Vinhos Costa Boal – Trás-os-Montes

Os novos vinhos Costa Boal são mais uma pérola da riqueza vitícola da região de Trás-os-Montes.
Palácio dos Távoras Grande Reserva Branco 2020

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela-esverdeada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, vegetal, amêndoas verdes, noz verde, citrino, frutas brancas.

Na boca é um vinho seco, com acidez alta, intensa, mas elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), envolvente, vegetal, folha de tomate, corpo médio, secura final agradável, elegante, equilibrado, com um final longo e muito boa persistência.

É um vinho de qualidade excelente, frescura intensa, equilibrado, muito elegante, madeira muito bem integrada, que dá muito prazer beber.

Castas: Vinhas Velhas
Região: Trás-os-Montes

A minha nota pessoal: FB 90

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59



Palácio dos Távoras Bago a Bago Tinto 2020

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), perfumado, frutado, frutas vermelhas, cerejas, morangos, balsâmico, leve couro.

Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), elegante, álcool médio (14,0º), corpo médio, taninos suaves, sedosos, leve, especiado, fruta vermelha, elegante, equilibrado, com um final saboroso e muito persistente.

É um vinho de qualidade excelente, muita frescura e leveza, equilibrado, muita gentileza, mas com um final cheio de garra e persistente.

Castas: Conjunto alargado de castas autóctones
Região: Trás-os-Montes

A minha nota pessoal: FB 93

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Palácio dos Távoras Tinta – Gorda Tinto 2020

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), perfumado, rosas, frutado, frutas vermelhas, melancia, cerejas, terroso.

Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), fina, elegante, álcool médio (14,0º), corpo médio, taninos elegantes, suaves, persistentes, leve, especiado, fruta vermelha, elegante, equilibrado, com uma secura final agradável e muito persistente.

É um vinho de qualidade excelente, descomplicado e moderno, equilibrado, muita delicadeza, proporcionando um enorme prazer a beber.

Castas: Tinta-Gorda
Região: Trás-os-Montes

A minha nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Palácio dos Távoras Alicante Bouschet 2018

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, escura, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, frutado, frutos silvestres maduros, tabaco, ligeiro herbáceo, menta, especiaria, pimenta.

Na boca é um vinho seco, com acidez alta, vibrante, álcool médio (+) (15,0º), muito corpo, concentrado, taninos potentes, intensos, fruta madura, picante, cheio, amplo, final longo e muito persistente.

É um vinho de qualidade excelente, cheio de frescura, vivo, rico, estruturado, que precisa de comida, está para durar muito mais tempo. Vinho para guardar.

Castas: Alicante Bouschet
Região: Trás-os-Montes

A minha nota pessoal: FB 93

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Palácio dos Távoras Gold Edition 2018

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, intensidade média (+), nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade pronunciada, complexo, frutado, frutos silvestres, bagas pretas, bosque, mineral, grafite, especiaria, tabaco, pimenta.

Na boca é um vinho seco, com acidez alta, vibrante, explosiva, álcool médio (+) (14,5º), muito corpo, concentrado, taninos potentes, intensos, sedosos, fruta madura, especiaria, picante, amplo, final longo e muita persistência

É um vinho de qualidade excelente, com frescura, vivacidade, estruturado, complexo, muito elegante, cheio de classe, muito saboroso, que dá um enorme prazer. É um vinho de reflexão, que está para durar muito mais tempo.

Castas: Vinhas Velhas
Região: Trás-os-Montes

A minha nota pessoal: FB 95

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59



Website : Costa Boal

Website : Vinhos Costa Boal

Infinitude – Vinhos da Serra de Sintra

Tal como a vida, o vinho é o resultado visível de uma infinidade de acontecimentos.
Obra viva, em evolução. Assim são os vinhos nascidos na Quinta da Azenha, em Sintra, Colares,
nas vinhas da família Osório de Vasconcelos Jardim Gonçalves
Infinitude Merlot Rosado 2020

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor salmão, casca de cebola, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média, com notas de frutas vermelhas como cereja e groselha vermelha, ligeiro vegetal, bosque.

Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (12,5º), corpo médio (+), taninos suaves, envolvente, amplo, frutado, bagas silvestres vermelhas, mineral, salino, elegante, equilibrado, com um final longo e muito boa persistência.

