua incorporação na The Fladgate Partnership, a propriedade voltou a ser alvo de importantes investimentos. Estes incluem a reconstrução dos lagares tradicionais permitindo a reintrodução da pisa, método que ainda não conhece rival na produção de vintages. O carácter dos vintages da Croft é um dos mais ímpares de todos. Perfumados, exóticos e cheios de suculentos e opulentos sabores frutados, desenvolvem grande riqueza e complexidade com o envelhecimento. A Quinta da Roêda está no coração deste estilo único. Os seus vinhos sempre formaram a base dos vintages da Croft, e no caso do 2019, todos os componentes do lote vêm dessa propriedade, incluindo os vinhos dos extensos terraços de vinha velha. Antes da construção das barragens no rio Douro nas últimas décadas do século XX, o rio corria muito rápido por cima de traiçoeiros rápidos. Um desses rápidos situava-se em frente à pronunciada curva da Quinta da Roêda e o som da água que corria rápida por cima dos seixos do rio podia ouvir-se em toda a propriedade. Diz-se que o nome Roêda deriva da palavra que descrevia o som do que o rio fazia: ‘arrueda’.


Website : Croft

Website : Croft Quinta da Roêda Porto Vintage 2019