É um vinho de boa qualidade, frutado, fresco, equilibrado, de grande suavidade e elegância, que dá muito prazer beber.

Castas: Merlot
Região: Lisboa IG

A minha nota pessoal: FB 89

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Infinitude Pinot Noir 2017

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, encarnada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), com notas de frutos silvestres vermelhos, perfumado, muito bosque, trufa, balsâmico, cedro.

Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (13,0º), corpo médio (+), taninos suaves, mas vivos, potentes, envolvente, amplo, frutado, frutas vermelhas silvestres, mineral, salinidade, muito elegante, equilibrado, com um final longo e muito boa persistência.

É um vinho de qualidade excelente, fácil de beber, transmite o terroir, muito bosque, frescura, equilibrado, suavidade e elegância, muito longo e envolvente.

Castas: Pinot Noir
Região:
Lisboa IG

A minha nota pessoal: FB 91

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Infinitude Blend Tinto Pinot Noir e Merlot 2018

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), com notas de frutos vermelhos, cereja e framboesa, bosque, especiaria, pimentas, balsâmico, resinoso.

Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (13,0º), corpo médio (+), taninos potentes, elegantes, envolvente, amplo, frutado, frutas vermelhas, mineral, salino, equilibrado, com um final longo que se espalha pela boca e muito boa persistência.

É um vinho de qualidade excelente, frescura, delicado, envolvente, com uma secura muito agradável, que gera um final muito longo e persistente.

Castas: Pinot Noir e Merlot
Região: Lisboa IG

A minha nota pessoal: FB 91

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Infinitude Merlot 2018

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), com notas de frutos vermelhos, cereja, ameixa, herbáceo, erva seca, folha de tomate.

Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), álcool médio (13,0º), corpo médio, taninos potentes, mas suaves, amplo, frutado, frutas vermelhas, herbáceo, salino, equilibrado, com um final longo e persistente.

É um vinho de qualidade excelente, frutado, frescura, redondo, macio, equilibrado, fácil e muito agradável de beber.

Castas: Merlot
Região: Lisboa IG

A minha nota pessoal: FB 91

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Infinitude Legado

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor rubi, vermelha, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, com notas de frutos vermelhos, perfumado, rosas, muito bosque, alcaçuz, doce de frutos vermelhos, balsâmico, cedro, resina, madeira velha.

Na boca é um vinho seco, com acidez alta, álcool médio (13,0º), corpo médio, taninos potentes, elegantes, amplo, frutado, frutas vermelhas, balsâmico, herbáceo mineral, equilibrado, com um final prolongado e persistente.

É um vinho de qualidade excelente, atraente, fruta delicada, muito balsâmico, herbáceo, complexo, suave, equilibrado, vivo e cheio de frescura.

Castas: Lotes de Pinot Noir e Merlot
Região: Lisboa IG

A minha nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Infinitude Wines

TAYLOR’S LANÇA NOVA EDIÇÃO LIMITADA DA COLECÇÃO DE GARRAFAS HISTÓRICAS

Historical Collection III – The Mallet

“O sucesso da Taylor’s Historical Collection levou-nos a lançar uma terceira edição. Estas edições limitadas de garrafas históricas são um tributo à longa e rica história do Vinho do Porto e dão continuidade à nossa longa tradição de inovação. Apresentadas em embalagens coleccionáveis e exclusivas, estão desenhadas para atrair – novos e actuais – consumidores e também coleccionadores de vinho do Porto.”, refere o director geral da Taylor’s, Adrian Bridge. E acrescenta: “A elegância e o cunho histórico da embalagem fazem dela o presente que qualquer um gostaria de receber”.

A nova garrafa é inspirada nas garrafas em forma de “maço-cilíndrico” que se estabeleceram em Inglaterra por volta de 1750. Os lados da garrafa eram frequentemente afilados em direcção ao ombro, em vez de completamente paralelos. Esta edição limitada é inspirada naquele período, o antecessor imediato da garrafa de vinho cilíndrica dos dias de hoje.

O lote do vinho foi cuidadosamente elaborado para esta edição a partir de vinhos do Porto especialmente seleccionados das extensas reservas de tawnies da Taylor’s. O seu perfil, exclusivo para esta edição, apresenta a riqueza característica dos vinhos Taylor’s, com um final distinto e firme. O vinho é um Tawny habilmente lotado, harmonioso e equilibrado, com toda a intensidade e requinte que derivam do envelhecimento em velhos cascos de carvalho.

David Guimaraens, enólogo da Taylor’s, refere: “Este lote foi cuidadosamente seleccionado e lotado para esta edição limitada. Apresenta a riqueza e a profundidade de sabor características do estilo único da Taylor’s, bem como um final muito longo e distinto”.

Esta edição histórica vem apresentada numa embalagem contemporânea onde se destaca a elegância da garrafa, gravada com o distintivo símbolo “4XX” utilizado pela Taylor’s. O histórico símbolo 4XX da Taylor’s aparece na primeira garrafa conhecida com uma marca comercial e passou a ser usado após a fundação da empresa em 1692.

A primeira edição da Taylor’s Historical Collection, foi lançada em 2017 para celebrar o 325º aniversário da Taylor’s, com recriação de uma antiga garrafa em forma de ‘cebola’, característica do final do século XVII, com data próxima da fundação da Taylor’s. A segunda edição, lançada em 2019, foi inspirada numa histórica garrafa inglesa, cujo pico de utilização ocorreu entre os anos 1715 a 1740. Estas tinham uma forma oval e estreita, sendo frequentemente descritas como ‘castanha achatada’.

O novo Taylor’s Historical Collection estará disponível nas lojas da especialidade a partir de Julho com o pvp recomendado de €34.50.

Notas de Prova

Tonalidade castanho-avermelhada profunda no centro com um bordo estreito cor de tijolo. O nariz maduro e opulento abre-se com um aroma quente de café, caramelo e frutos secos, com notas de ameixa e passas. Em torno deste núcleo rico e suave estão camadas de aroma picante, amadeirado e de nozes, bem como discretos aromas florais, conferindo ao vinho uma complexidade intrincada, subtil e sedutora. Na boca é redondo e denso, com uma textura macia e sedosa. Combina com um delicioso toffee e sabores de frutas em conserva que continuam no final longo e quente. Este vinho é uma demonstração impressionante da tradicional arte do lote e envelhecimento em casco, onde cada componente é perfeitamente integrado e confere uma dimensão extra de aroma e sabor.

Informação adicional:

Evolução do formato da garrafa de vidro

No início do século 18, as garrafas eram sopradas à mão e tinham formato bulboso. Não podiam ser deitadas e, portanto, eram inadequadas ao envelhecimento do vinho em garrafa. Estas garrafas eram usadas principalmente para transportar o vinho da pipa do comerciante para a mesa do consumidor. Como as garrafas eram caras, eram reutilizadas e frequentemente exibiam o brasão ou as iniciais de seu dono.

Com o avançar do século 18, as garrafas tornaram-se mais altas e mais cilíndricas. A forma inicial de ‘cebola’ bulbosa gradualmente evoluiu para uma garrafa mais alongada, de lado recto e com gargalo mais longo. O primeiro estágio nesta evolução foi o aparecimento da garrafa em forma de ‘maço’, que se tornou bem estabelecida em Inglaterra por volta de 1730. Como as suas predecessoras, as primeiras garrafas de ‘maço’ eram atarracadas. Os lados eram frequentemente afilados em direcção ao ombro, em vez de completamente paralelos. No entanto, por volta de 1750, a garrafa ‘maço’ desenvolveu uma forma mais cilíndrica. A garrafa desta edição limitada é inspirada na garrafa ‘maço-cilindro’ daquele período, a antecessora imediata da garrafa de vinho cilíndrica de hoje.

Website : Taylor’s

Website : Taylor’s Historical Collection

Quinta do Crasto: o Douro à primeira vista

A Quinta do Crasto tem três programas de Enoturismo ideais para quem vai aproveitar as férias de 2021 para conhecer o Douro pela primeira vez. Visitas guiadas que explicam toda a produção dos vinhos, refeições tradicionais com vista sobre o rio e provas comentadas com referências do produtor são as propostas.

Para muitos portugueses, as férias deste ano vão ainda ser de (re)descoberta do território nacional e o Douro promete voltar a estar entre os destinos mais requisitados. A pensar nos visitantes que vão conhecer pela primeira vez a região demarcada mais antiga do mundo e também em todos os que procuram vê-la com um renovado olhar, a Quinta do Crasto (Sabrosa) tem já disponíveis três programas de Enoturismo.

As experiências estão desenhadas para que seja possível conhecer tudo aquilo que o Douro tem de melhor sem sair de um mesmo lugar. Para isso, os três programas começam com uma visita guiada a pé que permite perceber diferentes fases do ciclo da vinha e do vinho. Da receção da uva à adega, laboratório e cave de barricas, há ainda paragem na Vinha Maria Teresa, onde a Quinta do Crasto tem implementado um projeto que, com recurso à tecnologia, vai preservar a história desta centenária vinha.

Conhecido o processo de vinicultura e viticultura, chega a hora de provar o seu resultado: aproveitando o bom tempo, é no exterior que se sugerem duas opções de provas comentadas. A primeira (29€/pessoa) dá a conhecer o Crasto Douro Branco ou Tinto, o Crasto Superior Tinto, o Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas e o Quinta do Crasto Late Bottled Vintage Porto. Já a segunda (55€/pessoa) tem igualmente cinco vinhos, mas de gamas superiores: Crasto Superior Branco, Crasto Superior Syrah, Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas, um Quinta do Crasto Touriga Nacional/Franca ou um Quinta do Crasto Tinta Roriz e ainda um Quinta do Crasto Colheita Porto. Ambos os programas de visita e prova são realizados diariamente e têm a duração de 90 minutos.

Para quem queira demorar-se mais a apreciar a vista sobre o rio, a Quinta do Crasto sugere um almoço harmonizado (70€/pessoa) com cinco vinhos do produtor. Nas opções de prato principal não faltam propostas com produtos típicos da região do Douro e Trás-os-Montes, como Cabrito Assado no Forno com Batata Assada, Feijoada à Transmontana ou Lombo de Porto Assado com Castanhas.

Para que os visitantes tenham uma experiência duriense ainda mais completa, todos os programas da Quinta do Crasto, reconhecida há dois anos consecutivos como um dos melhores destinos vínicos do mundo, podem ser complementados com passeios de barco, de comboio e na tradicional carrinha Bedford.

“O nosso objetivo é que a Quinta do Crasto Quinta do Crasto seja um cartão de visita que apresenta aos visitantes todas as potencialidades de uma região tão rica quanto o Douro, seja através da paisagem, da gastronomia e, claro, dos vinhos”, explica Tomás Roquette, administrador da Quinta do Crasto“No ano passado, a região do Douro foi um forte polo de atração turística, sobretudo, nacional e acreditamos que neste verão isso vai repetir-se e até a intensificar-se, já que contaremos com o regresso de algum turismo internacional”, recorda.

Todas as visitas e programas de enoturismo da Quinta do Crasto estão sujeitos a marcação prévia que pode ser feita através do e-mail enoturismo@quintadocrasto.pt ou dos contactos telefónicos +351 254 920 020 e +351 934 920 024. Para saber mais sobre a Quinta do Crasto e os seus vinhos, consultar www.quintadocrasto.pt ou www.heritagewines.pt.

Douro Primeira Prova | Especialistas de todo o mundo provam os melhores vinhos da região | Museu do Douro, de 5 a 7 de julho

No Museu do Douro (Peso da Régua), de 5 a 7 julho

Douro Primeira Prova apresenta mais de 150 vinhos

Chama-se Douro Primeira Prova e vai ser oportunidade única para provar 150 dos melhores vinhos do Vale do Douro, permitindo perceber a evolução das quintas, a qualidade das últimas colheitas e o potencial máximo dos vinhos da região vinhateira – dos tintos, mas também dos novos e extraordinários brancos (e não esqueçamos o vinho do Porto!). De 5 a 7 de julho, são esperados no Museu do Douro cerca de uma centena de especialistas de todo o mundo para provarem o melhor desta região Património Mundial.

A encantadora paisagem do Vale do Douro – uma das mais belas regiões vinícolas do mundo – abre o cenário para uma degustação magnífica. Originalmente, Douro Primeira Prova deveria realizar-se em 2020, mas a pandemia obrigou ao seu adiamento. Com otimismo e energia renovada, de 5 a 7 de julho, os produtores durienses voltam a dar as boas-vindas a mais de 100 especialistas internacionais e nacionais em vinhos.

Os jornalistas, críticos de vinhos e outros especialistas chegam de todo o mundo e reúnem-se no Museu do Douro. Um silêncio intenso domina a sala de provas, refletindo concentração profunda e ininterrupta. Todas as mentes estão focadas na nova colheita de vinhos tintos, brancos e do Porto que se estreia antes do seu lançamento oficial no mercado. Nos bastidores, as coisas estão agitadas. Já estão prontas garrafas de 21 dos melhores produtores da região, para serem servidas em condições ideais de degustação. Bem-vindo ao Douro Primeira Prova!

A primeira edição do Douro Primeira Prova foi realizada em maio de 2019. Foram servidos exatamente 167 vinhos, uma oportunidade única que atraiu mais de 90 especialistas de 18 países diferentes, entre eles Suécia, Itália, Canadá, Rússia e Japão. Durante três dias, todos os olhos se voltaram para os vinhos do Vale do Douro. O feedback notável do evento de estreia mais do que justificou este encore. 

A edição de 2021 vai reunir mais uma vez 21 produtores da região para apresentarem os seus vinhos jovens: vinhos brancos e rosés de 2019 e 2020, bem como vinhos tintos e do Porto de 2018 e 2019. Os profissionais da indústria vão ter novamente oportunidade de provar toda a coleção de vinhos num só lugar, o Museu do Douro. Sem o incómodo de ter que percorrer o longo e tortuoso caminho entre as quintas através do escaldante vale do Douro. São esperados especialistas de 11 países (Áustria, Suíça, Alemanha, Dinamarca, Polónia, EUA, Canadá e Brasil, entre outros).

Lugar e pessoas

Os socalcos do Douro refletem mais de 2000 anos de viticultura. A rica história da região, juntamente com a experiência dos enólogos e mestres da adega, é o que torna possíveis grandes vinhos em todas as categorias. Inspirado por uma visão de transmitir a grandeza do vale para o mundo, um grupo de produtores de topo juntou-se sob o nome de The New Douro.

O Douro Primeira Prova é uma degustação silenciosa. Jornalistas, sommeliers e compradores têm a oportunidade de degustar os vinhos por ordem e ritmo. De segunda a quarta-feira, com um horário para a manhã e outro para a tarde. E com um bónus adicional: os produtores de vinho estarão disponíveis pessoalmente para responder a quaisquer perguntas sobre métodos de produção ou filosofias específicas. 

Todas as tardes de degustação terminarão aliás com um seminário liderado pelos próprios enólogos, explorando vários aspetos da produção de vinho na região duriense. 

Produtores New Douro

Casa Ferreirinha (Sogrape Vinhos) / Duas Quintas (Ramos Pinto) / Duorum Vinhos/ Lavradores de Feitoria / Poeira / Niepoort / Poças / Quinta da Gaivosa (Alves de Sousa) / Quinta do Crasto + Roquette&Cazes / Quinta do Noval / Quinta da Romaneira / Quinta do Vallado / Quinta dos Murças / Quinta Nova / Quinta do Vale Meão / Churchill’s / Symington /Prats & Symington / Van Zellers & Co. / Vertiçe / Wine&Soul

Medidas pandémicas e registo

Regras rígidas de higiene e segurança para prevenção do corona vírus aplicam-se durante todo o evento, a fim de permitir uma degustação segura e o mais agradável possível. As vagas são limitadas e o registo nas provas é obrigatório (segunda a quarta, das 9 às 12h00 e das 13 às 16h00). O registo só é válido após confirmação da Wine & Partners.

Mais informações: https://www.wine-partners.at/en/douro-primeira-prova-2021/

Os lugares para a prova são limitados e o registo, que é obrigatório, deve ser feito para o seguinte mail: primeiraprova@wine-partners.at

A Croft anuncia o lançamento do CROFT PINK & TONIC, o primeiro PORTONIC rosé, em lata, pronto a beber!

Croft Pink

A Croft, fundada em 1588, é a mais antiga empresa que ainda permanece activa como produtora de vinho do Porto. A família Croft, originalmente comerciantes de vinho em York, teve um papel activo e proeminente na história do comércio do vinho do Porto.

“Apesar da sua longa história e reputação, a Croft nunca se deixou limitar pela tradição e em 2008 lançou o primeiro vinho do Porto rosé: o Croft Pink, que a todos surpreendeu pelo arrojo e novidade. O Croft Pink atraiu novos e mais jovens consumidores para o vinho do Porto e criou novas oportunidades de consumo, nomeadamente associadas à preparação de cocktails e bebidas de Verão, onde era o ingrediente essencial.”, refere Adrian Bridge, director geral da Croft. E acrescenta: “É chegado o momento de apresentar este vibrante vinho do Porto, na versão ready-to-drink, com água tónica, numa atractiva lata. Estamos confiantes que o CROFT PINK & TONIC vai agradar a todos os que procuram um momento refrescante e informal. Além de demonstrar a versatilidade e variedade do Vinho do Porto.”

Croft Pink

David Guimaraens, enólogo da Croft, destaca: “O estilo inovador do vinho do Porto que lançámos em 2008, o Croft Pink, foi conseguido através de uma inovadora técnica de vinificação capaz de extrair os sabores frescos e frutados e apresentar um cor-de-rosa subtil e delicado ao vinho. Também a fortificação foi afinada para assegurar a frescura dos aromas a fruta e dar grande elegância do vinho. O resultado foi um maravilhosamente fresco e vibrante vinho do Porto, com deliciosos sabores de cereja, framboesa madura, com notas de mel e toranja, num final seco e muito atractivo.” E assegura: “O Croft Pink & Tonic que agora apresentamos é irresistível, pois combina a explosão de aromas de fruta com o atractivo final seco da nossa água tónica. É delicioso e muito prático para apreciar em qualquer momento e em qualquer lugar.”

O Croft Pink & Tonic é apresentado numa prática, conveniente, 100% reciclável, elegante lata de 250ml. O seu volume foi pensado para que fosse fácil de transportar e de refrescar, sendo perfeito para desfrutar num momento de descontracção, em casa ou ao ar livre, no campo ou na praia, com amigos e família.

Sobre o Croft Pink

O Croft Pink, o primeiro vinho do Porto rosé, foi criado em 2008 e é, ainda hoje, uma referência de qualidade. É feito através de um método de vinificação que consegue a extracção de uma sedutora cor rosé bem como de aromas muito frutados e frescos, devido ao limitado contacto do sumo com a película da uva durante a fermentação. O resultado final é um vinho com atraentes notas florais que enaltecem os pungentes e frutados aromas de framboesa. O paladar é rico em apetitosos sabores a cereja e framboesas maduras e com deliciosas nuances de mel e toranja.

Website : Croft

Website : Croft Pink

Quinta da Romaneira Reserva Branco 2020

Vinho com uma cor límpida, brilhante, cor amarela dourada, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, aroma com uma intensidade média (+), complexo, floral, lavanda, acácia, frutas citrinas, lima, pêssego verde, leves toques de barrica fina.

Na boca é um vinho seco, com acidez média (+), intensa, elegante, álcool médio (13,0º), corpo médio (+), sedoso, envolvente, citrino, intenso, mineral, correspondendo ao nariz, final longo e muito boa persistência.

É um vinho de qualidade excelente, com aroma floral, citrino, frescura intensa, equilibrado, aveludado, muito elegante, mineral, madeira muito bem integrada, que dá muito gosto beber. Uma opção para todas as situações no Verão que se avizinha.

Corvina assada no forno

Castas : Viosinho 58% Gouveio 34% Boal 3% Rabigato 5%
Região: Douro


A minha nota pessoal: FB 92

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website : Quinta da Romaneira Branco 2020
Ficha Técnica : Quinta da Romaneira Branco 2020

Himitsu Sushi Bar – O Japão a dois pauzinhos daqui

Himitsu Sushi Bar, inaugurado a 21 de Abril de 2016, localiza-se junto ao Palácio Nacional de Mafra. Oferece aos seus clientes um ambiente acolhedor, familiar e intimista assim como o melhor da cozinha tradicional japonesa e de fusão! A frescura e a qualidade de todos os ingredientes é compromisso conseguido, desde a qualidade dos ingredientes, à elaboração e apresentação dos pratos, tudo é perfeito. Atendimento profissional e muito atencioso que cativa e apraz. Vamos voltar com certeza, pois o menu é extenso e queremos provar todas as iguarias.

Website : Himitsu Sushi Bar

A nova carta do SoMos é uma viagem ao Mediterrâneo sem sair da Boavista

Se os pratos propõem uma viagem guiada pelo sabor do sul da Europa, os produtos são locais. A Natureza está em destaque na nova carta do SoMos Restaurant and Lounge, que já pode ser provada ao almoço ou ao jantar, aproveitando a ampla esplanada da Avenida da Boavista.

A chegada da primavera e dos primeiros dias de sol fazem ansiar por momentos descontraídos à mesa, onde a frescura e a vibração dos pratos acompanhem o otimismo da estação. A nova carta do SoMos, restaurante localizado em plena Avenida da Boavista, responde na perfeição a esta vontade, com novas entradas, pratos e sobremesas inspirados na cozinha mediterrânica e nos produtos da época.

A iguaria típica siciliana, Arancini de cogumelos com maionese de cebolinho (6€), ou o Camarão crocante com sweet chili e guacamole (9€) são duas das novas entradas do menu e exemplos de como a saudável e tradicional cozinha do Mediterrâneo pode ser conjugada com apontamentos exóticos e surpreendentes. Para o início da refeição, sugerem-se ainda o Ceviche de robalo com “Pisco”, salsa de abacate, manga lima e malagueta (14,50€) ou a Salada Caprese (13,50€).

Das hortas regionais, chegam os legumes e ervas aromáticas dos pratos principais. O Filete de dourada com buerre blanc, cremoso de pastinaga e vegetais salteados (16€) e o Bife de lombo com molho mostarda e batata sauté (22€) são alguns dos pratos que prometem levar-nos a destinos solarengos com um burburinho de novidade. E nesta viagem ao mediterrâneo não poderiam faltar as pizzas. Do menu recomendam-se a clássica Pizza Napolitana (13€) ou a Pizza de salmão fumado e funcho (15,50€), uma das combinações mais solicitadas da casa.  

Como em todas as viagens, a despedida é o momento mais doce. É tempo de provar a Torta de Azeitona com creme de ovos (4€) ou o Picado de Abelha (4€), duas sobremesas exóticas em estreia no menu. Na carta mantêm-se os clássicos Cheesecake com frutos vermelhos (4€) e Mousse de chocolate caseira (4,50€).

A acompanhar, o SoMos dispõe de uma alargada carta de vinhos e cocktails de assinatura, que são a escolha perfeita para acompanhar o pôr-do-sol na cidade. A sugestão do momento é o  Sleepy Monkey (12,50€), um o cocktail elaborado à base de whisky Monkey Shoulder, sumo de limão, xarope de lavanda envolto em ervas aromáticas da horta do restaurante.

Para ser possível desfrutar mais tranquilamente destes momentos, aconselha-se a marcação com a maior antecedência possível através do 22 607 25 52. Para total conforto e segurança, o restaurante garante o distanciamento das mesas e todas as medidas e recomendações da Direção-Geral de Saúde.

Horário Esplanada – 10h30 – 22h30  

Horário Restaurante 

Website: soMos

Almoço: 12h30 – 15h00 

Jantar: 19h30 – 22h30  

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Messias Porto Vintage 2018

Messias Porto Vintage 2018

Vinho com uma cor retinta, límpida, intensidade média, nariz limpo sem defeitos, com uma intensidade aromática média (+), frutado, fruta preta, cerejas pretas, balsâmico, menta, hortelã, esteva, especiaria, chocolate preto.

Na boca é um vinho doce, com acidez média, álcool alto (20,0º), estruturado, taninos maduros, elegantes, frescura, cerejas pretas, apimentado, chocolate preto, aveludado, final cheio, rico e longo, muita persistência.

É um vinho com um nível de qualidade excelente, intenso, fruta preta saborosa, guloso, que propociona um grande prazer. É um vinho com potencial de evolução e envelhecimento.


Castas : Touriga Nacional,Touriga Franca,Tinta Barroca,Tinta Roriz
Região : Douro


A minha nota pessoal: FB 90

Excelência: 96-100
Excepcional: 90-95
Bom/Muito Bom: 80-89
Mediano: 70-79
Pobre: 60-69
Não aceitável: 50-59


Website : Caves Messias
Website: Messias Porto Vintage 2018
Ficha Técnica : Messias Porto Vintage 2018

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